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Só com a chegada do PT essas duas cidades e nossa região passaram a ser tratadas com prioridade. Lula e Dilma trouxeram a ferrovia, Porto Sul, Gasoduto, Universidade Federal, Escolas Técnicas.

 

Geraldo Simões

O grupo do candidato ACM Neto governou a Bahia por 40 anos, período em que sempre estiveram alinhados ao governo federal. Itabuna, Ilhéus e a região foram tratadas com profundo desprezo.

Só com a chegada do PT essas duas cidades e nossa região passaram a ser tratadas com prioridade. Lula e Dilma trouxeram a ferrovia, Porto Sul, Gasoduto, Universidade Federal, Escolas Técnicas.

Wagner e Rui trouxeram investimentos que geram desenvolvimento na região. Itabuna recebeu a barragem do Rio Colônia, Teatro Candinha Doria, Policlínica, Escola de tempo integral, estádio amador, duplicação da Ilhéus – Itabuna.

A cidade irmã foi beneficiada com o Hospital Costa do Cacau, duas UPAs, Policlínica, urbanização e duplicação da orla Sul, Hospital Materno Infantil, Ponte Estaiada, saneamento em toda zona sul.

Então, para essas duas cidades e a região continuarem sendo tratadas como prioridades, vamos eleger Lula 13, Jeronimo 13 e Otto 555.

Geraldo Simões é servidor público federal, ex-prefeito de Itabuna e ex-deputado federal e estadual.

Caboco Alencar suspendeu as aulas e retorna no pós-eleições || Foto Walmir Rosário
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Um dos alunos repetentes do ABC da Noite, Daniel Thame, se deu por satisfeito e disse que, felizmente, do males o menor, pois dessa vez é por pouco tempo.

 

Walmir Rosário

Do presidente da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., (Alambique), o jornalista Daniel Thame, recebo a fatídica informação. Foi difícil acreditar, mas constatei que era verdade. Após a reabertura do ABC da Noite, recebida com festa em grandioso estilo, a diretoria resolveu dar mais um tempo e cerrar suas duas portas até passar as eleições de 2 de outubro.

A notícia pegou todos de surpresa, já que o professor Caboclo Alencar e sua inseparável companheira, dona Neusa, deliberaram, em sessão extraordinária, a suspensão da prestação dos serviços etílicos na sua sede, no Beco do Fuxico. Mas como não existe nada ruim que não possa piorar, como garante em sua tese o tal de Murphy, num conceito que se transformou em lei sem que fosse aprovada por parlamento algum.

Esse já é o segundo choque sentido pelos boêmios itabunenses, que ficaram órfãos das deliciosas batidas do Caboclo Alencar durante esses anos em que a pandemia resolveu assolar o Brasil e o mundo. A primeira decepção sentida foi a drástica redução nos dias de funcionamento, que caiu do tradicional segunda a sábado, em dois expedientes, e que passaria apenas aos sábados.

Pois bem, se não bastassem os torturantes 30 meses em que esteve fechado, o primeiro decreto editado pelo Caboclo Alencar e dona Neusa, restringiu a abertura, em desconformidade à placa de bronze afixada na parede proclama os horários de abertura e fechamento do régio expediente: De segunda a sexta-feira: das 11 às 12h30min e das 17 às 19 horas; aos sábados, das 11 às 12h30min; sem expediente aos domingos.

Agora, conforme acertado, o horário de sábado foi ampliado em duas horas, mas nada que compense os dois expedientes diários no decorrer das segundas às sextas-feiras, quando centenas de repetentes e aderentes se reuniram no ponto mais tradicional do Beco do Fuxico, em Itabuna. Nos dias removidos da tabela de funcionamento, que os alunos busquem novas escolas próximas para continuar os estudos etílicos.

Um dos alunos repetentes do ABC da Noite, Daniel Thame, se deu por satisfeito e disse que, felizmente, do males o menor, pois dessa vez é por pouco tempo. Além do mais, fez questão de ressaltar que o ABC da Noite volta a funcionar após as eleições, sempre aos sábados. A finalidade seria preservar o espaço mais democrático de Itabuna, onde o que deve prevalecer são os sabores das magistrais batidas que só Alencar sabe fazer.

Na qualidade de aluno repetente de anos e anos, que nem dá para contar nos dedos, eu já disse por aqui que senti bastante não ter participado da cerimônia de reabertura do ABC da Noite, oportunidade para rever o Caboclo Alencar, dona Neusa e o sem-número de colegas e amigos. E esse reencontro seria regado às maravilhosas batidas recém-saídas da linha de produção, com preferência para o sabor gengibre.

Ausente estava, como acabei de citar, portanto não presenciei a festa de reabertura, o que sei por ouvir dizer dos colegas presentes, embora como repórter deveria ter ido mais a fundo nas informações, checando o contraditório, o que não fiz. Só me resta penitenciar e faço questão de pedir a devida vênia e o costumeiro perdão, por não ter ido a fundo das questões temporãs e que devem prevalecer os princípios da democracia.

Com a sapiência do casal e a experiência do Caboclo Alencar nos 60 anos de funcionamento do ABC da Noite e os 91 anos de salutar existência, mesmo contrariado pelo fechamento, comemoro a decisão, por demais acertada. Sei, por convivência, e não por ouvir dizer, que o bar é uma extensão do lar (não ligue para a chula trova), ambiente onde todos discutem e mesmo que não cheguem a qualquer conclusão se abraçam na despedida.

Chocado fiquei pelo decreto do novo fechamento – temporário, como quer o confrade Daniel Thame –, por ter me deslocado de Canavieiras a Itabuna, para conhecer o ABC da Noite pós pandemia. Dei com a cara na porta, fechada, como reclamou anos passados o também saudoso aluno repetente Tyrone Perrucho, a aparecer num dia em que o Caboclo resolveu não dar expediente por 30 dias.

Irei me redimir da falta da Confraria d’O Berimbau, sábado passado no MC Vita, e prometerei comparecer noutra efeméride de reabertura assim que passar as eleições. Como sempre, prometo me comportar como um frequentador de botequim bom de debate, discutindo com os parceiros da mesma mesa e me intrometendo nas outras, como manda o manual de boas maneiras de um aluno repetente do ABC da Noite.

E sob as bênçãos do Caboclo e dona Neusa.

Walmir Rosário é radialista, jornalista, advogado e aluno “repetente” do ABC da Noite.

Canteiro de obras do Porto Sul, em Ilhéus || Foto Divulgação
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“Esses empreendimentos e obras podem ser a redenção para a região reconfigurar a sua inserção internacional, prover mais competitividade aos agentes econômicos daqui e atenuar a miséria e desigualdade crônicas que assolam a região”.

Henrique Campos de Oliveira || henrique.oliveira@ecossistemaanima.com.br

Como discutido na última coluna, a infraestrutura disponível para integração física internacional do sul da Bahia é defasada e desintegrada. O Porto do Malhado foi inaugurado já em descompasso com as tecnologias vigentes da época, não precisou de uma década sequer, desde o início de suas operações, para se tornar ocioso. Tal como o Porto de Salvador atualmente, não tem conexão com ferrovia, isso desde a sua concepção pelo Governo da Ditadura Militar.

Assim, recuperamos a pergunta feita há 15 dias: como os atuais projetos e empreendimentos voltados à atividade da logística internacional superam esse atual padrão de conexão com o mundo na região?

A partir de 2007, iniciou-se discussão sobre a construção de um novo porto: o Porto Sul. A principal motivação para esse empreendimento, diferente dos demais portos construídos aqui, consiste em uma atividade exógena à região. Com o aumento da cotação do minério de ferro, que saiu de 20,00 para 120,00 dólares naquele ano, a exploração da mina em Caetité se tornou viável. Mas a produção não tinha como ser escoada.

A única malha ferroviária disponível, a Ferrovia Centro Atlântica (FCA), que passa próximo à região mineradora, é defasada, ainda com traçado sob o paradigma tecnológico de trens a vapor e tem a Vale, concorrente da empresa exploradora da mina de Caetité, como exploradora da ferrovia.

O Porto Sul surge como a solução para esse gargalo logístico. Todavia, diferentemente do contexto da construção do Porto do Malhado, a proposta, que tinha a ligação da mina com o nosso litoral, inicialmente, por dutos, sofreu forte contestação.

Na primeira audiência pública do Processo de Licenciamento, os grupos locais de contestação, munidos de estudos técnicos, rechaçaram a Ponta da Tulha como o local designado pelo primeiro estudo locacional apresentado na referida audiência, em 2009.

A partir daí, com um novo estudo, numa nova audiência pública em 2011, decorrente de um processo de maior barganha e negociação com lideranças locais, decidiu-se pela atual área, em Aritaguá, mais próxima da cidade e mais antropizada. Também alterou-se substancialmente as medidas de mitigação e compensação definidas pelo EIA/RIMA, após um processo de maior aproximação e oitiva das demandas das comunidades afetadas diretamente pela obra.

Além disso, os governos estadual e federal, na época, apresentaram obras adicionais, com relações mais próximas das atividades locais, tais como: Fiol; aeroporto internacional; duplicação da BR 415; e a nova ponte do Pontal. Noutra frente, foram assegurados recursos e apoio para a lavoura do cacau, produção do chocolate e o turismo ecológico.

A ponte foi inaugurada, a Fiol já tem o trecho que liga o local do porto em construção a Brumado, cidade vizinha a Caetité, e muito se avançou na agregação de valor das cadeias do cacau e do turismo. Houve até o recente alargamento da BR-415. No entanto, o aeroporto internacional ainda não saiu do papel, e a Fiol tem sua integridade comprometida, podendo se tornar uma estrada de ferro exclusiva para escoar minério.

Iremos tocar em cada um desses desafios nas próximas colunas. Repensar essas obras é vital para não repetirmos o erro da construção de obras com dispêndio volumoso de recursos públicos e forte impacto ambiental, tal como o Porto do Malhado, para que não se limitem ao simples escoamento de commodities.

Esses empreendimentos e obras podem ser a redenção para a região reconfigurar a sua inserção internacional, prover mais competitividade aos agentes econômicos daqui e atenuar a miséria e desigualdade crônicas que assolam a região.

Diferente do que experimentamos com a ditadura miliar, que deixou como legado essa precária infraestrutura disponível, o contexto democrático nos permite cobrar, seja por voto ou vias institucionais, que os erros do passado não se repitam no presente.

Henrique Campos de Oliveira é ibicariense, doutor em Ciências Sociais pela UFBA e professor do Mestrado em Direito, Governança e Políticas Públicas da Unifacs.

Acidente mata menina na zona rural de Ubatã || Fotomontagem Ubatã Notícias
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Um acidente de carro na tarde deste sábado (17), na zona rural de Ubatã, no sul da Bahia, deixou uma criança morta e outras duas feridas. A vítima que não resistiu aos ferimentos foi identificada como Maria Luiza dos Santos Maia, de 10 anos.

Maria Luiza, que morreu no local do acidente, estava num veículo Fiat Palio com outras cinco pessoas. Outras duas crianças, que não tiveram as suas idades informadas, foram levadas por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) para o Hospital Doutor César Monteiro Pirajá, em Ubatã.

Em estado grave, uma das crianças foi transferida para um hospital em Itabuna. Os passageiros adultos do veículo sofreram leves escoriações e estão fora de perigo. O motorista teria perdido o controle do veículo após uma colisão com uma pedra e capotar na estrada vicinal na região Dois Irmãos da Mata, que fica a cerca de 1 quilômetro do centro da cidade de Ubatã. Da Redação com informações do Ubatã Notícias.

Atayne comemora os resultados obtidos com o modelo de crédito rural || Foto Patrícia Cançado/Divulgação
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Lívia Cabral

Os resultados positivos colhidos após o primeiro ano de implantação do CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) Sustentável no Sul da Bahia vêm chamando a atenção da mídia em todo o país. Veículos de abrangência nacional como o programa Globo Rural, da TV Globo, os jornal Estadão e Valor Econômico, a revista Globo Rural On-line e o site especializado Capital Reset destacaram o incremento de quase 40% na renda dos pequenos agricultores que já acessaram o crédito, além da taxa de inadimplência próxima a zero e incentivo a práticas sustentáveis na cadeia do cacau.

Modelo inédito no Brasil, o CRA Sustentável combina capital de mercado com filantropia e foi concebido em parceria pela ONG Tabôa, os institutos Arapyaú e humanize e o Grupo Gaia. Em sua primeira rodada, o CRA beneficiou 184 famílias – 578 pessoas – que trabalham com cacau associado a outros cultivos em sistema agroflorestal no Sul da Bahia, como a agricultora Atayne Santos, de 21 anos.

Nos quatro hectares no Assentamento Dois Riachões, município de Ibirapitanga, Atayne investiu o valor obtido através do CRA na produção de cacau, hortaliças, banana da terra e da prata, mandioca, cravo e na criação de galinhas. Ao todo, sua produção gerou 240% de aumento de renda no último ano. “A diversidade do que produzo no campo primeiro abastece a mesa da minha família, garantindo alimentação de qualidade”, explica a jovem. O excedente é comercializado e, assim, as produções de ciclo curto geram renda durante todo o ano, enquanto o cacau não fica pronto para venda.

Modelo de crédito foi destaque na edição do Estadão desta quinta-feira (15) || Reprodução

CRÉDITO E FORMAÇÃO

Boa parte dos que acessaram os recursos nunca havia tomado crédito antes. “O CRA não foi feito para substituir as políticas públicas de financiamento rural, mas, sim como uma demonstração de que é possível criar processos mais inclusivos e simplificados de acesso ao crédito e ao mesmo tempo garantir baixa inadimplência”, afirma Roberto Vilela, diretor-executivo da Tabôa, que oferece crédito e formação a pequenos empreendedores e agricultores, fortalecimento de organizações de base comunitária e apoio a projetos socioambientais.

O objetivo da criação do CRA Sustentável é justamente melhorar a qualidade de vida dos agricultores familiares por meio do aumento de renda e do incentivo à adoção de métodos de agricultura de baixo impacto ambiental, a exemplo das práticas agroecológicas. Para isso, a Tabôa oferece, junto com o crédito, assistência técnica especializada (1 técnico para cada 60 agricultores), que permite o acompanhamento próximo para o uso correto dos recursos.

Para acessar o crédito, os produtores se comprometeram a não ter trabalho infantil e a preservar áreas de proteção permanente, como beira de rios e córregos, encostas e nascentes. Todos os agricultores produzem o cacau no sistema cabruca, em que o fruto é cultivado à sombra das árvores, mantendo a Mata Atlântica em pé.

CABRUCA E CARBONO

Estudo recente, resultado de uma parceria entre Arapyaú, Dengo Chocolates, World Resources Institute (WRI) e Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), mostrou que a cabruca é capaz de estocar, em média, 66 toneladas de carbono por hectare. Além do estoque de carbono, as cabrucas contribuem para a manutenção da biodiversidade e a oferta de água.

Os excelentes resultados da primeira etapa do CRA Sustentável confirmam que a combinação de crédito e assistência técnica pode transformar a realidade da agricultura familiar, resultando em mais prosperidade e bem-estar com manutenção dos recursos naturais. “Esse resultado surpreendeu o mercado financeiro, demonstrando condições de atingir escala”, diz Roberto Vilela.

Jovem foi morto no ano passado em Dário Meira|| Foto Reprodução TV Santa Cruz
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O Tribunal do Júri condenou, nesta quinta-feira (15), José Neto de Oliveira Silva, a 16 anos de prisão em regime fechado. Os jurados concordaram com as provas apresentadas pelo Ministério Público da Bahia e puniram José Neto pelo assassinato de Kauan Silva de Jesus, de 18 anos. O crime foi em maio do ano passado.

De acordo com as investigações, José Neto de Oliveira matou o Kauan Silva com um tiro no peito, na praça do distrito de Planalto Íres, em Dário Meira. Conforme inquérito policial, o criminoso chegou ao local para matar outra pessoa, mas Kauan teria tentado acalmá-lo. A vítima estava acompanhada da namorada, que não foi atingida.

O julgamento foi no Fórum Doutor Virgílio de Paula Tourinho Neto, na cidade de Itagiba. Antes do início do julgamento, parentes e amigos de Kauan Silva protestaram no local onde o jovem foi assassinado. O condenado cumprirá pena em um conjunto penal da região.

Marcone, de camisa branca e no centro, com vereadores e o prefeito Léo da Capoeira
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O ex-jogador de futebol e candidato a deputado estadual Marcone Amaral (PSD) obteve o apoio de 10 dos 11 vereadores de Itajuípe, município que governo de 2017 até o março deste ano. O apoio foi sacramentado nesta semana, com a presença do prefeito Léo da Capoeira (PSD).

Os vereadores que apoiam a candidatura de Marcone por uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia são Ivan Jr. (PP), Lusiane da saúde (PSD), Mateus Mala (Podemos), Roninho de Vete (Podemos), Jó de Marabá (PSD), Raul Estrela (PSD), Gean de Vasconcelos (Podemos), Fábio Almeida (PP), Edmilson Borges (Podemos) e Klisma (PCdoB). Apenas Célia de Van Basten (PCdoB) não apoiará Marcone, pois já havia fechado apoio à candidatura de Edson Dantas (PDT).

O ex-prefeito e candidato a deputado estadual disse ter ficado muito feliz com o apoio conquistado no município que governou por mais de cinco anos. “É a demonstração de que estamos no caminho certo. Nosso trabalho em Itajuípe surtiu efeito”.

GESTÃO APROVADA

Marcone tem uma explicação para o apoio quase integral dos membros do legislativo. “Os nossos amigos vereadores vestiram a nossa camisa, porque sabem que o nosso projeto é o melhor para a região, pois fomos aprovados na gestão. Meu sentimento é de gratidão”, ressaltou o ex-prefeito.

Henrique C. Oliveira: "Lula exporta capacidade de gerar consensos"
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O sul da Bahia não saiu ileso desse processo. O projeto de uma ferrovia sobre a antiga estrada de chão que ligava o nosso litoral a Minas Gerais, passando por Vitória da Conquista, foi substituído pelo predomínio das rodovias.

Henrique Campos de Oliveira || henrique.oliveira@ecossistemaanima.com.br

O movimento pela inserção internacional do sul da Bahia como santuário da Mata Atlântica perpassa, invariavelmente, por sua conexão física com o mundo. Não adianta elucubrar sobre projetos e ações envolvendo a internacionalização de seus produtos e serviços, se não tivermos meios de transporte, principalmente, para prover competitividade e previsibilidade à nossa presença nos mercados nacionais e internacionais.

Como a história nos ajuda a (re)pensar as formas como viemos e aspiramos nos integrar?

Inicialmente, no final do século XIX, as sacas de cacau eram concentradas no leito do Rio Cachoeira, na altura do Banco da Vitória, e embarcadas em canoas até um trapiche no Malhado, de onde seguiam de navio para Salvador.

Com a expansão da exportação do cacau, veio a construção do primeiro porto de Ilhéus, no Pontal, com tentativas de construção datadas de 1909, com atuação protagonista de Antônio Berílio de Oliveira. Sob muita contestação de interesses ligados à capital baiana, sua conclusão só se deu em 1926.

Desde 1911, sob exploração da South Western Rail Way Company Limited, já existia a ferrovia que ligava Ilhéus a Uruçuca. Originalmente, o elo foi pensado para conectar o litoral ilheense a Vitória da Conquista.

Quando a indústria automobilística avança e as ferrovias trocam a maria-fumaça por locomotivas movidas a combustão, há uma inflexão na forma do transporte terrestre de carga, principalmente. Nesse contexto, ocorre uma mudança no planejamento e na implementação de políticas de transporte no país, com fortes impactos na nossa região. De 1930 a 1980, a malha ferroviária brasileira é substituída por rodovias.

Há uma convergência de fatores que nos ajudam a compreender esse fato. A transição da malha ferroviária para o novo paradigma tecnológico de combustão implicava em muito gasto, porque, além das locomotivas, essa substituição exigia que fossem alterados os traçados das estradas de ferro. Era preciso suprimir curvas fechadas e aclives acentuados para garantir segurança ao movimento da composição extensa dos comboios de vagões puxados por trens movidos a diesel.

Também avia pressão significativa da indústria automobilística para a construção de estradas que viabilizassem a comercialização de carros e caminhões. A construção de estradas era – e ainda é – mais barata do que a de ferrovias. Além do mais, o modal rodoviário atendia à necessidade estratégica de garantir a integração física nacional, ao dar mais flexibilidade ao transporte terrestre, permitindo operações porta a porta.

De Getúlio Vargas aos militares, a nossa matriz de transporte saiu de uma predominância ferroviária para rodoviária, na contramão do que ocorria nos países desenvolvidos de dimensão continental.

O sul da Bahia não saiu ileso desse processo. O projeto de uma ferrovia sobre a antiga estrada de chão que ligava o nosso litoral a Minas Gerais, passando por Vitória da Conquista, foi substituído pelo predomínio das rodovias.

Com isso, o porto do Pontal perdeu a sua integração ferroviária. Além do mais, Já no início dos anos 1940, o porte dos navios não condizia com a profundidade do canal entre a Praia do Cristo e o Morro de Pernambuco, hoje à sombra da ponte Jorge Amado.

Daí surgiu a ideia do Porto do Malhado, que entra em disputa com outra alternativa, a construção do Porto de Campinhos, na Baía de Camamu, próximo do refúgio turístico de Barra Grande. Esse porto seria usado como base para o envio de material para a construção de Brasília, via BR-030, sem pavimentação até hoje.

Para a sorte da conservação da fauna e flora da Baía de Camamu, nessa competição, sob forte influência de cacauicultores e políticos locais, os recursos do Banco Mundial foram destinados à construção Porto do Malhado.

O projeto original era construir, junto com o distrito industrial de Ilhéus e com as empresas transnacionais moageiras, o polo logístico e produtivo do cacau. Todavia, o porto inaugurado em 1972 já se mostrava defasado e ocioso em 1978, constituindo-se como mais um item da coleção de elefantes brancos do governo militar.

Ao longo do letárgico e conturbado processo de construção do novo porto, o cacau era transportado pelo serviço de alvengarias, chatas, entre o porto do Pontal e os navios atracados no mar aberto, diante da Avenida Soares Lopes. Acidentes eram comuns, com perdas significativas de carga. As exportações eram registradas por Salvador. As casas exportadoras da capital e aqueles que exploravam o serviço de alvengaria ganhavam, a região perdia.

O Porto do Malhado foi construído sem integração ferroviária e com um aparelhamento defasado, sem contar o impacto ambiental, que intensificou a erosão na orla norte de Ilhéus e o assoreamento da Praia da Avenida.

O mundo começava a usar contêineres para movimentar cargas. Assim fizeram as empresas de beneficiamento do cacau do também recente Distrito Industrial de Ilhéus. Os derivados simples das amêndoas de causa – manteiga, pasta, licor etc. – eram compartimentalizados em tuneis e transportados por contêineres, circulando por rodovias, até o escoamento portuário via Salvador e Santos.

Para completar esse cenário, em paralelo à infraestrutura de transporte terrestre e marítima, o aeroporto de Ilhéus foi construído para receber aviões da década de 1940 e não recebeu melhorias capazes de adaptá-lo à evolução das aeronaves.

As decisões políticas e econômicas que orientaram a trajetória resumida acima impõem os seguintes questionamentos. Aprendemos com as lições do passado? A construção do Porto Sul e da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) confere ao sul da Bahia a superação do perfil defasado e limitado da sua integração física com o mundo?

Pretendo discutir essas questões na próxima coluna, ao comparar esses projetos com o que já vivenciamos, tendo como horizonte a centralidade da conservação da Mata Atlântica e a ruptura com a repetição de padrões do planejamento espacial da nossa região. Desde já, agradeço pelas eventuais comentários ou provocações dos leitores e leitoras.

Henrique Campos de Oliveira é ibicariense, doutor em Ciências Sociais pela UFBA e professor do Mestrado em Direito, Governança e Políticas Públicas da Unifacs.

Baiano Bremer é destaque no futebol italiano|| Foto redes sociais
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Nascido em março de 1997 em Itapitanga, no sul da Bahia, o zagueiro Gleison Bremer, que atualmente joga na Juventus, na Itália, foi um dos 26 convocados pelo técnico Tite para os amistosos da Seleção Brasileira contra Gana e Tunísia. As partidas serão disputadas na França no final deste mês.

Esta é a primeira vez que Bremer é convocado para a Seleção. Com 25 anos, o defensor é um dos destaques da Juventus nesta temporada. O baiano já atua desde 2018 no futebol italiano. O zagueiro desembarcou na Europa para jogar pelo Torino, onde ficou até o julho, quando foi contratado por 41 milhões de euros (213 milhões de reais). Ele despertou interesse de outros grandes clubes da Itália, Inglaterra e França. E escolheu a Juventus.

Tite convocou, nesta sexta, jogadores para amistosos na França|| Foto Lucas Figueiredo/CBF

A transferência de Bremer ocorreu depois de ser eleito, na temporada passada, com a camisa do Torino, o melhor zagueiro do Campeonato Italiano. O atleta começou a carreira no interior de São Paulo, aos 17 anos, no Desportiva Brasil.

Em 2016, Bremer foi emprestado ao São Paulo, onde atuou pouco no time profissional. No ano seguinte, foi negociado com Atlético Mineiro por R$ 380 mil. Ele atuou 33 partidas pelo Galo. Em 2018, foi vendido por R$ 24 milhões para o Torino.

Bremer está entre os 26 convocados nesta sexta-feira (9), pelo treinador Tite para os amistosos dos dias 23 e 27 deste mês. O Brasil joga contra Gana no dia 23, no estádio Stade Océane, em Le Havre (FRA). Quatro dias depois, em Paris, a Seleção Brasileira enfrenta a Tunísia, no Parque dos Príncipes.

Veja abaixo a lista de convocados:

GOLEIROS

Alisson – Liverpool (ING)

Ederson – Manchester City (ING)

Weverton – Palmeiras

LATERAIS

Alex Sandro – Juventus (ITA)

Alex Telles – Sevilla (ESP)

Danilo – Juventus (ITA)

ZAGUEIROS

Bremer – Juventus (ITA)

Eder Militão – Real Madrid (ESP)

Ibañez – Roma (ITA)

Marquinhos – Paris Saint Germain (FRA)

Thiago Silva – Chelsea (ING)

MEIAS

Bruno Guimarães – Newcastle (ING)

Casemiro – Manchester United (ING)

Everton Ribeiro – Flamengo

Fabinho – Liverpool (ING)

Fred – Manchester United (ING)

Lucas Paquetá – West Ham United (ING)

ATACANTES

Antony – Manchester United (ING)

Roberto Firmino – Liverpool (ING)

Matheus Cunha – Atlético de Madrid (ESP)

Neymar Jr. – Paris Saint Germain (FRA)

Pedro – Flamengo

Raphinha – Barcelona (ESP)

Richarlison – Tottenham (ING)

Rodrygo – Real Madrid (ESP)

Vinicius Jr. – Real Madrid (ESP)

André foi assassinado na noite de quinta-feira (1º).
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A Polícia Civil busca imagens de câmeras de segurança para tentar identificar os homens que perseguiram e assassinaram, a tiros, na noite de quinta-feira (1º), no bairro Santa Helena, em Buerarema, no sul da Bahia, o motorista de transporte por aplicativo identificado como André Santos Carvalho, de 28 anos. O jovem era morador do bairro Califórnia, em Itabuna.

A polícia investiga várias hipóteses para o assassinato de André Santos. O latrocínio (roubo seguido de morte) está praticamente descartado porque o veículo, um Ford KA, placa PJD-7882, de Itabuna, foi deixado para trás. Testemunhas relataram que o motorista de aplicativo foi perseguido por homens que ocupavam outro veículo. Ao chegar ao bairro Santa Cruz, o carro teria sido interceptado pelos criminosos.

O motorista de transporte por aplicativo ainda tentou escapar, a pé, do cerco dos bandidos, mas foi perseguido e atingido com vários disparos. O corpo da vítima foi levado para o Departamento de Polícia Técnica em Itabuna (DPT). O veículo está no pátio do órgão. O crime é investigado pelo delegado Clodovil Soares.

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Unidades do SineBahia na região sul têm oferta de 72 vagas de emprego nesta primeira quinta-feira de setembro. Das vagas anunciadas, 59 são em Itabuna e 13 em Ilhéus.

Os interessados devem procurar o SineBahia até as 15h30min. O atendimento em Itabuna é feito no andar superior do Shopping Jequitibá, na Avenida Aziz Maron (Beira-Rio). Já em Ilhéus, a unidade funciona em frente à Praça Cairu, Centro.

O candidato deve levar carteiras de Identidade (RG) e de Trabalho, CPF e comprovantes de endereço, vacinação e escolaridade, além de certificados de curso na área. Clique em Leia Mais e confira todas as vagas disponíveis.

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Nesta segunda-feira (29), o SineBahia oferta total de 67 vagas de emprego e de estágio em Itabuna e em Jequié. A unidade itabunense divulgou total de 52 vagas para hoje, enquanto a de Jequié tem 15.

Os interessados podem procurar uma das unidades até as 15h30min, munidos de documentos como carteiras de Trabalho e de Identidade, CPF e comprovantes de vacinação, escolaridade e residência.

Recomendável levar certificação de cursos para a área desejada, caso possua. A unidade de Itabuna funciona no andar superior do Shopping Jequitibá, na Avenida Aziz Maron (Beira-Rio). A de Jequié, na Octávio Mangabeira, bairro Mandacaru. Clique em Leia Mais e confira todas as vagas.

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Uma programação especial marcou, nesta quinta-feira (25), os 20 anos de criação do Comando de Policiamento da Região Sul (CPRS) e o Dia do Soldado. O primeiro evento foi um culto ecumênico em agradecimento aos 20 anos do Comando Regional, celebrado, no auditório do CPRS, pelo pastor Pedro Chagas e pelo padre José Borges. A solenidade teve a presença de comandantes das unidades operacionais pertencentes ao Comando de Policiamento e a sociedade civil.

Houve a premiação dos primeiros colocados dos torneios de tênis, natação, xadrez, futebol, tiro por equipe e adventure race. Os torneios foram promovidos pelo CPRS, em julho e agosto deste ano, com o objetivo de integrar ainda mais a polícia militar e sociedade.

Durante cerimônia na área cívica do Comando de Policiamento, ontem à noite, foram agraciados com a medalha Valor de Tropa os policiais militares da corporação que tenham servido em unidades operacionais por período igual ou superior a 10 anos, além do título de Policial Padrão, referentes aos anos de 2020 e 2021.

De acordo com o coronel Vanderval Meneses Ramos, comandante do CPRS, “os policiais escolhidos por criteriosa votação representam o coletivo”. “Então, quando vemos policiais sendo homenageados é porque muitos outros contribuíram para aquilo, muitos outros se esforçaram para que um deles pudesse receber uma homenagem como esta”, afirmou o oficial da PM.

Centro de Triagem de Materiais Recicláveis em Itabuna está em fase final de construção
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Itacaré venceu a descrença, na tarde de quinta-feira (25), ao tornar-se marco em cuidado ambiental no sul da Bahia com a decretação do fim do lixão e projeto estruturado da cadeia envolvida na coleta, triagem e destinação final de resíduos sólidos. A cerimônia histórica começou no auditório do Ecoporan Hotel.

“A maior vitória disso tudo isso não é só o fechamento do lixão. Estamos dando local digno de trabalho para os catadores, com o Centro de Triagem e Econegócios, um local seguro e digno de moradia, construindo 25 casas para essas famílias e capacitando essas pessoas para gerar maior renda reciclando o lixo. Nossa maior vitória tem sido cuidar dessas pessoas”, disse o prefeito Antônio Mário Damasceno, Tonho de Anízio (PT).

Para o ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira, o projeto Lixão Nunca Mais é um dos maiores projetos que o país já presenciou por assegurar a preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável. “Ter um projeto dessa magnitude concretizado, é de extrema importância. Isso é um avanço significativo na questão ambiental e social, é, na verdade, a realização de um sonho coletivo”, disse o ministro.

Para o presidente da Associação Vitória, Emerson (Binho), Deus tem usado o prefeito Antônio de Anízio e as Secretarias para realizar este trabalho. Ainda segundo ele, a esperança era que iria morrer no lixão. “No início, eu não acreditava. Pensei que seria mais uma grande mentira, mas hoje eu posso ver o sonho se tornar realidade”, disse Binho.

Tonho de Anízio inaugura transbordo e centro de triagem e negócios

UMA NOVA REALIDADE

Entre mau cheiro, chorume, ratos, porcos, urubus e insetos viviam os catadores que tiravam do lixão o seu sustento. Submetendo-se diariamente ao risco de doenças e sem usar equipamento de segurança, estavam ainda expostos a muitos tipos de contaminação e acidentes.

Desde o ano passado, a prefeitura, em parceria com o Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR) e a agência alemã de cooperação técnica GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH), com o apoio do Ministério Alemão do Meio Ambiente, Proteção da Natureza, Segurança Nuclear e Defesa do Consumidor (BMUV); vem realizando uma série de ações coordenadas pelo Projeto ProteGEEr, contando com a participação da Associação de Catadores Vitória com o objetivo de encerrar definitivamente as atividades no lixão.

Em ato simbólico, Tonho e secretário Marco Luedy fecham acesso ao lixão

As ações que fazem parte do Projeto Lixão Nunca Mais envolvem a desativação do lixão, o Programa de Coleta Seletiva, o funcionamento da Estação de Transbordo e do Centro de Triagem e Econegócios, a recuperação da área degradada, a implementação da Educação Ambiental nas escolas e a construção de casas para todas as famílias que atualmente residem no lixão do município, oferecendo mais conforto, e acima de tudo, dando mais dignidade aos munícipes que mais necessitam.

NEGÓCIOS

Após a cerimônia de abertura, ocorreu a coletiva de imprensa. Logo depois, a comitiva seguiu para visitação e fechamento do lixão. Por fim, inauguraram a Estação de Transbordo. A ação do município e de parceiros tem a participação da CVR, empresa credenciada pelo Ibama e Inema para recepção e destinação final de resíduos sólidos é parceira da Prefeitura de Itacaré na implantação da Estação de Transbordo e já realizou algumas doações e tem acompanhado o desenvolvimento do Lixão Nunca Mais.

Dando continuidade às inaugurações, foi a vez do Centro de Triagem e Econegócios que conta com sala de administração, banheiro feminino e banheiro masculino, copa, cozinha, showroom, brechó, espaço para produção de vassouras ecológicas, local de oficina de artesanatos e estação de reciclagem.

HISTÓRICO

Local de disposição inadequada de resíduos com mais de cinco hectares de extensão em plena Mata Atlântica, o lixão de Itacaré recebia cerca de 30 toneladas de lixo não tratado por dia há mais de 30 anos. O lixão ameaçava a biodiversidade, a saúde pública e o turismo local, provocando poluição das águas, desmatamento da Mata Atlântica e o aumento da emissão de gases de efeito estufa e da erosão. Vinte e cinco catadores e suas famílias buscavam sua subsistência, catando recicláveis em meio ao lixão, em condições inadequadas de trabalho.

A desativação do lixão segue determinação do Novo Marco Legal do Saneamento (Lei nº. 14.026/20), que prevê o fechamento de mais de 3 mil locais de disposição final inadequada de resíduos sólidos espalhados por todo o País. O de Itacaré é o primeiro lixão na Mata Atlântica a ser encerrado desde a sanção da legislação

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O último dia da Micareta de Taboquinhas 2022 levou uma verdadeira multidão às ruas e à arena de eventos neste último domingo (21). Promovida pela Prefeitura de Itacaré, a festa superou todas as expectativas, segundo a organização.

A programação reuniu variedade de estilos e ritmos, combinando talentos da terra com nomes consagrados no cenário nacional.

Amado Batista atraiu público da terceira idade e encantou nova geração de fãs || Fotos Divulgação

Durante a tarde, o comando da festa ficou com o Bloco Vem com Nós, com a participação do cantor JP. O público infantil pôde conferir Uz Bananoidis. A última noite levou ao palco Lucca Makezim, Sinho Ferrary e Amado Batista.

A festa apresentou como principal novidade neste ano a transmissão online e o camarote exclusivo para as pessoas da melhor idade poderem acompanhar de pertinho o show de Amado Batista.

Tonho de Anízio interagiu com público e avaliou como positivos resultados da micareta

O prefeito Antônio de Anízio (PT), além de interagir com os artistas e o público, parabenizou a equipe pelo sucesso da micareta. “A micareta foi histórica. Foi maravilhoso ver essa diversidade de foliões prestigiando a festa e lotando nossa querida Taboquinhas. Fiquei muito feliz com o resultado da micareta”, disse Tonho de Anízio.

Com uma megaestrutura para atender os foliões, a micareta de Taboquinhas 2022, além de levar alegria e resgatar a tradição, foi responsável também por proporcionar empregos diretos e indiretos, dentre vendedores ambulantes, seguranças, cordeiros, costureiras, comerciantes locais e pousadas, que chegaram a 100% de ocupação, demonstrando a força da micareta também para o conjunto financeiro do município.