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O prefeito de Ilhéus anunciou na manhã desta sexta-feira, 22, que a Secretaria Municipal da Saúde se encontra sob investigação. Newton Lima reconheceu, durante entrevista ao Tabuleiro (Rádio Conquista FM), que desde o início de seu governo enxerga a Saúde como um setor “problemático” e acrescentou que está apurando desvios, evidenciados a partir de documentos dos quais tomou conhecimento recentemente.
Lima não falou abertamente, mas um “passarinho” contou ao Pimenta que a investigação teria a ver com um email enviado por um funcionário da Secretaria, orientando terceiro sobre como direcionar um processo licitatório.
Na entrevista, o prefeito elogiou bastante o trabalho do atual secretário, o médico Antônio Carlos Rabat. Este, por sua vez, já deixou clara a sua disposição de abandonar a pasta, o que deverá ocorrer após o segundo turno das eleições.
Rabat declarou que não está preparado para negligenciar sua profissão de médico, mas se sabe que o volume de problemas e desvios existentes na Secretaria da Saúde seriam o verdadeiro motivo de seu desejo de sair.

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Permanece forte o clima de especulações em torno da Secretaria da Saúde de Ilhéus, já que o titular da pasta, o médico Antônio Carlos Rabat, estaria disposto a pedir o boné. Entre os nomes cogitados para substitui-lo, acaba de se somar o do vereador Paulo Roberto Carqueija, que possui alguma experiência… Como comerciante do ramo de materiais de construção.
Ajudando a aquecer a temperatura dos boatos, Carqueija desapareceu da Câmara Municipal, após entregar um pedido de licença médica. Seu lugar no legislativo já foi rapidamente ocupado pelo suplente Almério Marques Magalhães, também do PT.
No efervescente Cafezinho do Teatro, a piada do dia era a de que a saúde pública em Ilhéus não será tratada com remédios alopáticos. Agora o tratamento será à base de chá de “carqueija”.

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O governo de Ilhéus diz ter recebido somente nesta terça-feira, 19, o repasse federal para o pagamento dos salários dos servidores das Unidades Básicas de Saúde e do Programa de Saúde da Família. Com isso, a promessa é de que a pendência com os funcionários seja regularizada nesta quarta.
A expectativa do governo é de que, com o pagamento, os serviços na rede de atenção básica sejam imediatamente normalizados. Pelo menos seis unidades deixaram de funcionar nesta terça-feira.

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O biomédico – e não bioquímico, como este blog postou mais cedo – Alexandre Simões diz ter tomado como surpresa a disposição do secretário da Saúde de Ilhéus, Antônio Carlos Rabat, de deixar o cargo. Ao mesmo tempo, Simões nega a existência de qualquer negociação para que ele venha a substituir Rabat.
“Entendo que boatos como este não contribuem para a pacificação necessária a um governo depositário da esperança maciça da população da nossa querida Ilhéus”, criticou Simões.
O biomédico ainda afirmou considerar a possível saída de Rabat como “um fato triste para a saúde pública ilheense” e que, “caso se confirme sua posição”, torce para que “o prefeito Newton Lima e o Partido dos Trabalhadores consigam demovê-lo desse ímpeto”.
O nome de Alexandre Simões como um dos candidatos a substituir Antônio Carlos Rabat vem sendo insistente repetido pela imprensa ilheense e a possibilidade chegou a ser confirmada a este blog por um alto membro do governo municipal. Outra possível indicação seria a do médico José Alcides, caso prevaleça o desejo do PSB.

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O secretário da Saúde de Ilhéus, Antônio Carlos Rabat, já arrumou as gavetas. Ao grande público, o médico reclama de dificuldades para conciliar sua profissão às atribuições de gestor do setor mais complicado da administração pública ilheense… E talvez de qualquer administração pública.
Houve atraso no pagamento dos servidores da saúde e as unidades básicas estão fechadas. A população que procura atendimento se encontra “ao deus dará” e Rabat se acha sem condições de resolver o problema.
Nesta segunda-feira, 18, no programa Alerta Geral (Gil Gomes/Rádio Santa Cruz), Rabat se queixou de problemas com o cronograma dos repasses federais. Mas este não seria o verdadeiro motivador da saída e fala-se que um grupo de boca grande e costas largas se alojou na Secretaria da Saúde de Ilhéus, tornando a vida do secretário um inferno.
Nomes que pleiteiam a condução da barca já se apresentaram: um deles é o médico José Alcides, indicação do PSB; o outro é o bioquímico Alexandre Simões, filho do diretor do Cerimonial do governador Jaques Wagner, Nelson Simões. Este naturalmente indicado pelo PT.

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Esqueça o passado. Esqueça o Capitão Azevedo (DEM) que esbravejava contra a estadualização do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem).
O prefeito de Itabuna recebeu visita discretíssima de emissário do governo baiano e já admite, sim, transferir a gestão do Hospital de Base para o estado.
Maior unidade médico-hospitalar pública do sul da Bahia, o Hblem vive a sua mais séria crise e acumula dívida superior a R$ 30 milhões. Fornecedores têm se negado a supri-lo, tamanho o calote sofrido.
O sucateamento de sua estrutura – aliado ao cofre cada vez mais vazio – é apontado como causador de dezenas de mortes a cada mês. A estadualização é vista pelo governo baiano como única saída para dotá-lo de equipamentos e reverter o quadro num espaço de 60 a 90 dias.
O hospital só produz algo como R$ 600 mil em procedimentos pelo SUS, mas o estado tem feito repasse 150% superior ao faturado (R$ 1,5 milhão).

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Mais um exemplo do descalabro administrativo em Buerarema, no sul da Bahia. O Hospital Nossa Senhora Santana fechou as portas nesta sexta-feira, 15, e a direção orientou que os quase dez pacientes internados procurassem hospitais de Itabuna para continuar tratamento. O hospital é privado, mas era mantido com repasses do SUS e da prefeitura de Buerarema.
O curioso é que as portas da unidade foram fechadas dias depois do prefeito Mardes Monteiro retornar ao cargo. Ele é um dos três sócios do Hospital Nossa Senhora Santana, o único do município.

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Geraldo quer definição sobre Hblem.

O deputado federal reeleito Geraldo Simões (PT) disse que não poupará esforços para reverter a situação (“calamitosa”) do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem).
Geraldo conversou com o secretário estadual da Saúde, Jorge Solla, e acredita na estadualização como a melhor saída para reverter, “urgentemente”, o quadro do Hblem. Faltam medicamentos e cirurgias eletivas não estão sendo realizadas há dois meses, conforme levantamentos.
Tendo em vista às resistências do governo municipal em aceitar a proposta, o deputado defende a realização de uma espécie de conferência – aberta a toda a sociedade – para que se defina o futuro do hospital (se estadualização ou até mesmo uma gestão compartilhada, por exemplo).
– O Conselho Municipal  [de Saúde] já opinou favoravelmente à estadualização. Se a prefeitura resiste à ideia, mas não garante a melhora do serviço público, a sociedade poderá definir o que é melhor para ela.
Conforme dados repassados pela Sesab, o Estado repassa 150% a mais do que deveria para o Hospital de Base, mensalmente. O hospital só fatura R$ 600 mil, mensalmente, mas o estado repassa R$ 1,5 milhão.
Mudar o gerenciamento garantiria maior aporte de recursos do governo baiano no hospital, sustenta Geraldo. Sob a sua gestão, o Estado poderia contratar em regime de urgência equipamentos para substituir os existentes, sucateados, ou comprar aqueles necessários. “Nem tomógrafo há no principal hospital público do sul da Bahia”.
A situação do Hblem tem levado pacientes a procurar outros municípios e Itabuna a perder a condição de polo de saúde do interior baiano. A situação, reforça Geraldo, é insustentável e o município precisa definir o que quer: se continuar no caos ou aderir a um sistema que tem dado certo em outras cidades, a exemplo de Ilhéus. “Vamos reunir todas as informações necessárias para que possamos encontrar uma saída urgente”.

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Um dos cargos mais cobiçados em Ilhéus neste período pós-eleitoral é a 6ª Diretoria Regional de Saúde (Dires), atualmente conduzida pela enfermeira Sonilda Melo. Por se tratar de um posto comissionado, é previsível a alternância em função do novo momento político.
Mas no caso da gestora da 6ª Dires, há um componente a mais: apesar de se encontrar  num cargo cuja indicação compete a um governo petista, Sonilda Melo fez campanha aberta e declarada para a família Souto: no caso, Paulo (candidato ao governo, derrotado) e o filho, Fábio (reeleito para a Câmara Federal).
Na cúpula da Secretaria da Saúde da Bahia, a gestora já é vista como um “estranho no ninho”.

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Tema que se tornou recorrente nesta campanha pela sucessão presidencial, o aborto mata uma mulher a cada dois dias no Brasil, de acordo com dados do Sistema Único de Saúde (SUS). Matéria publicada na edição deste domingo do jornal O Globo, destaca ainda que uma gravidez é interrompida a cada 33 segundos no país.
A abordagem do assunto nos programas eleitorais é vista como equivocada pela pesquisadora Paula Viana, do grupo Curumim. Segundo ela, “o debate não deveria tratar de quem é contra e quem é a favor, mas de como é possível resolver um problema de saúde pública”.
A pesquisadora observa ainda que “mulheres de todas as classes sociais, idades, escolaridades e religiões abortam” e que “muitas acabam no serviço público de saúde, onde são negligenciadas, julgadas e condenadas”.
Segundo estimativas de médicos, para cada caso de aborto que chega ao hospital, outros quatro ocorrem às escondidas, de maneira clandestina. Não é à toa que, em 2009, 183,6 mil  mulheres que fizeram aborto sofreram complicações.

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Discretamente, a Prefeitura de Itabuna realizou uma mudança na direção médica do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães. Segundo o site Cia da Notícia, saiu Adilson Ribeiro para dar lugar a José Carlos Mastique.
O governo municipal não explicou as razões da substituição, mas é certo que ela não ataca os maiores problemas do Hblem, que são a gestão administrativa e a falta de recursos. Aliás, a primeira é tão escandalosamente ruim (para dizer o mínimo) que agrava os sintomas do caixa deficitário.

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Conselheiros de saúde de dez municípios do sul da Bahia participam, hoje e nesta sexta-feira, 8, na Unime, em Itabuna, do segundo módulo do treinamento do Mobiliza/SUS. O objetivo é fortalecer a gestão democrática e participativa do SUS no Estado.
O treinamento é realizado pela 7ª Dires, juntamente com a Diretoria de Gestão da Educação e do Trabalho na Saúde (Degets), instâncias vinculadas à Secretaria de Saúde do Estado. Os participantes deste módulo representam os municípios de Almadina, Buerarema, Barro Preto, Coaraci, Floresta Azul, Ibicaraí, Itabuna, Itajuípe, Itapé e São José da Vitória.
Numa segunda etapa, programada para os dias 17 e 18 de outubro, serão capacitados os conselheiros dos municípios de Aurelino Leal, Camacan, Gongogi, Ibirapitanga, Itapitanga, Itaju do Colônia, Jussari, Pau Brasil, Santa Cruz da Vitória, Ubaitaba e Ubatã.

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A OAB-Itabuna enviou ofício ao governo estadual cobrando informações sobre os repasses feitos ao Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab).
A entidade observa desequilíbrio entre o que é repassado para o hospital de Itabuna (R$ 1,5 milhão/mês) e os valores destinados mensalmente ao Hospital Geral Luiz Viana Filho (média de R$ 3 milhões).
A OAB-Itabuna também deverá questionar o prefeito Capitão Azevedo (DEM), pois o Hblem é de responsabilidade do município, mas a prefeitura há muito tempo vem dando sucessivos calotes no hospital.
O prefeito até rebaixou o valor que deveria ser repassado mensalmente pelo município, de R$ 300 mil para R$ 200 mil. O presidente da OAB-Itabuna, Andirlei Nascimento, vai cobrar o capitão…

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Não basta pedir a plena, tem que investigar

Direto do Trombone, o advogado e escritor Adylson Machado anota a nova postura das lojas maçônicas de Itabuna, que estão fazendo barulho em defesa do retorno à gestão plena da saúde pelo município (confira).
Registra o escriba que, no passado, “a práxis da filosofia maçônica se expressava pela silenciosa atuação”. Ou seja, os tempos mudaram também para os homens de preto, que descobriram as virtudes da propaganda e já atacam até de outdoor.
Bem, se tudo muda, por que não a maçonaria? Mas o atilado articulista sugere que o respeitável movimento amplie seu alcance. Em vez de pedir apenas o retorno da plena, deveria também solicitar uma investigação rigorosa das malandragens e falcatruas que levaram à perda da referida gestão.
Aí sim…