Os nove estados do Consórcio Nordeste acertaram a compra de 25 milhões de doses da vacina russa Sputnik V. Falta assinar o contrato com o Fundo Soberano Russo, que desenvolveu e distribui o produto. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.
De acordo com o jornal, se o negócio for concretiza nos termos atuais, essas doses serão fabricadas na Rússia e entregues aos estados ao longo dos meses entre abril e julho.
O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), disse à Folha que as doses da vacina contra a Covid-19 vão ser entregues ao Programa Nacional de Imunização.
A Sputnik não tem autorização da Anvisa para ser utilizada no país.
Ainda de acordo com o jornal, o Governo Bolsonaro teria decidido comprar as vacinas da Pfizer e da Johnsons.
A Bahia, nas últimas 24 horas, registrou 112 óbitos causados pela Covid-19 e 5.329 novos casos da doença, informa a Secretaria de Saúde do Estado.
Dos 694.783 casos confirmados desde o início da pandemia, 662.524 já são considerados recuperados e outros 20.119 estão ativos.
Até o momento, 12.140 moradores do estado perderam a vida na batalha contra o novo coronavírus.
VACINAÇÃO
Até as 15 horas desta quarta-feira (3), 480.720 pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Entre elas, 132.916 já foram imunizadas também com a dose de reforço.
A Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (ACI) vai lançar, na próxima quarta-feira (10), a sua Câmara de Mediação e Arbitragem, instância extrajudicial para a resolução de conflitos comerciais, empresariais e de consumo.
O lançamento será feito pela internet, numa plataforma de videoconferência, com a participação de autoridades locais e de representantes da Federação das Associações Comerciais da Bahia e da Confederação das Associações Comerciais do Brasil.
Segundo o coordenador da Câmara Brasileira de Mediação e Arbitragem (CBMAE), Eduardo Vieira, esse mecanismo institucional fomenta o diálogo entre as partes em conflito. Dessa forma, oferece alternativas de resolução sem que as pessoas ou empresas tenham que recorrer à Justiça para garantir a reparação de direitos.
Eduardo destaca o tempo que se ganha quando uma disputa é solucionada de forma consensual, evitando a judicialização. “Sabemos que, em média, um processo fica 8 anos no Poder Judiciário, e quando a gente busca uma conciliação na Câmara, esse procedimento dura em média 30 dias, e tem um índice de 80% de acordo dos casos em um tempo muito curto, o que gera um grande benefício às partes, seja de tempo, de custo, ou nas relações continuadas”.
Assim que a Câmara estiver funcionando, o associado poderá buscar a entidade, onde será feito um requerimento simples, contando o problema e as partes envolvidas, para que sejam convidadas por uma equipe da instituição.
A Câmara será formada por profissionais capacitados pela CBMAE. O serviço passará a funcionar em abril. Para o presidente da ACI, Sérgio Velânes, a instalação da Câmara de Arbitragem é um avanço para Itabuna, ajudando a “destravar as demandas jurídicas das empresas e ter uma solução mais rápida de todos os problemas jurídicos”.
A delegada do Conselho Regional de Contabilidade, Viviane Fernandes, disse que o novo instrumento de mediação é muito importante, porque, além da agilidade, amplia o acesso do itabunense às formas extrajudiciais de resolução de conflitos.
Chegamos ao fim da temporada do American Park em Ilhéus.
Nós, do American Park, agradecemos o carinho e todo apoio que nos foi dado na nossa estadia 2021 em Ilhéus. Sem a sua participação não teríamos conseguido uma temporada tão proveitosa, mesmo com todas as divergências que estamos vivendo.
Esperamos que a próxima temporada seja ainda melhor, com muito mais diversão e livres dessa pandemia, afinal venceremos essa guerra e sairemos mais fortes e de cabeça erguida. Prontos para uma vida melhor onde levaremos de tudo isso apenas um aprendizado: de que somos todos um dependente do outro e que a vida é feita de bons amigos.
Atenciosamente, a direção do American Park.
Ilhéus, Bahia, 03 de março de 2021.
Que líder fuleiro, perverso e egoísta vocês me arranjaram. Isso não tem nada a ver com política. É ser ruim ou ser bom. E, infelizmente, esse filho da puta de franja não tem nem nunca teve nada de bom.
Rodrigo Melo

O capitão não é honesto, nunca foi, todo mundo agora sabe, mesmo esses arautos da moralidade, tanto que faz tudo às escuras e vive fugindo de investigação, criando inclusive a PEC da impunidade para livrar um dos filhos da cadeia. E para ele próprio quando precisar. E para livrar os outros filhos também. Todos eles metidos com crime e contravenção. E se você não enxergar isso, você também é muito cara de pau.
Hoje o Brasil saiu do grupo das dez maiores economias do mundo. O gás subiu, ao contrário do que dizia Paulo Guedes, e nós somos o único país onde a pandemia aumenta em vez de diminuir. Morre-se aos montes, sem parar.
Enquanto isso, o filho primeiro compra uma casa de milhões só para dar o recado de que ele pode fazer o que quiser e que nunca vai ser preso, pois vai ter o pai para corromper a lei e uma porção de besta, todos prepotentes e petulantes, servindo de advogados de defesa, espalhando fake news e brigando em nome de um sujeito que no fundo não está nem aí pra ninguém.
Que líder fuleiro, perverso e egoísta vocês me arranjaram. Isso não tem nada a ver com política. É ser ruim ou ser bom. E, infelizmente, esse filho da puta de franja não tem nem nunca teve nada de bom. Assim como todos que, por detrás de suas vidas esplendorosas e exemplares, avalizaram todo esse terror.
Rodrigo Melo é escritor; publicou Jogando dardos sem mirar no alvo, O sangue que corre nas veias, Enquanto o mundo dorme e Riviera.
O Núcleo Regional Sul (NRS) da Secretaria de Saúde da Bahia recebeu, na manhã desta quarta-feira (3), novas doses da Coronavac para dar seguimento à imunização da população contra a Covid-19. Foram 10.400 vacinas para primeira dose em mais um grupo de trabalhadores de saúde e mais 24% da população de idosos de 80 a 86 anos. A região de Jequié recebeu 3.700 doses, a de Itabuna 3.500, de Ilhéus 1.800 e Gandu 1.400 doses.
Também foram enviadas 10.200 vacinas para segunda dose em trabalhadores de saúde e idosos com idade entre 87 a 89 anos, sendo que a região de Jequié recebeu 3.400 doses, a de Itabuna 3.650, de Ilhéus 1.750 e Gandu 1.400.
A coordenadora do núcleo, Domilene Borges, destaca que só receberão mais imunizantes para a primeira vacinação os municípios que já aplicaram, pelo menos, 75% das doses recebidas. “Não podemos permitir, num momento delicado como esse, que municípios tenham vacina em estoque”, explica.
Domilene enfatiza que, apesar da vacinação, nesse momento ela só atinge parte dos profissionais de saúde e grupos de idosos. Por isso, é fundamental que as pessoas mantenham o distanciamento social, usem máscara e higienizem as mãos sempre que possível. “Estamos com leitos clínicos e de UTI no limite de ocupação na rede hospitalar de Itabuna e Ilhéus, num momento crítico, que a conscientização sobre a prevenção é necessária para evitar um colapso. O momento é de preservar a vida”, apela a coordenadora.
SESAB E A FALTA DE TRANSPARÊNCIA
O Núcleo Regional Sul da Sesab, porém optou por uma forma não transparente de divulgar o quantitativo de dosagem aos municípios. Agora, não informa quanto cada município recebeu, mas apenas a região. E, como denunciado abaixo, isso começou por Ilhéus. A falta de transparência dificulta o acompanhamento da aplicação das doses por município.
A quebra de uma rede está causando baixa pressão e desabastecimento de água em algumas partes dos bairros Lomanto e Novo Lomanto, além da avenida José Soares Pinheiro, na zona oeste de Itabuna. De acordo com a assessoria da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa), equipes já estão atuando para identificar o ponto exato onde ocorreu o rompimento e fazer o reparo.
“Estamos com uma equipe técnica atuando para solucionar o quanto antes o problema”, disse o gerente técnico da Emasa, João Bitencourt. Ele afirma que todo empenho está sendo feito para que o abastecimento seja normalizado, mas pede que as pessoas economizem água.
Mais um suspeito de envolvimento na morte do professor universitário Edcarlos da Silva Santana foi preso, na manhã desta quarta-feira (3), por policiais da Delegacia Territorial (DT) de Santo Amaro, onde o crime ocorreu.
O mandado de prisão temporária foi cumprido durante diligências na cidade de Feira de Santana. O titular da Delegacia de Santo Amaro, delegado Adriano Lobo Moreira, explicou que as buscas integram a Operação Gran Fratello. “Já prendemos quatro envolvidos no crime, inclusive o irmão da vítima, apontado como mentor”, comentou.
O suspeito foi encaminhado para unidade policial, onde está custodiado à disposição do Poder Judiciário. A ação contou com o apoio da Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos quatro suspeitos presos.
Thiago Dias
A ialorixá Mãe Laura, de 72 anos, mobiliza terreiros para impedir a construção de uma Estação Elevatória de Esgoto (EEE) da Embasa no espaço onde ocorre anualmente a Festa de Iemanjá, sempre no dia 2 de fevereiro. Realizada pela mãe de santo há 44 anos na Nova Brasília, comunidade do bairro Pontal, a celebração é uma das manifestações mais tradicionais da religiosidade e da cultura popular de Ilhéus.
Na década de 1970, lembra Mãe Laura, “a Nova Brasília era praia pura; poucas casinhas”. Desde então, a paisagem mudou muito. “Acho que é progresso. Tudo bem, tá certo, mas não pode também mexer nas coisas da cultura e do sagrado”, alerta a fundadora do terreiro Ilê Guainia de Oiá em conversa com o PIMENTA.
Mãe Laura pretende recorrer ao Governo do Estado e ao prefeito Mário Alexandre (PSD) para que o equipamento da Embasa não seja construído na Universidade Livre do Mar e da Mata (Maramata), que pertence ao município e é o palco principal da Festa de Iemanjá na Nova Brasília. “Se for preciso, vou até o governador [Rui Costa]”, avisa.
A ESCOLHA DO LOCAL
Foi Fernanda Dantas quem avisou à mãe de santo sobre a obra. Professora de História do Colégio da Polícia Militar Rômulo Galvão, ela mora ao lado da Maramata. Fernanda destaca a relevância da ampliação do sistema de saneamento básico para Ilhéus, que trata menos de 40% do seu esgoto. “[A obra] é muitíssimo bem-vinda. O meio ambiente precisa. A gente não pode ficar jogando as águas sujas no mar, sem tratamento, sem nada”. Porém, considera o local escolhido inapropriado para uma estação elevatória de esgoto. De acordo com a Embasa, a escolha da área levou em consideração as características topográficas do terreno.
A Prefeitura de Ilhéus e a Embasa, na perspectiva da professora, não se comunicaram devidamente com a comunidade para explicar a intervenção. Ouvidor cidadão da Defensoria Pública do Estado (DPE), Crispim Soares tem a mesma opinião. Além disso, ele considera a escolha do local para a estação uma afronta às religiões que cultuam Iemanjá, a exemplo da umbanda e do candomblé. “Nós temos o direito de ter dignidade para fazer nossas celebrações. As forças da natureza, para gente, são elementos sagrados. O mar está ali; as árvores, mesmo que poucas, estão ali; a terra que sustenta o chão, sustenta todos nós, está ali; o ar puro está ali”, elencou, descrevendo as características da área livre da Maramata.
Crispim, que foi iniciado no candomblé no terreiro Abassa Kalundé Kalungerê, do Banco da Vitória, informou ao PIMENTA que os povos de terreiro buscarão a ajuda da DPE e do Ministério Público do Estado da Bahia para embargar a obra.
INTERVENÇÕES URBANAS DEVEM CONSIDERAR CULTURA E HISTÓRIA DOS LOCAIS, AFIRMA PROFESSOR
Nossa reportagem também conversou sobre o assunto com o professor Luciano Pillo, coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unime. Como não conhece o projeto discutido, Luciano preferiu não fazer uma avaliação do caso em particular, mas falou em tese sobre os principais aspectos que devem ser considerados ao se analisar uma intervenção urbana.
Segundo o professor, a primeira coisa a saber é se o projeto está de acordo com a legislação que incide sobre esse tipo de obra. “Se sim, a gente parte para outros aspectos. Mesmo quando um projeto é legal, na nossa ótica – sobretudo na ótica do urbanismo, muito mais do que da arquitetura-, não há a possibilidade de tomar decisões (pelo menos, nós não recomendamos) descartando a relação histórica e cultural. A legislação permite? Muito bom, mas a gente precisa levar em consideração a história do sítio. Infelizmente, isso é muito descartado hoje nas decisões, sobretudo da gestão pública”.
Antes de uma intervenção urbana significativa ser realizada, explica Luciano Pillo, a população local deve ser ouvida e esclarecida sobre o projeto. Quando isso não ocorre, “muitas vezes, os moradores têm a impressão de que o espaço está sendo simplesmente invadindo, pressupondo que aquela ocupação não é regular”.
LICENCIAMENTO AMBIENTAL
O vereador Vinícius Alcântara (PV), presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara de Ilhéus, por meio de ofício enviado à Embasa, perguntou à empresa pública se os moradores da Nova Brasília foram ouvidos sobre a obra e se a licença ambiental foi respaldada por estudos de impacto de vizinhança e de alternativas locacionais. A Embasa, por sua vez, informou ao site que a estação elevatória foi licenciada pelo Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).
Recentemente, a Prefeitura de Ilhéus construiu uma praça de alimentação ao lado da Maramata, próxima da cabeceira da ponte Jorge Amado. Nossa reportagem conversou com o dono de um food-truck que trabalha no local. Ele pediu para não ser identificado na matéria. O empreendedor tem medo que a Estação Elevatória de Esgoto, cujo local escolhido fica a menos de 50 metros da praça, espante os clientes. Teme também que o equipamento emita ruído e mau cheiro.
Procurada pelo PIMENTA, a Embasa enviou nota (íntegra abaixo) ao site, informando que “as estações elevatórias previstas na praça do Pontal, na área verde da Sapetinga e na praça do museu Maramata respeitarão o conjunto urbanístico existente. Os equipamentos, à exceção do conjunto elétrico, são subterrâneos e não provocam prejuízo estético, ambiental ou quaisquer outros transtornos”.
Também procuramos a Prefeitura de Ilhéus, na última quinta-feira (25), para perguntar qual foi o instrumento legal utilizado para autorizar a construção da EEE na Maramata. Não obtivemos resposta até o momento.
Leia a íntegra da nota da Embasa
A Embasa informa que Ilhéus está recebendo investimentos da ordem de R$ 71,6 milhões de reais, com a ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) Ilhéus-Pontal. O novo SES visa elevar a cobertura de atendimento com o serviço de coleta, tratamento e destinação final de esgotos sanitários para 80%, percentual semelhante às cidades mais saneadas do país. O empreendimento beneficia cerca de 65 mil pessoas, através da implantação de 55 km de redes coletoras, 13 novas estações elevatórias e uma moderna estação de tratamento de esgoto. A primeira etapa do empreendimento já se encontra em operação e a segunda etapa levará o serviço de esgotamento sanitário aos bairros Pontal, Sapetinga, Nova Brasília e parte do Nossa Senhora da Vitória. A previsão é de que a obra seja concluída no primeiro semestre de 2022.
As estações elevatórias previstas na praça do Pontal, na área verde da Sapetinga e na praça do museu Maramata respeitarão o conjunto urbanístico existente. Os equipamentos, à exceção do conjunto elétrico, são subterrâneos e não provocam prejuízo estético, ambiental ou quaisquer outros transtornos. Não é verdadeira a informação de que árvores serão suprimidas ou que haverá prejuízo às atividades já realizadas nos respectivos locais.
É preciso esclarecer a diferença entre as estações elevatórias e a estação de tratamento de esgoto. As estações elevatórias são unidades responsáveis pelo bombeamento dos esgotos coletados até a estação de tratamento, situada no distrito do Couto. Não existe acúmulo nem tratamento de esgotos nas elevatórias. Um diferencial do empreendimento é que todas as estações elevatórias previstas possuem equipamento reserva e grupo gerador, acionados durante um eventual desabastecimento de energia. Como consequência, a continuidade do serviço é garantida. Além disso, os geradores são cabinados, garantindo conforto acústico aos moradores de seu entorno.
A definição da localização das estações elevatórias está vinculada às condições técnicas e topográficas das áreas que serão atendidas, não sendo, portanto, de livre escolha. A disponibilidade e a situação fundiária das áreas, que devem possuir espaço suficiente para implantação das unidades, também são avaliadas. O objetivo é implantar a estação elevatória em um ponto que possa atender ao máximo de pessoas.
Já nova estação de tratamento de esgotos (ETE) está situada em área distante dois quilômetros da sede municipal, cercada por mata atlântica, que funciona como um cinturão verde natural, ajudando na dissipação dos gases oriundos do processo de depuração do esgoto. A concepção da ETE foi baseada na classificação do corpo receptor estabelecida pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) e é capaz de reduzir 97% da carga orgânica e 99,9% de bactérias do tipo coliformes termotolerantes.
Também é preciso informar que as intervenções se encontram licenciadas por meio da Portaria nº 11.306/2016 do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos – Inema (Licença de Instalação) com vigência até 18/02/2022. A Embasa também segue cumprindo as condicionantes previstas na licença, destacadamente aquelas relacionadas à implantação das estações elevatórias.
Sem as estações elevatórias, é inviável o atendimento à população, pelos motivos técnicos já informados. Além disso, não seria possível a despoluição da Baía do Pontal, uma vez que, sem esse equipamento, os moradores do eixo de intervenção continuariam afastando esgoto in natura por meio de córregos e galerias pluviais.
O Projeto de Trabalho Social (PTS) da obra atua por meio de diversas atividades de conscientização ambiental e presta informações sobre a adesão ao sistema. A equipe social também está disponível para registrar e atender sugestões e reclamações. O telefone é 73 3632-8713 e o canal funciona de segunda a sexta-feira, das 08 às 12h e das 13h às 17h.
Moradores dos bairros Góes Calmon, Conceição, São Pedro e Zizo e motoristas que usam atalho para chegar à Avenida Roberto Santos reclamam de uma grande buraqueira no cruzamento das ruas A e B, no Góes Calmon, região da Escola Carrossel.
A dificuldade para trafegar é ainda maior nos horários de pico, quando centenas de motoristas utilizam a via para fugir do trânsito lento na Félix Mendonça e Hercília Teixeira (Conceição) e na Princesa Isabel (São Caetano). Para desviar dos buracos, o motorista menos atento pode bater num dos postes na extensão da via.
Pelo menos, um tapa-buracos, acreditam as “vítimas”, já daria um alívio. Há quem reclame de prejuízos com a buraqueira, desde alinhamento até a troca de pneus forçada pelas manobras para desviar das crateras que ganham corpo na via. Os transtornos são grandes – e vêm acompanhados de prejuízos.
Moradores e vítimas planejam uma visita ao secretário de Infraestrutura e Urbanismo de Itabuna, Almir Melo Junior, e ao prefeito Augusto Castro, após terem ouvido de um secretário que pouco poderia fazer neste caso. Confira o vídeo abaixo.
Devido às restrições com a prorrogação do toque de recolher em toda a Bahia, as lojas e praça de alimentação do Shopping Jequitibá vão funcionar em novo horário, conforme anunciou a direção do centro de compras, serviços e lazer. Os horários divulgados hoje valem até a próxima sexta (5).
As lojas vão abrir das 9h às 19h, enquanto a praça de alimentação funcionará das 10h às 19h. Supermercado, drogaria, barbearia e lotérica abrirão às 8h e fecharão às 19h. A academia funcionará das 5h30min às 19h.
DELIVERY E CINEMA
O serviço de delivery dos empreendimentos do shopping vão atender até as 22h. A programação do cinema deve ser consultada no site do Cinemark. O shopping informou que ainda aguarda a publicação de decreto municipal para definir o funcionamento no sábado e no domingo.
Um avião do governo baiano atropelou jumentos durante operação de pouso no aeródromo do município de Ibotirama, no oeste do Estado. O acidente ocorreu na manhã desta quarta-feira (3). Um dos animais morreu e outro teria ficado ferido, segundo uma fonte da cidade informou ao PIMENTA há pouco. Um dos pneus do avião de pequeno porte estourou e sofreu outras avarias.
O piloto saiu ileso do acidente e as doses da Coronavac transportadas para a região ficaram intactas. As primeiras informações são de que o acidente teria sido causado pelo estouro de um dos pneus da aeronave, levando-o a sair da pista e atropelar o animal.
Outra aeronave deverá dar sequência ao transporte das doses do imunizante. A distribuição é feita pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), com o apoio da Casa Militar e Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA). Atualizado às 11h40min.
Quantas doses da vacina Coronavac Ilhéus recebeu em 24 de fevereiro?
O Blog do Gusmão, com sede em Ilhéus, buscou saber. Mas, porém, contudo… Esbarrou na má-vontade das secretarias de Saúde Estadual (Sesab) e Municipal (Sesau), conforme relato em publicação desta terça (2).
Segundo a publicação, o Núcleo Regional de Saúde da Sesab, sediado em Ilhéus, alegou não ter autonomia/autorização para fornecer esta informação, que, veja só!, é de utilidade pública e reforçaria a transparência quanto à distribuição e ao uso dos imunizantes tão escassos neste Brasil governado pelo negacionista Jair Bolsonaro.
“Sem qualquer tipo de justificativa pertinente, a Secretaria Estadual de Saúde se recusa a informar quantas vacinas Coronavac Ilhéus recebeu no dia 24 de fevereiro”, sustenta o blog editado pelo comunicólogo e jornalista Emílio Gusmão.
Ainda conforme o editor, a Secretaria de Saúde de Ilhéus teria adotado postura idêntica ao receber mais de 1,3 mil doses da vacina Oxford/Astrazeneca.
“Antes da Sesau-Ilhéus informar com atraso o recebimento da nova remessa de imunizantes da faculdade britânica, o BG, por meio do Núcleo Regional de Saúde Sul, conseguiu levantar a quantidade”.
O site especula que a publicação informando a quantidade de doses do imunizante da Oxford pode ter irritado autoridade municipal e levado o NRS-Sul a dificultar ou não passar informações sobre as doses de Coronavac recebidas no último 24 de fevereiro. A direção do Núcleo Regional foi pressionada?
A repartição regional, diz o site, disse que repassar a informação dependia de autorização da área de comunicação da Sesab. “Antes não havia dificuldade”, destacou o Blog do Gusmão.
A postura da Sesab levanta interrogações e aumenta especulações em um período em que a imprensa profissional é essencial para o combate às notícias falsas (fake news) e à falta de transparência.
Exercendo o nosso direito de perguntar, vamos lá:
O que estaria por trás desse “zelo” do NRS-Sul?
Qual o mistério que ronda a Coronavac em Ilhéus?
Por que o NRS-Sul mudou de postura no acesso à informação pública e de grande relevância para a sociedade em um período pandêmico e com o país e a Bahia batendo recordes de mortes diárias pela Covid-19?
Será necessário aguardar o retorno do titular da Sesab, Fábio Vilas-Boas, para que as informações não mais sejam sonegadas aos veículos e – mais importante – ao leitor e cidadão?
Que as autoridades – aqui ou acolá – exerçam o dever de responder!
Em vez de ser considerada um dos sete pecados capitais, a gula, para esse modesto comilão, é a satisfação do prazer de comer – bem e muito –, saciando a costumeira fome e degustando os sabores. Não importa se num restaurante grã-fino e laureado com as medalhas da moda e pouca comida, ou num pé sujo (com todo o respeito)

A depender de onde estamos e com quem falamos quando o assunto é alimentação, geralmente ouvimos que o melhor tempero para a comida é a fome. Não discordo que a barriga vazia e a vontade de comer sejam componentes para esvaziar um bom prato, mas outros atributos mexem com nossos olhos e as papilas gustativas, destacando os sabores doces, salgados, amargos, azedos e umami (chic), sem falar nos gostos.
E essas diferenças podem ser notadas e degustadas independentemente do local em que estivermos fazendo nossa refeição. Isto quer dizer que tanto nos famosos e laureados restaurantes, os famosos “pé sujo”, ou em casa, o toque dos chefs renomados, cozinheiros ou quem mais se aventure no forno ou fogão é fundamental para saborearmos uma boa, excelente ou má refeição.
Muitos restaurantes tipo “pé sujo” possuem uma respeitável clientela, daquelas que têm direito a cadeira cativa num determinado dia de semana, saboreando um bom prato – melhor, dois ou mais tipos diferente de proteínas (boi, porco, carneiro, aves, peixes…) – e saem pra lá de satisfeitos. A cada dia uma especialidade da casa, daquelas de deixar qualquer ser vivente com água na boca.
Não basta encher a barriga, mas degustar cada tipo de comida, seja proteína, carboidrato, gordura, ou o que valha, é por demais essencial para que o cliente volte na próxima oportunidade ou se torne um freguês assíduo. E como dizem que a melhor propaganda é a feita de boca a boca, por certo, novos acompanhantes estarão dispostos a socializar as delícias desses restaurantes.
Em vez de ser considerada um dos sete pecados capitais, a gula, para esse modesto comilão, é a satisfação do prazer de comer – bem e muito –, saciando a costumeira fome e degustando os sabores. Não importa se num restaurante grã-fino e laureado com as medalhas da moda e pouca comida, ou num pé sujo (com todo o respeito), no qual a fartura é fundamental.
Nessas minhas andanças por restaurantes brasileiros e de outros países, pude constatar que o tamanho do prato é inversamente proporcional aos preços cobrados do distinto cliente, sem tirar nem por. E são muitos os pé sujos espalhados por esse imenso país, notadamente nas feiras livres e locais de movimento, como portos, rodoviárias e os que servem a comidinha de cada dia aos comerciários e industriários.
Comida de sustança para quem pega pesado no trabalho – ou nem tanto, mas que aprecia uma boa rabada, mocofato, cozido, sarapatel, sobe e desce, e outras delícias regionais nem tão conhecida por todos. E todos bem temperados, com especiarias das mais diversas, como queriam os portugueses ao ganhar o mundo nas circunavegações, deixando esse legado para nós pobres mortais.
À vezes nem mesmo precisamos sair de casa para provarmos esses manjares dos deuses, prática que tenho utilizado nesses últimos tempos em que a quarentena é recomendada pelas autoridades – nem sempre médicas – e que temos que obedecer. Quase sempre nem requer muito trabalho, desde que feito de maneira correta o planejamento, com a compra dos insumos principais e acessórios.
Outras vezes nem mesmo precisamos sair de casa, principalmente quando se aproxima o fim de semana, em que as panelas precisam ser renovadas. Basta fazer uma vistoria na geladeira e acreditar na consagrada teoria de Antoine-Laurent de Lavoisier, cientista das áreas da química e biologia, que mostrou ao mundo que “na natureza nada se cria e nada se perde, tudo se transforma”.
E foi o que fiz numa sexta-feira dessas, em que a chuva leve e intermitente cismou de modificar meus planos em encontrar os amigos, conforme prometido: ao meio-dia em pino, num desses recatados bares. Como o tempo chuvoso não permitiu, tratei eu de me virar por conta própria, dando-me ao luxo de sequer sair de casa. Para ganhar inspiração fui em busca de uma boa cachaça e algumas cervejas, disponíveis em no recato do lar.
Bastou abrir a velha geladeira e conferir a pequena sobra do feijão gordo da semana, misturá-lo com farinha e transformá-lo num especial tutu à mineira, arroz, cortar e passar na banha a última folha de couve, fritar umas fatias de bacon, linguiça calabresa e, com a sobra da gordura fritar um ovo, devidamente mexido. Para me sentir num pé sujo, bastou colocá-los num prato branco e numa toalha bem surrada.
Para me despedir, não pensem os senhores que estão com água na boca, que me enganei ao citar a ingestão de muita comida e apresentar um prato pouco condizente com o texto acima elaborado. Como ninguém é de ferro, do planejamento ao começo dos trabalhos etílicos, a eles se juntaram os tira-gostos, consumidos sem dó nem piedade. Afinal, o que de melhor fazer numa sexta-feira acinzentada e chuvosa?
Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.
O Produto Interno Bruto (PIB) do país caiu 4,1% em 2020, totalizando R$ 7,4 trilhões. Essa é a maior queda anual da série iniciada em 1996 e interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB (a soma dse todas as riquezas produzidas no país) acumulou alta de 4,6%.
O PIB per capita alcançou R$ 35.172 no ano passado, recuo recorde de 4,8%. No quarto trimestre, que fechou o resultado de 2020, o PIB cresceu 3,2%. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado hoje (3), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, o resultado é efeito da pandemia de covid-19, quando diversas atividades econômicas foram parcial ou totalmente paralisadas para controle da disseminação do vírus. “Mesmo quando começou a flexibilização do distanciamento social, muitas pessoas permaneceram receosas de consumir, principalmente os serviços que podem provocar aglomeração”, disse.
RETRAÇÃO NOS SETORES DE SERVIÇOS E INDÚSTRIA
Os serviços recuaram 4,5% e a indústria, 3,5%. Segundo o IBGE, esses dois setores somados representam 95% da economia nacional. Já a agropecuária teve alta de 2,0%.
O menor desempenho dentro dos serviços foi o de outras atividades de serviços com retração de 12,1%. Nelas, estão incluídos os restaurantes, academias e hotéis. De acordo com Rebeca Palis, os serviços prestados às famílias foram os mais afetados negativamente pelas restrições de funcionamento.
“A segunda maior queda ocorreu nos transportes, armazenagem e correio (-9,2%), principalmente o transporte de passageiros, atividade econômica também muito afetada pela pandemia”, explicou.
Ainda no setor de serviços, as atividades de administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social registraram recuo de 4,7%, o comércio de 3,1%, informação e comunicação de 0,2%. As atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados tiveram movimento diferente em 2020 e subiram 4,0%, como também as atividades imobiliárias com alta de 2,5%.Leia Mais



























