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José Luiz Datena acabou de anunciar, há pouco, que não mais será candidato ao Senado Federal por São Paulo. Datena utilizou o espaço no programa Brasil Urgente, na Band, para fazer o anúncio.

O comunicador era pré-candidato ao Senado pelo PSC e liderava as pesquisas de intenções de voto. “A política não é o meu espaço natural”, disse ele ao abrir o programa hoje (30).

Confira, abaixo, vídeo em que ele confirma a desistência da pré-candidatura. 

 

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A Comissão Provisória do União Brasil (UB) em Ilhéus estabeleceu, nesta quarta-feira (29), as ações prioritárias do partido no município. Presidente municipal da sigla, o pré-candidato a deputado federal Valderico Junior comandou a reunião.

Segundo Junior, neste momento, o principal objetivo do UB é criar, nas comunidades ilheenses, espaços de debates e de capacitação política. “A gente quer mostrar para as pessoas a importância da participação na vida pública do município, do estado e do país”, acrescentou.

Para a advogada Evani Cavalcante, secretária-adjunta do UB-Ilhéus, o caminho é juntar forças com organizações sociais e associações comunitárias. “Conversamos sobre as ações que vamos começar a fazer em parceria com entidades da sociedade civil, para promover a consciência política das pessoas e também oferecer a oportunidade de qualificação profissional a jovens e adultos”, declarou.

A reunião desta quarta também contou com a presença do secretário-geral Roberto Freitas, do tesoureiro Rafael Ceo e do tesoureiro-adjunto Major Rosivaldo.

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O prefeito Mário Alexandre, Marão (PSD), saiu em defesa do legado das quatro últimas gestões estaduais e disse que fica admirado quando se depara com críticas de ex-aliados do governo baiano ao governador Rui Costa (PT), fazendo alusão ao PP, sem mencionar o nome do partido.

– O que me admira é que, pra essa turma que hoje não vota mais com ele, Rui era o melhor governador da história da Bahia. De uma hora pra outra, virou o pior. Não entendo muito bem essa oposição, que se tornou oposição após ficar oito anos do lado [do governo] – disparou o prefeito de Ilhéus em entrevista à Arriba Saia, do PIMENTA.

ELEIÇÃO ESTADUAL

A coluna perguntou ao prefeito se os investimentos do Governo do Estado em Ilhéus asseguram vitória ao pré-candidato a governador pelo PT, Jerônimo Rodrigues, no município.

–  O Governo do Estado trabalha na Bahia inteira e isso começou com [Jaques] Wagner. As maiores obras do Governo do Estado estão em Salvador. Todas as grandes obras de trânsito, hospitais e escolas foram feitas pelo governador Rui Costa e sua equipe, em toda a Bahia. Agora, teremos a nova Ilhéus-Itabuna. Em Ilhéus, graças a Deus, construímos essa relação, sempre levando projetos ao governo estadual, para que as obras sejam executadas. Não tenho dúvidas de que o povo de Ilhéus e da região vai votar no sentido de gratidão a Jerônimo, ao governador Rui Costa pelo que fizeram – respondeu.

VIVA ILHÉUS E CAMINHOS DOS ALTOS

Marão está contente com o desempenho do próprio governo e o Viva Ilhéus 488 anos, que começou na sexta (25) e chegará ao auge nesta terça-feira (28), dia do aniversário da cidade. Estimou que 60 mil pessoas foram à Avenida Soares Lopes em cada noite de festa. Hoje, entregará a reforma do Ginásio de Esportes Herval Soledade.

À coluna, ressaltou o impacto positivo do projeto Caminhos dos Altos. “São 35 escadarias para aquelas pessoas que mais precisam. Estou muito feliz. Minha palavra é de gratidão a Deus, à minha família, à Soane [Galvão], aos deputados, ao governador, à polícia. É um trabalho de união”.

PREÇO DA FOLIA

Ontem (27), dois dias após o início da festa, a Prefeitura divulgou os cachês das atrações musicais do Viva Ilhéus. Perguntamos ao mandatário se a medida foi recomendada pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA).

– Não teve nenhum tipo de solicitação do MP. Temos um governo que sempre vai promover a transparência, divulgando aquilo que foi gasto para fortalecer a economia. Antes, isso foi dialogado com o MP e estaremos sempre abertos a dialogar com os órgãos fiscalizadores – afirmou Marão.

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SE VACILAR…

Luizinho do Trio da Huanna irritou-se com o segurança que tentou impedir o empresário Matheus Figueiredo de subir ao palco durante show da banda no Brega Light, em Ibicuí. “Ele vai subir, sim. Me respeite, seu porra!”, berrou o vocalista. Com ajuda de homens que estavam em cima do palco, o fã subiu. Ato contínuo, deu uma rebolada, ajeitou a bolsa sobre o ombro direito e, voltando-se para o segurança, mostrou-lhe os dedos médios e a língua.

…LUIZINHO VAI TE PEGAR

Ainda nervoso, Luizinho continuou a gritar. “Me respeite!”. Ao fundo, uma pessoa filmava a cena, aprovando a atitude do músico. “Arrasou! Deixa a travesti subir!”. Tudo isso ao som da parte instrumental da música Vem, mamãe, aquela daquele refrão “se vacilar, Luizinho vai te pegar”. Confira.

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SÓ PRA CONTRARIAR

Elba Ramalho tenta censurar público || Imagem TVE

Elba Ramalho não gostou de ouvir gritos de “fora, Bolsonaro” durante show em Salvador, neste domingo (27). “Não, não quero fazer política. Isso aqui é um show de São João. Não é um comício”. A plateia ignorou a tentativa de censura da cantora e emendou: “olê, olê, olê, olá, Lula, Lula!”. Depois, ela se rendeu e disse que, na democracia, as pessoas podem se manifestar.

“Cada um tem o presidente que merece”, resmungou.

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OLHEMOS PARA OS NOSSOS

Rosemberg: mais apoio público aos artistas locais na maior festa do Nordeste

No São João dos cachês milionários a artistas do sertanejo universitário e assemelhados na Bahia, o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) alertou para a necessidade de o poder público ter um melhor olhar para o artista local. “Eu defendo que tenhamos festas em todas as cidades, dentro da capacidade orçamentária de cada município, priorizando a contratação de artistas locais”.

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2 DE JULHO DOS PRESIDENCIÁVEIS

Lula, Bolsonaro e Ciro confirmados no 2 de Julho, na Bahia || Fotomontagem O Povo

O 2 de Julho vai atrair a Salvador, pelo menos, três dos presidenciáveis da República. Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT) confirmaram presença na Data Maior da Bahia.

E OS CANDIDATOS AO PALÁCIO DE ONDINA?

João Roma (PL) vai desfilar no bloco de Bolsonaro, que chega ao estado na sexta (1º). Jerônimo Rodrigues (PT) terá mais um dia para fazer pré-campanha ao lado de Lula, preferido dos eleitores baianos, com um “arrastão” e evento na Arena Fonte Nova.

E ACM Neto, com quem vai? O candidato do União Brasil quer distância dos presidenciáveis para manter o discurso contrário à nacionalização da disputa.

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PANCADINHA PISCOU?

Pancadinha, principal nome da Oposição, com Augusto em foto de arquivo

Um agradecimento feito durante o São João no bairro São Pedro fomentou especulações de aproximação entre o vereador e pré-candidato Fabrício Pancadinha (SDD) e o prefeito Augusto Castro (PSD).

Ambos utilizaram o Instagram para uma “gracinha”, com post e compartilhamento da festa.

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BAIXA NO GOVERNO MARÃO

Anna Karenina deixa governo municipal

A jornalista e advogada Anna Karenina foi exonerada da chefia do setor de jornalismo da Prefeitura de Ilhéus. Ouvida pela coluna, disse que investirá em novo projeto profissional, que será apresentado em live nesta terça-feira (28), às 21h09, no seu perfil no Instagram (@akuniverso). Não deu detalhes sobre a saída do cargo público. Disse apenas que serviu ao município com empenho, ao longo de 2 anos e 8 meses, e que acredita que o Governo Marão faz excelente trabalho.

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Quando a família de Bernadete deixou Estância (SE), no final dos anos 1970, repetiu o caminho percorrido por milhares de pessoas que buscaram vida melhor no sul da Bahia. Na época, a região ainda ostentava a riqueza do cacau e atraía muitos moradores de Sergipe e outros estados. O destino da família foi o Alto do Basílio, em Ilhéus.

Bernadete tinha 9 anos e descobriu que a Princesinha do Sul escondia, nas suas margens, a pobreza omitida nos postais. No início da adolescência, participou de manifestações por melhorias para a comunidade periférica, que em nada lembrava o urbanismo suntuoso do Centro Histórico da cidade. Ali, nos protestos em frente ao Palácio Paranaguá, iniciou-se na política.

Hoje, aos 54 anos, Bernadete Souza Ferreira considera-se mais baiana que sergipana. Ialorixá, liderança camponesa e ex-candidata a prefeita de Ilhéus, vive no Assentamento Dom Helder Câmara, na região de Banco do Pedro, zona rural ilheense. Foi de lá que conversou com o PIMENTA, em chamada de vídeo. Na entrevista a seguir, ela confirma sua pré-candidatura a deputada estadual pelo PSOL, fala sobre representatividade, explica por que deixou o PT, critica a política de segurança da Bahia e relembra o episódio em que foi agredida física e verbalmente por policiais militares. Leia.

PIMENTAComo a militância política entrou na vida da senhora?

Bernadete Souza – Comecei a militar com 13 anos, no Alto do Basílio. Não tínhamos saneamento básico, energia e água potável. Começamos a fazer um processo, na própria comunidade, atuando nas manifestações. Na adolescência, ia para a porta da Prefeitura, na época de Antonio Olímpio, naquele primeiro governo dele [1977-1982], para protestar, dizer que a gente precisava de água, energia, estrada, escola. Com 18 anos, fui eleita presidente da Associação de Moradores e me filiei ao Partido dos Trabalhadores. Fui do PT até 2015. Hoje sou do PSOL e do Movimento Negro Unificado (MNU), da luta no combate ao racismo e também à intolerância religiosa. Dentro dessa luta, movimento social é o que a gente come, bebe, veste, dorme e acorda.

Por que trocou o PT pelo PSOL?

Continuo respeitando o Partido dos Trabalhadores. Não é à toa que o PSOL apoia Lula para presidente da República. As questões que me moveram para o Partido Socialismo e Liberdade são fundamentais para mim, enquanto mulher negra e camponesa. Somos protagonistas desse movimento, e o partido também é um movimento. Quando chega o momento da disputa pelo espaço de poder político, no período eleitoral, geralmente, percebemos que não somos priorizadas dentro do partido [PT]. [No PSOL], em 2018, fui candidata a co-senadora. Em 2020, a gente colocou o nosso nome para a Prefeitura de Ilhéus. No PT, isso não seria viável. De 1986 a 2015, o PT também construiu, junto comigo, o que sou hoje. Agradeço ao Partido dos Trabalhadores por me conduzir dentro desse processo da luta coletiva. Sou grata ao PT por estar aqui hoje.

A pré-candidatura a deputada estadual já foi lançada oficialmente?

Na conferência do PSOL, a maioria escolheu o companheiro Kleber Rosa para a disputa do Governo do Estado [Bernadete perdeu as prévias partidárias]. A pré-candidatura à Alba foi lançada no encontro de mulheres do PSOL na Bahia. No próximo dia 30, vamos fazer um novo ato, com apoio da Coalizão Negra por Direitos.

O governo Bolsonaro ensinou, com o exemplo de Sérgio Camargo na Fundação Palmares, que não basta ser negro para ser antirracista, do mesmo jeito que não basta ser mulher para defender as pautas das mulheres. Como assegurar uma representação substantiva das mulheres negras?

Isso é fundamental para nós. De fato, não é qualquer homem ou mulher negra que nos representa no debate racial e em outros temas que a gente defende. Infelizmente, no nosso país, tentam nos invisibilizar e nos impedir de defender o que acreditamos, como o próprio combate ao racismo em suas várias formas. Essa política de invisibilização não ocorre só nos partidos de direita. Nos partidos de esquerda também existe esse processo. É por isso que, no PSOL, a gente diz que é preciso se aquilombar. A gente precisa aquilombar o parlamento para que as nossas causas tenham, de fato, representação e sejam defendidas pelas mulheres. Você traz o exemplo de Sérgio Camargo na Fundação Palmares. Ele veio para destruir tudo aquilo que foi construído durante anos a partir dos movimentos negros. Ele vem com a política genocida, que é a política do governo que ele defende. Não basta ser só mulher ou só negra. É preciso defender as pautas que a gente defende. Eu sou uma mulher da periferia, que tem o feminismo no cotidiano.

Como parar o extermínio da população negra?

A Bahia é o estado mais letal do Nordeste. Em Salvador, segundo pesquisa publicada no G1, 100% dos mortos pela polícia são negros. Ou seja, a juventude negra está sendo executada. E os policiais também estão morrendo por conta de uma política que não é para salvar vidas. Quando a gente fala de segurança, me pergunto: qual é o tipo de segurança que nós temos? Essa política não começou nesse governo [estadual]. Lógico que gostaríamos que esses números nem existissem, principalmente nos governos de esquerda, no governo do PT, de Jaques Wagner e Rui Costa, mas a política que está aí não é para salvar vidas, é para matar. Dizem que a política é de combate às drogas, mas o combate é contra o povo negro. Isso não quer dizer que não foi assim nos governos anteriores, porque houve genocídio também. E isso só tem se intensificado. A gente defende uma política de investigação [criminal], mas a política atual é de assassinato da juventude negra.

O uso de câmeras nos uniformes policiais pode atenuar esse problema?

Acredito que sim. Qualquer tentativa de evitar que se ceife vidas é plausível. Qualquer tentativa de evitar a violência policial é válida. A gente viu o caso de Sergipe, onde um homem, que tinha problemas psicológicos, foi assassinado dentro de uma viatura [da Polícia Rodoviária Federal]. A gente sabe quem estimula esse tipo de crime. Existem, dentro da própria polícia, aqueles que seguem esse tipo de apelo. O uso da câmera nos coletes é uma tentativa de diminuir esse problema. A gente sabe de perto o que é a violência policial. Eu sei o que é a violência policial.

A senhora pode falar da violência que sofreu no assentamento?

Sim. Foi em 2010. Os policiais estavam fazendo rondas em Banco do Pedro e trouxeram um jovem negro ensanguentado. Eu era coordenadora-geral do assentamento e fui questionar a forma como eles estavam conduzindo o rapaz. Eles não tinham ordem judicial para estar na comunidade. Eles vieram pra cima de mim, dizendo que eu estava desacatando a autoridade. Me algemaram. Houve também um ato de racismo religioso, porque, no momento que me pegaram, meu orixá se manifestou, e eles disseram que Satanás ia sair do meu corpo. Me jogaram num formigueiro, botaram arma na minha cabeça, pisaram no meu pescoço e me conduziram para a delegacia de Ilhéus. Isso ganhou repercussão no país e no exterior. O caso está sub judice até hoje, uma ação civil pública que nunca foi julgada.

A senhora é a favor da abertura de capital da Embasa?

Somos contra privatizações. Esse debate é caríssimo, porque, quando se fala em privatizar a Embasa, a gente falando em privatizar a água. Qual é o debate que está sendo feito com a população da Bahia para que ela seja ouvida? A gente vendo o governo federal privatizando tudo, e esse debate da Embasa é para entregar a água nas mãos dos estrangeiros. Independente de estarmos eleitas ou não, vamos travar uma luta contra a privatização da Embasa. Hoje, 20% da população baiana não têm água potável em suas casas. Em pleno século 21, no ano de 2022, só agora a Embasa está trazendo água para o nosso assentamento. Por quê? Porque a gente não é prioridade para o governo. Falar em água potável é falar de saúde. A gente não tem um dentista, porque não tem água potável. Se privatizar a água, vai ser pior, as populações periféricas continuarão de fora.

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O pré-candidato a deputado estadual Zé Alberto (PSB) e o prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), participaram das festividades dos 462 anos de história e dos 131 anos de emancipação política da cidade de Camamu, na Costa do Dendê, nesta segunda-feira (27).

O prefeito Irmão Enoc Souza e seu grupo político reafirmaram o apoio ao candidato do PSB à Assembleia Legislativa. A festa foi marcada por uma missa em Ação de Graças pelo aniversário da cidade, nesta segunda-feira, na Igreja Matriz Nossa Senhora da Assunção.

Para o prefeito de Camamu, Irmão Enoc, a presença de Zé Alberto e do prefeito Augusto Castro, em uma data tão importante para o município, confirma o compromisso do pré-candidato com a cidade. “O apoio do nosso grupo à pré-candidatura a deputado estadual de Zé Alberto significa a certeza de que teremos um representante comprometido com Camamu no parlamento baiano”, disse Irmão Enoc.

O pré-candidato Zé Alberto garantiu que será “uma voz ativa na defesa dos interesses de Camamu e sua gente na Assembleia Legislativa da Bahia”. “A partir do próximo ano os cidadãos de Camamu, o prefeito Enoc e seu grupo, terão um gabinete de portas abertas para colaborar com o desenvolvimento desse importante município”, reafirmou Zé Alberto.

Já o prefeito de Itabuna, agradeceu o compromisso assumido pelo colega Irmão Enoc e seu grupo à pré-candidatura de Zé Alberto. “Em uma data tão marcante para Camamu, quando a cidade festeja mais um aniversário, o apoio do prefeito e seu grupo político, aumenta a responsabilidade de Zé Alberto em representar esse importante município do Baixo Sul e seus moradores”, destacou Augusto Castro.

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Um arrastão junino tradicional levou multidão às ruas de Gandu e também atraiu a participação do pré-candidato ao Governo do Estado pelo PT, Jerônimo Rodrigues, nesta sexta-feira (24). O Arrastão do Sabiá voltou após dois anos de interrupção devido à pandemia e participou do evento ao lado do prefeito Leo de Neco (PP).

“O São João da Bahia é o maior e melhor do Brasil, não dá para ficar apenas em um ou dois municípios. Então, a maratona continua até terça-feira (28), com pelo menos 15 cidades no roteiro. A festa em Gandu foi muito animada e vou fazer questão de voltar como governador a partir de 2023″, disse Jerônimo, que encerra a maratona em Ilhéus, quando participa do Viva Ilhéus, na terça (28).

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Mantido o cenário das pesquisas até aqui, o ex-presidente Lula se avizinha daquela já esperada volta triunfal, interrompida em 2018, quebrando, inclusive, o paradigma de uma vitória no primeiro turno.

 

Rosivaldo Pinheiro

O mundo vive um momento de tensão e, diante dele, as democracias vêm sendo testadas. Aqui no Brasil, também estamos vivenciando este momento da história da humanidade. O nosso ambiente político está bastante conturbado e seu estopim começou a ser visto a partir da votação de Aécio Neves para presidente da República, em 2014, quando disputou com Dilma Rousseff, que acabou reeleita, mas, diante das circunstâncias, não conseguiu estabelecer a governança no seu segundo mandato. Os fatos deste período são de amplo conhecimento de todos nós e o fechamento desse ciclo aconteceu com o impeachment da ex-presidente, assumindo o seu lugar o vice, Michel Temer.

Olhando com uma lupa mais atenta, perceberemos que os fios desse novelo começaram a ser enrolados desde o primeiro mandato do ex-presidente Lula, quando, no primeiro ciclo de gestão, foi acusado de firmar acordos para manter o poder político com o Congresso, no chamado Mensalão, e, posteriormente, Petrolão. Esses movimentos, no entanto, não se materializaram. E, assim, através do seu grande poder de diálogo, Lula estabeleceu a sua liderança e superou aquelas dificuldades, sendo reeleito e concluiu o segundo ciclo de governo com uma aprovação recorde – 96%, entre ótimo, bom e regular; apenas 4% o reprovaram. Isso naturalmente o colocava no tabuleiro da disputa em 2018, quando a Operação Lava Jato, já com quatro anos de funcionamento, mirava toda a sua artilharia contra o ex-presidente.

A Operação Lava Jato, aliás, comandada pelo ex-juiz Sérgio Moro e tendo como célula de acusação o Ministério Público Federal (MPF) e principal articulador Deltan Dalagnol, foi apoiada por tentáculos globais, tendo os ianques como mola mestra, e contando com setores da política e da economia como braços internos para dar sustentação para evitar a volta triunfal de Lula. Através desta mega articulação, o ex-presidente foi condenado e preso quando liderava as pesquisas de intenção de voto na corrida presidencial daquele ano.

Neste cenário, operado por influentes instrumentos, tendo na mídia uma poderosa aliada, a orquestrada Lava Jato formou a opinião do grande público e acabou emancipando para o centro do debate um pré-candidato franco-atirador, que bem se aproveitou do momento para pregar sua teoria que contrariava todas as bandeiras sociais defendidas pela Constituição de 1988, que, aliás, fazem parte do modelo de gestão praticado por Lula e Dilma. Com todo este enredo, Bolsonaro sagrou-se eleito em 2018. Esse ambiente de polarização acabou se arrastando e essas eleições de 2022 são uma espécie de tira-teima, de confronto direto entre os dois campos: Lula x Bolsonaro.

Essa polarização tornou-se tão forte que não foi possível, até aqui – e dificilmente será, o surgimento de um outro nome capaz de disputar a presidência da República. O pré-candidato Ciro Gomes (PDT) até tentou e insiste em se estabelecer no tabuleiro, mas seu êxito tem como limitante a forma raivosa com que ele tem se dirigido a Lula, por esse posto já ser assumido por Bolsonaro, e quando ataca Bolsonaro, por não ter a materialidade histórica que Lula já possui. Acabou isolado, e não consegue estabelecer um centro tático que o possibilite avançar.

Mantido o cenário das pesquisas até aqui, o ex-presidente Lula se avizinha daquela já esperada volta triunfal, interrompida em 2018, quebrando, inclusive, o paradigma de uma vitória no primeiro turno. Esse fato tem como razão de ser o fracasso do governo Bolsonaro, que muito prometeu aos que com ele se identificam e pouco entregou, tendo como únicos beneficiados os mais ricos ancorados pelo sistema financeiro e o agronegócio. Essa resposta quem vai dar é quem atualmente enfrenta as consequências de um governo que atropela os mais vulneráveis e que não leva em consideração as políticas públicas que outrora garantiam um ambiente mais digno para a população em geral.

Rosivaldo Pinheiro é economista, especialista em Planejamento de Cidades (Uesc) e comunicador.

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O pré-candidato ao Governo da Bahia pelo PT, Jerônimo Rodrigues, volta a Ilhéus na próxima terça-feira (28), dia do aniversário de 488 anos de fundação da antiga Vila de São Jorge dos Ilhéus.

Será a segunda passagem de Jerônimo por Ilhéus neste mês. No último dia 3, ele participou da plenária da educação do seu Programa de Governo Participativo (PGP), realizada no Hotel Praia do Sol.

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Dirigentes de partidos que integram a frente Brasil Esperança se reuniram, hoje (21), para discutir pré-campnaha de Lula e a vida do ex-presidente a Salvador. Líder das pesquisas de intenções de voto à presidência da República, Lula deverá participar do desfile do 2 de Julho (Independência da Bahia) em Salvador.

Da reunião participaram os presidentes do PT da Bahia, Éden Valadares; do PCdoB, Davidson Magalhães; do PSOL, Elze Facchinetti; e do PV, Ivanilson Gomes. A intenção, de acordo com o presidente do PT, é ampliar ainda mais a votação de Lula na Bahia.

“Em 2018, nosso estado deu uma frente de mais de 4,5 milhões de votos para Fernando Haddad quando ele foi candidato à presidência da república, e nosso objetivo é aumentar ainda mais a votação de Lula para que possamos ter de volta o tempo da prosperidade, do emprego e da esperança”, disse Éden.

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Apesar de filiado a partido da base do governador Rui Costa, o PSB, Dr. Cristiano de Azevedo, prefeito de Rio de Contas, anunciou apoio à pré-candidatura de ACM Neto (UB) ao governo da Bahia, nesta quinta-feira (16), durante a tradicional festa do Santíssimo Sacramento.

– Tenho certeza que o Santíssimo Sacramento irá abençoar o nosso grupo e que, juntamente com ACM Neto, vamos fazer uma administração brilhante a partir de 2023. Quero aqui, juntamente com o nosso grupo, reafirmar o compromisso dele com Rio de Contas. Ele já demonstrou esse compromisso em Salvador e tenho certeza que fará o mesmo pela Bahia – disse o prefeito de Rio de Contas.

Em retribuição, Neto disse que o prefeito terá nele “um grande aliado”. Prometeu porta aberta ao prefeito e a Rio de Contas, se eleito. “Eu quero, logo no início da nossa gestão, sentar com você e com a sua equipe de trabalho para pensar num plano econômico para a região, que tenha Rio de Contas como uma base de geração de emprego”, disse Neto, reafirmando que a Chapada Diamantina é, hoje, uma grande fronteira agrícola da Bahia.

A festa do Santíssimo Sacramento é a mais tradicional de Rio de Contas, e ocorre todos os anos no dia de Corpus Christi. A agenda de ACM Neto começou às 10h, quando seguiu a procissão pelas ruas da cidade e assistiu à missa na Igreja Matriz.

“Fiquei impressionado com a beleza de Rio de Contas para o Corpus Christi. Eu já sabia da tradição de celebrar essa festa, mas chegar aqui e ver a cidade toda preparada com muito capricho, com muita beleza, realmente nos emociona. Fiz questão, quando o prefeito me convidou, de vir pra cá. Fiz questão de estar aqui e participar da missa. Eu que estive aqui em fevereiro, mas agora espero iniciar uma tradição que quero cumprir em outros anos nessa celebração”, disse Neto.

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Jerônimo Rodrigues (PT) promoveu um “Esquenta PGP” de Jequié, ontem (15), na sua cidade natal, Aiquara, com a participação de 11 prefeitos, 9 vice-prefeitos, 8 ex-prefeitos, dezenas de vereadores e grande público. Para a coordenação de campanha, o evento atestou o reconhecimento dos conterrâneos ao trabalho de Jerônimo e a força política do pré-candidato ao Governo do Estado pelo PT no território do Médio Rio de Contas, região onde ele nasceu.

– Esse time que está aqui não tem projeto individual. Eu represento um projeto coletivo liderado por Lula, que está fortalecido e cada vez mais confiante na vitória – afirmou Jerônimo, informando que o PGP de Jequié está previsto para julho.

Jerônimo destacou a presença, no mesmo palanque, de lideranças políticas que se enfrentaram em eleições municipais anteriores e são adversários em suas respectivas cidades, mas que “deixaram as divergências políticas de lado, neste momento, por um projeto maior, de reconstrução do Brasil e de fortalecimento do projeto iniciado por Jaques Wagner e ampliado por Rui Costa na Bahia”.

No evento, o petista assumiu o compromisso de colocar no Programa de Governo a requalificação de, pelo menos, duas rodovias da região, responsáveis pela ligação de Aiquara com Itajuru e com Itagibá.

Jerônimo destacou que sua gestão vai priorizar as pessoas que mais precisam. “Eu sou igualzinho, eu sou mais um de vocês, eu não sou diferente. Eu carrego isso dentro de mim, não tem como tirar”, disse o ex-secretário estadual da Educação e do Desenvolvimento Rural (SDR).

SEMELHANÇA COM LULA

Ele também lembrou da semelhança de sua trajetória de vida com a do ex-presidente Lula. “A história do Lula também foi essa, não teve oportunidade em Pernambuco e teve que ir atrás de um emprego fora”, afirmou Jerônimo, que teve que sair de sua cidade natal, ainda criança, para estudar e depois migrou novamente para trabalhar.

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O pré-candidato ao Governo da Bahia pelo PT, Jerônimo Rodrigues, afirmou que ACM Neto (União Brasil), seu adversário nas eleições deste ano, tenta confundir o eleitorado para surfar na popularidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “O que ele quer, na verdade, é pegar carona. Ele é caroneiro”, declarou o petista ao ser perguntado, nesta terça-feira (14), sobre a escolha do ex-prefeito de Salvador de evitar o enfrentamento com Lula.

“Quem é que está [no Congresso] aprovando as questões mais sensíveis e prejudiciais à classe trabalhadora no Brasil? É o partido dele, é o União Brasil, é o DEM. Eles ficam trocando de nome para as pessoas irem esquecendo disso”, complementou Jerônimo.

Na entrevista à Rádio Mix FM, Jerônimo voltou a assegurar que, se eleito, seu governo reforçará as políticas iniciadas pelo ex-governador Jaques Wagner e ampliadas pelo governador Rui Costa, ambos do PT.

Além disso, na avaliação de Jerônimo, as questões nacionais, como o desemprego, a inflação e a fome, vão interferir nas eleições estaduais. “Não dá para abrir mão de um debate nacional”, disse. “Para o ex-prefeito tanto faz quem vai ganhar as eleições presidenciais?”, questionou, voltando a se referir a Neto.

Ex-secretário estadual da Educação e do Desenvolvimento Rural, Jerônimo classificou o presidente Jair Bolsonaro (PL) como “desastrado” e criticou a falta de projetos estruturantes do Governo Federal na Bahia e no Brasil.

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Após filiar-se ao PDT no período da janela partidária e de filiações, o ex-prefeito Capitão Azevedo confirmou sua pré-candidatura a deputado federal, nesta segunda-feira (13), quando se reuniu com o presidente estadual da legenda, Félix Júnior.

Azevedo fez a defesa do voto regional ao anunciar a pré-candidatura. “Itabuna e o sul da Bahia merecem ter um deputado federal que vive aqui, que conhece de perto a realidade daqui. Na Câmara, vou poder trabalhar para atender as demandas do município e de toda a região, pois sei de perto quais são os problemas e as carências”, afirmou.

O presidente estadual do PDT prevê que o seu partido saia das urnas, em 2 de outubro, com a eleição de 3 deputados federais. “O PDT fará pelo menos três deputados federais nesta eleição. E Capitão Azevedo tem todas as chances de ser um deles, pela força política que ele tem em Itabuna e região. Sem dúvida alguma, a eleição dele seria importante para todo o sul da Bahia”, acrescentou Félix.

APOIO DE ACM NETO

A pré-candidatura de Capitão Azevedo também foi estimulada pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto, que irá disputar o governo da Bahia. O PDT mantém diálogo com Neto, e espera indicar o vice na chapa majoritária. O nome até aqui posto, pelos pedetistas, é o empresário Ângelo Dourado.

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O prefeito de Firmino Alves, Fabiano Sampaio, anunciou apoio ao pré-candidato do PT ao Governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues, nesta quarta (8), durante reunião em Salvador. O posicionamento de Fabiano contraria o do seu partido, o PDT, que apoia o pré-candidato pelo União Brasil, ACM Neto. O encontro também contou com a presença do ex-prefeito de Firmino Alves Padre Aguinaldo e do pré-candidato a deputado federal Gabriel Nunes.

Para Jerônimo Rodrigues, a adesão de prefeitos e vice-prefeitos de partidos que compõem a base do ex-prefeito de Salvador e do ex-ministro da Cidadania João Roma (PL), a exemplo de PP, PDT e Republicanos, mostra confiança no grupo liderado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tentará o terceiro mandato presidencial. “Juntos, seguiremos fortes para reconstruir o Brasil junto com Lula e gerar mais desenvolvimento, emprego e renda na Bahia”, concluiu.

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A Executiva Nacional do PSDB aprovou, por 33 votos a 6, aliança com o MDB para apoiar a pré-candidatura da senadora Simone Tebet, do Mato Grosso do Sul, à Presidência da República. Feita em Brasília, a reunião terminou há pouco.

O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, disse que o partido vai oferecer o que tiver de melhor ao Brasil com o nome que possa caminhar com a emedebista. “O projeto não é mais um projeto de partido, mas um projeto de país”, disse ao sair da reunião desta quinta (9).

Já a senadora usou as redes sociais para se manifestar. “Este é um reencontro do centro democrático não agendado pela história, mas exigido por ela. No passado, democracia, cidadania, justiça social. Hoje, pelos mesmos valores e com a mesma urgência, unimos forças por um Brasil sem fome e sem miséria. Sabemos da responsabilidade. Estamos prontos. Com coragem e amor, vamos reconstruir o Brasil. Recebo com alegria e imensa honra o apoio do PSDB”.

RACHADURAS

A decisão da Executiva Nacional não encerra as disputas internas no tucanato. O deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) lidera o coro dos que defendem candidatura própria, após ter se movimentado contra a escolha do ex-governador de São Paulo João Doria Junior para a missão, que venceu as prévias partidárias, mas, se apoio da cúpula tucana, saiu do páreo.

A pré-candidata do MDB também enfrenta resistência interna. Lideranças do partido no Nordeste, a exemplo do senador Renan Calheiros, de Alagoas, preferem caminhar ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera todas as pesquisas eleitorais, enquanto Simone Tebet aparece com 1% das intenções de voto nas sondagens.