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Personagem melhor não representaria Arembepe, tanto assim que se tornou, via eleição direta, honestíssima, Rainha da Rua da Flores, empunhando o cetro real por três carnavais consecutivos. Estava no tempo e local certos.

 

Walmir Rosário 

Há cerca de um mês (não me lembro bem) me encontrava em casa astuciando uma forma de reunir os velhinhos da Confraria d’O Berimbau e do Clube dos Rolas Cansadas para um vesperal no bar e restaurante Mac Vita, em Canavieiras, quando recebo uma mensagem de Trajano Filho, pelo WhatsApp: “Se preparem, neste sábado, Nélson Barbosa faz questão de comemorar seus 76 anos com uma deliciosa rabada, no Mac Vita”.

De imediato, pensei: Todos os meus problemas acabaram. Mas foi aí que minha cabeça rodou e pensamentos dos mais diversos atordoaram minha mente. Pelos meus cálculos, já participei de pelo menos umas quatro comemorações dos 76 anos de Nélson, ou estaria enganado? Pelo sim, pelo não, achei uma questão irrelevante, por terem as festas dignas do aniversariante, mesmo que repetidas.

Para quem não sabe, o conhecido e nomeado Almirante Nélson, pessoa pacata que voltou a Canavieiras para gozar da sua merecida aposentadoria no Derba, não tem ideia das artes e manhas deste sossegado senhor. Basta uma volta ao tempo, e na história de Arembepe, para conhecermos do que é capaz nosso ínclito personagem. No final da década de 1960 e início dos anos 1970, Nélson Barbosa, ou Nélson Amarelão, como era conhecido, ouviu falar do “paraíso dos hippies” e resolveu mudar-se de mala e cuia para o pedaço, mesmo sem ter qualquer ligação com a dita filosofia.

Pra início de conversa, comprou um terreno em Arembepe, sem se preocupar com a localização, descoberta feita cerca de um mês depois, quando resolveu levar a esposa e as duas filhas para a exploração do local. Com a ajuda de alguns moradores, descobriu a pretensa área e empreitou a construção da casa. O resto era bem mais simples, como descobrir a “passarela do álcool”, ou melhor a Rua da Flores.

Por ali Nélson sentou praça, conheceu os hippies da aldeia, os malucos locais e de Salvador que se homiziavam nos fins de semana ou férias. Foi um casamento perfeito e ele se tornou um deles, ou o deles. Personagem melhor não representaria Arembepe, tanto assim que se tornou, via eleição direta, honestíssima, Rainha da Rua da Flores, empunhando o cetro real por três carnavais consecutivos. Estava no tempo e local certos.

A década de 1960 foi marcada por uma série de tentativas de mudança no mundo, e de lá pra cá nunca mais foi o mesmo. E a vontade de mudar o mundo aconteceu na política, economia, na música e na cultura. A chamada contracultura foi a que chamou mais a atenção pela pregação do slogan paz e amor. A guerra dos Estados Unidos contra o Vietnã sofreu os maiores protestos, com músicas e passeatas pelos próprios norte-americanos.

Em 1969 foi realizado numa fazenda de pecuária no estado de Nova York o Woodstock Music & Art Fair, festival que bombou com a presença de mais 400 mil participantes e o que tinha de mais marcante no rock’n’roll pesado, mais ligado ao movimento hippie. O evento que foi criado por alguns jovens para ganhar um bom dinheiro ultrapassou todos os limites comerciais e de comportamento.

De lá pra cá, o mundo já não era mais o mesmo. Os adeptos da contracultura deixaram Woodstock e se espalharam por todos os recantos do planeta terra. As estradas ganharam hordas de mochileiros em busca do sonho de paz e amor. Cabelos e barbas grandes, roupas coloridas, instrumentos musicais e muita disposição para andar. A pé, de carona, dormindo ao relento, corriam estradas pregando a paz e o amor, a liberdade.

Algumas cidades brasileiras foram eleitas como a “Meca” do movimento hippie. Salvador, na Bahia e Paraty, no estado do Rio de Janeiro foram duas delas e que vivi de perto nessa ocasião. A maioria proveniente das cidades de São Paulo e Guanabara (com o grande Rio de Janeiro). Muitos deles, pessoas de origem abastada que resolveram mudar o mundo, inconformadas com qualquer questão, inclusive a família que continuava a mantê-los.

A aprazível e bucólica Arembepe abrigou os hippies por anos afio. Com o passar dos anos, muitos deles resolveram mudar de filosofia e de vida, trocando as vastas barbas e cabeleiras pelos melhores barbeiros, as multicoloridas roupas por ternos bem cortados, os simplórios chinelos por sapatos sociais lustrosos. Agora ocupavam cargos executivos em empresas multinacionais, preferencialmente ligadas ao polo petroquímico de Camaçari.

Uma mudança e tanto que deu certo. O jornalismo, a publicidade e o mercado baiano ganharam sangue novo e, por consequência, o Brasil e o mundo. Embora alguns ainda teimassem em persistir ouvindo Janis Joplin, Jimi Hendirx, outros passaram a seguir Raul Seixas e outros mais comportados. Já o Nélson Barbosa, ou Amarelão, continuou sua vida sonhando com sua aposentadoria e o retorno à querida Canavieiras.

Volta e meia encontramos um verdadeiro hippie por aí, professando sua filosofia. E não poderia deixar de finalizar com uma cena presenciada pelo saudoso jornalista Marcos Correia. Enquanto aguardava, pacientemente no ponto de ônibus da avenida Proclamação, no Savoia, em Ilhéus, o transporte para ir ao trabalho, foi testemunha ocular da autoanálise de um dos muitos malucos belezas que habitam este planeta.

Andando de um lado pro outro do passeio, nosso estranho personagem filosofava:

– Tem gente que acha que é fácil ser maluco! Tá pensando o quê? Venha ser pra ver? – filosofava para o deleite de passantes e outros observadores.

Realmente, essa é uma cena rara de se presenciar nos dias de hoje, o que demonstra que cada um escolhe o caminho a seguir.

Já o almirante Nélson, do seu ponto de vista filosófico, resolveu preservar sua jovialidade.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

Tyrone Perrucho em foto que sugeria ter atravessado o caudaloso rio em Canes
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Como se diz na política, ele não preparou em tempo um substituto à altura para agregar os seus amigos, que hoje vivem desgarrados, errantes de bar em bar.

 

Walmir Rosário

Na tarde de ontem (quarta-feira, 11 de janeiro), pasmem os senhores e senhoras, eu me encontrava no bar Mac Vita, como um simples expectador, assistindo a meus amigos Batista e Walter Júnior beberem um litrão de Coca Cola. Confesso que me sentia incomodado, haja vista considerar uma profanação de um dos botecos de memoráveis histórias festivas de Canavieiras, sede ocasional da Confraria d’O Berimbau e da Clube dos Rolas Cansadas.

Eis que de repente um carro dá uma parada e ouço algumas perguntas: Quem foi o melhor ponta-esquerda de Itabuna? E o melhor zagueiro? Respondo que Fernando Riela e Ronaldo Dantas, Piaba, dentre outros. E aí reconheço o autor das perguntas, o engenheiro agrônomo e advogado João Geraldo, que faz nova pergunta: “E quem mais desfrutou das noites e madrugadas de Canavieiras?”. E ele mesmo responde: “Tyrone Perrucho”.

João Geraldo segue caminho e nós continuamos nossa amena conversa tendo como testemunha um litrão de Coca Cola, embora, de antemão, confesso que não bebi. Na manhã desta quinta-feira recebo, via whatsapp, uma foto de Tyrone Perrucho, enviada por Alberto Fiscal. Já Raimundo Ribeiro, direto do Belém do Pará, responde presente na chamada. Foi aí que caiu a ficha: hoje é o segundo aniversário sem Tyrone Perrucho.

Tyrone era uma pessoa que se destacava por suas diferenças. Na foto acima, aparece ele como se estivesse saindo de uma epopeia de natação, após atravessar um braço de mar, cruzar de uma margem a outra de um rio. Que nada, era simplesmente uma foto para a sua gloriosa coleção. O dito cujo sequer sabia nadar; até que tentou, mas o professor gentilmente solicitou que ele buscasse algo mais parecido com suas habilidades.

Na realidade, o nosso ausente personagem gostava mesmo era de se dedicar à redação e edição do seu jornal, o Tabu, morto de morte matada assim que completou 50 anos. Foi um chega pra lá que deixou os leitores de boca aberta. Fora disso, nada mais lhe aprazia do que jogar conversa fora, de preferência num dos botequins em que “sentava praça” com frequente habitualidade, com a presença de amigos tantos.

Era pau pra toda a obra. Comemorava de tudo, datas festivas, aniversários, casamentos, batizados. Quando não os tinha, inventava, astuciava. Há décadas passadas escandalizou a sociedade canavieirense e o judiciário ao marcar seu casamento civil à beira da praia, ele, a coligada e convidados vestidos rigorosamente em trajes de banho. As autoridades forenses não permitiram e a praia da Costa continuou, apenas, como sítio de comemorações.

Ao planejar sua sonhada aposentadoria na Ceplac – após 30 longos anos de bons serviços prestados –, jurou que todos os dias beberia duas cervejas para abrir o apetite. Passou a comer pela manhã, ao meio-dia e à noite. Na ilha da Atalaia, onde se refugiou, mantinha contato com os amigos, via telefone, e-mail ou whatsapp, geralmente avisando o boteco que nos receberia, fazendo questão de informar que se tratava apenas um aviso e não convite.

Certa feita, comprou um carro novo em Salvador, apenas e tão somente para aproveitar a viagem de forma etílica e ainda convida o amigo da vida inteira, Antônio Tolentino (Tolé) para irem juntos. Tolé avisou que iria a Itabuna no domingo para assistir a um jogo do Itabuna, pois ainda não conhecia o novo (à época) Estádio Luiz Viana Filho. Tyrone diz que também gostaria de estar presente, mesmo sem gostar de futebol.

Chegaram em Salvador, pegaram o carro e viajaram com destino a Itabuna e Canavieiras, viagem que demorou quase uma semana. Conforme o garantido, chegaram a tempo de assistir à partida futebolística, mas caminhos diversos o tiraram do estádio, para a tristeza de Tolé, que somente foi conhecer o Itabunão um ano e meio depois, numa viagem feita em sigilo absoluto, para evitar a presença e interferência do amigo Tyrone.

Ao ler a crônica sobre a recuperação do famoso jipinho Gurgel, um dos mais antigos colegas da velha Divisão de Comunicação (Dicom) da Ceplac, Raimundo Nogueira, retrucou: “Não sei o porquê dessa implicância do amigo Perrucho com os carros. Também não sei o motivo que alguns colegas passaram a rejeitar as caronas por ele oferecidas, rumo quase sempre a uma boa farra…”.

E continuou. E por falar nessa matéria e o proverbial descaso de Tyrone Perrucho em cuidados com seus carros, certa feita aconteceram dois casos típicos. Primeiro, roubaram a antena da sua Brasília e ele, prontamente, colocou um fio de arame farpado no lugar, e como funcionou nunca mais tirou. Segundo, certa feita, alguém no banco traseiro deixou cair uma caixa de ovos caipira que se espatifou. Os ovos ali quebrados e mau cheiro correlato permaneceram no carro, intocados, por mais de dois meses. Sobrou mau cheiro e faltaram caronas.

Pois é! Dois anos sem o amigo e promoteur Tyrone Perrucho e a alegria que nos contagiava, por certo diminuiu bastante. Como se diz na política, ele não preparou em tempo um substituto à altura para agregar os seus amigos, que hoje vivem desgarrados, errantes de bar em bar. Também nem deu tempo, a tal da Covid-19 lhe pegou de jeito, levando para o outro mundo, se é que existe.

Até que ensaiaram uma campanha do tipo “Volte Tyrone Perrucho”, mas não funcionou. Fica apenas a eterna lembrança.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

Jequié é um dos 52 municípios baianos em situação de emergência || Foto GOVBA
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O Governo da Bahia publicou, nesta terça-feira (27), o Decreto nº 21.806/2022, que declara situação de emergência em 52 municípios afetados pelas fortes chuvas que atingem regiões baianas.

O documento abrange os municípios de Aiquara, Alcobaça, Aracatu, Arataca, Aurelino Leal, Barra da Estiva, Barra do Rocha, Belmonte, Boa Nova, Caetanos, Canavieiras, Contendas do Sincorá, Dário Meira, Guaratinga, Ibicaraí, Ibipeba, Ibirapitanga, Ibirapuã, Ilhéus, Ipiaú, Itabuna, Itacaré, Itagibá, Itaju do Colônia, Itamaraju, Itanhém, Itapebi, Itapetinga, Itaquara, Itarantim, Itororó, Ituaçu, Jequié, Jitaúna, Jucuruçu, Lafaiete Coutinho, Maiquinique, Manoel Vitorino, Maracás, Mascote, Milagres, Mirante, Pau Brasil, Piripá, Planalto, Poções, Prado, Santa Luzia, Tanhaçu, Ubaitaba, Ubatã e Vitória da Conquista.

COMITÊ DE CRISE

Também publicado nesta terça-feira (27), o Decreto Estadual nº 21.807/2022 formaliza a criação do Comitê de Crise – Operação Chuva, que define a atuação institucional dos órgãos integrantes no monitoramento e acompanhamento dos municípios atingidos pelas chuvas.

Família é socorrida de área isolada no interior da Bahia || Foto GOVBA

As atribuições do Comitê incluem elaboração de sistema de logística para atender às demandas regionais; identificação, em atuação com os municípios, dos insumos, medicamentos e itens necessários ao restabelecimento das áreas e comunidades afetadas; fornecimento de recursos tecnológicos e estruturais para o monitoramento e execução das ações adotadas pelo Comitê; esforços para promover a desobstrução do tráfego em rodovias destruídas pelas fortes chuvas; coordenação do processo de mobilização e participação social; e outras competências correlatas.

Fazem parte do Comitê de Crise a Superintendência de Proteção e Defesa Civil (Sudec), a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra); a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS); a Secretaria da Segurança Pública (SSP); a Secretaria da Saúde (Sesab); a Polícia Militar da Bahia (PMBA); o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA); a Casa Militar do Governador, que coordena as ações; a Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (Cerb); a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) e a Empresa Baiana de Águas e Saneamento S/A (Embasa).

Enchentes deixaram rastro de destruição em várias regiões da Bahia
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De acordo com dados atualizados pela Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec), na tarde desta quarta-feira (21), 905 pessoas seguem desabrigadas, 14.114 desalojadas e 136.886 afetadas pelas chuvas no estado. Também foram registrados sete feridos e um óbito. O número total de atingidos chega a 151.913 pessoas.

Os números correspondem às ocorrências registradas em 81 municípios afetados pelas enchentes nas últimas semanas. Desse total, 62 municípios estão com decreto de Situação de Emergência (SE). Encontram-se nesta condição, no sul da Bahia, Arataca, Barro Preto, Buerarema, Canavieiras, Coaraci, Dário Meira, Firmino Alves, Ibicaraí, Ibicuí, Ilhéus, Ipiaú, Itabuna, Itajú do Colônia, Itajuípe, Itapé, Jussari, Pau Brasil, Santa Luzia e Ubaitaba.

Outros municípios no estado com situação de emergência são eles Aiquara, Alagoinhas, Alcobaça, Baixa Grande, Barra do Choça, Belo Campo, Brejões, Cachoeira, Caravelas, Cardeal da Silva, Cícero Dantas, Euclides da Cunha, Eunápolis, Fátima, Ibipeba, Iguaí, Inhambupe, Itambé, Itanhém, Itapebi, Itapicuru, Itaquara, Itarantim e Itororó.

A lista inclui ainda Jiquiriçá, Lafaiete Coutinho, Medeiros Neto, Mutuípe, Nova Itarana, Nova Soure, Nova Viçosa, Olindina, Porto Seguro, Prado, Ribeira do Pombal, Ribeirão do Largo, Santa Cruz Cabrália, Santa Cruz da Vitória, São Félix, Teodoro Sampaio, Vereda, Vitória da Conquista e Wenceslau Guimarães.

Destinos no sul da Bahia são destaques em festival || Tiago Queiroz/Setur-ba
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A zona turística Costa do Cacau, que inclui municípios como Itacaré, Ilhéus, Canavieiras, Maraú, Uruçuca e Una, foi um dos destaques apresentados pela Secretaria de Turismo da Bahia (Setur-BA) no Festival Internacional do Chocolate e Cacau – Chocolat São Paulo 2022. Com a participação de 168 marcas, o evento movimentou R$ 5 milhões em negócio durante quatro dias, segundo os organizadores.

O Festival Internacional do Chocolate e Cacau foi realizado no Centro de Convenções Anhembi, na capital paulista, com exposições, workshops e acordos comerciais. Durante quatro dias, a Setur-BA promoveu os atrativos das 13 zonas turísticas do estado, com destaque para a Costa do Cacau.

No estande da Setur-BA, os visitantes receberam informações sobre o roteiro da Estrada do Chocolate, a Ilhéus/ Uruçuca. A programação inclui um tour por antigas fazendas de cacau, onde o turista tem contato com a cultura do fruto, desde o plantio até o aproveitamento das amêndoas para a fabricação de chocolate e outros derivados, como licor e geleia. Houve ainda a degustação de produtos gourmet.

APROVARAM

“Eu não conhecia o chocolate baiano. Experimentei vários tipos e achei todos sensacionais. Pretendo conhecer o trabalho dos produtores e as famosas fazendas de cacau de Ilhéus”, revelou o empresário Alexandre Carvalho, de Campos do Jordão, no interior de São Paulo.

Já a modelo Camila Nascimento, que vive na capital paulista, tem planos de retornar à Bahia. “Na primeira vez, fiquei em Salvador e Morro de São Paulo. Na próxima, quero visitar a Costa do Cacau, para sentir de perto o que só vi em novelas”.

O organizador do festival, Marco Lessa, ressaltou o impacto do setor chocolateiro na economia baiana. “Já são mais de 200 marcas de chocolate produzidas na Bahia, que geram emprego e renda e se tornaram atrações gastronômicas. Hoje, cerca de 40% dos turistas que chegam ao sul do estado foram atraídos pela história do cacau”.

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Não foi desta vez que o prêmio milionário da Mega-Sena saiu para Itabuna. Mas existe um morador ou moradora na cidade do sul da Bahia que passará o final de ano com uma grana extra na conta. Uma aposta simples feita em Itabuna “bateu na trave” no sorteio realizado na noite desta quarta-feira (14), no espaço de loterias da Caixa, em São Paulo, e faturou R$ 36.544,82.

Acumulado há vários sorteios, o prêmio principal saiu para um sortudo ou sortuda de Belo Horizonte (MG), que embolsará R$ 134.811.174,29. De acordo com a Caixa, esse montante pode render R$ 828,7 mil na poupança no primeiro mês de investimento.

Na Bahia, além de Itabuna, houve acertadores na quina nos municípios de Bom Jesus da Lapa, Feira de Santana, Luís Eduardo Magalhães, Porto Seguro, Salvador e Vitória da Conquista. Cada apostador faturou R$ 36.544,82. Em todo país, 186 apostas acertaram a quina. As dezenas sorteadas nesta quarta-feira foram: 09, 15, 23, 25, 29 e 30.

Na quadra, houve 12.011 ganhadores, entre os quais dois de Camacan, dois de Canavieiras, dois de Gandu, dois de Ibicaraí, três de Ibirataia, quatro de Ipiaú e seis de Itabuna. Outros municípios com ganhadores na quadra são Ilhéus, Itacaré e Ubaitaba. Cada apostador receberá R$ 808,46. A exceção foi um bolão de Canavieiras, com 25 participantes, que faturou R$ 2.425,25.

Segundo a Polícia, mulher usou um rodo para agredir a criança
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A Polícia Civil prendeu uma mulher acusada de espancar a própria filha, em Canavieiras, no sul da Bahia. Ela teria usado um rodo para bater na criança de 9 anos, que foi internada com ferimentos nos braços, pernas e cabeça. A agressão ocorreu no mês passado, segundo as investigações, e a mulher foi presa ontem (13), na mesma cidade.

“Ela alega que a filha deixou cair uma mobília, por isso agrediu a menor fisicamente. No dia do fato ela foi contida pelo padrasto da criança, que interveio nas agressões e a levou até o hospital da cidade”, explicou o delegado Renato Fernandes, titular da Delegacia de Canavieiras.

O caso chegou ao conhecimento da Polícia após a criança ser levada ao hospital.  “A ação e investigação policial contaram com apoio dos Conselheiros Tutelares e Centro de Referência de Assistência Social (CREAS) de Canavieiras. Agora, trabalharemos para solicitar a prisão preventiva da investigada”, acrescentou o delegado.

A mulher foi transferida para a 6ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) de Itabuna, onde está à disposição do Poder Judiciário.

Mega-Sena acumula e sorteia 135 milhões de reais na quarta-feira
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Sete baianos “bateram na trave” no concurso 2547 da Mega-Sena, sorteado na noite de sábado (10), no Espaço de Loterias da Caixa, em São Paulo.   São um apostador de Barreiras, um de Feira de Santana e cinco de Salvador, que acertaram cinco das seis dezenas. A aposta de Barreiras, no oeste do estado, foi com sete números e levará R$ 131.538,40. As demais vão embolsar R$ 65.769,20 cada.

Em todo o país, 100 apostas acertaram as cinco dezenas da Mega-Sena. Na quadra, houve 8.588 ganhadores, dos quais 21 do sul da Bahia. Em Itabuna, 11 apostadores acertaram os quatro números no sorteio realizado ontem. Os demais são moradores de Buerarema, Camacan, Canavieiras, Ibirapitanga, Ilhéus e Una. Cada um levará R$ 1.094,03.

O prêmio principal acumulou mais uma vez. Com isso, o sorteio de quarta-feira (14) está acumulado em R$ 135 milhões. As dezenas sorteadas ontem foram: 10, 25, 31, 37, 38 e 57. A posta da Mega-Sena pode ser feita em qualquer lotérica do país. A aposta simples custa R$ 4,50.

Dr. Almeida (de óculos) desfila em carro aberto para comemorar absolvição
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O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) anulou a sentença de primeira instância que, em agosto passado, havia condenado o prefeito de Canavieiras, Clóvis Roberto Almeida, Dr. Almeida, a perder o mandato por acusação de abuso de poder político na eleição de 2020, quando ele foi reeleito.

Médico, Dr. Almeida foi acusado de distribuir cestas básicas e de fazer partos em troca de votos. Ao PIMENTA, o advogado do prefeito, Alah Góes, disse que seu cliente havia sido condenado sem provas.

“Não se provou nada. As cirurgias que ele realizou foram em caráter de urgência. Como médico, ele não poderia deixar de atender mulheres em situação de emergência. O juízo foi levado a erro por conta de uma afirmação do prefeito dizendo que tinha feito mais de mil partos. Só que ele fez mais de mil partos no decorrer da carreira dele, que já tem mais de 40 anos”, explicou o advogado.

Ele acrescentou que os partos citados no processo envolveram parturientes em situação de risco de vida, daí a necessidade da intervenção médica rápida. “Como médico, ele não poderia deixar de atender mulheres em situação de emergência”.

Ainda segundo Alah Góes, originalmente, a ação foi movida pela coligação adversária do prefeito em 2020, mas os adversários desistiram de levar o processo adiante, o que foi feito pela Promotoria Eleitoral.

O TRE-BA acatou o argumento da defesa sobre a distribuição de cestas básicas. Segundo o advogado, a iniciativa da Secretaria de Bem-Estar Social de Canavieiras foi normal, dentro dos padrões da atuação da pasta fora do período eleitoral, e não foi vinculada a qualquer indução ou pedido de voto.

O prefeito acordou cedo nesta segunda-feira de julgamento. Por volta das 4h25, disparou mensagens em que se referiu a si mesmo na terceira pessoa. “Deus é justo e fiel e não vai deixar o prefeito DR ALMEIDA ser cassado por estar fazendo cesarianas de emergência, salvando vidas de mães e filhos”, escreveu o mandatário em uma rede social. Mais tarde, comemorou a absolvição desfilando em carro aberto na cidade.

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Equipes da 71ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) prenderam, na quinta-feira (1º), um homem que tinha mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça mineira, durante abordagem na região da Beira Rio, em Canavieiras.

Os policiais encontraram o foragido em uma região de mangue. Após verificação de documento, ficou constatado que o homem possuía um mandado, como contou o tenente Matheus Rodrigues, lotado na 71ª CIPM.

“Realizamos uma ação de rotina na região, quando o homem foi abordado. Apresentamos o foragido da Justiça na Delegacia”, finalizou o oficial.

Trecho da BR-101, entre Itagimirim e Itapebi, segue interditado
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As chuvas que caem na Bahia provocaram queda de árvores, deslizamentos de encostas, interdição de rodovias e alagamentos no sul e extremo-sul do estado. Em Coaraci, o Rio Almada, que corta a cidade, transbordou nesta quinta-feira (1º), alagou imóveis de áreas ribeirinhas e deixou várias famílias desabrigadas. Em Floresta Azul, a situação é parecida. Mas, por lá, foi o nível do Rio Salgado que subiu mais uma vez, causando alagamentos em dezenas de casas e estabelecimentos comerciais.

Outra cidade onde o temporal causou prejuízos nesta quinta-feira (1º) foi Ipiaú. Imóveis localizados na parte baixa da cidade foram inundados pela água. Uma das áreas atingidas foi o bairro Antônio Carlos Magalhães. Além disso, houve deslizamento de um barranco às margens da BR-330, na saída de Ipiaú para Jitaúna. O trecho da pista chegou a ficar parcialmente interditado.

Chuvas causam prejuízos em cidades do sul da Bahia

O temporal também causou alagamentos, em pelo menos 20 bairros de Itabuna, além das áreas centrais da cidade. Entre os locais atingidos estão Califórnia, Fátima, João Soares, Pontalzinho, São Caetano, Jardim Primavera, Urbis IV, Jorge Amado, Nova Itabuna, Ferradas, Maria Matos (Rua de Palha), Mangabinha, Santo Antônio, Monte Cristo, Antique, Nova Califórnia, Maria Pinheiro, Fonseca, Sarinha Alcântara e Lomanto.

As avenidas Ilhéus, Manoel Chaves, J.S. Pinheiro foram alagadas. Uma árvore caiu na BR-415, na saída de Itabuna para Ilhéus, em frente ao Condomínio Jardim das Acácias. A pista foi parcialmente interditada e o tráfego ficou lento.

Outros municípios do sul da Bahia que registram prejuízos causados pelas chuvas são Ibicaraí, Dário Meira, Itapé, Canavieiras, Itagibá, Barro Preto e Itajuípe. Em Barro Preto, várias famílias tiveram imóveis inundados com as chuvas dessa quinta-feira. Ibicaraí,  junto com Itabuna, teve a situação de emergência decretada.

As chuvas também vêm causando estragos no extremo-sul. Além do município de Prado, que tem dezenas de famílias desabrigadas e outras tantas isoladas em comunidades rurais e distritos, há alagamentos em Porto Seguro, Eunápolis, Guaratinga, Itapebi, Santa Cruz Cabrália, Teixeira de Freitas, Nova Viçosa e Caravelas.

Ainda no extremo-sul do estado, um trecho da BR-101, entre os municípios de Itapebi e Itagimirim, segue interditado depois que uma cratera foi aberta no início da noite de quarta-feira (30). Uma equipe do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) está trabalhando, mas as chuvas dificultam as ações no local.

Quem está viajando no sentido Salvador tem a opção de entrar na estrada da Veracel e sair na cidade de Itapebi. O motorista que está fazendo o trajeto inverso deve pegar esse mesmo desvio. Só que entrando em Itapebi, seguindo pela estrada da empresa de celulose, até sair na BR-101, depois do trecho interditado.

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Apostas feitas na Bahia acertaram cinco das seis dezenas da Mega-Sena sorteada na noite desta quarta-feira (30), no Espaço de Loterias da Caixa, em São Paulo. São cinco sortudos de Salvador e um de Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. Eles fizeram apostas simples, com seis números. Cada acertador receberá R$ 61.889,52.

Em todo o país, houve 71 acertadores na quina. Na quadra, foram 6.119 apostas ganhadoras. E cada uma receberá R$ 1.025,88. Entre os que embolsarão esse valor estão moradores de Canavieiras, Dário Meira, Gandu, Itabuna, Ilhéus, Ipiaú, Ubaitaba e Una. O prêmio principal acumulou mais uma vez e tem previsão de sortear R$ 100 milhões no próximo sábado (3). O volante simples custa R$ 4,50.

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 115 milhões nesta quarta-feira (1º).
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Por um número Ilhéus não amanheceu, neste domingo (27), com um milionário ou milionária. Uma aposta simples feita no município do sul da Bahia acertou a quina da Mega-Sena, no concurso 2543, no sorteio realizado na noite de sábado (26), no Espaço de Loterias, em São Paulo, e faturou R$ R$ 29.679,12.

Além da aposta feita em Ilhéus, o concurso teve, na Bahia, ganhadores com cinco dezenas em Candeias, Mucuri, Salvador e Mortugaba. Os números sorteados foram: 02, 05, 27, 30, 46 e 56.

Em todo o país, houve 138 apostas com acerto de cinco dezenas no concurso de sábado. Na quadra houve 7.475 ganhadores. Entre os quais moradores de Camacan, Canavieiras, Gandu, Ibicaraí, Ilhéus, Itabuna, Porto Seguro, Teixeira de Freitas, Feira de Santana, Vitória da Conquista e Salvador.

O prêmio principal da Mega-Sena ficou acumulado mais uma vez e subiu para R$ 65 milhões no concurso da próxima quarta-feira (30). O jogo simples custa R$ 4,50 e pode ser feito em qualquer casa lotérica.

Henrique está desaparecido desde o último domingo (13)|| Foto arquivo da família
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Uma família de Canavieiras, no sul da Bahia, está apreensiva com a falta de informações sobre o paradeiro de João Henrique Souza de Jesus, mais conhecido como Galego, de 18 anos. O jovem foi visto pela última vez no início da tarde do último domingo (13), na rua João Panan, no bairro Tancredão. Ele saiu de casa informando que iria para uma roça com um amigo, o que não teria ocorrido.

Um boletim sobre o desaparecimento de João Henrique Souza foi registrado na delegacia da Polícia Civil de Canavieiras. Quem tiver informações sobre o paradeiro do jovem pode entrar em contato pelo telefone (73) 9 8194-4525 ou ainda pelos números 190 ou 197, das polícias.

Gurgel é recolhido para a pajelança mecânica || Foto Walmir Rosário
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Pelo sim, pelo não, Mestre Wilson recolheu o Gurgel à oficina para ser submetido a uma pajelança eletromecânica. O amigo Gilbertão Mineiro, que gosta dos fatos bem esclarecidos, resolveu “puxar” a vida pregressa do Gurgel.

 

Walmir Rosário

Em cada cidade existe alguma coisa ou alguém do conhecimento público, que pode ser uma pessoa, um veículo, um imóvel, um objeto qualquer. Basta o desinformado – quase sempre forasteiro, como chamam – pedir uma informação, que é atendido na hora. Às vezes se oferece até para levar o indivíduo ou local, a depender da disponibilidade ou da gentileza da pessoa, principalmente no interior.

Aqui em Canavieiras, a nossa referência era um jipinho Gurgel, de cor cinza, sempre visto estacionado nas proximidades de um bar, no centro ou nos mais variados bairros, ou ao lado do jornal Tabu. Era de propriedade do jornalista aposentado – ou desocupado, como gostava de dizer o próprio cujo – Tyrone Perrucho, que utilizava o carro apenas para circular, sem maiores cuidados, apesar de frágil pelo tempo de uso.

Grande parte dos que conheciam o dia a dia do conhecido Gurgel de Canavieiras, o identificavam pelo barulho do motor em funcionamento, quase sempre com o silencioso furado, que o tornava de fácil identificação. Quando dobrava a esquina da rua onde moro eu parava o que estava fazendo e já me encaminhava para abrir o portão e recebê-lo, pessoalmente, como merecia.

Às vezes esse merecimento e a atenção dispensada ao inusitado colega, merecia outros cuidados, como o de parar em frente a nossa casa e encher a caixa de correspondência com revistas e jornais religiosos ou de outros países, sempre velhos. Desde os tempos em que trabalhávamos na Ceplac, ele costumava enviar esses pacotes esdrúxulos pelos Correios, muitas das vezes com simples inutilidade, apenas por simples galhofa.

Assim que seu nome é publicado como inativo do Ministério da Agricultura, volta a Canavieiras para se dedicar exclusivamente ao jornal Tabu – que circulou por 50 anos –, e as amenidades. Sempre na condução do surrado Gurgel, que há anos não passava perto de um lava jato – para a limpeza de veículos, que fique bem entendido –, chamava a atenção pelo barulho e popularidade de seu dono.

Nas muitas vezes que o indigitado Gurgel era visto nas primeiras horas da manhã estacionado numa rua qualquer, não mais chamava a atenção, pois todos sabiam que enguiçara na sua circulação noturna pelos botequins. Para começo de conversa, apenas o vidro de uma janela funcionava e poderia ser aberto sem a preocupação de uma chave, bastando apenas a simples manipulação das portas e janelas.

Certa feita, ao combinar a troca de uns livros para nossas leituras, me dirigi ao local combinado, em frente a casa de Alberto Fiscal, sede de uma pequena farra. Buzino meu carro, toco a campainha e nada. Tento me comunicar pelo celular, não funcionava. Tinha acabado a energia elétrica e nada funcionava em Canavieiras. Não contei conversa, peguei os livros, não deixei os meus e aguardei notícias. No fim da farra, já com energia, me liga preocupado dizendo que os livros tinham sumido. Só mais tarde contei o ocorrido.

Mas como a situação não estava boa pra ninguém, nem mesmo o surrado Gurgel (fora de linha), à época com 27 anos de uso, se encontrava livre dos olhos grandes do amigo do alheio. O veículo, de conhecimento público em Canavieiras e vizinhança, sofre uma ameaça de furto. Logo ele que aguardava apenas a apresentação e aprovação um projeto de lei na Câmara para se tornar patrimônio material e imaterial de Canavieiras.

O dito cujo Gurgel se encontrava estacionado na área da praça Maçônica e teria sido objeto de desejo do amigo do alheio, que utilizou de todas as artimanhas para levá-lo, sem qualquer autorização do proprietário. Abriu a porta, adentrou ao veículo e tentou fazer uma ligação direta, retirando todos os fios da ignição. Após várias tentativas malsucedidas, o larápio foi obrigado a desistir do seu intento, deixando o jipinho Gurgel à disposição do seu dono.

No dia seguinte, Tyrone Perrucho foi obrigado a contratar uma junta de mecânicos e eletricistas para deixar seu potente Gurgel com condições de transitar em toda a Canavieiras, desde a Atalaia à Ilha do Gado, com incursões ao Jardim Burundanga, Birindiba e outros endereços. E Talmão e mestre Wilson diagnosticaram que a malsucedida tentativa de furto, teria esbarrado nas manhas e artimanhas do jipinho, acostumado a empacar sem prévio aviso, mesmo com o conhecido proprietário à direção.

Após as explicações de praxe, Tyrone relatou que teria deixado o Gurgel na praça Maçônica, sob os cuidados divinos, por atender aos reclames da Lei Seca, pegando uma carona para casa, uma atitude mais do que louvável. Já os maledicentes, juravam que o Gurgel, adquirido zero quilômetro pelo Padre Alfredo Niedermaier, para celebrar as missas no interior, tem o poder (rezado) de apenas obedecer aos seus legítimos donos.

Pelo sim, pelo não, Mestre Wilson recolheu o Gurgel à oficina para ser submetido a uma pajelança eletromecânica. O amigo Gilbertão Mineiro, que gosta dos fatos bem esclarecidos, resolveu “puxar” a vida pregressa do Gurgel. Para tanto, utilizou-se do conhecimento de Tolé, que entregou: “Esse carro é mal-assombrado, pois depois do padre passou pelas mãos de Wallace Perrucho, ateu e excomungado, e de seu filho Tyrone, conhecido agnóstico”.

Tá explicado.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.