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Elton Oliveira | srelton@hotmail.com

Com relação aos recursos para o Projeto Colmeia (Unidade para Menores), poderíamos inovar buscando novas fontes de financiamentos que já estão disponíveis.

O município de Itabuna figura entre as cidades mais violentas do Brasil no “Mapa da Violência”, um levantamento do Instituto Sangari e Ministério da Justiça. De acordo com o mesmo estudo, Itabuna ficou em 8º lugar no ranking nacional da violência e 3º no estadual para jovens de até 19 anos.

Itabuna tem registrado mais de 200 homicídios por ano, o que, para alguns especialistas no assunto, é índice de cenário de guerra, superiores inclusive aos registrados, atualmente, na Síria.

Além dos homicídios, é crescente o número de registros de atos infracionais em nosso município e não existe aqui instalada uma estrutura adequada para tratar desses casos. Consequentemente, os jovens (menores) infratores têm de ser liberados sem cumprir suas medidas socioeducativas, o que tem causado na população local e nesses delinquentes uma sensação de impunidade.

As causas da violência no município de Itabuna são inúmeras. Mas podemos apontar como principais as seguintes: a) falta de emprego e oportunidade para os mais jovens; b) falta de qualificação e capacitação profissional entre os jovens; c) o consumo e tráfico de drogas, sobretudo do “crack”; d) o consumo de bebidas alcoólicas precocemente; e) desagregação familiar; f) crescimento e ocupação urbana desordenada, a “favelização”; g) falta de políticas públicas, com foco na socialização dos jovens por meio da cultura, esporte, lazer e recreação; e h) infrações e delitos cometidos por menores, sem a devida punição por parte das autoridades competentes. Esta última vem causando muita intranquilidade junto aos comerciantes e moradores, tanto da periferia quanto das áreas centrais da nossa na cidade.

Diante de tal cenário, se faz necessário a criação urgente, por iniciativa do Legislativo Municipal, de um projeto para a instalação de uma Unidade para Menores o qual poderíamos batizá-la de Projeto Colmeia, para os que cometem atos infracionais e que cumprem medidas socioeducativas de internação e semiliberdade.

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Era para ser um local tranquilo, mas o Condomínio Pedro Fontes I, no São Roque, já registrou duas mortes neste ano. O local abriga cerca de 900 famílias atendidas pelo programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal.

Ontem à noite, um homem identificado pelo prenome William, 34 anos, foi assassinado com diversos tiros nas costas e na cabeça. O crime ocorreu dentro do condomínio, por volta das 20h. O suspeito de ter assassinado o homem foi apreendido horas depois do crime. Teria 17 anos.

Neste ano, as polícias civil e militar e dirigentes locais da Caixa Econômica se reuniram para discutir a violência no condomínio. A reunião foi dias depois de Anderson Brito Santos, 24, ter sido assassinado. Quem mora no local, reclama do assédio do tráfico de drogas.

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Crianças e jovens foram às ruas pedir paz em Itabuna (Foto Jorge Bitencourt).

Pelas projeções do urbanista Ronald Kalid, especialista em desenvolvimento urbano, se o ritmo da criminalidade for mantido Itabuna deve registrar 186 homicídios até dezembro. Ele desenvolve estudo sobre o avanço da criminalidade no município sul-baiano. O número é encontrado quando multiplicado por 365 (um ano) o resultado da divisão dos 100 homicídios registrados pelo número de dias corridos (198).

Faz-se uma regra de três. Divide-se 186 pelo número estimado de habitantes da cidade (220 mil). Por esta conta, teríamos 84,85 crimes por 100 mil habitantes, muito superior ao da convulsionada Síria ou do Iraque no pós-guerra. Os números apontados pelo especialista são até otimistas.

Mapa da Violência 2012, publicado em maio, trouxe dados mais alarmantes sobre homicídios em Itabuna nos últimos anos. O levantamento foi elaborado pelo Instituto Sangari e Ministério da Justiça.

Pelo mapa, foram 210, em 2010; 232, em 2009; e 208, em 2008, o que dá taxa média de 103,9 por 100 mil habitantes. Por isso, a cidade ficou no 8º lugar no ranking nacional da violência e 3º no estado, atrás apenas de Simões Filho (1º) e Porto Seguro (5º e 2º).

Na manhã desta quinta-feira, 19, cerca de 800 pessoas participaram da Caminhada da Paz pela Avenida do Cinquentenário, no centro de Itabuna, convocada pelo Grupo de Ação Comunitária (GAC). A maioria delas exibiu botons, adesivos, faixas e cartazes pedindo um basta nesse cenário de horror.

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Maria das Graças tinha hematomas pelo corpo (reprodução Radar)

Maria da Glória Alves, de 48 anos, morava no bairro Nova Califórnia, em Itabuna, com o companheiro Edvaldo Ferreira. Na noite de ontem (5), vizinhos dizem ter ouvido uma briga do casal – aliás, mais uma, pois testemunhas afirmam que eles discutiam frequentemente e o homem costumava bater em sua companheira.
Na madrugada de hoje, Maria da Glória morreu. Segundo o Radar Notícias, Edvaldo alega que ela, do nada, caiu na sala, e ainda sustenta que tentou reanimar a mulher. Ele falou  também que Maria da Glória bebia e usava remédios controlados.
Pelo histórico do casal, os hematomas que ela trazia e o sangue encontrados na vítima e na camisa de Edvaldo, a polícia suspeita de que Maria da Glória foi assassinada. Seu corpo foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT)  de Itabuna e Edvaldo seguiu para ser ouvido no Complexo Policial.

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Noite de sábado (03), um corretor estava numa festa de aniversário na Avenida Lomanto Júnior, bairro Pontal, em Ilhéus. Lá pras tantas, resolveu sair com um amigo, no carro deste, para um bar na Dois de Julho, do outro lado da baía. Por volta de meia-noite, toca o celular e do outro lado da linha alguém lhe pedia que retornasse imediatamente ao local do aniversário, pois seu carro fora atingido por um tiro.
Ao chegar, o cidadão depara com a barbaridade. O carro de fato tinha uma perfuração, mas ao lado do veículo estava o corpo de um homem, alvejado por cinco disparos de arma de fogo.
Segundo a polícia, o morto era chefe de facção em um presídio e estava em liberdade há pouco tempo. Na noite em que viria a ser assassinado, ele saiu de uma casa no bairro Jardim Savoia, zona norte de Ilhéus, de carro, e foi perseguido por outro veículo até a zona sul. Pouco antes do Ilhéus Praia Hotel, o assassino interceptou o carro da vítima e, de dentro do carro, disparou mais de dez tiros de pistola. Cinco deles acertaram o alvo.
Quem mora no bairro ficou espantado com tamanha violência em um dos locais de maior apelo turístico em Ilhéus.

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Rômulo Guimarães Passos, 17, foi executado nesta tarde no bairro Santo Antônio, em Itabuna. O adolescente estava na travessa Guanabara quando homens efetuaram os disparos de dentro de um Fiat Pálio vermelho. 
A polícia ainda não conseguiu prender os envolvidos na execução. Não há informações se o adolescente era usuário ou traficante de drogas. Rômulo era aluno do colégio Josué Brandão e fazia pouco tempo que havia retornado para Itabuna, segundo o site Radar Notícias.
Com o assassinato do jovem, Itabuna atinge em janeiro a triste marca de 11 homicídios. O município registrou aumento de 6,8% no número de mortes violentas em 2011 quando comparado a 2010 (confira aqui). No segundo semestre do ano passado, a cidade registrou 90 assassinatos. De janeiro a junho do ano passado, foram 67.

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Jean Duarte dos Santos foi assassinado diante do filho (reprodução do Jornal Agora)

A foto do repórter Léo Machado que ilustra a manchete do jornal Agora nesta quarta-feira, 25 de janeiro, poderia passar como tantas outras imagens da violência cotidiana com a qual terrivelmente nos habituamos. Sobre o chão de terra batida, o corpo de um homem que veste camisa vermelha, cor do sangue que que tinge a terra e mancha a alma de quem não se conforma em ver homicídio simplesmente como estatística.
Jean Duarte dos Santos, 32 anos, era pedreiro, usuário de drogas e tinha quatro filhos. Andava de bicicleta por uma rua do bairro Pedro Jerônimo, levando um dos rebentos, de quatro anos de idade. Ao passar em frente a uma igreja, por volta do meio-dia, foi abordado por outro homem, que lhe atingiu com vários tiros. O filho de Jean assistiu a todo aquele horror e marcou sua vida para sempre com uma experiência que não deveria fazer parte da história de uma criança.
O pedreiro foi a sexta vítima de homicídio em Itabuna, nos últimos cinco dias. Mais um numa série de mortes que tem a droga como elemento central e atingem não somente quem perde a vida, mas quem perde um filho, um irmão e também quem vê a própria infância se acabar de repente, aos quatro anos de idade.
Essas mortes atingem igualmente toda a nossa sociedade, incapaz de encarar a violência como problema social. Em vez disso, aparenta um prazer macabro diante de fotografias de corpos, estampadas em jornais e na internet. Assim como há quem se divirta com programas que procuram fazer humor com miseráveis presos com migalhas de crack, expostos feito bichos num circo de horrores, para deleite de uma plateia ensandecida e demente.

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Dois anos após o crime, réu confesso ainda não foi condenado

O dia 24 de janeiro marcará para sempre a vida da família da ex-funcionária da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, Eliane Almeida de Oliveira. Nesta data, há exatamente dois anos, Francisco Paulo Lins da Silva, um assassino “disfarçado” de motorista, matou covardemente Eliane. Era uma tarde de domingo e o casal estava em sua residência, no bairro Pontalzinho. O corpo ensaguentado de Eliane foi encontrado pouco tempo depois, pelo filho dela.
Não se sabe se Francisco Paulo matou Eliane por ciúmes ou por ela ter descoberto o passado macabro do namorado, que tinha um currículo de crimes, com direito a três mandados de prisão por homicídios cometidos em São Paulo e Goiás. Cometeria mais um, na Bahia. A vítima, Eliene, que não teve tempo para denunciar o pilantra.
O assassino foi encontrado sete meses após o covarde homicídio. Ele estava na cidade de Santa Luzia do Tide, no Maranhão, vivendo com uma professora que poderia ter se tornado mais uma vítima. Felizmente, alguém viu uma foto do bandido no PIMENTA  e informou à polícia.
Dois anos depois, Francisco Paulo , que confessou ter matado Eliane, aguarda no Conjunto Penal de Itabuna pelo julgamento. A demora para ouvir a sentença aumenta a dor e a indignação dos amigos e parentes de Eliane.
 
Everaldo e Rayluciene tinham relação conturbada

MAIS UM CASO – Outro caso que evidencia a lentidão do sistema repressivo para punir os culpados de crimes bárbaros é o que teve como vítima a professora Rayluciene Pereira Néri, também assassinada em casa, no bairro Alto Mirante, centro de Itabuna, a 25 de janeiro de 2009, quase exatamente um ano antes de Eliene. Um detalhe que torna o crime ainda mais macabro: a professora estava grávida.
Acusado de cometer o assassinato, o marido Everaldo Marques de Souza permanece impune. Em maio do ano passado, a Vara do Júri de Itabuna confirmou que ele seria levado a júri, mas isso ainda não ocorreu.
A defesa de Everaldo recorreu ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), alegando não haver provas suficientes contra ele para que fosse levado a júri.

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Apreensão de armas ajudou a reduzir número de homicídios

Com um trabalho preventivo, focado principalmente na apreensão de armas de fogo, a 69ª Companhia Independente da Polícia Militar, que cobre a zona sul de Ilhéus, registrou em 2011 uma queda de 23,5% no número de homicídios. Foram 34 ocorrências em 2010 e 26 no ano passado. O número de tentativas de assasinato também caiu, de 18 para 14.
No ano de 2011, o número de homicídios na zona sul foi maior nos meses de janeiro, março e dezembro. Em março, houve a prisão do principal traficante do bairro Nelson Costa, o que gerou uma disputa por pontos de venda de droga. Este fator está diretamente associado às mortes violentas que foram registradas.
Já em dezembro, a polícia aponta outra causa determinante para o crescimento do número de assassinatos. Relatório da 69ª Companhia aponta que naquele mês a liberação de presos pelo indulto de Natal influenciou bastante a demanda do cemitério.

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Do Radar:
Um jovem de 17 anos, identificado como Cleison Chaves dos Santos, morreu na madrugada desta quinta-feira, 5, após ser baleado na noite de ontem, em Itabuna. De acordo com informações obtidas no local, o adolescente seguia para a casa da namorada na Rua Bela Vista, no Bairro Conceição, quando foi alvejado.
Durante o socorro, Cleison dos Santos não informou se era envolvido com drogas ou se tinha rivais no bairro. Já entre os populares imperou a lei do silêncio, e ninguém viu ou ouviu nada.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu o garoto e o encaminhou para o Hospital de Base, mas ele não resistiu aos ferimentos.

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Mais um episódio da disputa entre as quadrilhas da Passagem e do Bairro Novo, em Itacaré, ocorreu nesta madrugada de 1º de janeiro, em plena festa de réveillon organizada pela prefeitura local. A poucos metros do palco onde se apresentava a banda Tá Garoto, o bando do traficante conhecido como Mirton, que comanda o tráfico na região da Passagem, disparou contra um grupo do Bairro Novo. Três pessoas saíram feridas.
Uma das vítimas levou três tiros e foi levada em estado grave para o Hospital Regional Luiz Viana Filho, em Ilhéus. As outras duas pessoas, uma delas mulher, não correm risco de morte.
De acordo com a Polícia Militar, o traficante Mirton tem base no bairro Zitão, em Ubaitaba, mas é o principal agente do tráfico de drogas em Itacaré. O bandido cumpria pena no presídio Ariston Cardoso, em Ilhéus, até dois meses atrás, quando foi solto.
A polícia realiza diligências na tentativa de prender o traficante.

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Um traficante de drogas cometeu triplo homicídio no distrito da Matinha, em Itacaré, neste sábado. Mauro José Oliveira Ribeiro, 33 anos, matou a tiros e golpes de facão José Pereira Barbosa, de aproximadamente 50 anos, além de Egídio Viana, de 68, e o filho Edvanilton, 27. Todas as vítimas foram praticamente decapitadas.
O autor dos assassinatos comanda o tráfico de drogas na região da Vila Judite, em Itacaré. A polícia acredita que o triplo homicídio tenha sido motivado por dívida com droga contraída por um dos filhos de José Pereira Barbosa.
– Acreditamos que o Mauro procurou um dos vários filhos do senhor José Pereira. Como não encontrou o devedor, o pai foi morto -, disse ao PIMENTA um investigador da Polícia Civil.
O distrito onde ocorreu a tragédia fica a aproximadamente oito quilômetros da área urbana de Itacaré. O traficante foi preso logo em seguida à tragédia. Ainda segundo o agente afirmou ao PIMENTA, a população tentou linchar o traficante e Mauro teve de ser encaminhado para o presídio Ariston Cardoso, em Ilhéus.
Os policiais também encontraram droga no bolso de Edvanilton, uma das vítimas do traficante. Mauro chegou ao distrito já disposto a matar. A primeira vítima foi José Pereira. A polícia militar foi acionada, mas não chegou a tempo de evitar as outras duas mortes.

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Uma quadrilha com oito homens explodiu um caixa eletrônico do Bradesco em Floresta Azul, no sul da Bahia, nesta madrugada de quarta-feira, segundo a TV Santa Cruz. Testemunhas afirmaram que a quadrilha chegou em dois carros à cidade, às margens da BR-415.
A quadrilha obteve sucesso ao explodir o caixa e levar todo o dinheiro. Como de praxe, o banco não informa o valor levado pelos bandidos. O caixa funcionava num posto do Bradesco em Floresta Azul, que não possui agência bancária.

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Da coluna Tempo Presente (A Tarde):
O quadro que o The New York Times, de New York, uma das maiores circulações dos Estados Unidos, traçou da Bahia, em matéria publicada ontem, é tão realístico quanto péssimo.
Diz que o índice de assassinatos no Nordeste dobrou, enquanto no Sudeste caiu 47%, e atribui o fato ao boom econômico do Brasil, o que teria provocado a migração do tráfico de drogas para outras partes do País, além da devastadora invasão do crack.
Nova Constituinte, no subúrbio, em Salvador, é eleita pela reportagem como a comunidade mais violenta da Bahia (talvez aí uma pequena falha, a única: não é a mais, mas uma das mais). Com o adendo de que a capital baiana será uma das sedes da Copa do Mundo de 2014, ‘o que torna o alto índice de violência mais preocupante’, ressalta.
O governador Jaques Wagner foi ouvido pelo jornal e minimizou as preocupações com o Mundial. Disse que no Carnaval o Estado recebe mais de um milhão de turistas, a segurança é feita por 22 mil policiais e que se passaram quatro anos sem um homicídio no percurso do desfile’, o que nos induz a acreditar que na Copa não haverá problemas.
Não é lá algo muito animador para nós. Segurança plena é só para turistas…
EXEMPLO ALAGOANO – Certa vez Maceió, capital de Alagoas, tinha alto índice de violência, mas não queria perder turistas. Lá cravaram umas placas: ‘Venha para Maceió. Aqui, nós só matamos nós mesmos‘.
Que tal adotar o modelo na Copa?