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ricardo bikeRicardo Ribeiro | ricardo.ribeiro10@gmail.com
 

Se uma campanha para deputado federal custa até R$ 12 milhões, quem vai pagar essa conta? E que interesses há por trás de quem paga?

 
A sucessão presidencial acabou se transformando em um campo de batalha, que envolve não apenas os próprios candidatos, mas seus militantes, nas ruas e nas redes. O clima é de acirramento total, com um grau de intolerância talvez inédito no Brasil.
É tão complicado, que muitos não conseguem ao menos compreender e respeitar os motivos do voto alheio. Se é contrário, o eleitor só pode ser estúpido, ou comparsa do candidato que, aos olhos do julgador, é corrupto.
A corrupção, aliás, acabou desqualificada enquanto argumento de ataque de lado a lado. Para cada escândalo de um, há uma falcatrua do outro sempre à mão. Tanto que os candidatos começam a mudar o foco para a gestão, a fim de não acabarem ambos desossados.
É fundamental, porém, que o tema não seja banalizado, na base do “ladrão por ladrão…”. Não é por aí. O descaramento com a coisa pública precisa ser combatido com seriedade, em suas raízes, doa a quem doer, sem se limitar a um artifício meramente eleitoral. Ou se muda esse padrão de denúncias de ocasião, ou o país não sai do lugar.
O combate precisa começar, logicamente, pelo começo: nas próprias campanhas eleitorais,onde se armam esquemas com grandes empresas e depois é preciso retribuir. Como? Com o nosso dinheiro, é claro.
Se uma campanha para deputado federal custa até R$ 12 milhões, quem vai pagar essa conta? E que interesses há por trás de quem paga?
Baratear as campanhas, por meio de uma reforma política que introduza mecanismos como o financiamento público e o voto distrital, é algo mais que necessário. É urgente. Enquanto isso não for feito, políticos continuarão a apontar seus dedos sujos entre si, numa discussão sem futuro.
Não é à toa que a abstenção deu um salto no primeiro turno e talvez seja maior no segundo. É um sinal claro de que grande parte da população está saturada de tanta sujeira pluripartidária. Vença quem vencer, é preciso virar essa página de uma vez por todas.
Chegou a hora de desfazer a maldição de De Gaulle. O Brasil precisa se levar a sério.
Ricardo Ribeiro é advogado e blogueiro.

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ricardo bikeRicardo Ribeiro | ricardo.ribeiro10@gmail.com
 

Caso vença as eleições, Dilma terá que repensar sua política de alianças e deverá propor medidas para fortalecer as instituições, tornando-as bem menos vulneráveis à ação dos marginais que existem nos quadros de PT, PSDB, PMDB, DEM, PP, PCdoB, entre outros partidos.

 
Um texto publicado por Zeca Baleiro no Facebook diz muito sobre a posição de grande parte dos eleitores do PT neste momento. O artista vota em Dilma, mas salienta que a decisão não é cega, apaixonada ou desprovida de crítica.
Nas redes, tem sido comum ver ataques do tipo: quem vota no PT ou é burro ou está se beneficiando da corrupção. A primeira ideia (no caso, a burrice) foi vitaminada pela opinião preconceituosa do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso, que se referia particularmente aos eleitores do Nordeste. A segunda, que inclui o eleitor na aludida bandalheira, traz o preconceito de quem, muitas vezes, mede os outros com a régua que usa para aferir seus próprios vícios.
Como se trata de uma eleição extremamente polarizada e acirrada, desapareceu o espaço para o meio termo e o equilíbrio, que não se confundem com a posição de quem fica em cima do muro. É plausível, sim, votar no PT pelo reconhecimento de que os governos Lula e Dilma melhoraram os indicadores sociais, tiraram mais de 40 milhões de brasileiros da pobreza extrema, reduziram o déficit habitacional, investiram mais do que as gestões anteriores na construção e recuperação de estradas, ferrovias e portos.
O Brasil, de acordo com o Banco Mundial, foi um dos raros países que conseguiram enfrentar a última crise e, ao mesmo tempo, melhorar a renda dos mais pobres. Há queixas relacionadas ao baixo crescimento e ao recente aumento da inflação, mas é preciso reconhecer e aplaudir a opção de proteger o emprego (hoje com um dos índices mais elevados do mundo) e manter os programas sociais.
Baleiro, de maneira sincera e isenta, observa também os pontos negativos. Por exemplo, o PT, em nome de uma governabilidade de sérios danos colaterais, cultivou parcerias espúrias com representantes do que há de mais atrasado na política brasileira. Caso vença as eleições, Dilma terá que repensar sua política de alianças e deverá propor medidas para fortalecer as instituições, tornando-as bem menos vulneráveis à ação dos marginais que existem nos quadros de PT, PSDB, PMDB, DEM, PP, PCdoB, entre outros partidos.
Quando o assunto é corrupção, lamentavelmente, os dois lados em disputa terão balas à vontade para trocar entre si, sem que se chegue jamais à conclusão de qual poleiro é mais sujo. O debate, porém, longe de ser inócuo, é até saudável. Hoje, os eleitores com um mínimo de discernimento – independentemente da escolha que tenham feito – já perceberam que a rapinagem não será combatida de verdade se não houver reforma política e uma mudança legislativa que leve à punição exemplar dos larápios de colarinho branco.
Infelizmente, ainda há aqueles que, contagiados pelo desejo de mudança, em princípio altamente positivo, deixaram-se inocular pela ideia de que a corrupção surgiu em Brasília a partir do momento no qual o PT subiu a rampa do Planalto. Uma visão desplugada da realidade, mas sugerida e estimulada pela grande imprensa, que não esconde sua preferência pela candidatura tucana. Pena que os autores da tese de que toda safadeza tem DNA petista não manifestem o menor compromisso com uma discussão séria sobre o que realmente precisa mudar.
Ricardo Ribeiro é advogado e blogueiro.

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Hoje, Aécio afirma a disposição de manter “tudo o que deu certo” nos governos petistas; amanhã ele terá que aplicar o receituário tucano e muito do que deu certo começará a dar errado.

 
A dinâmica imprime a essas eleições presidenciais um nível de emoção inédito. São reviravoltas e ultrapassagens no último instante, fazendo com que em momento algum a fotografia possa ser vista como o quadro definitivo.
No primeiro turno, Aécio Neves (PSDB) chegou a ser descartado. Até mesmo a imprensa que lhe serve passou a tratá-lo como carta fora do baralho, diante do crescimento de Marina Silva (PSB). As incoerências e inconsistências da ex-ministra do Meio Ambiente, exaustivamente apontadas tanto por tucanos como por petistas, desconstruíram a candidata e Aécio recuperou espaço. Acabou no segundo turno.
Aécio cresceu porque ficou em uma zona de conforto na primeira etapa da disputa, quando a artilharia pesada se voltou contra Marina. Já no segundo tempo, a situação é bem diferente e são as inconsistências do tucano que se encontram em evidência. A hora é de desconstruir o ex-governador de Minas Gerais, cujo telhado é de vidro.
A fragilidade tucana ficou evidente com o resultado do primeiro turno em Minas, onde Dilma venceu, assim como o candidato do PT ao governo estadual, Fernando Pimentel, liquidou a fatura sem necessidade de tira-teima. Por que Aécio perdeu no Estado que governou? Essa é uma pergunta que mexe com a imaginação de indecisos e até de gente que, sem maiores reflexões, já optou pelo candidato do PSDB.
Desvio de recursos da saúde, política fiscal de baixo desempenho (segundo números apresentados pela Folha de São Paulo), abusos detectados em obras feitas para beneficiar a parentela, e por aí vai. Isto sem falar em outras informações desabonadoras que constam no histórico do candidato, como a de que, aos 17 anos, ele começou a vida pública como fantasminha camarada. Enquanto curtia seu “dolce far niente” de jovem playboy na belíssima orla carioca, era empregado em Brasília, no gabinete do pai, Aécio Cunha, que foi deputado da Arena e do PDS (partidos que deram sustentação aos militares). E viva o dom da ubiquidade!
O governador da Bahia, Jaques Wagner, já disse que não vê em Aécio a menor condição moral para dar lições de ética a quem quer que seja. A biografia do tucano corrobora essa posição. Ontem, no debate da Band, todos perceberam o desconforto do candidato quando Dilma perguntou sobre a Lei Maria da Penha e o combate à violência contra as mulheres. Nas entrelinhas, havia a referência subliminar a outro episódio desabonador no histórico do adversário.
Aécio se apresenta como um caminho para a mudança, apostando no poder de sedução que a palavra incorpora. Entretanto, na cartilha da direita, o verbete significa priorizar o capital em detrimento do social e reduzir o papel dos bancos oficiais como instrumento de políticas públicas. Hoje, Aécio afirma a disposição de manter “tudo o que deu certo” nos governos petistas; amanhã ele terá que aplicar o receituário tucano e muito do que deu certo começará a dar errado.
Percebe-se claramente que as diferenças entre os nomes que se apresentam para governar o Brasil vão além das biografias. Elas têm a ver com o modelo de país que se propõe.
Ricardo Ribeiro é advogado e blogueiro.
P.S. –  Antes que alguém reclame de que o texto é tendencioso, vai aqui um esclarecimento: um artigo assinado representa o ponto de vista de quem assina e é de sua natureza ser “tendencioso” (no sentido cristalino de apontar para uma tendência). Não se trata de notícia, mas da opinião. Caso não tenha ficado claro, o que é improvável, o autor salienta que vota na candidata do PT.

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Apoiadores das duas candidaturas à presidência da república reforçam a mobilização esta semana em Itabuna.
Na quinta-feira (16), os tucanos se reúnem às 10h30 no Hotel Tarik, sob a coordenação do deputado estadual reeleito Augusto Castro e da presidente local do DEM, Maria Alice Pereira, com a presença do deputado federal eleito João Gualberto (PSDB). A intenção é reunir profissionais liberais e empresários que apoiam o candidato tucano Aécio Neves.
A campanha de Dilma no Sul da Bahia, por sua vez, reuniu prefeitos e outras lideranças nesta terça-feira (14) para programar ações que serão realizadas até o “Dia D”. A primeira delas será uma caminhada em Itabuna, na sexta (17), às 14 horas, com a presença do governador eleito Rui Costa.
A mobilização dilmista terá sequência com caravanas por diversos municípios da região, entre os dias 18 e 23.

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ricardo bikeRicardo Ribeiro | ricardo.ribeiro10@gmail.com
 

Não é por outra razão que hoje muitos dos que ascenderam votam na oposição, seja por comoções passageiras ou argumentos falaciosos de quem se apresenta como novo, mas esconde a receita velha dos compromissos com quem contesta exatamente a opção feita pelo atual governo.

 
Até os adversários não alienados reconhecem que o PT deixará um belo legado ao país. Tirar mais de 30 milhões de brasileiros da pobreza extrema foi a maior contribuição do partido, embora haja outras, que irão se desdobrar pelas próximas décadas. O investimento na ampliação do acesso ao ensino técnico e superior e a redução do déficit habitacional incluem-se nessa conta. Mas a legenda errou feio ao permitir a atrofia de sua formação política, e quem faz essa avaliação é um tal Luiz Inácio Lula da Silva.
Muita gente melhorou de vida, mas não faz a menor ideia de por que isso aconteceu. Uns atribuem à sorte, outros ao próprio esforço e há, é claro, um grupo expressivo que reconhece as políticas públicas desenvolvidas na última década como um forte indutor de seu progresso pessoal. Estes se enquadram naquela parcela que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, classifica preconceituosamente como “os desinformados dos grotões”.
O certo é que, ao priorizar a ascensão da turma do andar de baixo e fazer do Brasil um dos poucos países que conseguiram proteger o emprego em um cenário de crise, o governo adotou uma opção que nenhuma outra gestão tupiniquim admitiu antes.
A muitos, falta esse discernimento, bem como uma compreensão básica do que significa luta de classes. Não é por outra razão que hoje muitos dos que ascenderam votam na oposição, seja por comoções passageiras ou argumentos falaciosos de quem se apresenta como novo, mas esconde a receita velha dos compromissos com quem contesta exatamente a opção feita pelo atual governo.
É certo que boa parte do eleitorado acalenta um sentimento de mudança. De alguma forma, todos querem sempre mudar, até porque, vide Adam Smith, as necessidades humanas são infinitas e ilimitadas. Quem subiu de patamar na pirâmide social tem hoje outras demandas. Além de casa própria e comida na mesa, por que não almejar diversão, arte, o fim da corrupção, juros baixos e um iPhone 6?
O problema não é o natural e saudável desejo de mudar, mas a ingenuidade de apostar em um caminho já percorrido no passado, e que não deixou saudade. Infelizmente, pela falta de formação política e conhecimento da história, uma expressiva parcela do eleitorado pode cair na esparrela.
Um fato emblemático: o jovem que defende a refundação da Arena é aluno do Prouni. Quer mais?
Ricardo Ribeiro é advogado e blogueiro.

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É de se lamentar que Itabuna continue a pulverizar seus votos. Calcula-se que mais de 200 postulantes foram contemplados na cidade, que fica no prejuízo. Se antes já não tinha uma representação política forte, o que era grave, agora terá quase nenhuma representação, o que é trágico.

 
Terminar uma eleição e já pensar na próxima é um exercício tortuoso, mas inevitável para quem acompanha a politica. Das urnas desde domingo, 5, já se sabe que Itabuna saiu derrotada, por não conseguir eleger seus dois candidatos a deputado federal (Davidson Magalhães, do PCdoB, e Geraldo Simões, do PT) e emplacar somente Augusto Castro (PSDB) na Assembleia Legislativa. No entanto, por que não praticar um pouco de futurologia e imaginar o que os números de ontem apontam para as eleições agendadas para daqui a dois anos?
A derrota de Geraldo foi um golpe duro, mas esperado. O político exerceu um mandato que teve seus méritos, principalmente na luta travada para que a reitoria da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) fosse instalada em Itabuna. Acabou sendo o mais votado na cidade, mas com um sufrágio de pouco mais de 16 mil votos, bem abaixo dos 23 mil que obteve em 2010… Aliás, a votação daquele ano já fora bem menor que a de 2006, o que demonstra a trajetória descendente do petista.
Na disputa entre lideranças locais da esquerda, Davidson se aproximou da votação de Geraldo em Itabuna. Foram 14 mil votos na cidade e mais de 65 mil no total, o que deixou o comunista com uma segunda suplência na mão e uma ideia na cabeça: ser levado a assumir o mandato após a formação do secretariado de Rui Costa. É esperar para ver, mas a possibilidade existe e não foi por acaso que interlocutores acharam Davidson bem animado nas conversas posteriores à divulgação dos resultados.
Caso deixe a suplência e vire realmente deputado, o comunista automaticamente se cacifa para o processo eleitoral de 2016. Tudo a depender de como estarão as relações entre o PCdoB e o prefeito Claudevane Leite (PRB) no decorrer do período. De todo modo, no campo da centro-esquerda o nome de Davidson tende a surgir com alguma força nas articulações para a sucessão municipal.
Do outro lado, quem aparece bem é o tucano Augusto Castro, que se elegeu com quase 60 mil votos e ainda deu mais de 4 mil ao seu candidato a deputado federal, Jutahy Júnior (PSDB). No quesito “transferência de votos”, venceu uma disputa particular com o ex-prefeito Fernando Gomes, que deu apenas 1.261 votos a Fábio Souto e 3.800 a Aleluia. Uma quantidade pequena, considerada a suposta força latente do fernandismo.
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Militantes promovem candidato a deputado na eleição do Simpi
Militantes promovem candidato a deputado na eleição do Simpi

O Sindicato do Magistério Público Municipal de Itabuna  – Simpi – elege hoje (30) sua nova diretoria. O comando é disputado por duas chapas: a 1, que tem a frente a professora Maria do Carmo Oliveira (Carminha), na presidência do sindicato desde sua criação; e a 2, encabeçada pela professora Rita de Cássia Teixeira, a empunhar a bandeira da renovação na entidade.
Até aí, tudo muito normal… Mas o que chama a atenção na sede do Simpi, no bairro Pontalzinho, é a forte presença de militantes do candidato a deputado federal Bebeto Galvão, facilmente identificados pelas praguinhas no peito. A turma, que pertence à corrente Força Sindical, dá sustentação à chapa da professora Carminha.
Muitos educadores consideram indevido que a eleição do sindicato da categoria seja usada para promover um candidato a deputado.

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Aldenes e Davidson querem contar com a força dos militantes na reta final (foto Marcos Japu)
Aldenes e Davidson querem contar com a força dos militantes na reta final (foto Marcos Japu)

Os candidatos do PCdoB a deputado federal e estadual, com base no sul da Bahia, preparam uma grande arrancada para esses últimos dias da campanha eleitoral. A estratégia de Davidson Magalhães (federal) e Aldenes Meira (estadual) será deflagrada nesta segunda-feira, dia 22, às 17 horas, com uma plenária no Grapiúna Tênis Clube, em Itabuna.
A intenção dos candidatos é envolver a militância, utilizando uma força de mobilização que os partidos à esquerda ainda possuem. A ordem dos comunistas é aproveitar todos os espaços e gastar sola de sapato para comemorar no dia 5 de outubro.

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Simpatizantes das candidaturas de Paulo Souto (DEM), postulante ao governo baiano, e de Aécio Neves (PSDB), que disputa a presidência da república, ainda procuram explicações para o público aquém do esperado na caminhada desta quinta-feira (18). Pretendia-se um evento “bombástico”, mas o que se viu foi uma passeio de poucos militantes, inexpressivo para a expectativa criada.
Entre os eleitores dos dois candidatos, uns avaliam que foi o sol forte; outros afirmam que foi o horário inadequado (perto de meio-dia); e há ainda quem admita a carência de militantes dos tucanos e demistas.
Estava presente, além de Neves e Souto, o candidato ao Senado pelo PMDB, Geddel Vieira Lima, que na semana passada entrou na justiça contra o PT porque o programa do partido afirmava que ele é “o candidato de Aécio”. Também compareceram o prefeito de Salvador, ACM Neto, e políticos que disputam mandato de deputado federal e estadual.
A caminhada começou no Jardim do Ó e foi encerrada na Praça Adami, sem chegar ao final da Avenida Cinquentenário. Simplesmente, não valeria o esforço.
Confira vídeo do comício.

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Trindade no "SOS".
O secretário de Desenvolvimento Social de Itabuna, José Carlos Trindade, já não sabe o que fazer para conter o esfacelamento da campanha do candidato a deputado federal Bispo Marinho (PRB) na cidade.
Dentro da administração municipal, o secretário – pupilo do deputado – vê-se em total isolamento. Preocupado, ele bate em todas as portas na tentativa de reforçar o grupo de Marinho, e um dos últimos consultados foi o secretário de Indústria, Comércio e Turismo, José Carlos Martins, que pulou fora por já apoiar a candidatura do ex-presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães (PCdoB). Com a devida autorização do padrinho Jabes Ribeiro, prefeito de Ilhéus e cunhado do comunista.
A situação de Trindade se complicou ainda mais nos últimos dias, depois que ele recebeu um ultimato da direção nacional do PRB para que se comprometesse integralmente com as candidaturas do partido. Isto significaria, no caso da disputa pelo legislativo estadual, apoiar o nome do Pastor José de Arimatéia.
Por enquanto, Trindade apoia Ângela Sousa para a Assembleia Legislativa. No que atende a pedido do prefeito Claudevane Leite e é visto como tentativa de manutenção do cargo depois que outubro passar.
Em resumo, a situação do secretário não é das mais fáceis.

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Aldenes foi entrevistado hoje por Ramiro Aquino (foto Divulgação)
Aldenes foi entrevistado hoje por Ramiro Aquino (foto Divulgação)

A TV Itabuna realiza uma série de entrevistas com candidatos a deputado estadual com base no sul da Bahia. As conversas são conduzidas pelo jornalista Ramiro Aquino, no programa “Cidade Já”, transmitido ao vivo de segunda a sexta, às 7h3o da manhã (com reprise às 13h e às 18h30), também pela internet. O objetivo da emissora é concluir a bateria de entrevistas até o dia 21.
Nesta quinta-feira (18), o entrevistado foi o candidato a deputado estadual Aldenes Meira (PCdoB), que mais uma vez defendeu a necessidade de fortalecer a representação regional na Assembleia Legislativa.

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Frederico MatosUm advogado baiano foi escolhido para atuar como delegado da coligação do candidato à reeleição em Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Frederico Matos atua ao lado do renomado Ismerim Medina, coordenador jurídico da campanha.
Frederico milita na área eleitoral na Bahia há alguns anos, junto com o itabunense Marcos Alpoim e tem várias vitórias no portfólio. A batalha (jurídica) em Goiás é renhida. De um lado, Perillo, candidato à reeleição, do outro está o ex-governador Iris Rezende (PMDB). E Frederico tem tido muito trabalho, principalmente porque o tucano sempre é citado, na campanha, por suas supostas ligações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. O advogado baiano ressalta que nunca foi comprovada essa relação.

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Velha raposa da política grapiúna, o ex-prefeito Fernando Gomes costuma divertir os amigos com seus prognósticos eleitorais. Outro dia, em uma roda de bate-papo sobre o assunto do momento, alguém lhe pediu que avaliasse as chances de eleição do Capitão Azevedo, candidato do DEM a deputado estadual.
Gomes deu risada e disse que Azevedo só tem votos em Itabuna e no bairro ilheense do Salobrinho, o que dificulta uma vitória nas urnas…
De fato, levantamentos encomendados pelos partidos, para consumo interno, apontam que o demista tem tudo para ser o mais votado em Itabuna para a Assembleia Legislativa. Porém, tirando o Salobrinho, onde sempre fez piseiro, o desempenho de Azevedo fora da cidade deixa a desejar.

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Dilma afirma que quem busca presidência não pode ser "coitadinho" (Foto Arquivo Net)
Dilma afirma que quem busca presidência não pode ser “coitadinho” (Foto Arquivo Net)

Do Globo
Confrontada com as críticas da candidata Marina Silva sobre a falta de um programa de governo do PT, a presidente Dilma Rousseff disse neste domingo que não precisa fazer promessas, porque suas propostas estão sendo executadas e sendo criticadas “todo santo dia”. Candidata à reeleição, Dilma afirmou que “coitadinho” não pode chegar à Presidência da República e voltou a criticar a independência do Banco Central, defendida por Marina.
Para Dilma, os candidatos não podem “se vitimizar”. Para ela, o debate é válido enquanto girar em torno das propostas e não apelar para “a honra e as características pessoais” dos adversários.
– A vida como presidente da República é agüentar crítica sistematicamente e aguentar pressão. Duas coisas que acontecem com quem é presidente da República: pressão e crítica. Quem levar para campo pessoal não vai ser uma boa presidente, porque não segura uma critica. Tem de segurar a crítica, sim. O twitter é o de menos. O problema são pressões de outra envergadura que aparecem e que, se você não tem coluna vertebral, você não segura. Não tem coitadinho na Presidência. Quem vai para a presidência não é coitadinho, porque, se se sente coitadinho, não pode chegar lá – afirmou a presidente, acrescentando que os jornalistas são implacáveis e a vida de presidente é dura.
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dinheiro4A falta de dinheiro nas campanhas eleitorais deste ano tem sido uma queixa quase geral entre candidatos a deputado na Bahia. Exatamente por isso, verifica-se um pula-pula de cabos eleitorais. Quem ontem era Fulano, hoje é Sicrano e pode ser Beltrano amanhã.
Tudo depende do vil metal.
No sul da Bahia, existem exemplos de ex-prefeitos que começaram a campanha com um candidato, migraram para outro nome e hoje, na espera do capilé pingar, já estão com outro concorrente. E, claro, pode mudar até o “Dia D”, 5 de outubro.
A confusão não é só para a cabeça do (inocente) eleitor…