O número de casos ativos de novo coronavírus em Itabuna não para de crescer. Num intervalo de 24 horas, a quantidade de pessoas infectadas (com vírus ativo) passou de 906 para 944. No domingo (20), foram registrados 38 casos a mais que no sábado (19), segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
Itabuna já registra 15.527 casos de Covid-19 e 39 pessoas internadas em hospitais locais. São 23 pacientes em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 16 em leitos clínicos (enfermaria). Há 14.268 curados e 353 mortes causadas pela doença.
Nos últimas dias, entre os que testaram positivo para doença em Itabuna estão o prefeito Fernando Gomes, Sandra Neilma (secretária de Assistência Social) e Geraldo Pedrassoli (ex-secretário de finanças). Gomes e Neilma estão com os sintomas leves da doença. Enquanto que Geraldo está internado em estado mais grave.
Cerca de 40 mil baianos já solicitaram em pouco mais de um ano de existência, o RG Expresso que está sendo apontado como “case” de sucesso na ampliação do acesso a documentos de identidade por um dos principais especialistas no assunto do país.
Assessor da Dataprev e consultor independente nas áreas de gestão da identidade do cidadão, governo digital e atendimento ao cidadão Cláudio Machado usou recentemente a sua conta no twitter para destacar como a iniciativa baiana vem contribuindo para simplificar e desonerar o acesso a serviços de identificação. Ele tem trabalhos realizados para a ONU, por meio do Programa Africano de Melhoria Acelerada do Registro Civil e das Estatísticas Vitais (APAI-CRVS).
Disponível para o público por meio da plataforma de serviços eletrônicos SAC Digital, o RG Expresso permite que o cidadão receba em até sete dias a 2ª via da carteira de identidade, desde que ela tenha sido emitida nos últimos seis anos. Toda a solicitação é feita on-line, por meio do site ou do aplicativo SAC Digital, e o cidadão precisa se deslocar até os postos da Rede SAC apenas no momento de retirar o documento.
DIREITOS BÁSICOS
É um serviço essencial, na medida em que contribui para ampliar o acesso da população a um requisito fundamental para a garantia de seus direitos básicos e a utilização de quase todos os serviços essenciais”, opina o especialista, ao lembrar que, de acordo com estimativa recente do IBGE, cerca de três milhões de pessoas no Brasil não possuem hoje com nenhum documento oficial.
“Para quem mora em Salvador ou nas cidades médias da Bahia, pode parecer simples conseguir uma carteira de identidade, mas esta não é a realidade para muita gente que precisa se deslocar até outro município para conseguir solicitar seu documento de identidade”, ressalta Cláudio.
Ainda na opinião do consultor, uma das vantagens do RG Expresso é justamente o fato de conjugar atendimento presencial e serviço eletrônico em proveito do cidadão. Na visão dele, soluções deste tipo podem se configurar como alternativa diante de um dos maiores entraves hoje aos processos de transformação digital no país: a desigualdade no acesso à tecnologia.
A despeito dos desafios, o especialista acredita que o Brasil tem avançado muito rapidamente na coordenação de esforços para a transformação digital. “Esta é uma das poucas agendas de consenso nacional hoje, capaz de integrar governo federal, estados e municípios, além do setor privado e da sociedade civil, o que não é pouca coisa”, ressalta Cláudio
Ele cita iniciativas como o Decreto Federal nº 10.332, de 28 de abril de 2020 – que em sua opinião garantiu ao país uma estratégia de governo digital sólida – e a colaboração entre os governos estaduais, por meio do grupo de transformação digital dos estados (GTD), além de um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional, que promete impulsionar as ações desta área no país.
O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), está implantando um Observatório Social para diagnóstico e denúncia sobre trabalho escravo. O trabalho será realizado pelo Fundo de Promoção do Trabalho Decente (Funtrad), em parceria com o Instituto Sorria, que fará a identificação de denúncias sobre a ocorrência de casos no sul da Bahia.
Segundo o Ministério Público do Trabalho (MPT), no ano passado na região foram resgatadas 21 pessoas de trabalho análogo ao escravo. O órgão diz que o estado é o quinto com maior número de pessoas retiradas dessa situação desde 2003.
Para o coordenador do Instituto Sorria, Jacson Cardoso Chagas, a construção de um Observatório Social é importante na identificação de denúncias e no desenvolvimento de ações conjuntas. “O trabalho escravo é uma mazela que assola o Brasil desde os tempos mais remotos, acarretando as mais complexas consequências do ponto de vista jurídico, social, econômico e sobretudo humano,”
afirma.
“Atualmente, a escravidão é muito diferente daquela praticada durante os períodos colonial e imperial. Hoje, as pessoas escravizadas não são compradas, mas aliciadas e, muitas vezes, o patrão gasta apenas com o transporte do trabalhador até a propriedade.” afirma o coordenador.
DENÚNCIAS
O Observatório vai identificar locais de possíveis atividades com trabalho escravo por meio de um aplicativo, além do disque denúncia (73) 99856-8442. Outras atividades serão desenvolvidas, como a realização de palestras, oficinas e sensibilização nas escolas, sindicatos e outros espaços, bem como visita in loco dos locais identificados em denúncias.
O projeto será executado mais especificamente nas cidades de Itabuna, Ilhéus, Itajuípe, Ibicaraí, Floresta Azul, Una, Ubaitaba e Canavieiras, com atividades de capacitação de trabalhadores, assistência à empreendimentos, estímulo à economia criativa, inclusão sócio produtiva e inserção/reinserção no mundo do trabalho.
Com a chegada do verão no Brasil e da chuva em diversas regiões, uma preocupação de saúde pública aumenta: o crescimento da circulação do mosquito Aedes aegypti e das doenças associadas a ele (chamadas de arboviroses urbanas), como dengue, zika e chikungunya.
Conforme o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde sobre o tema, lançado em dezembro, entre janeiro e novembro foram registrados 971.136 casos prováveis de dengue no Brasil, com 528 mortes. As maiores incidências se deram nas regiões Centro-Oeste (1.187,4 por 100 mil habitantes), Sul (931,3/100 mil) e Nordeste (258,6/100 mil).
No mesmo período, as autoridades de saúde notificaram 78.808 mil casos de chikungunya, com 25 óbitos e 19 casos em investigação. As maiores incidências ocorreram no Nordeste (99,4 por 100 mil habitantes) e Sudeste (22,7/100 mil). Já os casos de zika, até o início de novembro, totalizaram 7.006, com incidência mais forte no Nordeste (9/100 mil) e Centro-Oeste (3,6/100 mil).
Na avaliação do professor de epidemiologia da Universidade de Brasília Walter Ramalho, este é o momento de discutir o problema do Aedes aegypti e as medidas necessárias para impedir sua proliferação. O maior desafio é diminuir os focos de criação dele.
COMBATE A FOCOS
O Aedes está no Brasil há mais de 100 anos. Em alguns momentos, já chegou a ser erradicado. Mas nos últimos 30 anos o inseto vem permanecendo e, segundo o professor Ramalho, se adaptando muito bem ao cenário de urbanização do país e do uso crescente de materiais de plástico, que facilitam o acúmulo de água propício à reprodução do mosquito.
“Todos esses materiais, que podem durar muito tempo na natureza, podem ser criadouros do mosquito. A gente tem que olhar constantemente o domicílio, não somente na terra como nas calhas. Este é um momento do começo da chuva. Se não fizermos esse trabalho e se a densidade do mosquito for elevada, não temos o que fazer”, alerta o professor.
Ele lembra que não se trata apenas de um cuidado com a própria pessoa e sua casa, mas com o conjunto da localidade, uma vez que domicílios com foco de criação acabam trazendo risco para toda a vizinhança.
CAMPANHA
O professor da UnB acrescenta que o cuidado no combate aos focos não pode ser uma tarefa somente do Poder Público. Uma vez que qualquer residência, terreno ou imóvel pode concentrar focos, é muito difícil que as equipes responsáveis pela fiscalização deem conta de cobrir todo o território.
Ramalho destaca que as doenças cujos vírus são transmitidos pelo mosquito são graves. A dengue hemorrágica pode trazer consequências sérias para os pacientes.
“A zika causou microcefalia no Nordeste e em algumas cidades de outras regiões. E precisamos nos preocupar com a chikungunya. Ela causa sintomatologia de muitas dores articulares. Muitas pessoas passam dois, três anos sentindo muitas dores. Isso causa desconforto na vida durante todo esse período”, afirma.
Campanha
No mês passado, o governo federal lançou uma campanha contra a proliferação do Aedes com o lema “Combater o mosquito é com você, comigo, com todo mundo”. O desafio é conscientizar os cidadãos sobre a importância de limpar frequentemente estruturas onde possa haver focos e evitar a água parada todos os dias.
A campanha conta com a difusão de peças publicitárias em meios de comunicação, alertando sobre esses cuidados e sobre os riscos da disseminação do mosquito e as consequências das doenças associadas a ele. Com informações da Agência Brasil.
Mesmo com um jogador a mais desde os nove minutos do primeiro tempo, o Bahia não conseguiu superar o Flamengo, na noite deste domingo (20), no Maracanã, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. O rubro-negro carioca teve o atacante Gabriel, o Gabigol (que agora é Gabi) expulso aos nove minutos do primeiro tempo.
O jogo teve sete gols, duas viradas e muita emoção no Maracanã. Mesmo com um jogador a menos, o Flamengo saiu da campo com a vitória por 4 a 3. Bruno Henrique, Isla, Pedro e Vitinho anotaram os gols da equipe carioca. Enquanto Juan Ramírez e Gilberto (duas vezes2) descontaram para o tricolor baiano. O treinador Mano Menezes foi demitido pelo Bahia logo depois do jogo.
Com a vitória de hoje, o Flamengo chegou aos 48 pontos e assumiu a vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Já o Bahia é o 16º colocado, com 28 pontos somados. O líder da competição é o São Paulo, que tem 53 pontos e uma partida a mais que rubro-negro carioca.
A PARTIDA
O Flamengo começou o jogo em ritmo alucinante e, logo aos quatro minutos, Bruno Henrique acertou um lindo chute de fora da área para abrir o placar no Maraca. Na sequência, Gabriel quase marcou o segundo. Mas, aos oito, o Rubro-Negro perdeu o camisa 9 por cartão vermelho.
Tentando se aproveitar da vantagem numérica, o Tricolor chegou com perigo em finalização de Nino Paraíba, que viu Diego Alves evitar o gol. E mesmo com um a menos, os cariocas voltaram a balançar as redes, aos 32 minutos. Em contra-ataque de manual, Gerson achou Bruno Henrique, o atacante limpou a marcação e deixou Isla na boa para fazer 2 a 0. Minutos antes do intervalo, o Fla ainda assustou em outras duas oportunidades de Bruno Henrique.
No segundo tempo, foram os visitantes que colocaram o pé no acelerador. O primeiro gol saiu aos cinco minutos com Juan Ramírez. O colombiano recebeu já dentro da área, fez o drible e tocou por baixo do goleiro.
Insistindo no ataque, o tricolor chegou a virada num intervalo de três minutos e duas vezes com Gilberto. Aos dez, o atacante arriscou de fora da área direto para o fundo das redes: 2 a 2. Enquanto, aos 13, o camisa 9 tricolor aproveitou cobrança de escanteio para fazer o terceiro.
Depois de assimilar os gols, o Flamengo voltou para o jogo. Aos 18, Gomes carimbou a trave. Até que, na marca dos 36, Filipe Luís colocou a bola na área e Pedro mostrou oportunismo para deixar tudo igual mais uma vez.
O Bahia tentou uma resposta rápida em finalizações de Rossi e Rodriguinho, mas ambos pararam em Diego Alves. E, já aos 44 minutos, em jogada bem trabalhada pelo Rubro-Negro, Pedro deu passe magistral para Vitinho recolocar os cariocas na frente e dar números finais ao confronto: 4 a 3.
Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.657 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,4%) e 2.510 recuperados (+0,6%). Dos 469.660 casos confirmados desde o início da pandemia, 449.418 já são considerados recuperados,11.435 encontram-se ativos.
Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (22,80%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (10.148,90), Muniz Ferreira (8.070,60), Conceição do Coité (7.988,05), Pintadas (7.856,66) e Jucuruçu (7.823,80).
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 864.058 casos descartados e 124.283 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas deste domingo (20). Na Bahia, 35.293 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
ÓBITOS
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 30 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19.
Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.
O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 8.807, representando uma letalidade de 1,88%.O percentual de casos com comorbidade foi de 71,44%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,43%).
A desembargadora Maria Adna Aguiar do Nascimento, ex-presidente do TRT-BA (Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região) retomou a função. A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) derrubou a medida judicial que a fastava. A decisão foi proferida na quarta-feira passada, dia 16, pelo juiz federal Pablo Zuniga Dourado.
Investigada por envolvimento em um suposto esquema de venda de sentenças e tráfico de influência no tribunal, Adna teria de cumprir a determinação pelo período de 180 dias. A notícia foi divulgada neste domingo pelo blog bahia.ba editado pelo jornalista Levi Vasconcelos.
Também são alvos no mesmo processo os desembargadores Norberto Frerichs, Esequias Pereira de Oliveira, Maria das Graças Oliva Boness e Washington Gutemberg Pires Ribeiro, que, por sua vez, não poderão retornar às suas atividades.
A decisão que culminou no afastamento dos cinco magistrados foi proferida no dia 11 de novembro pelo juiz federal Evandro Reimão dos Reis, da 10ª Vara Cível da Seção Judiciária da Bahia.
PEDIDO DO MPF
A medida atendia a um pedido do MPF (Ministério Público Federal) em uma ação civil de improbidade administrativa.
As suspeitas de irregularidades são apuradas no âmbito da Operação Injusta Causa, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em setembro do ano passado. À época, os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em gabinetes dos desembargadores.
Os magistrados também foram julgados pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça ), que por sua vez determinou o afastamento do grupo naquela ocasião. Em maio último, porém, órgão autorizou o retorno dos cinco desembargadores ao exercício de suas funções.
DEFERIMENTO
Ao deferir um recurso ajuizado pela defesa de Maria Adna Aguiar do Nascimento, o juiz federal Pablo Zuniga Dourado assinalou que o afastamento da desembargadora viola direitos constitucionais à ampla defesa e ao contraditório, na medida em diz não ter tido acesso aos autos integrais do processo.
No despacho, o magistrado diz ainda que a “drástica medida” prejudicará a instituição e a própria população, uma vez que, “às vésperas do recesso forense, em uma semana de pautas lotadas, não poderão contar com a sua força de trabalho”.
“Nesses termos, e, após delinear os demais fatos e fundamentos jurídicos em busca de amparo a sua tese, entendo presentes os requisitos específicos, requer seja concedida antecipação de tutela recursal, para que seja cassada a decisão combatida e determinado o retorno da agravante à sua atividade judicante”, escreveu o juiz.
Ele prossegue: “Em que pesem os argumentos expendidos na decisão combatida acerca da necessidade atual de afastamento da agravante do cargo de Desembargadora do TRT da 5ª Região com vistas à apuração judicial e isenta dos fatos, é de se considerar que já houve algum nível de apuração de tais fatos no âmbito administrativo, inclusive, com o efetivo afastamento da referida magistrada, que, entretanto, retornou ao exercício do cargo por decisão do próprio Conselho Nacional de Justiça, órgão responsável pelo Processo Administrativo Disciplinar”.
O recrudescimento dos casos e óbitos do novo coronavírus está conduzindo a população mundial a novos hábitos. Para os habitantes do sudeste asiático não é novidade o uso cotidiano de máscaras faciais, principalmente em decorrência da poluição do ar a que sempre foram submetidos com a industrialização.
Para os ocidentais, contudo, em decorrência do novo coronavírus o uso de máscaras de proteção em lugares públicos é uma das principais medidas preventivas. O tema está estampado em jornais e outras publicações neste domingo, dia 20.
Mas, de acordo com o jornal A Tarde, especialistas alertam que o hábito de proteção, adotado pelos baianos desde a chegada da pandemia ao estado, em março, exige conscientização da população para ser efetivo. É preciso, também, atentar para o tipo e uso correto.
Na Bahia e demais estados do Nordeste, 86% das pessoas afirmam que colocam as máscaras quando saem na rua, diz a publicação.
Apesar dos números, 83% dos nordestinos observam muitas pessoas utilizando a máscara de forma incorreta, a exemplo da colocação abaixo do queixo.
Os dados são da pesquisa nacional realizada pela OpinionBox, em agosto deste ano, com a informação regional divulgada no último dia 15.
O infectologista Robson Reis, professor na Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, lembra que, além do distanciamento mínimo de um a dois metros e uso do álcool em gel 70, as máscaras são essenciais.
E reforça que a vida não vai voltar ao normal logo após a aplicação da vacina e é importante o cuidado na escolha de modelos certos e hábitos que garantam mais proteção no dia a dia.
Aliás, toda a população baiana foi orientada pela Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) a fazer uso de máscaras faciais para evitar a contaminação e disseminação do novo coronavírus. “Uma vez colocada a máscara, o rosto e a proteção não devem ser tocados”
A indicação anterior era de que apenas profissionais da saúde, pessoas infectadas ou que tiveram contato com pessoas contaminadas deveriam utilizar frequentemente o equipamento.
Mas, para usar a proteção facial é preciso tomar alguns cuidados. O infectologista e professor do curso de Medicina da UNEB, Claudilson Bastos, orienta sobre a utilização correta da máscara.
“É fundamental higienizar as mãos com água e sabão ou álcool em gel antes de usar o equipamento. Ao pegar na máscara, deve-se manuseá-la na parte externa e não na parte interna, onde vai encostar no rosto”, explica o docente.
Com o crescimento diário dos casos confirmados de COVID-19, a grande procura por máscaras descartáveis criou dificuldades para a aquisição dos produtos descartáveis.
A simpatia da TV brasileira se vai. Nesta manhã morreu a atriz Nicette Bruno, aos 87 anos. Ela estava internada com Covid-19 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Casa de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul do Rio.
De acordo com o boletim médico divulgado no sábado, dia 20, o estado de saúde de Nicette “era considerado muito grave”. Ela estava sedada e dependente de ventilação mecânica.
A informação da morte foi confirmada pela hospital por volta das 13h20min. De acordo com a Casa de Saúde São José ela morreu por “complicações decorrentes da Covid-19”.
A também atriz Beth Goulart, filha de Nicette Bruno, fez uma corrente de oração nas redes sociais para a recuperação da mãe. Na última publicação, ela deixou um recado para seus seguidores e afirmou que “a fé nos fortalece.”
Nicette Xavier Miessa nasceu em Niterói (RJ), no dia 7 de janeiro de 1933. Começou a carreira ainda pequena, aos 4 anos, em um programa infantil na Rádio Guanabara. Ela dizia que até por isso resolveu adotar o sobrenome da mãe, Eleonor Bruno Xavier, de família com tradição artística.
Durante longo período brilhou nas novelas, séries e outros programas de TV ao lado do marido Paulo Goulart, também falecido. Esbanjava simplicidade, ternura e simpatia.
É mais uma vítima do novo coronavírus que, apesar da virulência e das milhares de mortes, parece incomodar pouca gente, incluindo o presidente Jair Bolsonaro e outros negacionistas
Um jovem passou momentos de pânico após ajudar uma mulher que havia sofrido assédio, na estação do Metrô da Praça do Relógio, em Taguatinga, na tarde de sexta-feira (18). O programador Jair Aksin Reis Canhête, de 25 anos, seguia para casa quando percebeu um homem, identificado como o 1º sargento Guilherme Marques Filho, do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF), passando a mão pelo corpo de uma jovem. Ele abordou o autor do assédio, que reagiu sacando uma pistola e o atacando.
Jair registrou ocorrência na 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro) e contou detalhes do ocorrido em depoimento. Segundo ele, a mulher estava parada na sua frente falando ao telefone, em uma fila para comprar o bilhete do Metrô. “Logo em seguida esse homem apareceu e passou a mão pelas costas da moça. Ela não teve reação, ficou em choque. O homem apenas riu”, contou.
O programador relatou que resolveu intervir para proteger a mulher e gritou para o assediador se afastar. Irritado, o homem, que vestia uma camiseta com a foto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), teria esboçado sacar uma pistola cromada que estava em sua cintura.
No entanto, agentes da segurança do Metrô se aproximaram para saber o que que estava ocorrendo. “Eu ainda presenciei quando ele se identificou para os agentes como militar do Corpo de Bombeiros e apresentou a documentação”, disse o rapaz.
Após a confusão, os fiscais pediram para que Jair permanecesse mais alguns instantes no local e deixasse o militar ir embora. “Falaram que o cara estava estressado, mas quem havia cometido crime era ele. De qualquer forma, esperei por 15 minutos e depois segui meu caminho”, explicou.
No entanto, o programador afirmou que o homem estava escondido, esperando ele deixar a estação. Assustado, o rapaz correu para se refugiar dentro de uma loja especializada na venda de peixes e aquários. “Tentei me posicionar próximo a uma câmera de segurança para, pelo menos, ficar registrado que ele poderia me matar. Por sorte, ele puxou a arma, me agrediu, mas não apertou o gatilho”, desabafou.
A atual produção de chocolate por produtores de cacau baianos e paraenses e grupos empresariais brasileiros estão colocando o derivado do cacau em evidencia. Além representar concorrência às marcas de chocolates finos suíços, belgas e italianos nas prateleiras de grandes redes de supermercados e empórios.
O assunto é tema de reportagem neste domingo no jornal Folha de São Paulo que vê o chocolate nacional começando a ganhar a concorrência sólida com marcas de chocolate estrangeiras.
De acordo com a publicação, feito de cacau nativo, esse chocolate conta com uma produção que passa por processos de qualidade, tem preocupação socioambiental e é acompanhada em todas as etapas, da amêndoa à barra.
“É um mercado que vem crescendo muito no país. A questão é que agora estamos valorizando a produção de um cacau de qualidade, que antigamente era exportado. O processo é parecido com o qual o grão de café especial brasileiro passou”, diz Luiz Araújo, gerente acadêmico da Universidade Anhembi Morumbi.
IMPACTO SOCIAL
A reportagem cita marcas recém-chegadas ao mercado consumidor, como a Danke que inaugurou uma fábrica no Pará em agosto com capacidade de produção de mil toneladas ao mês. A marca aposta em um modelo de venda baseado no varejo, sem lojas próprias em São Paulo e Rio de Janeiro.
Cita ainda a Dengo, marca de chocolates brasileiros que existe desde 2017. Em novembro, a empresa inaugurou a Fábrica de Dengo —uma estrutura de 1.500 m² e quatro pavimentos na avenida Faria Lima, em São Paulo— que tem como ideia mostrar ao visitante como o chocolate é feito.
Atualmente, o consumidor que visita uma das 19 lojas da Dengo —a maioria em shoppings, em cidades como São Paulo, Curitiba e Brasília— tem como tíquete médio R$ 80.
O jornal diz ainda que, além da atenção à qualidade e ao impacto social, o consumidor também começa a entender as diferenças de terroir do cacau produzido no Brasil. Para isto, cita Juliana Aquino, 55, dona da marca de chocolate Baianí.
LUTA ANTIGA
Ela integra o movimento de produtores chamado bean to bar (na tradução, da amêndoa à barra), que se destaca por um maior domínio do processo, do cultivo até a produção. Podem existir discordâncias na definição do chocolate bean to bar, mas a ideia segue alguns pilares, diz ela, que é presidente da Associação Bean to Bar Brasil.
“Um deles é a sustentabilidade. E, o outro, a técnica, que sempre parte da amêndoa integral do cacau e tem todo o processo de produção feito em um local só, sem adição de essências ou aromatizantes”, diz.
No Brasil, são cerca de 150 marcas com esse perfil. “Hoje, o consumidor do chocolate bean to bar entende que existem nuances que são geradas pelo processamento artesanal. Agora, essa conversa começa a chegar num consumidor que é menos especializado”, afirma.
E lembrar que desde a criação da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), em 1957, pelo presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, criação do Centro de Pesquisas do Cacau (Cepec), seis anos depois, se busca consolidar o mercado brasileiro de chocolates? Pena que tais instituições sofram descaso do governo federal…
A partir primeira década do milênio, o cacau fino para a produção de chocolates premium entrou no radar. Graças aos esforços de pesquisadores do Cepec, a exemplo do biólogo Raimundo Camelo Mororó.
Com multa contratual estipulada em R$ 640 milhões (100 milhões de euros para times estrangeiros), o jovem itabunense Sandry deve ir para mais uma partida como titular no Santos. O menino de 18 anos foi um dos destaques do time paulista que goleou o Grêmio por 4 a 1, pela Taça Libertadores, na última quarta-feira (16). A vitória garantiu o Santos nas semifinais da competição.
A excelente atuação na partida anterior deve garantir a manutenção de Sandry na equipe titular do Santos, que, às 16 horas deste domingo, enfrenta o Vasco, no Rio de Janeiro. O jogo em São Januário é pela 26ª do Campeonato Brasileiro.
Com 38 pontos na tabela, o Santos ocupa a 8ª colocação no Brasileirão deste ano, quanto o Vasco luta para se manter na primeira divisão, com 25. O time de São Januário precisa da vitória, logo mais, para sair da zona de rebaixamento.
Foi presa preventivamente pela Polícia Federal (PF) na manhã deste domingo, dia 20, em Salvador, a desembargadora Lígia Ramos, do Tribunal de Justiça da Bahia . Lígia foi alvo de mandado de prisão temporária nas 6ª e 7ª fases da Operação Faroeste, deflagradas na segunda-feira passada.
A acusada estava em prisão domiciliar porque se recuperava de uma cirurgia na vesícula. A decisão que converteu a prisão dela em domiciliar, no entanto, valia até sexta.
A magistrada será levada para a penitenciária da Papuda, em Brasília, onde ficará presa em preventiva por 90 dias, que podem ser prorrogados conforme avaliação do ministro relator da operação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), Og Fernandes.
Nesta manhã a desembargadora está passando por exames em Salvador e, logo em seguida, será levada para a penitenciária de Brasília.
Também alvo das novas fases da Faroeste, a desembargadora Ilona Reis está em prisão temporária.
DESTRUIÇÃO DE PROVAS
Segundo o portal Bahia Notícias, Lígia teve a prisão decretada porque teria agido para destruir provas de seu envolvimento no esquema de venda de sentenças no TJ-BA, investigado pela Operação Faroeste, que há um ano investiga a venda de sentenças e fraudes em processos relativos à grilagem de terras no oeste baiano.
“Como se percebe, a desembargadora Lígia Maria Ramos Cunha Lima passou a adotar, já no corrente ano, comportamentos ostensivos de destruição de evidências que possam incriminá-la, chegando até mesmo a intimidar seus próprios servidores”, diz trecho do relatório do parquet federal, contido na decisão de Og Fernandes.
A sentença traz um conteúdo divulgado à Justiça por uma servidora do TJ-BA que teria colaborado com a investigação – segundo informações dos bastidores, esta pessoa seria Carla Roberta Viana de Almeida, esposa do advogado Júlio César Cavalcanti Ferreira, que estava vinculado à chamada organização criminosa do falso cônsul da Guiné Bissau, Adailton Maturino.
Maturino seria líder da organização criminosa, junto aos desembargadores e magistrados investigados na primeira fase da operação, deflagrada em novembro de 2019. As informações do MPF também foram embasadas a partir de uma delação premiada acordada com Júlio Cesar.
De acordo com a colaboração, Lígia teria afirmado que possuía informações privilegiadas de que mais uma etapa da força-tarefa da Faroeste seria deflagrada e, portanto, o gabinete dela poderia ser alvo.
FILHO EXONERADO
Também alvo de mandados de busca e apreensão nas 6ª e 7ª fases da Operação Faroeste, o advogado Arthur Gabriel Ramos Barata Lima foi exonerado de um cargo na Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri).
Barata Lima é filho da desembargadora Lígia Ramos, cuja prisão aconteceu neste domingo em Salvador.
Segundo o decreto do DOE, a exoneração aconteceu a pedido do advogado. A Seagri faz parte da cota do PDT no governo Rui Costa. A pasta tem como titular Lucas Costa, engenheiro agrônomo mineiro indicado pelo presidente estadual do partido, o deputado federal Félix Mendonça Jr.
Segundo as investigações do Ministério Público Federal (MPF), Arthur era, junto ao irmão, o ex-juiz eleitoral e também advogado Rui Barata Lima Filho, operador da mãe no esquema de venda de decisões judiciais. As apurações mostram que os votos da desembargadora eram redigidos pelos filhos ou de interesse deles. Em troca, o trio recebia propina.
A violência sem tréguas fez novas vítimas na noite de sábado, dia 19, em Itabuna, Camacan e Pau Brasil.
O motorista de aplicativo Julian Mendonça foi assassinado em frente ao colégio municipal, na Rua Bandeirantes, no bairro Ferradas em Itabuna, na noite deste sábado, dia 19, por volta das 23 horas. Ele seria residente no bairro de Fátima.
Antes, a vítima estava consumindo bebidas alcoólicas em um bar próximo ao local onde foi morto. Quando entrou no carro de placas JRG-6528, licenciado em Porto Seguro, para ir embora, Julian foi retirado por um grupo de homens.
Ele foi espancado, apedrejado e assassinado com requintes de crueldade. Seu rosto teria ficado desfigurado, tal a brutalidade do crime.
A Polícia Militar foi chamada, isolou a área do crime e acionou o Departamento de Polícia Técnica para o levantamento cadavérico. O fato será investigado pela Polícia Civil.
Em Jacareci, distrito de Camacan, o cantor Igor Santana Santos, foi assassinado a tiros por dois homens que estavam a bordo de uma moto.
A vítima bebia em um bar de propriedade do sogro, quando foi atacada com vários disparos de arma de fogo.
Igor ainda conseguiu correr por cerca de 40 metros, mais caiu em frente a uma padaria, foi alvejado novamente pelos atiradores.
Há um ano, em 13 de dezembro de 2019, Igor foi preso em Itabuna com arma, drogas e um veículo que teria sido utilizado na morte de um adolescente no bairro Conceição.
O corpo de Igor foi removido do distrito de Camacan por peritos criminais para o Departamento de Polícia Técnica de Itabuna, onde será feita a necropsia com a emissão de laudo cadavérico que será anexado ao inquérito aberto pela Polícia Civil de Camacan.
Na BA-120, que Pau Brasil a Itaju do Colônia, Vanilson dos Santos Silva, 27 anos, foi morto com um tiro na cabeça. O corpo da vítima foi encontrado no Km 6. Um irmão e um primo de Vanilson, estiveram no local e disseram para Polícia que a vítima não tinha envolvimento com a criminalidade.
Vanilson portava mochila com alguns objetos pessoais e documento de identificação. Peritos fizeram o levantamento cadavérico fazendo traslado do corpo para o Departamento de Polícia Técnica de Itabuna para os procedimentos criminais..
Duas apostas de Campina Grande (PB) e São Paulo (SP) vão dividir o prêmio de R$ 53.597.504,54 do concurso 2329 da Mega-Sena. Cada uma delas cravou as seis dezenas (12-14-28-42-45-55) sorteadas pela Caixa neste sábado, dia 19 em São Paulo.
Cada um dos bilhetes vencedores ficará com R$ 26.798.752,27. Um total de R$ 43.422,45 irá para cada um dos 93 bilhetes sortudos que acertaram cinco números e completaram a quina. A quadra, por sua vez, teve 6.837 apostas certeiras, sendo que cada um dos sortudos embolsará R$ 843,78.
Na semana que antecede o Natal, as premiações da Quina, Timemania e Lotofácil serão polpudas. Ambos não tiveram ganhadores hoje.
Na Quina os números sorteados no concurso nº 5446 foram 09-24-63-64-72. O prêmio que seria de R$ 734.361,56 a quem conseguisse acertar as cinco dezenas acumulou e ficou estimado em R$ 1,5 milhão para o próximo sorteio. A Caixa informou que 32 apostas fizeram a quadra levarão R$ 12.457,92 cada.
O próximo sorteio da Quina está agendado para segunda-feira, dia 21.
Nenhuma aposta acertou as sete dezenas (03-17-37-50-56-59-73) sorteadas no concurso 1578 da Timemania. Como isso, o prêmio acumulou para o próximo sorteio, que ficou com valor estimado de R$ 3,1 milhões. O CSA de Alagoas foi o time do coração sorteado neste concurso.
3.353 apostas levaram o prêmio de R$ 7,50. Outra aposta acertou seis das dezenas sorteadas e ganhou uma premiação de R$ 72.519,33. Mais 108 bilhetes cravaram cinco números, levando um prêmio de R$ 959,25 cada. Ainda houve 1.795 apostas ganhadoras com quatro acertos e 15.311 com três acertos.
Ninguém acertou as 15 dezenas (02-03-04-07-08-09-10-11-12-15-16-18-22-24-25) do concurso 2112 da Lotofácil. O sorteio tinha uma premiação máxima prevista em R$ 1,5 milhão, mas, como não houve vencedor, ela acumulou e ficou estimada em R$ 2,2 milhões para o próximo concurso.
223 apostas cravaram 14 dos números sorteados e levaram R$ 1.395,51 cada. Também houve 8.365 apostas que acertaram 13 dezenas, 101.664 com 12 dezenas e 526.954 com 11 dezenas. O sorteio da Lotofácil acumulada ocorrerá na segunda-feira.




















