Tempo de leitura: < 1 minuto

Mesmo com toda a "criptonita", Super Gilson jura que está bem no governo

O secretário da Administração de Itabuna, Gilson Nascimento, foi ouvido há pouco pela reportagem do Pimenta e reconheceu que houve “um probleminha” com o prefeito em função da composição da lista de exonerados.
“Ocorreram erros (na lista), que serão corrigidos”, afirmou Nascimento, mas tentou negar que tivesse a intenção de sair do governo. “Estou muito bem no governo e sei que nossos acertos são maiores que os nossos erros”, declarou.
Fontes do próprio governo asseguram que Nascimento realmente redigiu o pedido de exoneração após a publicação da lista de demitidos, que foi elaborada pelo Soldado Pinheiro a secretária particular do prefeito José Nilton Azevedo, Joelma Santos Reis.
Nesta sexta-feira, funcionários simpáticos a Gilson Nascimento anunciavam pelos corredores da Prefeitura que promoveriam um encontro festivo em homenagem ao secretário na sede social da Usemi. O evento estava sendo denominado “Fica, Gilson”.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O secretário da Administração da Prefeitura de Itabuna, Gilson Nascimento, está há dois dias com o pedido de exoneração redigido, mas ainda não entregou o documento ao prefeito José Nilton Azevedo.
Por um motivo simples: após o pacote de 44 exonerações, o chefe do executivo municipal não deu mais as caras na Prefeitura e sequer está atendendo ligações telefônicas.
Enquanto isso, circulam rumores de que várias exonerações terão que ser revistas. Há casos até de servidoras gestantes e pelo menos uma em licença-maternidade entre os demitidos. Em situações desse tipo, a exoneração não pode ocorrer.
Além de Gilson Nascimento, a diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais também está à caça de Azevedo. A entidade exige que o prefeito volte atrás na decisão de cortar gratificações e adicionais dos funcionários.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Prestadores de serviço reclamaram do atraso nos pagamentos e pediram o retorno do ex-chefe do RH (foto Fábio Roberto)

No mesmo compasso do prefeito José Nilton Azevedo (aliás, eles nunca estiveram tão sintonizados), o presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna exonerou nesta quinta-feira, 16, cinco assessores de cada gabinete dos membros da mesa diretora da casa. A notícia gerou novo reboliço na sede do legislativo esta tarde.
Há pouco, Loiola convocou uma reunião para as 18 horas com os assessores que não foram atingidos pela degola.
Para completar a confusão, alguns prestadores de serviço protestaram hoje contra o atraso nos pagamentos. Um dos insatisfeitos afixou um pequeno cartaz na entrada da Câmara, apelando pelo retorno do ex-chefe do setor de Recursos Humanos, Kleber Ferreira.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Ainda na noite de quarta-feira (15), assim que pessoas influentes do governo Azevedo tomaram conhecimento das exonerações, uma série de ‘pedidos’ foram feitos ao prefeito.
Alguns argumentos não sensibilizaram o alcaide, enquanto outros, bem mais robustos, foram aceitos. Isso quer dizer que o Diário Oficial Eletrônico do Município volta a trabalhar nesta quinta-feira (16), com mais intensidade, revertendo os atos tomados pelo prefeito ontem.
Em política, dizem os entendidos, não há quem resista a determinadas conversas.
Leia mais no Cia da Notícia.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Nascimento foi um dos coordenadores da campanha de Azevedo, mas não escapou às disputas internas no governo

Às 44 exonerações de cargos de confiança determinadas nesta quarta-feira, 15, pelo prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo, pode se somar mais uma: a do secretário da Administração, Gilson Nascimento.
Fontes do Centro Administrativo Firmino Alves informam que as 44 dispensas foram definidas a dedo pela secretária particular do prefeito, Joelma Santos, e por outro colaborador da estrita confiança de Azevedo, o Soldado Pinheiro. Gilson chegou a ser ouvido, talvez por um resto de deferência, mas sua opinião não foi levada em conta para decidir quem sairia e quem ficaria no governo.
O episódio ampliou o mal-estar que já existia entre o secretário e o prefeito. E há informações de que ele já saiu da Prefeitura ontem com o pedido de exoneração redigido. O Pimenta tentou, sem êxito, contato com Nascimento na manhã de hoje, para confirmar se o pedido já havia sido entregue ao prefeito.
Nos corredores da Prefeitura, a informação é de que o nome do substituto (ou melhor, substituta) de Gilson Nascimento já está definido: ao que tudo indica, será a secretária do prefeito, Joelma Santos.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Nelson Rodrigues inspirou desabafo de Edvaldo Brito

O jurista Edvaldo Brito, vice-prefeito de Salvador e candidato ao Senado pela coligação “A Bahia tem pressa”, recorreu a Nelson Rodrigues para explicar o apoio do senador João Durval Carneiro ao grupo do governador Jaques Wagner (PT).
“É a vida como ela é, mas a história permitirá o julgamento do caráter dos homens”, afirmou o jurista, após atestar que Durval “está apoiando seus históricos adversários”.
Brito não deixou de lembrar sua aliança com o filho do senador, João Henrique, em Salvador, nas eleições municipais de 2008. “Associei-me a João Henrique Carneiro quando ele estava com 67% de rejeição e apenas 7% de aprovação”, passou na cara o velho jurista.
A política, assim como o amor, também é feita de decepções…

Tempo de leitura: < 1 minuto

A se confirmarem os rumores sobre documentos “cabeludos” em posse do ex-chefe do setor de Recursos Humanos da Câmara de Vereadores de Itabuna, Kleber Ferreira, realmente o legislativo municipal irá desmontar e poucas peças restarão em pé.
O que não pode é Ferreira manter a bomba guardada, sem detoná-la de uma vez por todas. Se o ilustre portador do explosivo quer fazer a coisa certa, basta revelar o que sabe. O ex-chefe do RH da Câmara inclusive já deu entrevista em jornal, limitando-se a comentar que naquela casa “apenas” foram cometidos “excessos”. Não contou como, onde nem quanto  a atual Mesa Diretora e seus acólitos se excederam (ou, em português claro, até onde foram além do que deveriam).
Em suma, Ferreira não disse absolutamente nada, constrastando com a condição de quem supostamente sabe muito. Só precisa soltar a bomba, ou o verbo, sob pena de deixar claro que não está interessado em esclarecer a rapinagem ocorrida no legislativo municipal, mas tão somente em amedrontar os eventuais envolvidos para salvar a própria pele.
Nesse caso, o homem da nitroglicerina se beneficiaria do excesso de telhados de vidro existentes na Câmara. E, se até os membros da Comissão Especial de Inquérito ficarem com medo de estilhaços, o que o ex-chefe do RH vai fazer? Desativar a bomba para sempre ou falar que estava apenas de brincadeira e o que tinha era só um traque?
Vai ser difícil convencer.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O secretário da Administração de Itabuna, Gilson Nascimento, negou que esteja saindo do governo, embora fontes do próprio centro administrativo sustentem que as relações entre ele e o prefeito Capitão Azevedo tenham se estremecido nos últimos dias. E o motivo são realmente divergências entre Nascimento e o secretário da Fazenda, Carlos Burgos.
Quem acompanha a briga de perto assegura que a negativa do titular da Administração é somente uma maneira de evitar que a roupa suja seja lavada fora das dependências da Prefeitura.

Tempo de leitura: 2 minutos

Marco Wense
A eleição de Jaques Wagner para o Palácio de Ondina, derrotando o governador Paulo Souto, candidato à reeleição pelo então Partido da Frente Liberal, o “saudoso” PFL, provocou uma reviravolta no cenário político.
Muitos prefeitos, carlistas de carteirinha, viraram Wagner desde criancinha. Alguns, no maior cinismo do mundo, disseram até que votaram no petista, que terminou liquidando a fatura logo no primeiro turno.
Com a vitória de Wagner, o PT pós-eleição só não ficou abarrotado de chefes de Executivo porque é o PT. Se abrisse a porta para qualquer um, o petismo estaria inchado, desfigurado e deformado.
Com receio de passar por um inevitável constrangimento, recebendo um “não” avermelhado como resposta para um pedido de filiação, os alcaides, de olho na sobrevivência política, procuraram o PMDB de Geddel Vieira Lima.
No PMDB, os gestores públicos estariam bem próximos do candidato eleito, já que a legenda, além de ter um peemedebista como vice-governador, seria contemplada com importantes cargos no primeiro escalão.
O PFL, atrás de uma nova roupagem, se transformou no DEM. Hoje, os democratas dão graças a Deus que ainda controlam 44 prefeituras. O PMDB, por sua vez, diz que comanda 116 Centros Administrativos.
Ao romper com o governador Wagner, o ex-ministro Geddel começa a sentir na própria pele o pragmatismo inerente ao peemedebismo. A debandada de prefeitos do PMDB para a campanha do candidato do PT é cada vez mais intensa e escancarada.
O ex-conselheiro do TCM, Otto Alencar, candidato a vice-governador na chapa da reeleição, com o intuito de jogar mais lenha na fogueira da infidelidade partidária, acredita ter arregimentado 100 prefeitos para Wagner.
É evidente que a debandada para o lado de Wagner não é porque sua barba é branquinha como a de Papai Noel. Toda essa corrida em direção ao petista é fruto da possibilidade de uma vitória no primeiro round.
Uma coisa é certa: o pragmatismo do PMDB continua fazendo bons alunos. O feitiço vira contra o feiticeiro. A criatura contra o criador. Ninguém quer ficar de fora das benesses do poder.
PÉSSIMO EXEMPLO
George Gurgel apoia a decisão do Partido Popular Socialista de Ilhéus (PPS) de colocar a legenda a serviço de Augusto Castro, candidato do PSDB a deputado estadual.
Se Gurgel fosse um simples filiado do PPS, tudo passaria despercebido. Ninguém, muito menos a imprensa, especificamente os analistas políticos, estaria comentando sobre um tal de Gurgel e sua preferência política.
O Gurgel, no entanto, não é, digamos, um Gurgel qualquer. Um simples filiado do PPS. O Gurgel é o presidente estadual da legenda. É a maior autoridade do PPS na Bahia.
Mas o Gurgel, dando uma explícita demonstração de que outros interesses estão acima do PPS, resolveu ficar do lado do diretório municipal em detrimento do ex-vereador César Brandão, candidato do partido ao parlamento.
Um presidente que detona uma candidatura do próprio partido e empurra a legenda para apoiar um candidato de outra agremiação partidária é “persona non grata”. Não tem mais condições de presidir o PPS.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Coluna Painel (Folha de S. Paulo):
Das sete capitais pesquisadas pelo Datafolha, foi em Belo Horizonte que José Serra (PSDB) registrou sua maior queda: sete pontos. Recuou cinco em Curitiba, reduto tucano, e dois em São Paulo, da qual foi prefeito entre 2005 e 2006. No que diz respeito aos Estados, a sangria em Minas, de cinco pontos, ficou atrás apenas da registrada no Distrito Federal.
Desde a semana passada, as campanhas de Aécio Neves ao Senado e de Antonio Anastasia ao governo mineiro têm em mãos uma fita com depoimento de Serra, que reivindica aparecer no horário de propaganda dos correligionários. Segundo Aécio, o material será usado “no decorrer da próxima semana”.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Impedido pela regra do sigilo, o relator da Comissão Especial de Inquérito que apura um suposto esquema de desvio de recursos na Câmara de Vereadores de Itabuna, Claudevane Leite (PT), não revelou o conteúdo do depoimento do presidente da casa, Clóvis Loiola (PPS).
O presidente falou hoje à CEI e acredita-se que seu testemunho, a confirmar denúncias feitas anteriormente, é também auto-acusatório. Como autorizava todos os processos de pagamento e assinava os contratos da Câmara, Loiola também deverá ser indiciado caso as falcatruas sejam confirmadas.
Embora não tenha dado sequer uma pista sobre a oitiva de Loiola, Claudevane Leite deixou escapar que o presidente poderá ser convocado pela CEI em outra oportunidade. No início da próxima semana, os membros da comissão se reúnem para fechar um calendário de depoimentos.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Dava para acreditar na união desse balaio de gatos?
Dava para perceber que aquela colcha de retalhos feita para garantir maioria à oposição itabunense na Câmara não resistiria ao tempo. A costura era fraca, as peças não se ajustavam direito, o rompimento era inevitável.
Os “gatos mestres” que articularam a maioria oposicionista até imitaram a Polícia Federal e deram nome à sua operação: “Xeque Mate” (no governo). De mãos dadas, os mosqueteiros – que nessa história eram sete – posaram para foto, no mais puro estilo “um por todos e todos por um”.
O tempo passou e a colcha de retalhos, que já era mal-costurada, encurtou até rasgar. Mas cada um continua brigando pelo seu pedaço e agora é “salve-se quem puder”. O adversário livrou-se do xeque (que não era mate) e cerca os velhos gatos mestres, que mais parecem felinos em um balaio.
Tudo que não se quer é que esse jogo termine num decepcionante empate.

Tempo de leitura: 2 minutos

Paulo de Freitas
Lembra-me sempre um espirituoso amigo, daqueles que afirma perder o amigo, mas não perder a piada, que a verdade é algo deveras importante para ser dita a todo o momento e por qualquer um. Se assim ocorresse, ela – a verdade -, não teria valor algum.
Sou obrigado a reconhecer que a máxima, quando transportada para certo microcosmo da realidade social, sobretudo em época de Comissão Especial de Inquérito (CEI) vivida pela nossa Câmara Municipal e de campanha eleitoral majoritária, parece ser cada vez mais correta.
Não me tomem, senhores leitores, por puritano, cabeçudo, intransigente ou qualquer outro adjetivo dos que se atribuem a alguém quando querem lhe diminuir ou arrefecer as convicções. Afinal, quem nunca contou uma mentira? Mesmo que “inocente”, como dizem por aí.
Leia Mais

Tempo de leitura: < 1 minuto

Há um bom tempo a Prefeitura de Itabuna vem atrasando os pagamentos às rádios locais, que recebem pela divulgação de matérias do governo. Em função da impontualidade, duas das três emissoras já tinham proibido a veiculação do material oficial, bem como a participação de representantes da Prefeitura em entrevistas.
A única que ainda abria espaço para o governo era a Difusora,  mas Joelma Teles, diretora da rádio, pôs fim à cortesia. Segundo informações, o débito ultrapassa R$ 50 mil e, agora, ou Azevedo paga ou nada de microfone.
A ordem é abrangente e, segundo a diretora, até mesmo “alô” para gente do governo está vedado. Não é demais lembrar que a Rádio Difusora pertence ao ex-prefeito Fernando Gomes, padrinho político do Capitão.