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Potência em biodiversidade e em turismo de natureza, Itacaré buscará inspiração em seminário internacional de ecoturismo, de 18 a 21 de maio, em Bonito (MS), para consolidar-se como destino turístico com foco na sustentabilidade. O secretário de Turismo do Município, José Alves, e a presidente do Conselho Municipal de Turismo (Comtur) de Itacaré (BA), Cida Aguilar, participarão do seminário.

De acordo com José Alves e Cida, o interesse é buscar mais conhecimento e mais inspiração no evento internacional. “A cidade tem elevado potencial para o ecoturismo com praias, trilhas ecológicas, cachoeiras, rios, natureza exuberante”, observa Cida. “Nossa intenção é incrementar o planejamento, gestão e boas práticas como ferramentas para continuarmos a desenvolver de forma sustentável o ecoturismo em Itacaré”, afirma o secretário.

Também estarão presentes ao seminário a CEO do grupo hoteleiro The Barracuda, Juliana Ghiotto, que faz parte da Câmara Técnica do Comtur, e Liane dos Reis, presidente do Sindicato Patronal de Hotelaria e Alimentação (SPHA) de Itacaré.

SEMINÁRIO INTERNACIONAL

Organizado pelo Polo Sebrae de Ecoturismo, o Seminário Internacional Inspira Ecoturismo visa a fomentar o empreendedorismo, a inovação e os negócios entre gestores públicos e relacionados com as atividades turísticas nos destinos com vocação para o turismo sustentável. A jornada é baseada na troca de conhecimentos e experiências durante quatro dias em Bonito (Serra da Bodoquena) e no Pantanal.

Na programação do seminário temas como segurança no turismo de aventura, turismo sustentável, estratégias de mercado, cases de ecoturismo no mundo e políticas públicas no setor, além de painéis que tratarão de inovação, comportamento do turista, turismo de base comunitária e sustentabilidade na prática.

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O Shopping Jequitibá, em Itabuna, chega aos 22 anos de história nesta quinta-feira (5). Inaugurado em 5 de maio de 2000, o empreendimento se consolidou como o principal centro de comércio, serviços e lazer do sul da Bahia, região formada por cerca de 100 municípios e com mais de um milhão de habitantes.

Nas primeiras décadas deste século, o shopping atraiu grandes lojas, como Casas Bahia, Magalu, Le Biscuit, Americanas, Renner, C&A, Riachuelo e Big Bompreço. Também acompanhou a tendência da expansão dos serviços, a exemplo de academia de ginástica, laboratório de análises clínicas e bar temático. Hoje, tem quase 100% dos seus espaços de locação ocupados.

“Vivemos um processo permanente de modernização, crescimento e busca da qualidade na infraestrutura, segurança e atendimento, além da grande variedade de mix, proporcionado pela união, perseverança e empreendedorismo dos nossos lojistas”, afirma a superintendente Vera Lúcia Magalhães. Atualmente, o empreendimento possui 144 lojas, que empregam 1.500 trabalhadores.

LEGADO DE UM SONHO

Helenilson Chaves foi sucedido por Manoel Chaves Neto na gestão Jequitibá

“A partir de um sonho e da iniciativa desbravadora de meu pai, Helenilson Chaves, desde 2010 procuramos dar continuidade ao seu legado, seus valores e ensinamentos através de uma história de trabalho e muito amor por Itabuna. Nos últimos anos, não medimos esforços para trazer para o sul da Bahia a modernidade, a inovação e a tendência do que tem acontecido recentemente [no mercado], com as quebras de paradigmas e novas experiências na experiência do consumidor no varejo”, assegura Manoel Chaves Neto, sócio-proprietário e diretor do Jequitibá.

Segundo o gestor, é dever e compromisso de todos os colaboradores manter o Jequitibá em constante evolução, para acompanhar o desenvolvimento do sul da Bahia. “Ressalto nosso agradecimento à toda a população, aos nossos lojistas, ao nosso time e a todos os nossos prestadores de serviço por, juntos, transformarmos o Shopping Jequitibá num ser vivo em mutação diária”, conclui Neto.

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As contas públicas do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) deverão fechar 2023 com déficit primário de R$ 65,91 bilhões. A meta fiscal consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2023, enviado hoje à noite (14) ao Congresso Nacional.

O déficit primário representa o resultado das contas do governo desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. Com o déficit previsto para o próximo ano, esse será o décimo ano seguido de contas públicas no negativo.

O projeto da LDO prevê déficits até pelo menos 2024, totalizando 11 anos seguidos de resultados negativos. O texto projeta déficit de R$ 27,89 bilhões em 2024 e superávit primário de R$ 33,7 bilhões em 2025.

Apesar de mais um resultado negativo para o próximo ano, o déficit é inferior à meta de R$ 170,5 bilhões estipulada para este ano. Por causa da melhoria da arrecadação nos últimos meses, o Ministério da Economia avalia que essa meta será cumprida com folga. No fim de março, a pasta tinha reduzido para R$ 66,906 bilhões a projeção de déficit primário para este ano.

PRECATÓRIOS

Tradicionalmente, a LDO contém um anexo de riscos fiscais de médio prazo. O projeto enviado nesta sexta-feira ao Congresso estima um risco de R$ 859 bilhões com decisões judiciais desfavoráveis. Entre essas ações, estão dívidas ligadas ao antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef). Nos últimos anos, os estados têm conseguido ganhar, na Justiça, o direito de receber a diferença entre os valores recebidos no Fundef e o montante devido pela União.

As dívidas do Fundef foi um dos principais fatores que levaram o governo a conseguir a aprovação, no ano passado, das emendas constitucionais que parcelaram o pagamento de precatórios (dívidas reconhecidas definitivamente pela Justiça) e mudaram o cálculo do teto federal de gastos. Os outros fatores usados pelo governo para a aprovação das propostas de emenda à Constituição foram o impacto da inflação sobre gastos obrigatórios, como a Previdência Social, e o pagamento do benefício de R$ 400 do Auxílio Brasil, que vigorará até o fim deste ano.

O PLDO traz parâmetros que orientam a elaboração do Orçamento do ano seguinte. Em tese, o projeto precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional até o fim do semestre legislativo, na metade de julho. Caso contrário, a pauta do Congresso ficará trancada. Informações da Agência Brasil.

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Ilhéus, no sul da Bahia, e Teixeira de Freitas, no extremo-sul, estão entre as 10 melhores cidades do interior da Bahia para empreender ou abrir um negócio, segundo publicação do Correio24h. Para montar a lista, o veículo recorreu a informações das cidades constantes na ferramenta Radar Sebrae.

Ilhéus tem como ponto forte o setor turístico aquecido e a produção de cacau e de chocolate. Dentre as tendências de mercado para pequenos negócios citadas pelo Sebrae, estão os segmentos de floriculturas, suvenirs, bijuterias e artesanatos.

Teixeira de Freitas é citada pelo seu crescimento e proximidade com estados do Sudeste. Dentre as tendências de mercado, são citados os segmentos de comércio de tecidos, bar e restaurante, lavanderia e serviços advocatícios

Vitória da Conquista é citada pela pujança do seu comércio, o mais forte do sul e sudoeste da Bahia || Foto PMVC

Dentre as 10 cidades, algumas estão entre as mais fortes economias do Estado, a exemplo de Vitória da Conquista e Feira de Santana. O Raio-X de cada uma das cidades foi preparado para o Correio com base em informações que constam na plataforma (clique aqui para conferir a ferramenta).

Feira de Santana
Porque investir: segunda maior cidade da Bahia e setor comercial forte.
Tendências de mercado: eletrônicos, casa lotérica, motel e calçados

Vitória da Conquista
Porque investir: setor comercial mais forte da região sudoeste
Tendências de mercado: aluguel de roupas, consultórios médicos, serviço veterinário e dentista

Lençóis
Porque investir: setor turístico aquecido e proximidade com região turística
Tendências de mercado: floriculturas, suvenires, bijuterias e artesanatos

Luís Eduardo Magalhães
Porque investir: crescimento do agronegócio
Tendências de mercado: transportadora de cargas, equipamentos para escritório, autopeças e contabilidade

Teixeira de Freitas
Porque investir: setor turístico aquecido e proximidade com estados do Sudeste do Brasil
Tendências de mercado: comércio de tecidos, bar e restaurante, lavanderia e
serviços advocatícios

Ilhéus
Porque investir: setor turístico aquecido e forte produção de cacau
Tendências de mercado: floriculturas, suvenires, bijuterias e artesanatos

Juazeiro
Porque investir: comércio forte
Tendências de mercado: higienização de imóveis, academias, equipamentos para escritórios e lanchonete

Santo Antônio de Jesus
Porque investir: comércio forte e proximidade com Região Metropolitana
Tendências de mercado: lanchonete, loja de produtos de limpeza, armarinhos, loja de móveis

Irecê
Porque investir: comércio forte e proximidade com região turística
Tendências de mercado: lan house, gráfica, salões de beleza e comércio de roupas e confecções

Senhor do Bonfim
Porque investir: comércio forte
Tendências de mercado: hortifrutigranjeiros, lava jato, calçados, bares e restaurantes

Atualizado às 9h02min e às 10h45min de 13/04 para correção de informação.

 

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O economista Nelson Marconi, professor e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV), coordena o programa de governo do presidenciável Ciro Gomes (PDT). No Seminário Petrobras não é problema, Petrobras é solução, ele apresentou as diretrizes gerais das mudanças que o grupo propõe à gestão da petroleira (vídeo abaixo do texto).

Desde outubro de 2016, a Petrobras adota o preço de paridade de importação (PPI), que consiste em impor ao consumidor brasileiro os preços do mercado internacional de petróleo, cotados em dólar. Os efeitos dessa política são conhecidos. No Brasil, o preço médio do botijão de gás de 13kg chegou a R$ 113,00. O litro da gasolina custa, em média, R$ 7,192. Já o diesel tem preço médio de R$ 6,60.

O PPI costuma ser defendido como fatalidade, uma determinação incontornável, como se o Brasil fosse mero importador de petróleo, mesmo sendo um dos 12 maiores produtores do mundo.

Conforme Marconi, os defensores do PPI argumentam que, sem ele, a Petrobras não teria condições de importar petróleo refinado em quantidade suficiente para atender a demanda interna, mas, hoje, a empresa mantém ociosa parte da sua capacidade de refinamento. Portanto, conclui Marconi, a mudança da política de preços da Petrobras deve partir da revisão do seu modelo de produção. “[Isso] requer que a Petrobras volte a produzir refino no país”.

Revisado o modelo de produção da empresa, acrescenta o economista, a Petrobras terá condições de estabelecer a política de paridade de preço de exportação (PPE). Segundo ele, a estatal não vai ignorar o valor do petróleo no mercado internacional, mas, na hora de definir seus preços, levará em conta os custos reais de produção, de modo a garantir lucratividade e, ao mesmo tempo, atender aos interesses da economia nacional. Assista.

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A Secretaria de Administração do Estado da Bahia (Saeb) publicou edital de processo seletivo para contratar, de forma temporária, 193 pessoas, sob o Regime Especial de Direito Administrativo (Reda). Os profissionais vão atuar em unidades do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC).

Itabuna, Ilhéus e Teixeira de Freitas estão entre as cidades contempladas com vagas para o cargo de técnico administrativo, que exige ensino médio completo e assegura remuneração mensal de R$ 2.460,45. A jornada semanal será de 40h.

Também há vagas de nível superior para graduados em Psicologia, Administração, Serviço Social, Tecnologia da Informação, Economia e Ciências Contábeis. Neste caso, a jornada varia de 30h a 40h por semana e a remuneração prevista é de até R$ 3.337,35.

Gratuitas, as inscrições começarão na próxima segunda-feira (11) e seguirão até sexta (15), no site selecao.ba.gov.br. Os contratos terão duração de 36 meses e poderão ser renovados por igual período. A relação completa das vagas e sua distribuição por cidade podem ser conferidas no edital.

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O turismo baiano fechou 2021 com crescimento de 47,3% e geração de 12,4 mil novos postos de trabalho com carteira assinada, revela estudo feito pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais (SEI), autarquia do governo baiano vinculada à Secretaria de Planejamento (Seplan). O comparativo é com o ano anterior.

Somente no 4º trimestre do ano passado, a expansão foi de 43,9%. O percentual alcançado em 2021 é o maior dentre todos os estados brasileiros. O estado nordestino cresceu quase o dobro da média nacional. O aumento das atividades características do turismo no Brasil foi de 27,6% no 4º trimestre e 22,1% no total de 2021. No acumulado do ano de 2021, frente a igual período do ano anterior, a receita nominal no Brasil cresceu 26,3%.

Todas as 12 unidades da Federação que foram investigadas avançaram, com destaque para Bahia (47,8%), que registrou a variação positiva mais expressiva entre as unidades da Federação, seguida por Pernambuco (44,9%), depois Goiás (40,5%), Rio Grande do Sul (38,5%), e Espirito Santo (36,7%).

FLUXO DE PASSAGEIROS

O fluxo de passageiros (doméstico e internacional) nos principais aeroportos da Bahia (Salvador, Porto Seguro, Ilhéus e Vitória da Conquista) avançou 71,8% no 4º trimestre de 2021 contra o 4º trimestre de 2020, impulsionado pela significativa expansão registrada nos quatro aeroportos do estado. Seguindo o mesmo comportamento, o fluxo de passageiros nos aeroportos da Bahia fechou o ano de 2021 com expansão (49,7%).

O consumo ativo faturado (kWh) de energia elétrica nas Atividades Caraterísticas do Turismo (ACTs), de acordo com dados da Coelba sistematizados pela SEI, apontou crescimento de 12,9% na Bahia no 4º trimestre de 2021 contra o 4º trimestre de 2020, puxado, principalmente, pelo excelente desempenho em Hotéis (37,2%). O consumo em 2021 cresceu 7,9% impulsionado também por Hotéis (15,9%).

Aeroportos como o de Salvador registraram aumento no fluxo de passageiros || Foto PIMENTA

A arrecadação de ICMS das atividades características do Turismo na Bahia encerrou o ano de 2021 com expansão nominal de 7,8%, impelido principalmente pelas atividades de Locação de automóveis sem condutor (79,3%), taxa superior àquele registrado no ano passado (-7,8%).

GERAÇÃO DE NOVOS EMPREGOS

De acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), de responsabilidade do Ministério do Trabalho e Previdência, sistematizadas pela SEI, no acumulado de janeiro a dezembro de 2021, o saldo de empregos formais do setor de turismo baiano se revelou positivo, indicando uma geração líquida de 12.487 postos de trabalho, decorrente de 52.186 admissões e 39.699 desligamentos. Um cenário, portanto, muito melhor do que o observado no conjunto dos 12 meses do ano de 2020, quando o referido setor registrou uma perda líquida de 17.972 vagas de trabalho em território baiano.

Dos subsetores econômicos do turismo, restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas e Hotéis e similares foram os de maiores expansões em 2021, com mais 6.082 e 4.284 novos vínculos, respectivamente. Enquanto isso, transporte rodoviário de passageiros, com eliminação de 206 postos, foi o subsetor com menor saldo no mencionado período.

COSTA DO CACAU É 4º LUGAR EM NOVOS EMPREGOS

No recorte por zonas turísticas, no acumulado dos 12 meses de 2021, houve geração de 11.661 postos de trabalho. Com mais admissões do que desligamentos no conjunto, todas as 13 regiões exibiram resultados positivos. No caso, a ampliação do nível de emprego formal foi maior nas zonas Baía de Todos-os-Santos (+3.564 postos), Costa do Descobrimento (+2.537 postos) e Costa dos Coqueiros (+1.365 postos).

Vista aérea de Porto Seguro, na Costa do Descobrimento || Foto Divulgação

Em seguida, com uma geração líquida relativamente menor, vieram Costa do Cacau (+1.094 empregos formais), Costa do Dendê (+765 postos), Caminhos do Sertão (+684 postos), Caminhos do Oeste (+351 vagas), Caminhos do Sudoeste (+320 vínculos), Chapada Diamantina (+301 vagas), Vale do São Francisco (+205 vagas), Costa das Baleias (+195 empregos), Lagos e Canyons do São Francisco (+167 vínculos) e Caminhos do Jiquiriçá (+113 vínculos).

CRESCIMENTO NA PANDEMIA

“A Bahia ter sido o estado que mais cresceu no turismo em 2021, com ganhos econômicos e forte expansão de emprego na área, corrobora as decisões de preservação da saúde pública e vacinação como estratégias eficientes quando associadas a uma liberação paulatina e controlada das atividades. Os números colocam a Bahia como o Estado mais eficiente na condução do equilíbrio saúde/economia”, afirmou Armando Castro, diretor-geral em exercício da SEI.

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A Muká Plataforma Agroecológica lançou o Guia para Regularização de Agroindústria da Família Agroecológica, que reúne informações técnicas em linguagem acessível para interessados em regularizar unidades de processamento de alimentos. A iniciativa é fruto de parceria da Tabôa Fortalecimento Comunitário com a Rede de Agroecologia Povos da Mata, o Instituto Ibi de Agroecologia e o Sebrae.

A publicação também é voltada para quem busca informações sobre como iniciar um empreendimento no ramo, a exemplo da produção de chocolate, geleias, patês, massas, pães, bolos, sucos, alimentos desidratados, etc..

O diretor executivo da Tabôa Fortalecimento Comunitário, Roberto Vilela, explica que, ao iniciar a Plataforma Muká, foi feito diagnóstico dos principais gargalos para o desenvolvimento da agroecologia, a fim de definir as frentes de atuação. “Um deles foi a regularização de agroindústrias, pois identificamos a existência de dezenas de unidades com dificuldade de dar esse passo necessário para o acesso a mercados formais. Os desafios passam pelo entendimento da legislação brasileira sobre o tema, que é complexa e com informações difusas. Desta forma, o guia chega para auxiliar a todos que desejarem seguir este caminho”.

A compilação foi elaborada por profissionais do eixo de Beneficiamento da Plataforma Muká. Para auxiliar a compreensão das leis vigentes, traz referências sobre regularização jurídica, fiscal, tributária, sanitária, ambiental e rotulagem de alimentos orgânicos, além de boas práticas de fabricação e manuais. “Este eixo já soma a regularização de 20 agroindústrias e a certificação de 14, além de diversas visitas técnicas, capacitações e adequações sanitárias”, explica a coordenadora Tatiane Botelho.

O Guia está disponível em duas versões: a navegável, que pode ser acessada em guiaagroindustria.muka.org.br, e em PDF, no site muka.org.br. Um vídeo tutorial curto sobre como navegar pelo Guia On-line pode ser acessado neste link.

Gás de cozinha ajuda a puxar a inflação neste ano
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O preço do botijão de gás teve novo reajuste na Bahia, conforme divulgado pela Acelen, empresa que administra a Refinaria de Mataripe, nesta quinta-feira (31). O aumento entra em vigor na sexta (1°) e será entre R$ 5 e R$ 7.

O primeiro reajuste deste ano aconteceu no dia 3 de fevereiro, quando o valor do produto chegou até R$ 120, de acordo com Sindicato dos Revendedores de Gás. Com o novo aumento, o valor médio do botijão em Salvador deve ser R$ 132 e em quase toda a Bahia, representando mais de 10% do salário mínimo.

A empresa que administra a refinaria disse que os reajustes acontecem por causa da cotação do petróleo, da variação do dólar, além do custo logístico para a entrega do produto.

Em setembro de 2020, um botijão custava em média, R$ 68 no estado. Em 2021, o valor chegou a R$ 105 em Salvador. Da Rede Bahia.

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O ex-ministro José Dirceu aposta que o governador Rui Costa (PT) pode ser escalado para o Ministério da Fazenda em um possível terceiro governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo apuração da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo, publicada hoje (28).

Economista, Rui pode atrair a simpatia do mercado financeiro, pois suas gestões à frente do Governo da Bahia implantaram mecanismos de ajuste fiscal, como a reforma da previdência estadual e o congelamento dos salários dos servidores por seis anos.

Segundo a jornalista, em conversas com interlocutores do mercado, Dirceu teria dito que economistas da Unicamp, chamados de heterodoxos no jargão acadêmico, não têm a confiança de Lula. Seria o caso dos ex-ministros Guido Mantega e Aloizio Mercadante, por exemplo.

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Não permitir espaço político para os caroneiros de plantão também está na ordem do dia. A nossa Itabuna precisa de paz social, de união em favor da superação dos nossos atrasos históricos e de formação de uma ambiência que atraia o capital financeiro e a instalação de novas oportunidades de negócios.

 

Rosivaldo Pinheiro

A governança pública requer permanente alinhamento entre as forças políticas nas composições da equipe de gestão e o tecnicismo necessário para o seu funcionamento. Assumir o Poder Executivo é abraçar tal problemática e buscar de forma habilidosa essa permanente aliança. O outro grande desafio é atender a uma sociedade que sofre com a falta de atenção dos poderes públicos e que vislumbra a cada eleição a oportunidade de superação das dificuldades na vida de cada um.

O ambiente social na maioria das cidades acaba em permanente efervescência, cada um a seu modo querendo garantir os benefícios para si, independentemente das diretrizes do projeto vitorioso na eleição. São recursos limitados e demandas ilimitadas, o que exige priorização das ações pelo eleito. Nesse contexto, faz-se necessária uma comunicação célere e ajustada ao projeto que está sendo colocado para todos, evitando ruídos que contribuam para a não pacificação do ambiente político-social.

A consciência dos gestores passa pelo entendimento de que estão administrando um grande condomínio, repleto de direitos e com o poder nas mãos para alcançarem o mundo através das redes sociais. Nesse novo contexto, o estreitamento dos laços entre “o síndico” (chefe do executivo) e os “condôminos” (população) é exercício cotidiano. É importante que todos entendam, na atual conjuntura, a falta do braço federal para ajudar os municípios com liberação de recursos específicos para que estes possam elaborar politicas públicas capazes de melhorar de forma substancial a vida do povo no curto prazo.

Todos sabemos da gravidade imposta pela crise da saúde com a pandemia e o aumento dos preços, por falta de uma política econômica nacional com vistas a minimizar o aumento dos alimentos na casa dos brasileiros, com consequente piora na vida das famílias. Essa realidade ainda está agravada nas cidades atingidas pelas enchentes, nesse particular, a cidade de Itabuna enfrentou no período natalino a sua segunda pior tragédia provocada pelas chuvas nos seus 111 anos de emancipação política, tendo quase 40% das áreas habitadas alagadas.

O pós-enchente deixou a cidade nos primeiros dez dias com um verdadeiro cenário de guerra. As tensões históricas advindas da desatenção dos poderes públicos do passado para as diversas regiões da cidade e, em particular, para as regiões socialmente mais vulneráveis, vieram para a ordem do dia e as redes sociais potencializaram a elevação do nível de tensão, alastrando um sentimento de revolta nesses espaços da cidade. Não à toa, alguns oportunistas estrategicamente tentam se aproveitar do atual momento.

Para o pós-enchente, a gestão municipal itabunense elaborou um arrojado projeto de transferência de renda, um apoio direto para as famílias que foram diretamente afetadas pelas águas. A ação chamada de Recomeço é quase 80% custeada pelo erário municipal (recurso próprio) e pouco mais de 20% pelo dinheiro arrecadado através de doações via pix.

Itabuna é a única cidade brasileira que está possibilitando a liberação de R$ 3 mil para cada família cadastrada, dentro dos critérios da lei municipal. Contraditoriamente, também é a única que vem enfrentando reações através de protestos por aqueles ainda não alcançados pelo benefício, mesmo a gestão se colocando aberta ao diálogo. Para percebermos a importância da ação efetivada pelo Cartão Recomeço, foram injetados diretamente na economia local mais de R$ 10,5 milhões. Deste montante, mais de R$ 7 milhões saíram do cofre municipal.

O desafio está posto, os esforços para que adentremos num novo momento e possamos de fato recomeçar estão latentes. Não permitir espaço político para os caroneiros de plantão também está na ordem do dia. A nossa Itabuna precisa de paz social, de união em favor da superação dos nossos atrasos históricos e de formação de uma ambiência que atraia o capital financeiro e a instalação de novas oportunidades de negócios.

Esse deve ser o sentimento que todos precisam ter e celebrar nos nossos 112 anos de emancipação política, no próximo 28 de julho, com um novo sentimento “condominial”. É importante que cada um entenda que a cidade onde vivemos é nossa e que precisa da participação de cada um para apresentar melhoras e que os poderes públicos são partes extremamente importantes nessa construção.

Rosivaldo Pinheiro é formado em Economia e especialista em Planejamento de Cidades (Uesc).

Na Bahia, setor de serviços cresceu 4,6% no quarto trimestre de 2021, aponta SEI
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A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) divulgou, nesta sexta-feira (11), os resultados da economia baiana no quarto trimestre de 2021. Segundo o órgão, de outubro a dezembro do ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) do estado cresceu 3,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Já na comparação com o terceiro trimestre de 2021, quando são eliminadas as influências sazonais ­– ajuste sazonal – houve retração de 0,7%, informa a SEI.

Na avaliação da SEI, o desempenho positivo do quarto trimestre foi decorrente da expansão observada na agropecuária, com taxa positiva de 10,0%, e nos serviços, com crescimento de 4,6%.

Ao longo de 2021, a economia baiana registrou crescimento de 4,1%. Esse percentual, conforme o governo, recupera as perdas de 2020 decorrentes da pandemia de Covid-19.

Brasil supera perdas do primeiro ano da pandemia, segundo IBGE || Foto José Paulo Lacerda
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O Produto Interno Bruto (PIB) do país avançou 0,5% no quarto trimestre de 2021 e encerrou o ano com crescimento de 4,6%, totalizando R$ 8,7 trilhões. Esse avanço recuperou as perdas de 2020, quando a economia brasileira encolheu 3,9% devido à pandemia. O PIB per capita alcançou R$ 40.688 no ano passado, um avanço de 3,9% em relação ao ano anterior (-4,6%).

O PIB, soma dos bens e serviços finais produzidos no país, está 0,5% acima do quarto trimestre de 2019, período pré-pandemia de covid-19, mas continua 2,8% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica na série histórica, alcançado no primeiro trimestre de 2014.

Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o levantamento, o crescimento da economia foi puxado pelas altas nos serviços (4,7%) e na indústria (4,5%), que juntos representam 90% do PIB do país. Por outro lado, a agropecuária recuou 0,2% no ano passado.

De acordo com a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, todas as atividades que compõem os serviços cresceram em 2021, com destaque para transporte, armazenagem e correio (11,4%). Segundo ela, o transporte de passageiros também subiu bastante, principalmente no fim do ano, com o retorno das pessoas às viagens.

“A atividade de informação e comunicação (12,3%) também avançou, puxada por internet e desenvolvimento de sistemas. Essa atividade já vinha crescendo antes, mas com o isolamento social e todas as mudanças provocadas pela pandemia, esse processo se intensificou, fazendo a atividade crescer ainda mais”, disse, em nota, Rebeca Palis.

Outras atividades de serviços (7,6%) também tiveram alta no período. “São atividades relacionadas aos serviços presenciais, parte da economia que foi a mais afetada pela pandemia, mas que voltou a se recuperar, impulsionada pela própria demanda das famílias por esse tipo de serviço”, acrescentou a pesquisadora.

Cresceram ainda comércio (5,5%), atividades imobiliárias (2,2%), administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade sociais (1,5%) e atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,7%).

CONSTRUÇÃO

Segundo o IBGE, na indústria, o destaque positivo foi o desempenho da construção que, após cair 6,3% em 2020, subiu 9,7% em 2021.

“As indústrias de transformação (4,5%), com maior peso no setor, também cresceram, influenciadas principalmente pela alta nas atividades de fabricação de máquinas e equipamentos; metalurgia; fabricação de outros equipamentos de transporte; fabricação de produtos minerais não metálicos; e indústria automotiva. As indústrias extrativas avançaram 3% devido à alta na extração de minério de ferro”, informou o IBGE.

A única atividade que não cresceu foi a de eletricidade, gás, água, esgoto, gestão de resíduos, que teve variação negativa de 0,1%, que indica estabilidade. “A crise hídrica afetou negativamente o desempenho da atividade em 2021”, explicou Rebeca Palis.

Turismo baiano registra crescimento de mais de 47% em 2021 || Foto Divulgação
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O volume das atividades turísticas na Bahia aumentou 47,3% em 2021, na comparação com 2020. No acumulado geral, o setor de serviços também encerrou o ano com alta, 9,8%, segundo o Informe Executivo de Comércio e Serviços da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), divulgado nesta terça-feira (1º).

O segmento hoteleiro foi o que mais contribuiu para o aumento do volume de negócios ligados ao turismo, com alta de 64,8% no ano passado.

SERVIÇOS PRESTADOS ÀS FAMÍLIAS TAMBÉM PUXAM ALTA DO SETOR

Três das cinco atividades puxaram o volume de serviços para cima, com destaque para os serviços prestados às famílias (49,6%), seguido de transporte e Correios (10,40%), administrativos e complementares (5,90%).

No segmento de Serviço de Atendimento ao Empreendedor (SAE), destaca-se o posto do Shopping Bela Vista, em Salvador, com total de 6.100 atendimentos de dezembro 2020 a dezembro 2021.

O segmento de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e cosméticos registrou a maior influência positiva para o setor, com 9,8% no acumulado do ano 2021.

Bahia lidera ranking de exportações no Nordeste
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A Bahia lidera o ranking de exportações e importações do Nordeste e ocupa o 10° lugar em exportações no País. As vendas externas do estado em janeiro deste ano atingiram um montante de US$ 734,2 milhões, crescimento de 18,9% comparando com igual mês do ano passado.

Neste período, a participação da Bahia nas exportações do Nordeste é de 45,1%. Destaque para incremento significativo das importações, que tiveram alta de 123%, chegando a US$ 1,5 bilhão.

De acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), os produtos em destaques nas exportações foram os calçados e suas partes, com 214,8% no valor exportado, chegando a US$ 6,8 milhões em janeiro de 2022, ante US$ 2,2 milhões em janeiro de 2021.

A lista inclui ainda os químicos e petroquímicos com de 76,5% no valor exportado, com US$ 110,4 milhões em janeiro 2022, ante US$ 62,6 milhões no mesmo mês de 2021, e soja e seus derivados com 234,9% no valor exportado, chegando a US$ 125,0 milhões, ante US$ 37,4 milhões de janeiro do ano passado.

Já em importações os destaques foram Gás Natural, com 15.492% em valor importado, com um total de US$ 690,8 milhões em janeiro 2022, ante US$ 4,4 milhões ao mesmo mês de 2021, e Painéis Solares de 222,3% em valor importado, chegando um total de US$ 24 milhões, ante 7,5 US$ milhões em janeiro 2021.