Lula participará do lançamento do último trecho da Fiol 1 || Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou que estará presente no lançamento da parte final do primeiro trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), em Ilhéus, na próxima segunda-feira (3), às 10h. A participação do presidente no ato já era esperada, como antecipou o PIMENTA, mas ainda não havia sido confirmada. No quadro semanal Conversa com o presidente, com o jornalista Marcos Uchôa, Lula disse que emendará a agenda em Salvador, no domingo de 2 de Julho, com a atividade no sul da Bahia, no dia seguinte.

O Trecho 1F da Fiol 1 terá 127 quilômetros de extensão e passará por Ilhéus, Uruçuca, Ubaitaba, Gongogi, Itagibá, Aurelino Leal e Aiquara. As obras do trecho receberão o investimento de R$ 1,1 bilhão da Bahia Mineração (Bamin) e serão executadas pelo Consórcio TCR-10, formado pela empresa brasileira Tiisa e pela chinesa CREC-10.

Na visita do presidente a Ilhéus, prefeitos sul-baianos devem aproveitar a ocasião para reivindicar que o projeto do aeroporto internacional do sul da Bahia volte à agenda do Governo Federal, conforme disse ao PIMENTA o prefeito de Itacaré, Tonho de Anízio (PT), em entrevista recente (relembre).

Porto Sul será abordado durante evento de petróleo e gás na Bahia || Foto Divulgação
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O projeto Porto Sul, da Bahia Mineração (Bamin), será exposto no Bahia Oil & Gas Energy 2023, nesta quinta-feira (25), no Centro de Convenções de Salvador. O evento promoverá ambiente de negócios setorial, até a próxima sexta (26), com conferências, exposições, encontro de negócios e arenas temáticas.

A exposição do Porto Sul será durante a conferência Oportunidades nos Estaleiros, Portos e Terminais da Bahia, às 16h, durante participação de Gustavo Cota, diretor de operações e desenvolvimento da Bamin. A apresentação ocorrerá na Plenária Petronor, uma das atrações do evento, que trará panoramas do setor de exploração, produção, refino e transporte de petróleo e gás na Bahia. Os participantes vão discutir opções de evolução da indústria nos próximos anos.

Segundo Gustavo Cota, serão apresentados detalhes do Porto Sul, em Ilhéus, contextualizando o empreendimento dentro do Projeto Integrado Pedra de Ferro, um dos maiores projetos de infraestrutura em andamento no Brasil. Gustavo Cota promete abordar o Porto Sul como motor de desenvolvimento.

IMPACTO DO PROJETO

“Será uma oportunidade de contextualizar a importância do nosso projeto, além de listar os impactos positivos que o Terminal Portuário, e sua conexão com a FIOL, vão gerar à economia do país. Setores como mineração, agronegócio, óleo e gás, fertilizantes, papel e celulose, por exemplo, terão novas soluções logísticas ao dispor”, afirma Gustavo. A conferência de Cota terá, ainda, participação de Ricardo Ricardi, da Enseada, e Juracy Gesteira, da Belov, tendo como mediador Eduardo Aragon, da BrainMarket.

O Bahia Oil & Gas Energy ocorrerá a cada dois anos, abordando assuntos dos segmentos de exploração e produção (upstream), transporte (midstream), refino (downstream), petroquímica, naval e transição energética. O evento dará visibilidade às oportunidades de negócios para fornecedores de bens e serviços da indústria do petróleo, com especial atenção aos segmentos com maior vocação na Bahia, que incluem a exploração e produção onshore e offshore, os estaleiros e portos, e as indústrias petroquímicas.

Consórcio contratado pela Bamin concluirá obras da Fiol no sudoeste e sul da Bahia || Foto Elói Corrêa/GovBA
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As obras de conclusão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) estão sendo retomadas no centro-sul da Bahia e já estão entre os destaques na oferta de vagas de emprego na região nesta terça-feira (9) para quem possui experiência com projetos rodoviários. A conclusão da ferrovia será tocada pela Tiisa e a chinesa Crec 10, consórcio contratado pela Bahia Mineração (Bamin).

Outro destaque das últimas semanas é o setor de atacarejo, com várias oportunidades para cargo de liderança. Hoje, são quase uma dezena para gerência no Grupo Mateus, que abrirá loja em Itabuna até o início do segundo semestre deste ano e está concluindo processo de contratação para a sua primeira unidade no sul da Bahia.

Todas as vagas anunciadas nesta terça-feira foram anunciadas pelo SineBahia. São 76 oportunidades em Jequié, 55 em Itabuna e 12 em Ilhéus. Os candidatos devem procurar unidade do serviço estadual de vagas e qualificação para o mercado de trabalho nestas três localidades.

O atendimento vai até as 15h30min, e os candidatos devem apresentar carteiras de Identidade e de Trabalho, CPF e comprovantes de escolaridade e de residência. A unidade de Itabuna funciona no andar superior do Shopping Jequitibá. O atendimento em Ilhéus é feito em frente à Praça Cairu, no Centro. Em Jequié, a unidade está localidade na Avenida Octávio Mangabeira, no Mandacaru.

Clique em Leia Mais e confira todas as vagas em Itabuna, Ilhéus e Jequié.

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Projeto Fio será debatido em audiências públicas || Foto Divulgação
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O consórcio TCR-10, formado por uma empresa brasileira e uma chinesa, será o responsável pelas obras em um trecho de 127 quilômetros da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). A ordem de serviço para a execução do trecho deverá ser assinada em até duas semanas, segundo informo o Governo da Bahia.

O trecho da ferrovia passará pelos municípios de Ilhéus, Uruçuca, Ubaitaba, Gongogi, Itagibá, Aurelino Leal e Aiquara. As obras receberão investimento de R$ 1,1 bilhão e têm previsão de conclusão em até 36 meses. Neste período, a projeção é de que sejam gerados cerca de 1.200 postos de trabalho, com contratações graduais, à medida que as obras avancem nos municípios que compõem o Lote 1F.

Ligando os municípios baianos de Caetité e Ilhéus – onde é construído o Porto Sul -, a FIOL I terá um total de 537 quilômetros de extensão, passando por 20 municípios, com previsão de ser concluída e em operação a partir do ano de 2027.

A ferrovia terá capacidade para movimentar 60 milhões de toneladas de carga por ano. Cerca de 40% desse potencial serão usados pela BAMIN para o transporte do minério de ferro produzido pela Mina Pedra de Ferro, disponibilizando o restante para o escoamento da produção de outras mineradoras, do agronegócio e demais segmentos.

De acordo com o diretor-presidente da BAMIN, Eduardo Ledsham, o projeto é transformador. “É um corredor que se abre, envolvendo mais de 20 municípios, e que cruzará o oeste com o leste. As obras terão um impacto positivo tanto na geração de empregos durante a construção, mas também na formação de mão de obra para futuros projetos, que vão nascer ao longo da ferrovia. Sem a parceria com o Estado da Bahia não conseguiríamos alcançar esse sucesso”, afirmou.

CONSTRUÇÃO DO PORTO SUL

A BAMIN também é responsável pela construção do Porto Sul, em Ilhéus, um terminal de águas profundas que poderá receber, na costa da cidade, navios com capacidade de até 250 mil toneladas, e é projetado para movimentar até 42 milhões de toneladas anuais. A conclusão da ferrovia e do porto irá representar um novo vetor de desenvolvimento econômico para diversos setores produtivos.

O contrato da BAMIN Ferrovia para a construção dos 537 quilômetros de extensão da FIOL I foi assinado em setembro de 2021 com o Ministério da Infraestrutura, do Governo Federal. A subconcessão da BAMIN Ferrovia tem a duração de 35 anos, sendo cinco para construção e 30 anos para operação.

A ferrovia Oeste-Leste foi planejada, nacionalmente, em três etapas. A BAMIN Ferrovia arrematou o Trecho 1, entre Caetité e Ilhéus, durante leilão realizado no mês de abril de 2021. Os trechos 2 e 3 estão sob administração do Governo Federal.

CVR Costa do Cacau é credenciada pelo Inema e pelo Ibama
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Única empresa do sul da Bahia credenciada pelo Inema e Ibama para destinação de resíduos sólidos, a CVR Costa do Cacau está completando dois anos de atividades. A empresa atende as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos e do Marco Regulatório de Saneamento.

Localizado numa área de 75 hectares, às margens da Rodovia Jorge Amado (Ilhéus-Itabuna), o empreendimento atua com foco na sustentabilidade, contribuindo para extinção de lixões em cidades como Itabuna, Ilhéus e Itacaré e apoiando projetos de coleta seletiva e de conservação ambiental.

Em Itabuna, a CVR Costa do Cacau apoiou a capacitação dos catadores e a construção do Centro de Triagem Reciclagem e em Itacaré, além de implantar uma Estação de Transbordo, foi parceira na construção do Centro de Triagem e Econegócios, garantindo condições dignas de trabalho a centenas de catadores, mesmo processo em execução em Ilhéus.

Também foram distribuídos ecopontos nos municípios, para incentivar população a aderir à coleta seletiva. O fim dos lixões e a destinação correta de resíduos, além da questão ambiental e da qualidade de vida da população, é considerada fundamental para atrair novas empresas e aquecer a economia sul-baiana, gerando emprego e renda.

O prefeito Augusto Castro (PSD), de Itabuna, destaca a parceria com a CVR Costa do Cacau e a importância de fazer a Lei de destinação dos resíduos sólidos. “Fomos o primeiro município no sul da Bahia a firmar contrato com a CRV Costa do Cacau e assim demos fim ao antigo lixão, onde famílias tiravam o sustento de forma subumana. Hoje, além de dar uma destinação correta aos resíduos sólidos, as pessoas que dependiam do antigo lixão agora trabalham de forma digna, através da Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Recicláveis de Itabuna (AACRRI)”, afirma Castro.

FIM DO LIXÃO

O prefeito de Ilhéus, Mario Alexandre, ressalta que a contribuição da CVR foi extremamente importante para atender as necessidades ambientais e sociais com o impacto positivo do fim do lixão. “Além da destinação correta dos resíduos, vamos investir na coleta seletiva, inserindo os catadores no mercado de trabalho em condições dignas. Isso numa cidade turística como Ilhéus é fundamental na preservação da natureza e valorizando a conservação da Mata Atlântica”, diz Mário Alexandre.

Já o secretário de Meio Ambiente de Itacaré, Marcos Luedy, destaca que o programa Lixão Nunca Mais teve o apoio importante da CVR Costa do Cacau, que atende todas as normas para a destinação correta de resíduos. “A CVR oferece aos municípios as condições de atender a região numa área fundamental para a conservação do meio ambiente, numa região que precisa valorizar os seus recursos naturais”.

Além de prefeituras, a CVR atende empresas como Shopping Jequitibá, Atacadão, Big Bompreço, Bamin/Porto Sul, OLAM Cacau e Joanes.

MEIO AMBIENTE

A conservação ambiental é um dos focos principais da CVR Costa do Cacau. Durante esses dois anos, foram distribuídas milhares de mudas para prefeituras, escolas, associações de moradores e prefeituras, para projetos de arborização e recuperação de matas ciliares. Em breve, a empresa vai implantar o Centro de Educação Ambiental, para a promoção de palestras e apresentações com uma ampla abordagem da educação socioambiental.

A estrutura do empreendimento inclui os sistemas de recepção e áreas de armazenamento de e os projetos de expansão incluem reciclagem para o beneficiamento de material com a instalação de ecoindústrias e produção de energia a partir do gás metano.

O diretor comercial da CVR Costa do Cacau, Rodrigo Zaché faz uma avaliação positiva dos dois anos do empreendimento. “A CVR se consolida como um equipamento de utilidade pública que vem prestando um serviço essencial para a região. Além do conceito ambiental, a CVR se destaca em vários projetos de inclusão social e capacitação, incentivando a coleta seletiva, fortalecendo o surgimento e ampliação de polos industriais, que também precisam atender a legislação que determina a destinação adequada de resíduos”.

MARCA AMBIENTAL

A CVR Costa do Cacau tem participação acionária do grupo capixaba Marca Ambiental, com 26 anos de experiência na construção e operação de centrais de tratamento de resíduos. A Marca Ambiental é uma empresa pioneira e a maior do Espírito Santo, atuando desde 1995 em soluções completas para resíduos, com forte impacto para a preservação ambiental e foi fundamental para que o estado atingisse a meta de lixão zero.

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A Bahia Mineração (Bahia Mineração) foi premiada no concurso que elegeu, em três categorias, os melhores estandes montados na Exposibram 2022, um dos maiores eventos de mineração da América Latina, que começou na última segunda-feira (12), e encerrou programação nesta quinta (15), em Belo Horizonte (MG). Com 450 espaços na disputa, a empresa foi a vencedora na categoria “Voto dos Expositores”.

Muito celebrado, o troféu foi entregue durante a cerimônia de encerramento da Exposibram, com a presença do CEO da Bamin, Eduardo Ledsham, os coordenadores do setor de comunicação da empresa, Carlos Torres e Sandra Barroca, e o diretor jurídico da companhia, Francisco Modenesi.

A escolha dos melhores estandes contou com avaliações de “Expositores”, “Equipe Técnica” e “Visitantes”, representando as três categorias, durante os quatro dias do Congresso Brasileiro de Mineração, em votações por meio do aplicativo oficial do evento.
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Mina da Bamin em Caetité, na Bahia, integra projeto da mineradora no estado
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A Bahia Mineração (Bamin) vai expor seus projetos de mineração e soluções logísticas na Exposibram 2022, em Belo Horizonte (MG), a partir da próxima segunda-feira (12) até a quinta-feira (15). É o maior evento de mineração da América Latina, reunindo centenas de expositores nacionais e do exterior, além de 1,3 mil participantes e debatedores.

A estimativa dos organizadores é de que 50 mil pessoas visitem a exposição durante os quatro dias de realização do evento. A Bamin está construindo um novo corredor logístico de integração e de exportação para a mineração e para o agronegócio envolvendo, inicialmente, a Bahia, mas que avançará para o Centro-Oeste brasileiro, num investimento de R$ 20 bilhões

Os projetos bilionários envolvem a Mina Pedra de Ferro, em Caetité, na Bahia, e soluções de logística integrada: Porto Sul, em Ilhéus, e o Trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste – FIOL, que ligará Caetité a Ilhéus, com 537 km de extensão.

Eduardo Ledsham, presidente da Bahia Mineração || Fotos Divulgação

– Quando a FIOL trecho 1 e o Porto Sul estiverem prontos, em 2026, iremos produzir 26 milhões de toneladas de minério de ferro. O corredor logístico de integração e de exportação é de extrema importância para a mineração e também para o agronegócio, além de outras cadeias produtiva – afirma Eduardo Ledsham, CEO da Bamin.

Durante a Exposibram 2022, Ledsham será um dos palestrantes no Congresso Brasileiro de Mineração, participando da plenária com o tema Captação de Investimentos para projetos de mineração – Casos de sucesso. A plenária será no dia 15, às 14 h, no auditório 3.

NEGÓCIOS

Nos dias 13 e 14 de setembro, a Bamin também participará da Rodada de Negócios promovida na Exposibram 2022. O objetivo é abrir um canal direto com fornecedores e públicos interessados em oferecer produtos e serviços à empresa. A Rodada de Negócios acontecerá das 9h às 12h, e das 14h às 18h.

Empresa é responsável pela construção do Porto Sul e de parte da Fiol
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A Bahia Mineração (Bamin), empresa responsável pela construção do Porto Sul e de parte da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), abriu seis vagas de emprego em Ilhéus.

As oportunidades de trabalho são para especialista em engenharia elétrica, automação e controle (2); especialista em construção offshore (1); engenheiro marítimo (1); engenheiro mecânico (1) e analista de arquivo técnico sênior (1).

Além do salário, os contratados terão direito a planos de assistência médica e odontológica, seguro de vida e vale-alimentação.

As inscrições estão abertas e devem ser feitas neste link até 21 de fevereiro. Ao acessar a página, o candidato deve clicar no campo “ver descrição da vaga” e escolher o cargo pretendido.

Fiol poderá gerar até 60 mil empregos em retomada de obras
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Mina, ferrovia e porto. O contrato de concessão para a conclusão da fase I da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), deve gerar de 50 a 60 mil postos de trabalhos diretos e indiretos, conforme estimativa do CEO de Ferrovias da mineradora, Sérgio Márcio de Freitas Leite. Ele participou do Programa Política & Economia, apresentado pelo jornalista Donaldson Gomes, que discutiu as últimas novidades sobre o andamento do projeto que deve movimentar até 2026, investimentos de R$ 3,3 bilhões.

“São números muito expressivos que vão povoar com oportunidades o território do corredor com novas cadeias de empreendimentos e fornecimentos, empregos diretos e indiretos”, destacou. “A procura da gente vai ser por pessoas que se adaptem ao novo jeito de trabalhar e que se comprometam com o sonho que nós temos. Essa, talvez, seja nossa tarefa mais importante entre tantas outras que a gente tem”, ressaltou.

Com 537 quilômetros de extensão, a Fiol I vai ligar Ilhéus a Caetité, passando pelos municípios de Ilhéus, Uruçuca, Aureliano Leal, Ubaitaba, Gongogi, Itagibá, Itagi, Jequié, Manoel Vitorino, Mirante, Tanhaçu, Aracatu, Brumado, Livramento de Nossa Senhora, Lagoa Real, Rio do Antônio, Ibiassucê e Caetité.

“Hoje a gente encontra no Brasil, um contexto muito mais receptivo do que aquele por qual o projeto da Fiol já passou. O clima atual é de receptividade, apoio, enorme compreensão e posso dizer até, de ansiedade para que siga em frente com todo sucesso que ele merece”, analisou o executivo no programa do Correio24h.

Ponte sobre o rio Almada ligará retroárea ao terminal marítimo, no litoral norte
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A primeira etapa das obras de construção do Porto Sul, em Ilhéus, será inaugurada nesta quarta-feira (1º), às 10h, com a presença de executivos da Bahia Mineração e do governador Rui Costa.

A Bamin e o governo baiano inauguram a ponte sobre o Rio Almada, via que ligará a retroárea do Porto Sul ao terminal marítimo no litoral norte de Ilhéus (BA-001).

A ponte e o canteiro do projeto de mineração em Ilhéus foram construídos em menos de 12 meses, contando com recursos de R$ 250 milhões.

O Porto Sul é um empreendimento executado pelo Governo do Estado e a Bahia Mineração (Bamin) e é resultado de investimentos de R$ 2,5 bilhões. O novo terminal portuário permitirá a ampliação do corredor logístico na Bahia viabilizando também a atração de novos negócios para a região.

Ferrovias, como a Norte-Sul, são essenciais para transportar minério || Foto CBPM
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A valorização do minério de ferro e a alta do dólar têm sido responsáveis pelo incremento no faturamento de mineradoras baianas e também atraído novos investimentos para o estado. Até o mês de julho de 2021, o faturamento das empresas bateu a marca dos R$ 5 bilhões, contra o índice de R$ 2,9 bilhões atingido no mesmo período do ano passado, representando um crescimento de 73% na receita, segundo dados disponibilizados pela Agência Nacional de Mineração (ANM).

Boa parte desse aumento se deve à entrada da Bamin no mercado, aponta a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM). A mineradora brasileira iniciou a operação comercial em janeiro e pretende transformar a Bahia no terceiro maior estado produtor de minério de ferro do Brasil, tendo apresentado um crescimento na produção de quase 900% no primeiro semestre de 2021, em relação ao mesmo período de 2020 (ANM).

Atualmente, os três estados que mais produzem o metal são Pará, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. “Nós estamos apenas raspando a superfície, a Bahia tem um potencial que vai muito além da Bamin”, afirma Eduardo Ledsham, presidente da mineradora.

Pelo menos mais uma mineradora já produz ferro na Bahia – a Brazil Iron -, duas estão em processo de instalação – Tombador Iron e Colomi Iron – e novas áreas com potencial para produção de minério de ferro seguem sendo prospectadas pela CBPM e pela Companhia Vale do Paramirim.

Para Antonio Carlos Tramm, presidente da CBPM, este aumento no volume de investimentos confirma que a mineração irá ocupar cada vez uma posição de destaque no desenvolvimento econômico da Bahia, na geração de empregos e de tributos.

– Estudos realizados pela CBPM mostram que o centro-oeste baiano, onde fica Caetité, é rico em minério de ferro, urânio e outros minerais. Na esteira da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), a CBPM já trabalha para atrair mais investimentos para oportunidades identificadas na região e, também, em estudos de novas jazidas minerais a 100 km de distância de cada lado dos trilhos – afirma Tramm.

Os trilhos da primeira etapa da FIOL vão de Caetité ao Porto Sul e devem colocar a Bahia no seleto grupo de exportadores nacionais de minério de ferro, commodity que representa aproximadamente 4% do PIB brasileiro.

O bom resultado do setor também representa um incremento de receitas para os municípios com produção mineral, que recebem 60% da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais), a contribuição paga pelas mineradoras. Até julho de 2021 a contribuição referente a todos os minérios produzidos no estado cresceu 88%, indo de R$ 47,6 milhões para R$ 89,2 milhões, em relação ao mesmo período de 2020 (ANM).

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A Bahia Mineração (Bamin) é a favorita para ganhar a concessão, por 35 anos, do trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) que vai de Caetité até o litoral norte de Ilhéus, onde está sendo construído o terminal do Porto Sul, segundo o Correio24h. O trecho irá a leilão nesta quinta (8), às 14h, na B3, em São Paulo. Além da Bamin, a disputa a VLI, da Vale, e a Rumo Logística são outras duas possíveis interessadas.

O trecho está com 75% concluído. A empresa que levar a concessão deverá pagar R$ 3,3 bilhões, metade deles deverá ser aplicada na conclusão da obra (R$ 1,6 bilhão). A obra teria já atingido 80% de execução, conforme cálculos do governo federal. A concessão da Oeste-Leste vai permitir a criação de 55 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda ao longo da concessão nos próximos anos, conforme a publicação. O trecho que vai a leilão tem 537 quilômetros de extensão.

A Bamin é tem o dinheiro de exploração de mina de ferro em Caetité. A Ferrovia Oeste-Leste será importante para o transporte do minério até Ilhéus e sua exportação pelo Porto Sul.

Bamin doa 32 ventiladores pulmonares à Bahia || Foto Fernando Vivas/GovBA
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A Bahia Mineração (Bamin) doou 32 ventiladores pulmonares para o sistema de saúde pública baiano. A doação foi feita à Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Serão 5 unidades para Ilhéus e 5 para Caetité, municípios de atuação da Bamin, e outros 22 serão destinados a unidades de saúde a serem definidas pela Sesab.

O governador Rui Costa falou da gravidade do vírus e do momento da pandemia. “Em momentos críticos como este, onde temos um inimigo comum para vencer, é fundamental a união de todos. A parceria entre poder público, empresas privadas e a sociedade nos conduzirá à vitória contra a Covid-19, portanto temos que reconhecer e valorizar doações como esta. Juntos, somos muito mais fortes”.

Já o secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, disse que há uma corrida contra o relógio para abertura de novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “Essa doação da Bamin será muito importante na abertura de novos leitos [de UTI] no estado, principalmente neste momento em que a taxa de ocupação está elevada”, afirmou Vilas-Boas.

Obras do Porto Sul devem gerar até 1,6 mil empregos diretos e indiretos || Foto Paula Fróes/GovBA
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As obras iniciais do Porto Sul devem gerar até 1,6 mil empregos diretos e indiretos quando atingir o pico, de acordo com estimativas do governo baiano e da Bahia Mineração (Bamin). Nesta quarta (25), o governador Rui Costa e o presidente da Bamin, Eduardo Ledsham, visitaram o canteiro de obras do complexo portuário que deverá escoar a produção de grãos e minérios produzidos na Bahia e região Centro-Oeste do país.

A previsão é de que as obras desta fase, tocadas pela Bamin, sejam concluídas até abril de 2022. Elas, conforme o governo, representam o sistema viário interno e a ligação com a Ferrovia Oeste-Leste (Fiol). O cronograma das duas obras deverá ser executado em sincronia.

– Hoje é um marco para o início das obras. A ponte será a primeira edificação desse projeto e, a partir daqui, teremos todo o sistema viário que vai conectar o Porto Sul às diversas rodovias que dão acesso a essa região (BAs 262 e 001) – disse o governador Rui Costa.

O governador disse que esteve com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, para acompanhar o processo de leilão de licitação para a conclusão da Fiol. Segundo Rui, faltam 25% das obras a serem concluídas no trecho Ilhéus-Caetité. “Essa licitação trará sentido a esse grande projeto, materializando um sonho não só da região sul mas de todo o oeste e de todo o interior da Bahia. Significa a integração do estado, que trará mais oportunidades de emprego e renda para os baianos”.

O terminal portuário permitirá a ampliação do corredor logístico na Bahia, viabilizando também a atração de novos negócios para a região. O Porto Sul é um investimento realizado pelo Governo do Estado e pela Bahia Mineração (Bamin), que conta com recursos de R$ 2,5 bilhões.

Bamin e Estado garantem que o empreendimento já possui todas as licenças ambientais necessárias. “Essa primeira fase da obra, que vai durar 22 meses, vai suportar todo o crescimento desse complexo portuário, que vai ter capacidade para operar até 40 milhões de toneladas, por ano, não só de minérios, mas também de fertilizantes, grãos e outras cargas. Esse volume, com certeza, vai alavancar o desenvolvimento do estado”, disse o presidente da Bamin, Eduardo Ledsham.

Para Marcus Cavalcanti, secretário estadual de Infraestrutura, a obra trará crescimento para o estado. “Além disso, a obra vai gerar crescimento para o Centro-Oeste do Brasil, que terá um corredor de exportação bastante competitivo e moderno. A Fiol termina no Porto Sul. Então, é por aqui que serão escoadas as cargas transportadas pela ferrovia”, explicou.

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Obras do Porto Sul começaram em setembro deste ano

O governador Rui Costa visitará o canteiro de obras do Porto Sul, em Aritaguá, Ilhéus, nesta quarta-feira (25), às 10h. O porto offshore está sendo construído na zona norte de Ilhéus. A primeira fase das obras inclui construção de vias, instalação de sinalização, pontes, implantação de redes elétrica e de água, entre outros, viabilizando a etapa seguinte de construção e desenvolvimento da estrutura do empreendimento.

O novo terminal portuário, que vai ampliar o corredor logístico do estado, é tocado pelo Governo da Bahia e da Bahia Mineração (Bamin), que será representada pelo presidente-diretor da empresa, Eduardo Ledsham. Também estarão presentes o presidente-diretor da Eurasian Resources Group (ERG), controladora da Bamin, Benedikt Sobotka, e o diretor nas Américas da ERG, Erik Gaustad.

O investimento total nas obras do Porto Sul é de R$ 2,5 bilhões. Esta fase vai criar 400 empregos diretos no pico da implantação, com a expectativa de geração de outros 1,2 mil empregos indiretos.