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Alice em Itabuna: língua solta!

A deputada Alice Portugal (PCdoB) externou que está no grupo dos contrários à formação de uma chapa majoritária governista com Otto Alencar, que disputaria o Senado.

A parlamentar federal participou de encontro com vereadores e políticos comunistas de todo o sul da Bahia, em Itabuna, e relembrou do tempo em que Otto ocupava a pasta da Saúde (1991-94) jogava duro contra a oposição. Retaliava, mesmo!

Alice disse que expôs ao governador Jaques Wagner a sua insatisfação com a possibilidade de Otto na chapa. E relembrou que o pré-candidato não está bem de saúde e pode não ter como disputar a eleição a senador (Alencar fez cirurgia de próstata).

A língua de Alice estava solta. Atirou também em Lídice da Mata, criticada por não ter conseguido fortalecer o PSB, legenda de um só nome, a própria Lídice. Para Alice, o PSB pode ser maior.

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Vítimas de acidente ocorrido na BA-001, trecho Ilhéus-Una, aguardam há quase dois dias por cirurgia. Elivaldo e Deise Costa estão internadas no Hospital Geral Luiz Viana Filho, de Ilhéus. De acordo com familiares, não há médico que possa fazer as cirurgias nem autorizar transferência das vítimas, que tiveram fratura exposta. O carro em que as vítimas viajavam chocou-se contra uma árvore de forma violenta. Um dos ocupantes do Fiat Uno morreu no local (confira).

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POLICIAL E GRAMÁTICA ESCAPAM DE GRAVE ATENTADO

Ousarme Citoaian

Disse um dos mais importantes jornais de Itabuna, em sua manchete principal, na semana passada: Suspeito de tentar contra a vida de policial morre com outros dois comparsas (O. C. grifou). O verbo tentar, usado desde bíblicos tempos (o capeta tentou Jesus no alto do monte, lembram-se?), tem sobre si a responsabilidade de muitos significados. O pobre já está até curvado para a frente, com a carga que carrega, conforme ocorreu com Atlas, aquele que foi condenado a andar por aí com o mundo nas costas. E agora (ops!) o verbinho (sem ofensas!), já cansado, recebeu a promoção a sinônimo de atentar.  Mas ele recusa a honraria, por falta de espaço e excesso de peso. O “elemento” era suspeito de atentar contra a vida do policial. Quer dizer: manifestava a intenção de matar o homem da lei, passá-lo desta para melhor, apagá-lo, mandá-lo acertar as contas com o Criador, tirá-lo do mapa. Não quis tentá-lo, o que talvez depusesse contra a masculinidade de um dos dois. Houve, sim, um atentado também contra a gramática portuguesa, mas os dois, policial e gramática, escaparam. Deus é grande.

SACUDIR A POEIRA DO DICIONÁRIO

A vizinha do 6º andar me tenta todos os dias. Sempre que ela passa (deixando aquela fragrância de rosas amassadas em tarde de primavera) minha cabeça se povoa de bandalheiras tais que não me arrisco a referi-las no Pimenta, blog familiar. Vontades inconfessáveis me assaltam, imagino planos tão mirabolantes, mergulho num virtual mar de sem-vergonhices inenarráveis. Essa moça que passa por mim e não olha é o exemplo raro que me ocorre de tentar e atentar, a um só tempo. Ela me tenta e, ao fazê-lo, atenta (talvez involuntariamente, não estou certo se) contra minha paz de espírito. Os dicionários estão aí (eu ainda os prefiro de papel, não online) para mostrar que atentar e tentar, embora parecidos, estão tão distantes quanto Dilma e Serra. Deixo ao leitor o prazer de consultar o dicionário (se estiver empoeirado – não o leitor, mas o “pai dos burros” – sacuda-a, que há de valer a pena).

“NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO”

Geddel tenta subir nas pesquisas, Jararaca Ensaboada atenta contra a sensatez, os políticos, em geral, tentam nos levar na conversa, Anamara (na opinião do comandante da PM) atenta contra o pudor (e me tenta, nos intervalos deixados pela vizinha do 6º andar), Itabuna e Colo Colo tentam se afastar da lanterna, alguns textos de jornais atentam contra a inteligência do leitor, o velhinho tenta, tenta, tenta… e o bandido atenta contra a vida do policial. É claro que de tentar vem tentação. No Paraíso, a serpente tentou, o casalzinho pioneiro caiu em tentação (foi no papo da cobra) e deu no que deu (para evitar acidentes, o Padre Nosso reivindica ao Criador: “Não nos deixeis cair em tentação…”). De atentar, vem atentado: ao atentar contra o policial o bandido cometeu um atentado contra aquele. O trio elétrico é um atentado aos tímpanos. Para escrever, não precisa ser gênio. Mas tem que ter atenção, pois o erro atenta contra nós, em cada frase (ver nota abaixo).

O UNIVERSO PISOU NA BOLA

E pisou feio. Num lance de absoluta infelicidade – como alguns que têm acontecido com o Itabuna e o Colo Colo – foi grafado na edição passada, o tempo verbal torço, em lugar do substantivo torso. Descuido lamentável, que alguém autoidentificado como “Gorby Li” imediata e generosamente registrou nos comentários. Aos leitores, nossas desculpas. A Gorby Li, mais do que desculpas pelo erro, agradecimentos pela corrigenda. Se pensarmos nisto aqui como jogo de futebol, sendo eu goleiro, não fica dúvida de que engoli um frango antológico. Mea culpa!

NÃO ME XINGUEM DE “FLANGUISTA”

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Os que acompanham esta coluna já perceberam que ela é vazada em certo tom “clássico” – prefere, aos neologismos, as formas consagradas. Questão de fidelidade aos bons autores. É o caso de “flamenguista”. Não uso, pois minha santa mãezinha (que Deus a ampare!) me recomendou não falar nem escrever palavrões. É provável que algumas mães tenham contribuído, por desatenção, para divulgar este termo. Mas a minha era do tipo “formal”. Flamengo é adjetivo referente a Flandres (região da Bélgica), da mesma forma que fluminense (do latim flumen, o rio) se refere ao Estado do Rio de Janeiro (e outros rios). Ninguém “xinga” de “fluminensista” o nativo daquela região (ou torcedor do Fluminense). Existe a Baixada Fluminense (terra onde filho chora e mãe não vê), que nenhum brasileiro sensato chamaria de Baixada “Fluminensista” – e ainda podemos invocar o testemunho insuspeito de um certo Machado de Assis: ele batizou de Contos fluminenses um de seus livros – e não Contos flumensistas, como desejariam os defensores de “flamenguista”.

UMA VEZ FLAMENGUISTA… (ARGH!)

Arthur da Távola (foto), que sabia escrever e falar como poucos, tem um texto que nos ajuda a argumentar. Diz o jornalista carioca: “Ser Flamengo é ser humano e ser inteiro (…); ser Flamengo é deixar a tristeza para depois da batalha (…)”. Perceberam? Ele não diria jamais “Ser flamenguista é…”. Então, por que eu, ai de mim!, iria escrever tal heresia? É do hino: “Uma vez Flamengo, sempre Flamengo…”. Nunca “Uma vez “flamenguista…”.  E Jorge Benjor? Diz lá o negão, em País tropical: “Sou Flamengo, tenho uma nega chamada Teresa etc. etc.”. Na verdade, “Sou flamenguista, tenho uma nega…” é crime inafiançável contra o bom gosto… Gil, ao ser expulso da pátria pela ditadura militar, deixou bilhete antológico: “Alô torcida do Flamengo, aquele abraço!”… Alguém se atreveria a “modernizar” isto para “Alô torcida flamenguista?”. Muito se escreveu exaltando o Flamengo, com destaque para vários autores que não eram rubro-negros: Mário Filho, Henrique Pongetti, Nelson Rodrigues, David Nasser, João do Rio, o citado Arthur da Távola, Eliezer Rosa e outros. Nenhum deles empregou o termo “flamenguista”. Queriam exaltar a torcida, não ofendê-la.

O VERMELHO E O NEGRO

Nelson Rodrigues, tricolor de coração, era politicamente execrável, mas um cronista esportivo de altíssimo nível. Li, com prazer, muitas de suas crônicas sobre o Flamengo, e jamais encontrei ali o termo “flamenguista”. Numa delas, o autor de À sombra das chuteiras imortais chega a falar em torcida “flamenga”, mas nunca “flamenguista”. Ruy Castro (foto), texto extraordinário do jornalismo contemporâneo (este sim, Flamengo desde o berço, biógrafo de Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmem Miranda) escreveu um livro notável sobre as glórias do clube da Gávea, chamado O vermelho e o negro (uma citação óbvia de Stendhal). São 232 páginas que qualquer torcedor do Flamengo lê com satisfação imensa, mas que deixarão frustradas algumas pessoas: não há, ao longo de toda a obra, uma só vez a palavra “flamenguista”. Ruy Castro sabe das coisas.

EM BUSCA DO TEMPO PERDIDO

Listas remetem a saudades e “toda saudade é uma espécie de velhice” (saibam que li as orelhas de Guimarães Rosa em Grande sertão: veredas). Mesmo assim, cito aqui algumas músicas de Carnaval que muito aprecio: 1Taí /1930 (Joubert de Carvalho), 2Pierrô apaixonado/1936 (Noel-Heitor dos Prazeres), 3As pastorinhas/1938 (Noel-Braguinha), 4A jardineira/1939 (Humberto Porto-Benedito Lacerda), 5Aurora 1941 (Mário Lago-Roberto Roberti), 6Nós, os carecas/1942 (Arlindo Marques Jr.-Roberto Roberti), 7Cordão dos puxa-saco/1945 (Eratóstenes Frazão-Roberto Martins), 8Saca-Rolha/1946 (Zé da Zilda-Zilda do Zé-W. Machado),  9Chiquita Bacana/1949 (Braguinha-Alberto Ribeiro), 10Confete/1952 (David Nasser-Jota Júnior), 11Cachaça não é água/1952 (Marinósio Filho), 12Colombina/1956 (Armando Sá-Miguel Brito), 13Turma do funil/1956 (Mirabeau-Milton de Oliveira-Urgel de Castro), 14Evocação/1957 (Nelson Ferreira) e 15Chuva, suor e cerveja/1971 (Caetano Veloso).

JEAN-PAUL SARTRE NA FUZARCA

Colombina, Chiquita bacana, Saca-Rolha, Turma do funil, Cordão dos puxa-saco e Nós, os carecas são exemplos de arte popular, sem apelação. Gosto muito de “as águas vão rolar/ garrafa cheia eu não quero ver sobrar” (Saca-rolha), enquanto Genolino Amado afirmou que o verso “só faz o que manda o seu coração” (Chiquita Bacana) era, para o existencialismo de Sartre (foto), então em moda, a melhor definição. Também poderiam estar na lista, se espaço houvesse, Até amanhã, Mamãe, eu quero, Ai que saudades da Amélia,Praça onze,Tomara que chova,  Vassourinhas, Máscara negra, Corre, corre, lambretinha, Yes, nós temos banana, General da banda, Atrás do trio elétrico, Se você jurar, Agora é cinza, Até quarta-feira, Alah-la-ô, Vai com jeito, Marcha do caracol e Índio quer apito (sucesso na voz do ilheense Walter Levita).

POR AMOR AOS OUVIDOS

Consideradas não propriamente “carnavalescas”, incluiríamos ainda entre as melhores: Noite dos mascarados, Hora da razão, Manhã de Carnaval (apresentada aqui na semana passada) e Marcha da quarta-feira de cinzas. Omissões propositais: Me dá um dinheiro aí (uma bobagem popularizada pelo uso), além de Cabeleira do Zezé, Maria Sapatão e O teu cabelo não nega (três monumentos sonoros ao preconceito). Colombina é, oficialmente, o hino do Carnaval baiano. Mas, sufocada pelo som distorcido do trio elétrico, é menos lembrada do que deveria. Essa marcha, entre as melhores da festa de Momo (ao menos quanto à melodia), é pouco cantada – mostrando ser pequeno o tempo entre a homenagem e o esquecimento. A lista é pobre em música baiana. É que, devido a irrenunciável amor a meus tímpanos, não passo perto de trio elétrico nem cultivo aquelas riquíssimas rimas em ô (pelô, salvadô, meu amô). Enfim, listas são… deixa pra lá.

(O.C.)
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<h3 style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>E FRED JORGE CRIOU CELLY CAMPELLO!</span></h3>
<div style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>No auge do sucesso, em 1965, a música teve uma versão no Brasil, gravada por Agnaldo Timóteo. Como costuma ocorrer com as
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Do Xilindró Web

A polícia de Felizlândia (MG), encontrou o veículo GM Corsa, bege, que foi levado pelo foragido Francisco Paulo Lins da Silva, o “Chico”, depois de assassinar a namorada Eliane Almeida de Oliveira, no dia 24 de janeiro. Chico fugiu com o carro, que era locado, após cometer o assassinato.

A delegada Sione Porto considerou o aparecimento do veículo importante para as investigações, porque mostra qual a sua rota e pode levar a outras pistas. A delegada está investigando dados de registros de hospedagem do assassino em Felizlândia.

Há informações de que Chico também teria sido visto na cidade de Venda Nova, também em Minas, com um veículo Fiat Uno, vermelho, com placas de Jussari.

O crime contra Eliane chocou a região. Ela era sócia de uma empresa de telemensagens, ex-funcionária da Santa Casa de Itabuna e trabalhava na fábrica da Azaléia, em Itapetinga.

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Tatau, ex-Araketu, se negou a cantar um dos hits deste carnaval de Salvador, por se tratar de apologia à pedofilia, na visão dele (relembre aqui). Ainda ontem à noite, o vocalista da banda que lançou a música (?) “Lobo Mau”, Queno, cutucou. Disse que Tatau foi maldoso.

“Só tenho a dizer que isto é uma bobagem, até porque grandes artistas, como a Ivete Sangalo e a Claudia Leitte, estão cantando a música, mas ele não entendeu assim”.

E pra você, quem tem razão?

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Da Reuters

Lula invocou com o ponto G.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou nesta sexta-feira, em discurso, que a imagem do Brasil melhorou muito e que hoje o país é um respeitado interlocutor global.

Bem-humorado, o presidente mencionou vários dos grupos internacionais que o país passou a fazer parte recentemente.

“Por isso que o Brasil é importante no G20, é importante no G8, é importante no G3, é importante no G4. Cria um G que o Brasil está dentro. Não tem país mais preparado para encontrar o ponto G que o Brasil”, disse durante evento em Goiânia.

Sacaninha esse presidente, não?

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Marco Wense

Geraldo pensa em 2012, diz Wense.

Parece que o deputado Geraldo Simões, vice-líder do Partido dos Trabalhadores na Câmara Federal, que já foi deputado estadual e duas vezes prefeito de Itabuna, é marinheiro de primeira viagem.

Geraldo sabe muito bem como é que as coisas funcionam na política. Não deveria estar surpreso com um possível apoio do prefeito Azevedo ao legítimo projeto de reeleição do governador Jaques Wagner.

“Com Wagner batendo 50 pontos nas pesquisas, todos querem se aproximar. Qualquer um fica lindo com 50 pontos”, diz o petista sobre a aproximação do Capitão Azevedo com o governador (relembre).

Na sucessão municipal de 2008, Juçara Feitosa, então candidata a prefeita de Itabuna, quando ocupava a primeira colocação nas pesquisas de intenção de voto, recebeu várias adesões. Muitos eleitores viraram Juçara desde criancinha.

Todos queriam se aproximar da candidata do PT. Achavam Juçara linda e maravilhosa. Depois, quando sentiram que o barco estava afundando, passaram para o lado do democrata (DEM). O capitão Azevedo passou a ser o Jaques Wagner de hoje.

Portanto, caro deputado, não fique aborrecido com uma aliança entre o prefeito de Itabuna e o governador de todos nós. O processo político é assim mesmo. Vamos pensar em 2010. Esqueça 2012.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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O cantor Tatau, ex-Ara Ketu, se recusou a cantar uma música, ontem à noite, no primeiro dia de carnaval em Salvador. Integrantes de seu bloco pediram a música Lobo Mau, que vem fazendo sucesso na Bahia com o grupo O Báck, mas o artista se negou a cantar.

Ele pediu desculpas e disse que não iria atender aos fãs por que considerava a música imprópria. “Estou numa campanha do Ministério Público contra a pedofilia. Essa música é uma vergonha”.

Um dos trechos da tal música (que tem poucos, diga-se) diz: “(…)e o que você vai fazer? Vou te comer, vou te comer, vou te comer(…)”.

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A decisão de deflagrar greve na próxima semana no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) foi mantida pelos servidores. Até o início desta tarde, os servidores ainda não tinham recebido o salário de janeiro. A possibilidade de passar o carnaval sem salário levou a categoria a realizar a greve. A Secretaria Municipal de Saúde não havia sinalizado com pagamento. Eles querem, ainda, que os salários sejam pagos até o dia 30 de cada mês (ou uma outra data fixa).

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O incansável presidente da Associação das Micro e Pequenas Empresas da Bahia (Ampesba), Valdir Ribeiro, fez uma boa tentativa na semana passada para conseguir um espaço público, destinado ao atendimento gratuito de microempresários, empreendedores individuais, gente que quer sair da informalidade e outros sofredores.

O espaço em questão era um dos quiosques instalados na praça Olinto Leone, que às vezes abrigam feiras de livros espítitas e outras pequenas exposições. Pois bem, a tentiva não passou disso, uma frustrada intenção de oferecer um serviço essencial a quem precisa.

Fala, Valdir!: “Procurei o professor e poeta Cyro de Mattos, presidente da FICC, e pedi o espaço. Ele negou, o que até é normal, quando se trata de algum benefício para as microempresas. Mas eu não concordei foi com a justificativa”.

A justificativa, conta Valdir, foi de que a FICC que não poderia ceder o lugar porque vai botar ali uma exposição de fotos dos ex-prefeitos de Itabuna.

Diante da negativa, Valdir, com seu jeito de bater sem deixar marcas, confidenciou ao ouvido do poeta: “Professor, essa é uma iniciativa boa, mas devo te dizer que foto de ex-prefeito não gera empregos”.

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Quem pensava que ele estaria fora, enganou-se. Alfredo Landim, bem-sucedido na área empresarial, mas criticado por não ver muita diferente entre público/privado, foi mantido pelo prefeito Newton Lima no cargo de secretário de Desenvolvimento Econômico.

Aliás, a reforma do governo ilheense ficou limitada a um terço dos cargos. Dos 18 cargos do primeiro escalão, apenas seis são, digamos, nomes novos na equipe do bancário e ex-jogador de futebol Newton Lima. Se o time não estava ganhando, o técnico teria que mexer mais, não?

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O comércio de Itabuna não funcionará na segunda e terça-feiras de carnaval, dias 15 e 16. A ‘paradinha’ está prevista na convenção coletiva assinada entre os sindicatos patronal e de empregados, em dezembro. O funcionamento será até as 13h deste sábado e reabre na quarta, 17.

O Jequitibá Plaza Shopping funcionará das 14h às 20h do domingo. A praça de alimentação atende das 12h às 21h tanto no domingo como na segunda. O centro de compras fechará na terça de carnaval.

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O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), ainda não anunciou, oficialmente, a sua decisão sobre habeas corpus para o governador distrital, José Roberto Arruda (ex-DEM). Mas vazou. Marco Aurélio decidiu pela continuidade do carequinha democrata onde está: atrás das grades!

O governador está preso desde a tarde de ontem. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu favorável ao pedido de prisão preventiva de Arruda, apresentado pela Procuradoria-Geral da República. Os ministros do STJ decidiram de forma quase unânime, 12 votos a 2. Arruda é acusado de tentar subornar testemunhas e atrapalhar as investigações da Polícia Federal.

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A Coelba não tem previsão de quando será restabelecida a energia elétrica para cinco municípios sul-baianos. Ibicaraí, Buerarema, Itaju do Colônia, Jussari, Buerarema e Itapé estão às escuras desde as 22h de ontem.

Passadas mais de 15 horas, equipes ainda não teriam detectado o que originou o “apagão”. A chiadeira é grande por parte dos consumidores.

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Parece contraditório, mas o que facilitou o imediato socorro às vítimas de acidente ocorrido ontem, na BA-001, foi a falta de um cinto de segurança para Luiz Gustavo dos Santos, de três anos. A criança foi quem saiu do Fiat Uno, destruído no choque com uma árvore no quilômetro 38 da rodovia, trecho Ilhéus-Canavieiras, e acenou por socorro aos motoristas que trafegavam pela rodovia.

Segundo relato da avó da criança, Ariadne Nascimento Costa, a criança pediu para que ficasse livre do cinto. “Tira o cinto, minha avó”. Ariadne, contrariando orientação de especialistas em segurança do trânsito, atendeu. Por sorte, Luiz Gustavo saiu ileso do acidente.

A família saía de Feira de Santana para Canavieiras, onde passaria o carnaval. O motorista e pai da criança, Elivaldo Conceição dos Santos, teria cochilado ao volante, perdeu o controle e bateu na árvore em alta velocidade.

Segundo Gilmar França, uma das pessoas que passavam pelo local, a idosa Evi Costa ainda estava viva minutos depois do choque, mas não resistiu aos ferimentos.

Choque violento contra árvore destruiu veículo (Foto Gilmar França).