Com problemas na canalização de gás e deterioração de diversos equipamentos, a cozinha do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, pode fechar as portas. A produção já foi reduzida a 50% e as refeições deixaram de ser oferecidas aos funcionários, o que gera protestos do Sindicato dos Servidores Municipais de Itabuna (Sindserv).
De acordo com o Sindserv, como foram proibidos de almoçar no hospital, os funcionários têm que fazer suas refeições em casa e a consequência imediata foi a redução da jornada de trabalho para seis horas diárias. Representantes da entidade afirmam que essa situação compromete ainda mais o funcionamento do hospital.
O mais preocupante é que esse sucateamento está atingindo outros setores do hospital, como já ocorreu com a lavanderia, que chegou ao ponto de ser desativada. Hoje, o serviço – que antes era realizado no próprio Hblem – passou a ser prestado por uma empresa de Ilhéus, ao custo mensal de R$ 20 mil.












A subseção da OAB em Itabuna promoverá uma ação de conscientização sobre as formas de contágio da Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, bem como o combate ao preconceito aos portadores do vírus HIV. 

Com o médico Jorge Arouca, que toma posse nesta segunda-feira, 22, a Secretaria da Saúde de Ilhéus completa um time de futebol, considerando os 11 “jogadores” convocados para assumir a pasta na era Valderico Reis / Newton Lima. Abaixo a escalação:





