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Alisson aceita o Planejamento.
Alisson aceita o Planejamento.

O vereador Alisson Mendonça é o virtual secretário de Planejamento de Ilhéus. Há pouco, o Pimenta conversou com o petista.

Segundo ele, PT e prefeito Newton Lima sentam-se à mesa ainda nesta tarde. É quando a direção local leva ao prefeito a decisão de ingressar no governo.

O partido ainda pode ocupar uma terceira pasta. As conversas mantidas desde a sexta-feira, 8, estão levando em conta um plano de concertação geral no governo de Newton Lima.

O vereador não deixou claro, mas o PT poderia, eventualmente, também assumir a Pasta da Educação.

E você, nobre leitor, que acha de tudo isso?

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Jabes pode ir para a Seagri.
Jabes pode ir para a Seagri.

É natural que ele negue, mas são grandes as possibilidades de Jabes Ribeiro substituir o secretário de Agricultura, Roberto Muniz. Ele assumiria a pasta e deixaria o caminho livre para a eleição de Mário Negromonte Júnior à Assembleia Legislativa.

O trio Jabes-Muniz -Negromonte Júnior é do PP. As negociações têm as bênçãos do presidente estadual do partido, o federal Mário Negromonte. Jabes, que é secretário-geral do PP, ainda está em dúvida, pois acredita ter grandes chances de ser eleito deputado estadual em 2010. Para isso, tem trabalhado em cerca de 40 municípios.

Nos bastidores, se diz que ele topa ser secretário, mas tudo vai depender do cenário eleitoral até quando Roberto Muniz se desincompatilizar. Se o “Galego” estiver bem posicionado nas pesquisas até lá, ele topa integrar o secretariado.

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Deram resultados as denúncias do deputado estadual Paulo Rangel (PT), que apontou aparelhamento na Bahia Pesca e favorecimento a políticos ligados ao PP na distribuição de alevinos. Mário Negromonte Filho, pré-candidato a deputado estadual, estaria patrocinando a farra dos alevinos (leia aqui). O alvo das críticas é o ilheense Isaac Albagli, presidente da Bahia Pesca.

O secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Roberto Muniz, acaba de determinar uma sindicância na autarquia para apurar essas supostas irregularidades. A Seagri encaminhou à Auditoria Geral do Estado (AGE), toda documentação pertinente aos fatos, solicitando também a abertura de investigação.

O secretário solicitou da Procuradoria Geral do Estado (PGE), a designação de um procurador para participar e acompanhar as investigações. O detalhe é que, na semana passada, Muniz havia minimizado as denúncias de Rangel, relegando-as a uma prosaica briga por votos entre os dois adversários (leia). Pode até ser, mas…

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O técnico agrícola Moacir Smith Lima deixou a direção do Instituto Biofábrica de Cacau da forma como entrou: por vontade política. Nada a estranhar, uma vez que, apesar de ser uma Organização Social Sem Fins Lucrativos – empresa de direito privado –, a Biofábrica sempre teve, sem exceções, sua diretoria constituída dessa forma, por indicação política.

“O que ficou feio foi a forma. O secretário Roberto Muniz obrigou o conselho a pedir minha cabeça e aceitar o nome que ele queria”, afirma o ex-diretor. Moacir conversou hoje com o Pimenta, e revelou os bastidores da sua queda. Falou de como a Seagri reteve milhões de reais enquanto mais de 200 famílias passavam necessidade, com salários atrasados e o quanto o governador Jaques Wagner tem de responsabilidade em todo processo.

“Ele tem 100% de responsabilidade. Ele é o governador, tem obrigação de saber o que se passa nas secretarias. E eu alertei várias vezes a Seagri para o grande prejuízo social e político que ela estava causando à população e ao governo com sua política da inanição”. Confira a seguir os principais trechos da entrevista que ele concedeu ao Pimenta.

Vamos começar pelo fim: como se deu a reunião do secretário Roberto Muniz, conselheiros administrativos e o senhor, aqui em Itabuna, na terça-feira, 15 de setembro, em que ele veio pedir sua cabeça ao Conselho Administrativo?

Foi uma coisa constrangedora. Veja que o secretário chegou ao ponto de dizer aos conselheiros que ou eles me tiravam da direção e aprovavam outro nome, ou ele deixaria a Biofábrica de mão e eles, os conselheiros, que se virassem para descascar o abacaxi.

E então, o que fizeram os conselheiros?

Nesse dia, nada. Mas depois foram chamados a Salvador, para um reunião sem minha presença. Lá foram coagidos a me tirar da direção, e a aprovar o nome que a secretaria indicou. Quero deixar claro que nada tenho contra o novo diretor, que, inclusive, foi muito cortês no período de transição.

Mas nesse caso, a cortesia não deveria ter sido sua, uma vez que é quem estava de posse de documentos, que seriam passados a ele?

É, sim. Mas repare que esse processo foi sumário. Assim que o conselho aprovou o novo nome, em Salvador, o secretário exigiu a publicação imediata de minha exoneração. E Henrique me disse que eu poderia fazer a transição com calma, não precisava evacuar o local assim, às pressas. Achei que foi cortesia da parte dele.

“Se me alinhasse, talvez não estivesse recebendo o reconhecimento dele, de que sou probo, honesto.”

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Voltando à reunião do dia 15, que o senhor diz que foi constrangedora. O que aconteceu ali?

Para começar, o doutor Roberto Muniz disse que eu era um homem probo, honesto, que era apaixonado pelo que faço. Em seguida, soltou: ‘mas Moacir, você, por outro lado, é uma roda quadrada, que não se alinha’. Para ele, se eu me alinhasse, seria possível minha permanência. Eu respondi que, se me alinhasse, como ele queria, talvez não estivesse ali, naquela reunião, recebendo o reconhecimento dele, de que sou um homem probo, honesto.

E os conselheiros, o que o senhor acha da postura deles?

O que eles poderiam fazer? Ficar com o abacaxi? Apenas não achei correta a ida deles para Salvador, atendendo a um pedido do secretário. Acho que eles poderiam dizer: ‘escolha o nome, que aprovamos’. Mas ir lá, em reunião a portas trancadas, ficou estranho.

Mas o senhor nos disse, antes dessa entrevista, que essa situação foi antecedida por uma ação deliberada do secretário para inviabilizar sua gestão.

A Biofábrica trabalha com base em um contrato de gestão com o governo do estado, através da Seagri. Basicamente, o governo, através da Seagri, paga um valor para que a Biofábrica forneça mudas para as políticas públicas do governo na área da agricultura. Na época do ex-secretário Geraldo Simões, enfrentamos dificuldades, por conta do fim do primeiro contrato e da demora da Procuradoria Geral do Estado em analisar o novo.

Nesse meio tempo, antes que fosse aprovado ao menos um contrato de emergência, a Biofábrica sustentou a produção de mudas para o governo com seus próprios recursos, no valor de R$ 605.600,00. Entramos com pedido de indenização, e a PGE nos deu parecer favorável. Quando começamos a receber as verbas, a título de indenização, houve a troca de secretários. Geraldo deixou tudo lá, empenhado, mas esse dinheiro não chegou. Pelo menos não chegou da forma que deveria.

“A intenção de Muniz era inviabilizar

a Biofábrica para forçar a minha saída”.

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Não chegou por que?

Porque a intenção era inviabilizar a Biofábrica para forçar a minha saída. Começou uma espécie de auditoria nas notas, que a gente via que era fachada, apenas para burocratizar o processo e postergar os pagamentos, enquanto os trabalhadores ficavam meses e meses sem salários. Tenho aqui anotados todos os pagamentos que recebemos, todas as injeções de recursos próprios. Cada centavo recebido ou pago foi anotado.

O senhor tem conhecimento de boatos que dizem que o dinheiro da Biofábrica foi usado na campanha para prefeita de Juçara, em 2008?

Juçara teve mais de 40 mil votos, não foi? Se dependesse do dinheiro da Biofábrica, não teria quatro votos. Tudo o que entrou e saiu de recursos foi registrado e aprovado pelos conselhos. Essa avaliação de contas é a cada dois meses, e lá não tive uma conta reprovada. E aqui estão todos os recursos da Biofábrica [mostra documentos]. Tenho um nome a zelar. Aliás, só tenho isso, meu nome, minha biografia. Não faria isso em hipótese alguma.

Nesse processo, o senhor teve apoio do deputado Geraldo Simões?

Tive na medida do possível, para ele. Como ex-titular da secretaria, se ele fosse para a briga direta, na imprensa, ficaria parecendo que era uma tentativa de vingança contra o atual secretário. Mas tive, sim, apoio dele, dessa forma, que acaba sendo insuficiente. Agora, em nenhum momento as lideranças de Itabuna levantaram a voz.

“O secretário Muniz está fazendo da Seagri um departamento do PP. Não imagino que o governador não esteja vendo isso”.

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E o governador Jaques Wagner, que avaliação o senhor faz de sua atuação nesse episódio?

Eu credito a ele toda a responsabilidade pelo que está acontecendo. Ele é o governador, deve saber o que se passa nas suas secretarias. Sem falar que o processo da troca de secretário foi acordado de uma forma e executado de outra. Seria mais honesto o PP dizer: “governador, aceitamos a secretaria, mas tem que ser verticalizada”. Ao contrário, aceitou as regras, e depois colocou as mangas de fora. O secretário Roberto Muniz está fazendo da Seagri um departamento do PP. Todo mundo está vendo isso, não imagino que o governador não esteja.

Como está sua situação no PTB, que fechou apoio a Geddel?

Não tenho como ficar, não é? Vou sair, junto com meu grupo. São 455 filiados que saem comigo e se filiarão também junto comigo em outro partido.

Qual partido?

Ainda não temos destino, estamos analisando. Mas tem que estar alinhado com o projeto do governo e do governador.

Que avaliação o senhor faz de sua gestão na Biofábrica?

Tivemos muitos problemas, principalmente com esses repasses e com o fim do contrato de gestão, mas saio deixando 659.708 mudas clonais de cacau (prontas para comercialização), outras 300 mil enraizando, 92.540 mudas de essências florestais; 77.673 mudas de fruteiras – outras 160 mil germinando. Do programa Mata Verde (seringueiras), foram entregues 150 mil mudas e mais 1,1 milhão estão germinando e sendo plantadas. Os resultados, do que foi possível fazer, nós temos. O que não foi possível, não foi por falta de vontade, como o próprio secretário reconheceu.

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O secretário-geral do PP baiano, Jabes Ribeiro, jura que nada tem a ver com possíveis articulações para a derrubada de Rúbia Carvalho na Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). Em contato com o Pimenta, Jabes diz que não sabe “nem o cargo que essa mulher ocupa” e que Rúbia é “um problema do PDT”. O partido de Brizola é quem está no comando da Secti, desde a saída do PMDB da base de Jaques Wagner.

A negação veemente ocorre a propósito de nota publicada aqui, na segunda-feira, dando conta de articulações de bastidores de Jabes contra Rúbia, sua desafeta que estaria ainda na aba do deputado federal peemedebista Raymundo Veloso, apesar de seu ventilado ingresso no PSC. Tanto Veloso como o PSC, oficialmente, estão na oposição ao governo do estado.

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Almeida fala de planos para a Biofábrica.
Almeida: planos para a Biofábrica.

O novo diretor-geral do Instituto Biofábrica de Cacau, Henrique Almeida, concede entrevista coletiva, na próxima quinta, às 8h, para explicar o seu plano de gestão para o órgão ligado à agricultura sul-baiana. A coletiva será no Palace Bistrô, em Itabuna. Almeida assumiu o Instituto Biofábrica, após articulações que resultaram na queda do técnico agrícola Moacir Smith Lima, ligado ao deputado federal Geraldo Simões (PT).

O novo diretor-geral assume com o apoio dos grandes produtores e do secretário estadual de Agricultura, Roberto Muniz. Almeida é ligado a Jabes Ribeiro, ex-prefeito de Ilhéus e secretário-geral estadual do PP, partido que comanda a pasta da Agricultura. O diretor-geral também é presidente da Associação dos Produtores de Cacau (APC).

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Jabes Ribeiro, ex-prefeito de Ilhéus e atual secretário do PP baiano, prepara xeque-mate numa ex-aliada, a advogada ilheense Rúbia Carvalho. Nos bastidores, Jabes trabalha para derrubar a desafeta do cargo de coordenadora-executiva do Programa de Inclusão Sociodigital, da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).

Por apego ao (e para manter-se no) cargo, a ex-aliada teria adotado uma estratégia daquelas. Primeiro, anunciou sua desfiliação do PMDB e ingresso no PSC, por onde concorreria a deputada federal. Nos bastidores da política ilheense, diz-se que tudo não passa de zignal puro. E o enganado da história seria o governo estadual.

Explica-se: Rúbia ocupa o posto estratégico de implantação de Centros Digitais de Cidadania (CDC) em todo o estado. Chegou ao cargo pelas mãos dos deputados Raymundo Veloso e Colbert Martins, peemedebistas que perderam todos os seus cargos no estado ao decidirem por seguir o ministro Geddel Vieira Lima.

O ingresso no PSC teria sido jogo de cena para manter-se no cargo no governo do estado. Ao mesmo tempo em que mantém o posto, atende às reivindicações de Veloso. OS CDCs são aqueles centros que oferecem cursos de informática e acesso à internet à população mais pobre. Voto (quase) certo.

O problema é que o grupo jabista acredita ter descoberto a jogada da ex-aliada e desafeta. Como Jabes estão com certa moral no estado e pertence ao PP, imagina-se com força suficiente para o xeque-mate. As ligações partidárias de Rúbia seriam fortes motivos. Será?

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Do Política ETC

Se em Itabuna o prefeito Capitão Azevedo, do DEM, se achega para o lado do PP, em Itajuípe o prefeito Marcos Dantas, do PP, faz o movimento totalmente inverso e está todo todo para o lado do DEM.

Na útima sexta-feira, 02, o ex-governador e presidente do DEM na Bahia foi a Itajuípe participar do lançamento da Juventude Democrata na cidade. Estavam lá  o senador César Borges (PR) e o ex-prefeito de Salvador, Antônio Imbassahy (PSDB).

Porém, o mais animado de todos era Marcos Dantas, que não esconde sua paixão por Paulo Souto. Algo fora do comum…

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O secretário Roberto Muniz
O secretário Roberto Muniz

A guerra PTxPP deve ser resolvida entre os dois brigões, o deputado estadual Paulo Rangel (PT), e o pré-candidato a deputado estadual Mário Negromonte Filho (PP). Esse é o entendimento do secretário estadual da Agricultura, Roberto Muniz.

Em entrevista ao Pimenta, o secretário classificou o episódio como uma disputa local, por espaços políticos, na região de Paulo Afonso. Muniz esteve em Itabuna hoje pela manhã, no Parque de Exposições Antônio Setenta, participando da programação da Expofenita.

Paulo Rangel, líder do PT, denunciou na AL desmandos e aparelhamento na Bahia Pesca, comandada pelo Partido Progressista, através do ilheense Isaac Albagli. “Existe uma máxima em política, que diz que briga nacional, se resolve de três horas a três dias; se a briga é estadual, leva de três a 30 dias; mas, se é uma disputa local, é de três a 30 anos. Ou nunca se resolve”.

Roberto Muniz lamentou ainda o efeito danoso do ato do deputado Paulo Rangel ao próprio governo do estado. “Dá discurso para a oposição. Mas o importante é que essa não é a visão do governo, não é a visão do PT. É um fato particular, que deveria ser tratado dessa forma, mas que foi levado ao debate público, na Assembleia”.

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O secretário de Agricultura, Roberto Muniz (PP), pode não ser vingativo, mas sabe aquela história do peixe? Pois é. Moacir Smith Lima, ex-comandante da Biofábrica de Cacau, também morreu pela boca.

E a história remonta a 7 de junho, Dia Internacional do Cacau. O ex-diretor-geral Biofábrica disse a plenos pulmões que não iria recepcionar o seu chefe na vinda do secretário ao sul da Bahia porque não reconhecia Roberto Muniz como titular da Pasta da Agricultura.

A história chegou aos ouvidos de Muniz, que foi bem recepcionado pelo produtor Henrique Almeida e até visitou a fazenda do presidente da Associação dos Produtores de Cacau (APC). Visitou e gostou tanto da receptividade que rejeitou um belo hotel e preferiu por lá dormir.

Daí em diante, Almeida conquistou a simpatia de Muniz, que tratou de flambar – fritura é pouco – o geraldista Moacir Lima. Junte-se a isso o fato de Moacir ser uma indicação do deputado federal Geraldo Simões, que defendeu o plano de conceder maiores descontos a pequenos e médios produtores de cacau nas renegociações das dívidas da lavoura.

Os grandes produtores não gostaram. Travaram as renegociações do PAC do Cacau, se uniram (e aí tem até empresa multinacional envolvida). Com força e convencimentos, deram ontem o golpe de misericórdia em Moacir. A parte contada em post abaixo junta-se a esta.

Moacir pagou por ser técnico num ambiente eminentemente político. Aliás, nas articulações para a sua queda, ele teve contra si até aquele ex-dirigente a quem tratou com demasiado carinho quando assumiu a Biofábrica. Isso, apesar de conhecer a fundo todos os armários da instituição.

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Exclusivo

Almeida assume a Biofábrica de Cacau.
Almeida assume a Biofábrica de Cacau.

Como antecipou o Pimenta (confira aqui), o produtor Henrique Almeida será o novo diretor-geral do Instituto Biofábrica de Cacau, em substituição ao técnico agrícola Moacir Smith Lima. Henrique Almeida assume como produtor, mas entra pela cota do PP, o novo e mais fortalecido aliado do governador Jaques Wagner.

Almeida é presidente da Associação dos Produtores de Cacau (APC) e fiel seguidor do secretário-geral do PP baiano, Jabes Ribeiro. Os membros do Conselho de Administração aceitaram, por unanimidade, a indicação feita pelo vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado da Bahia (Faeb), José Mendes.

Mais informações em instantes.

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O deputado Gilberto Brito está de namorico com o PCdoB, mas o seu destino partidário pode ser mesmo o PDT. Brito teria sido decisivo no ingresso de Félix Júnior no partido de Brizola. Júnior é filho do deputado federal Félix Mendonça, que abandona a disputa política e abre espaço para o pupilo. Gente como o presidente Mário Negromonte dava como fatura liquidada a ida de Júnior para o PP.

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Mudança na chefia da regional Ilhéus da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (Ebda). Segundo bastidores do escritório local, sai Paulo Andrade de Araújo e entra John Ribeiro.

Paulo Andrade era da cota do deputado federal Raymundo Veloso. Como o deputado é do PMDB, Andrade dançou. John Ribeiro foi secretário municipal em Ilhéus – daqueles não muito polidos… -, mas hoje tem como principal credencial o fato de ser irmão do ex-prefeito Jabes Ribeiro, que atualmente é secretário-geral do PP baiano.

O PP está papando quase tudo na Terra de Gabriela. Jabes também foi quem indicou o possível novo diretor do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) de Ilhéus, Jamil Ocké. O empresário é presidente do PP ilheense.

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Em meados de agosto, o ex-prefeito de Itapé, Pedro Jackson Brandão (Pedrão), estava com um pé no PMDB e outro no PP, partido do seu pupilo e atual prefeito de Itapé, Jackson Rezende. Na época, a imprensa divulgou a perda para os peemedebistas e para a campanha de Renato Costa a deputado estadual.

Agora, Pedrão dá uma guinada de 180 graus e diz que seu compromisso com os candidatos de Jackson Rezende é apenas em Itapé. Em outros municípios, está fechado com Renato e, mais, afirma que continuará filiado ao PMDB.

Não se sabe o que houve para Pedrão adotar comportamento tão camaleônico, mas a política tem dessas coisas. E, para não o chamarem de volúvel, o ex-prefeito alega que as notícias sobre sua quase mudança não passaram de “especulação”…

Tá bom.

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O Pimenta havia anunciado (confira), a noiva tentou desmentir ou se mostrar difícil, mas fato é que o ex-governador Otto Alencar se filiará mesmo ao PP para concorrer a uma das vagas ao Senado Federal em 2010. O atual conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) confirmou o desejo ao jornalista Levi Vasconcelos, de A Tarde.

Há 10 dias, numa entrevista ao Pimenta, o também pepista Roberto Britto já assegurava a a ida de Otto para o PP, e garantia que faltavam apenas alguns “ajustes finos”. Pois é. Tá tudo ajustado agora.