Vista aérea do município de Camacan, onde aconteceu a tragédia neste domingo
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Tragédia em Camacan, no sul da Bahia. Um menino de 4 anos foi morto pela irmã 7 anos, quando ela era ensinada pelo pai a manusear uma espingarda, na tarde deste domingo (22).

O crime ocorreu na zona rural do município. Jadson Pereira Santana acabou atingido, acidentalmente, no peite e no braço pelo disparo da arma artesanal conhecida como chumbadeira.

Segundo a Polícia Civil, não houve tempo para socorro. O pequeno Jadson faleceu na hora.

Os pais das crianças foram ouvidos e liberados na 6ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), onde o caso é investigado, segundo o G1BA. O corpo da vítima foi levado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Itabuna. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento da criança.

Carro roubado em São Bernardo do Campo é apreendido em Itabuna
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, no Km 506 da BR 101, em Itabuna, um veículo roubado em julho deste ano, no estado de São Paulo. Preso em flagrante, o motorista, de 32 anos, alegou ter alugado o carro há um mês. Disse ainda que pretendia ficar com o veículo até o final do ano e havia combinado em pagar R$ 500,00 mensais pela locação.

O veículo apreendido foi um Ford KA, que estava circulando com placas e demais elementos de identificação veicular adulterados. Os agentes da PRF constataram que o carro foi roubado em São Bernardo do Campo (SP), no dia 22 de julho deste ano. Não foi informado para onde o motorista viajava.

O homem e o carro foram levados para a delegacia da Polícia Civil de Itabuna. Ele responderá pelos crimes de receptação e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

A PRF alerta que, ao adquirir um veículo seminovo, é importante conhecer a procedência, duvidar de ofertas muito vantajosas e sempre fazer todos os trâmites burocráticos de transferência de propriedade. Essas dicas podem ajudar a evitar cair em golpes, ter prejuízos financeiros e ainda responder pela prática do crime de receptação de veículo roubado.

Vereador sofre tentativa de homicídio no interior da Bahia || Foto Divulgação
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Após ser baleado em uma tentativa de homicídio na zona rural de Novo Horizonte, na região da Chapada Diamantina, o vereador Gean Carlos Santos de Oliveira (PP), de 47 anos, disse que percorreu mais de dois quilômetros a pé para pedir socorro.

“Consegui sobreviver. Andei mais de 2 quilômetros a pé, mesmo ferido, para pedir socorro. Fui socorrido. Estou no Hospital Regional, mas estou bem”, disse.

O crime ocorreu na sexta-feira (21), quando o vereador seguia para a casa da namorada. Gean teve o carro alvejado e foi atingido por cinco tiros. Ele está no Hospital Regional da cidade e não corre risco de morte. Policiais militares fazem a escolta do parlamentar na unidade de saúde.

“Solicito aqui, da Secretaria de Segurança do Estado, que continue me dando essa escolta policial. Desde ontem, os policiais estão aqui no hospital e hoje continuam fazendo a escolta, mas eu temo minha vida a Deus. Não tenho condições de ficar em Novo Horizonte sem escolta policial”, pediu o vereador.

A Polícia Militar informou que atendeu a ocorrência. Já a Polícia Civil disse que a 13ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Seabra) investiga a tentativa de homicídio contra o vereador. A autoria e a motivação ainda são desconhecidas.

Por meio de nota, a Câmara de Vereadores de Novo Horizonte repudiou veementemente os atos de violência sofridos por Gean e manifestou solidariedade ao vereador. Do G1.

José Orlando Dias de Moura matou a sogra em Gongogi
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O Tribunal do Júri acatou provas apresentadas pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) e condenou o motorista José Orlando Dias Moura a 47 anos e nove meses de prisão pelo assassinato de sua sogra, a idosa Hilda Quirino dos Santos, e pela tentativa de feminicídio contra a sua então companheira, Selma Maria Barbosa Soares. O condenado também tentou matar o sobrinho de Selma, Luís Eduardo Barbosa Soares. Os crimes ocorreram em Gongogi.

De acordo com a sentença, os crimes foram agravados por meio cruel, idade da vítima e por tratar-se de feminicídio. A Justiça levou em conta ainda o histórico de violência do acusado em relação a sua esposa. Foi determinado que José Orlando Dias comece a cumprir a pena, imediatamente, em regime fechado.

Os crimes foram cometidos em 16 de maio de 2015, quando, segundo investigações as quais o PIMENTA teve acesso, José Orlando Dias incendiou a casa onde estavam a sogra, a companheira e o sobrinho dela. A promotora de Justiça Thaiana Rusciolelli Souza explica que, no dia do crime, Selma teve uma discussão com o então seu esposo.

A discussão foi ouvida por Luís Eduardo, que morava na casa ao lado, no Bairro Novo, em Gongogi, onde estava com a outra vítima, Hilda dos Santos, mãe de Selma. Eles encontraram José Orlando Dias com um galão de gasolina, espalhando pela casa e próximo a Selma, ameaçando-a de morte. O sobrinho teria tentado tomar o líquido das mãos do homem enfurecido e a sogra se colocou ao lado da filha.

Luís Eduardo ainda chegou a retirar José Orlando Dias da casa, mas ele retornou e ateou fogo no imóvel. Luís Eduardo e Selma conseguiram sair, mas Hilda, então com 79 anos, não escapou e morreu no incêndio. O condenado conhecia a família da vítima há mais de 30 anos. A acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Luís Eduardo Souza e Silva, e a sessão presidida pelo juiz George Barboza Cordeiro.

Empresários montaram esquema para fraudar ICMS, segundo investigações
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Grupo empresarial que atua no segmento de fios e condutores elétricos de cobre é acusado de sonegar, pelo menos, R$ 129 milhões em impostos na Bahia. Desencadeada nesta quinta-feira (19), a Operação Fio Condutor cumpriu mandados de prisão e busca contra os empresários investigados, em Camaçari, Região Metropolitana de Salvador, e em São Paulo, na capital e nas cidades de Cotias e Guarulhos.

As investigações, iniciadas pela Promotoria Regional Especializada no Combate à Sonegação Fiscal de Camaçari, também mobilizaram o Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf), do Ministério Público da Bahia. A operação visa interromper o esquema e coletar provas, segundo o MP-BA.

Ainda de acordo com o MP, o esquema foi identificado pela inteligência  da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), com apoio da Promotoria e da Polícia Civil. Segundo as investigações, a fraude tributária usou empresas fantasmas, sediadas no estado de São Paulo. Elas teriam, nos seus quadros societários, sócios fictícios, que emitiam notas fiscais eletrônicas irregulares, simulando operações de vendas de mercadorias, cujo objetivo era gerar créditos ilegítimos de ICMS para outras empresas do grupo, localizadas na Bahia.

TERCEIROS

Os investigados também usavam empresas em nome de terceiros para produção e comercialização de fios de cobre. Segundo os investigadores, essas empresas eram sucedidas por outras do mesmo grupo e da mesma atividade industrial, blindando o patrimônio dos verdadeiros proprietários do grupo.

São investigados, ainda, crimes de lavagem de dinheiro, crime falimentar, falsidade ideológica e material e associação criminosa possivelmente relacionados à prática da sonegação fiscal.

A Força-Tarefa é composta pelo Gaesf, do MPBA; Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip), da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia; pela Delegacia de Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap), da Coordenação Especializada de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Ceccor/LD); e do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), da Polícia Civil da Bahia.

Na Bahia, a operação conta com seis promotores de Justiça, oito delegados de Polícia, 30 policiais da Dececap/Draco, nove servidores do Fisco Estadual e oito policiais da Companhia Independente de Polícia Fazendária (Cipfaz). Já em São Paulo, a Força-Tarefa recebeu apoio do Ministério Público, três delegados de Polícia, 18 policiais da Divisão e Capturas do Departamento de Operações Policiais Estratégicas da Polícia Civil (Dope) e oito agentes da Secretaria da Fazenda daquele estado.

Policiais seriam integrantes de grupo de extermínio
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A segunda fase da Operação Urtiga, iniciada hoje (19), prendeu um investigador da Polícia Civil e efetivou mandados de busca e apreensão contra outro policial civil e quatro policiais militares, nos municípios de Santaluz, Valente e Conceição do Coité, no semiárido baiano. Os alvos são investigados por suposta participação em grupo de extermínio e crimes de extorsão e sequestro.

Seis pistolas são apreendidas || Fotos SSP-BA

A Vara Criminal de Santaluz expediu os mandados. Para cumprir a prisão temporária de 30 dias, o investigador foi levado à Corregedoria da Polícia Civil, em Salvador. O outro policial civil investigado é delegado. A força-tarefa apreendeu seis pistolas dos calibres 380 e .40, mais de 100 munições, carregadores balísticos e celulares.

Na primeira fase, deflagrada em julho deste ano, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e seis pessoas foram presas, sendo cinco policiais e um garimpeiro. A Operação Urtiga envolve a Força Correcional da Secretaria da Segurança Pública do Estado; o Ministério Público da Bahia; e as corregedorias das polícias Civil e Militar.

Polícia apreendeu uma tonelada de drogas em ação em Camaçari e hotel de luxo || Foto PC-BA
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A Polícia Civil baiana descobriu laboratório de produção de drogas em um hotel de luxo em um dos mais famosos endereços de Salvador, a Avenida Tancredo Neves. O local foi “estourado” na noite desta quarta-feira (18) por agentes do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).

Num dos apartamentos do hotel Astron foram apreendidas porções de maconha, haxixe, pó branco e pasta base semelhantes à cocaína, drogas sintéticas, carregadores de pistola, munições calibres ponto 40, ponto 380 e 9 mm, além de maquinário para a produção, embalagens para o acondicionamento das drogas e três cobras.

De acordo com a SSP, os policiais também apreenderam entorpecentes e equipamentos em um condomínio de alto padrão em Jauá, em Camaçari, município vizinho a Salvador. O total de drogas apreendidas atingiu uma tonelada, segundo as forças de segurança envolvidas na operação.

Três pessoas foram presas. A polícia ainda apreendeu dois carros, a exemplo de um Kia Picanto roubado em julho deste ano, na capital baiana. A droga pertencia a uma facção criminosa com forte atuação na Região Metropolitana de Salvador, a BDM.

CHACINA EM FEIRA DE SANTANA

A ação da polícia é resultado de dois meses de investigações, segundo o diretor do Deic, delegado Thomas Galdino. “A investigação do roubo de um veículo nos levou ao monitoramento do grupo criminoso e, em seguida, na identificação da prática criminosa de tráfico de drogas, culminando nestas apreensões e prisões, além da desarticulação do laboratório de entorpecentes”, explicou.

Ainda segundo ele, “novas diligências investigativas serão realizadas para a localização de outros possíveis envolvidos”. Ele também antecipou que há indícios de que o veículo apreendido nesta ação tenha sido utilizado em uma chacina em Feira de Santana, em 29 de agosto, no bairro Feira 10. As investigações contaram com o apoio dos departamentos de Inteligência Policial (DIP), de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Polícia do Interior (Depin).

Empresário teria matado vítima após suposto furto || Foto Reprodução
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A Justiça negou o recurso do empresário Orlando Teixeira do Carmo, acusado de atear fogo e matar um morador de rua no dia 25 de janeiro, em Ilhéus (relembre). A defesa tentava retirar o processo da Vara do Júri, mas o juiz Gustavo Lyra manteve a pronúncia, e Orlando deve ser julgado por um tribunal popular.

A vítima foi Rodrigo Souza Santana, de 44 anos, que teria furtado um equipamento na loja do réu. Segundo o magistrado, em depoimento, o filho de Rodrigo afirmou que, no hospital, o pai culpou Orlando pelo ataque. O magistrado faz menção a uma filmagem incluída nos autos.

“Acrescente-se como reforço do panorama indiciário a filmagem onde o suposto autor aparece desembarcando de veículo com características idênticas ao carro que pertenceria ao filho do réu”, escreveu o juiz na decisão publicada na última semana. As imagens mostram um homem chegando de carro, com um galão.

Ele entra no galpão abandonado de uma antiga concessionária, na Avenida Itabuna . Depois, a vítima aparece correndo, com o corpo em chamas. Com queimaduras profundas, Rodrigo foi levado para o Hospital Costa do Cacau e depois para o Hospital Geral do Estado, em Salvador, onde faleceu em 2 de fevereiro.

PRISÃO

No dia 31 de maio, Orlando foi preso preventivamente, após a Justiça receber denúncia do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA). Depois, recebeu o direito de aguardar o julgamento em casa. No entanto, no final de julho, a Justiça restabeleceu a prisão. Alegando problemas de saúde, a defesa voltou a pedir que o réu fosse para a prisão domiciliar, mas o pedido foi negado.

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A empresária Maria Ediane da Mota Oliveira, de 41 anos, acusada de mandar assassinar a advogada Rafaela Vasconcelos de Maria por interesse no marido da vítima, pagou R$ 70 mil para grupo de extermínio cometer o crime, segundo a Polícia Civil.

As investigações apontam que a empresária do ramo de loterias e jogo do bicho mandou matar a advogada porque estava apaixonada pelo marido da vítima.

Além de Rafaela, os criminosos também assassinaram Maria Socorro de Vasconcelos, de 78 anos, mãe da advogada. O crime ocorreu no dia 24 de março deste ano, na cidade de Morrinhos, no interior do Ceará.

Ainda conforme as investigações, o grupo de extermínio formado por quatro policiais passou dois meses investigando a rotina da advogada. A polícia descobriu que nos aparelhos celulares dos suspeitos foram encontradas várias fotos da advogada, como também do trabalho e da residência.

EMPRESÁRIA NA LISTA DE MAIS PROCURADAS PELA POLÍCIA

Por causa do crime, a empresária entrou para a lista de mais procurados da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará. Maria Ediane da Mota Oliveira e cinco homens (sendo quatro policiais militares) são réus na Justiça Estadual pelos assassinatos.

Em setembro, a Polícia Civil efetuou as prisões de um sargento da Polícia Militar e um homem que não é policial por suspeita de envolvimento no crime. Com as capturas, a polícia conseguiu prender as cinco pessoas suspeitas de participação no crime.

A Controladoria Geral de Disciplina, órgão que investiga policiais suspeitos de envolvimento em crimes, informou que o sargento e o homem presos tiveram participação ativa na logística do crime com a indicação de executores, bem como monitoramento das ações criminosas. As informações são do G1.

Diego Cabeludo foi executado no interior capixaba
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O líder de uma facção criminosa que atua em Itabuna e outras cidades do sul da Bahia foi executado, neste domingo (15), em Ibiraçu, pequena cidade do Espírito Santo. Diego Silva Souza, o Cabeludo, foi morto a tiros, por quatro homens, na casa onde morava. No imóvel, a Polícia Militar  apreendeu pedaços de maconha, munições de arma de fogo, um celular e uma balança de precisão.

Esse não foi o primeiro atentado contra Diego Cabeludo. Em 2018, ele foi alvo de uma tentativa de homicídio no bairro Daniel Gomes, em Itabuna, onde foi atingido por um tiro na perna. No mesmo ano, chegou a ser preso de forma preventiva, mas deixou a cadeia logo depois.

Na cidade sul-baiana, Diego comandou o tráfico de drogas no Fátima, Califórnia, João Soares e Parque Verde. Ainda envolvido com o crime no Espírito Santo, a suspeita é de que ele tenha sido vítima de acerto de contas entre grupos rivais.

HOMICÍDIO EM ILHÉUS

O final de semana também foi violento em Ilhéus. No Acuípe de Baixo, zona rural do município, um jovem identificado apenas como Adriano foi morto a tiros, por um homem, em plena luz do dia, na praça do povoado. O motivo do crime, cometido no sábado (14), teria sido uma dívida da vítima com traficantes da comunidade. Com informações do Verdinho.

Carros do Programa Nacional de Segurança com Cidadania são doados aos municípios e estados || Foto Lula Marques/ABr
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Termina nesta segunda-feira (16) o prazo para estados e municípios aderirem ao Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci 2). O termo de adesão prevê cooperação entre a União e entes federados em ações cujos recursos provêm do Fundo Nacional de Segurança Pública, do Fundo Penitenciário Nacional e do Fundo Nacional Antidrogas.  

Um dos projetos do Pronasci 2 é o bolsa-formação, que visa à qualificação profissional de integrantes das polícias militar, civil e penal, do corpo de bombeiros militar, dos órgãos oficiais de perícia criminal e das guardas municipais. Ao todo, serão disponibilizadas 100 mil bolsas-formação em todo o país.

A estratégia prevê o pagamento de bolsas, no valor mensal de R$ 900,00 durante o curso, em ações estratégicas de ensino que visam a aprimorar o Estado Democrático de Direito, o fortalecimento do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e a defesa dos direitos e garantias fundamentais, sobretudo, àqueles relativos à proteção de minorias e grupos vulneráveis.

O QUE É O PRONASCI 2

O Pronasci 2 destina-se a articular ações de segurança pública para a prevenção, o controle e a repressão da criminalidade, estabelecendo políticas sociais e ações de proteção às vítimas. Alguns dos eixos prioritários incluem o enfrentamento e a prevenção da violência contra mulheres; o combate ao racismo estrutural e políticas públicas de segurança, com foco em territórios vulneráveis e com altos indicadores de violência.

Carlos André e Ana Júlia comemoravam quatro anos de relacionamento || Foto Reprodução
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Um casal de jovens foi executado ao retornar de Caraíva, em Porto Seguro, neste final de semana. Carlos André Santos e Ana Júlia Freire dos Santos residiam na vizinha Eunápolis e passavam o feriadão no distrito de Porto Seguro. Segundo familiares, viajaram para comemorar quatro anos de relacionamento. O crime ocorreu na estrada Caraíva-Aldeia Xandó.e

As primeiras informações são de que o casal teria sido morto ao retornar de Caraíva para Eunápolis. Os corpos foram encontrados fora do carro em que Ana Júlia e Carlos André viajavam, neste domingo. O veículo foi incendiado.

No corpo do ex-motorista de lotação e de aplicativo foi encontrado bilhete de suposta facção criminosa informando que brigas eram resolvidas com o uso de armas de fogo (“na bala”). A facção seria de Eunápolis.

“MEIGA E HUMILDE”

De acordo com informações obtidas pelo PIMENTA, Ana Júlia, de apenas 22 anos, era bastante querida pelos familiares e não se sabe de envolvimento dela com o crime.

Um tio de Ana usou as redes sociais para homenageá-la e a descreveu como meiga e humilde. “Sua partida para a eternidade foi tão trágica, mas Deus já reservou o seu cantinho no céu”, escreveu Pablo Freire.

A Polícia Civil em Porto Seguro investiga o crime. Até o fechamento desta matéria, a polícia ainda não havia informado se os autores do crime haviam sido presos.

Paralisação afeta cerca de 200 alunos em Banco do Pedro, estima secretária de Educação
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A sede da Escola Municipal do Banco do Pedro, na zona rural de Ilhéus, não recebe alunos desde segunda-feira (9), quando as aulas foram suspensas pela direção. A comunidade escolar alega falta de segurança para retomar as atividades, após um confronto armado, ocorrido na sexta (6), no distrito. O motivo do tiroteio teria sido a disputa pelo controle do tráfico de drogas na localidade.

Ouvida pelo PIMENTA, a secretária de Educação do município, professora Eliane Oliveira, confirmou as informações. O problema afeta cerca de duzentos alunos, conforme a gestora. No entanto, os estudantes que frequentam os anexos da Escola, que funcionam em locais diferentes, não tiveram as aulas interrompidas.

A Secretaria Municipal de Educação (Seduc) busca saída para o problema em diálogo com a Polícia Militar, informa a titular da Pasta. A expectativa é de as aulas sejam retomadas na próxima segunda-feira (16).

Hoje (11), as atividades recreativas em alusão ao Dia das Crianças são desenvolvidas fora da sede da Escola e reúnem todos os alunos da comunidade, conclui a secretária municipal. Atualizado às 15h005min.

Homens foram presos em Camacan e Una || Foto PM-BA
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A Polícia Militar prendeu três suspeitos de envolvimento no roubo de uma carga de café, ocorrido segunda-feira (9), em Una, no sul da Bahia. Após denúncia, os policiais chegaram, nesta terça-feira (10), a dois homens que tentaram vender sete sacas de café em Camacan, a 64km de Una. Eles tentaram fugir, mas foram alcançados na rodovia que dá acesso a Camacan, por equipes da 62ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM).

Com base na informação da dupla, os policiais descobriram que parte da carga roubada ainda estava em Una e acionaram a Cipe Cacaueira, que entrou em ação. Na sede do município, membros da Companhia Especializada da PM estranharam a movimentação de um homem em um estabelecimento comercial. Segundo a Polícia, ele tentava esconder sacas de café provenientes do mesmo roubo e foi preso em flagrante.

Os três suspeitos e a carga foram apresentados à Polícia Civil, que investiga o caso.

Tharciso atropelou e matou Ranitla em rodovia de Ilhéus
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O Tribunal de Justiça da Bahia negou recurso da defesa de Tharciso Romeiro Santiago Aguiar, que atropelou e matou a dentista Ranitla Scaramussa Bonella, em junho de 2022, em Ilhéus. A defesa do réu pediu ao TJ-BA que Tharciso fosse julgado por homicídio culposo, conforme o artigo 302 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Caso o recurso tivesse sido aceito, o réu deixaria de ser julgado pelo Tribunal do Júri, responsável por crimes dolosos contra a vida. Ou seja, assim como o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) e a primeira instância da Justiça em Ilhéus, os desembargadores entenderam que Tharciso assumiu o risco de matar alguém quando, supostamente, dirigia acima do limite de velocidade do local do atropelamento, na zona sul da cidade. A decisão foi publicada na última quinta-feira (5).

RELEMBRE O CASO

Nascida em Eunápolis, no extremo-sul da Bahia, Ranitla Bonella estudou Odontologia em uma faculdade privada de Ilhéus, onde morava. Com apenas 23 anos, a jovem já estava cursando uma pós-graduação. Ela foi atropelada na tarde de um sábado, no dia 11 de junho do ano passado, quando voltava da praia e atravessava a BA-001 em cima de uma faixa de pedestres.

Tharciso fugiu do local do atropelamento. Na época, ele alegou que teve medo de ser linchado pelas pessoas que testemunharam a morte da jovem. O motorista ficou foragido por 14 dias, antes de se entregar à Polícia Civil. No dia 29 de agosto de 2022, o Superior Tribunal de Justiça o libertou. Desde então, o empresário do ramo de eventos responde ao processo criminal em liberdade. Atualizado às 13h27min.