Veículos podem ser recuperados, mas orçamento é indispensável || Foto CElétrico
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A pergunta frequente é: Carro atingido por enchente tem conserto?

A resposta é sim.

O problema é saber se compensa fazer o reparo. E isso é uma situação complexa. Mas vamos às situações.

Um carro que entrou água apenas no assoalho. Nesse caso, devem ser retirados bancos e carpetes. Depois, fazer a secagem do lastro. O carpete deve ser posto ao sol. Com o auxílio de um borrifador, deve ser aplicado álcool isopropílico, que tem a função de matar bactérias e não deixar proliferar fungos e mofo.

O veículo que ficou submerso do painel para cima deve ser retirado o cabo positivo da bateria e ser rebocado até uma oficina de sua confiança, pois, nesse caso, ele pode ter pane elétrica se ligado antes. Precisará de higienização em estúdio especializado. Pela quantidade de água citada, há uma grande probabilidade de ocorrer um calço hidráulico. A pane trata-se de um curto circuito, e o último se trata de entrada de água pelo escapamento, que fica alojada no motor, causando danos aos componentes internos do bloco (pistões, camisas, anéis de seguimento etc).

Uma dica muito importante: é preciso verificar se o filtro de ar do motor está molhado. Caso esteja, não tente ligar o carro em hipótese alguma.

A água que entra no motor pode ser retirada pelo mecânico. Esse trabalho demanda bastante tempo, pois será necessário “enxugar” muitas peças, substituir filtros, óleo e cabos de vela.

Por fim, para saber se compensa consertar tudo, depende do quão tecnológico é o seu carro e quanto será o valor do reparo tanto do motor como, também, da parte elétrica. Por isso, é necessário fazer um orçamento. E, claro, aplicar o famoso “Seu bolso, seu guia”.

Ícaro Mota é consultor automotivo. A coluna é publicada às sextas-feiras.

 

A nova Fiat Strada de "grife" 2022
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A aposta da Fiat para 2022 sobre a picape compacta mais vendida do Brasil será a Strada 1.3 Firefly – mesmo motor equipado no Argo – com câmbio CVT de 7 marchas nas versões Volcano e Ranch, que gera 98 cavalos na gasolina e 107 cavalos no etanol, bem como 13,2 kgfm no primeiro e 13,7 kgfm no segundo. Em ambas as versões, vêm os padlle shifts atrás do volante e carregador de celular wireless.

Ranch é a versão de “grife” que possui itens exclusivos, como bancos em couro personalizados, descansador de braços, barras longitudinais e skid plate de cor cinza, estribos laterais, retrovisores em preto brilhante, para-barro, soleiras, capota marítima personalizada, apliques laterais e, também, detalhes internos com a grafia da série.

Será que a Strada de “bigodinho fininho e cabelinho na régua” entregará o que se espera dela e continuará agradando seu público ou é hora de pensar em adquirir uma Toro?

Ícaro Mota é consultor automotivo. A coluna é publicada às sextas-feiras.||||

Fiat Argo em avaliação na Latin NCAP obteve nota zero em segurança
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Ícaro Mota

A Latin NCAP (New Car Assessment Programme) é um programa de avaliação de carros novos para América Latina e o Caribe. A avaliação lista as cifras obtidas do total de vendas de carros nos países avaliados, bem como o índice proporcional por país. Por meio desses parâmetros considerados em conjunto, se elabora uma lista total de vendas com os carros mais vendidos em tantos países quanto possível.

No dia 3 de dezembro deste ano, foram postos à prova o Argo e o seu sedan Cronos, ambos da Fiat, sob uma nova bateria de avaliação com elevação de exigência nos padrões da NCAP.

Os carros foram submetidos aos testes de impacto frontal, impacto lateral, chicotada cervical e proteção de pedestres.

Assinalando 24% em proteção para adultos, 10% para crianças, 37% para pedestres e 3% no sistemas de assistência à segurança, conferindo-lhes 0 estrelas, pelo órgão avaliador.

A avaliação atribui nota que vai de uma escala de 0 a 5 estrelas. Quanto menor a quantidade delas, significa que o veículo apresenta maior probabilidade de que um ou mais ocupantes tenham lesões sérias, até mesmo ocasionando o evento morte.

Ao término dos testes foi solicitada, pelo Latim NCAP, a melhoria desses produtos “o mais rápido possível”. E a Fiat precisará apresentar brevemente uma solução aos seus consumidores.

Ícaro Mota é consultor automotivo. A coluna é publicada às sextas-feiras.

SUV Pulse é nova aposta da Fiat
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Em agosto deste ano, foi lançado no Brasil o SUV compacto da Fiat, o Pulse, conhecido inicialmente por Progetto 363. Ele chega com a proposta de combater o seu adversário de peso, o VW Nivus.

O Fiat Pulse foi produzido sob a plataforma MP1 do conhecido hatch compacto Fiat Argo, e têm design italiano arrojado, item impactante que caracteriza a marca ao longo dos anos.

O SUV pioneiro da Fiat vem com duas versões de motorização: motor 1.3 aspirado Firefly, que gera 109 cavalos, e torque de 14,2 kgfm, e o motor downsize 1.0 turbo, com 120cv e torque de 20kgfm.

Ele conta em seu interior com o painel derivado do seu irmão menor Fiat Argo, com leve evolução no seu desenho. Sua central de entretenimento é da Apple CarPlay e tem 7 polegadas, mesmo tamanho da do seu concorrente alemão Nivus.

Quando analisado quanto ao conforto, o Pulse conta com ar-condicionado, travas elétricas, aquecedor, piloto automático, volante com regulagem de altura, computador de bordo, sensor de farol, farol de milha e internet 4G integrada.

Segurança: ele conta com airbag e ABS, distribuição eletrônica de frenagem e controle de tração.

Dimensões: altura 1m54cm, largura 1m76cm e 4m10cm de comprimento.

Com preços a partir de R$ 79.990,00, o Pulse chega com as seguintes versões: Drive 1.3 manual; Drive 1.3 câmbio CVT; Drive 1.0 turbo CVT; Audace 1.0 turbo CVT e o Impetus 1.0 turbo CVT (topo de linha). E flex.

Ícaro Mota é consultor automotivo. A coluna semanal é publicada às sextas-feiras.

Novo 208 tem quatro versões disponíveis no sul da Bahia
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Em 2014, a concessionária Peugeot (Ville) encerrou suas atividades em Itabuna, deixando vários donos de Peugeot 206, 207, 307, 308, 407, 408 e 208 (1ª geração) órfãos no sul da Bahia. Mas, com a repaginação e visual inconfundível do novo 208, uma nova aposta se fez. E o bom filho retornou ao lar.

Após sete anos, o 208 volta a Itabuna, agora com a concessionária Francesa (antiga Indiana veículos), situada na Avenida José Soares Pinheiro, 910.

O subcompacto 208, hoje fabricado na Argentina e importado para o Brasil, chega ao sul da Bahia disponível para venda em 4 versões na Francesa (Like, Active, Allure e Griffe).

Os preços que partem de R$ 76.990, 00 na sua versão de entrada e passam dos R$100.000,00 na versão Griffe. Esta última é a versão topo de linha, o que chamamos de garoto-propaganda ou “Menina dos Olhos”. Nela, você pode contar com a frente imponente com os faróis de LED em formato de dentes-de-sabre, que proporcionam beleza e segurança, pois melhora a visibilidade dos transeuntes. Ainda em seu exterior, se percebe linhas arrojadas, integração entre as lanternas traseiras e rodas de liga leve, que dá um up em sua estética.

É um carro que esbanja tecnologia, pois é equipado com o Peugeot i-Cockpit 3D, painel que projeta todas as informações em diferentes camadas, que proporcionam um lindo efeito 3D, e Driver Assist (alerta de colisão, frenagem de emergência, e o alerta e correção de mudança de faixa).

O 208, em conforto, conta com ótima ergonomia ao dirigir, tem bancos de Alcântara (espécie de veludo sintético), ar-condicionado digital, multimídia digital de 7 polegadas touch screen que pode ser controlada também pelo comando de volante, retrovisores elétricos, vidros elétricos nas 4 portas, direção elétrica, carregador de celular por indução, teto panorâmico e câmbio automático.

O motor é o 1.6 16v que gera 118cv (etanol) e 115cv (gasolina), e 15,5 kgfm de torque em ambos os combustíveis. Pelo padrão em metro, consomem 7,5 km/l na cidade e 9 km/l na estrada, usando etanol, e 10,9 km/l na cidade e 13,1 km/l na estrada, usando gasolina.

Popular zero ou premium usado? O especialista não fica no muro!

POPULAR NOVO OU SUPERIOR USADO?

Existem duas correntes de pensamento quando o assunto é aquisição de um veículo. De um lado, encontra-se a turma que prefere um carro novo “cheirando a leite”. Do outro, aqueles que dizem preferir um intermediário ou Premium a um popular zero km.

A minha resposta para o título é: Depende.

Veja esta situação por duas perspectivas. Cada pessoa tem uma finalidade de uso com seu veículo.

A exemplo, citarei dois tipos: o que usa o carro no dia a dia para ir ao trabalho, percorrendo um trajeto longo, passeio, viagens e, também, fazer compras. O outro tipo é o que usa o carro somente para passeio, faz compras no supermercado e viaja raramente.

Não existe regra para ambas as situações, pois em qualquer uma das correntes de pensamento que você esteja pode querer adquirir tanto um novo popular quanto um usado de qualidade superior. Analise da seguinte forma: um carro popular dispõe em sua fabricação de peças com valores mais acessíveis, acabamentos inferior e de baixa qualidade, pois são pensados para ter o menor custo possível e isso faz com que eles tenham uma predisposição a dar defeitos com mais facilidade e frequência.

Já os carros intermediários e Premium têm acabamentos e peças mais refinadas, mais bem trabalhadas, são projetados para um público mais exigente e com melhor poder aquisitivo. Mas, o que traz a “insegurança” para compra desses usados são os valores de peças e manutenção mais caras.

Não ficarei em cima do muro.

O que fica como dica é a condição do seu uso, se você usa muito um carro, e precisa de uma manutenção com preço baixo e facilidade de encontrar peças, opte pelo popular novo. E se você usa pouquíssimo um carro, busca mais conforto e qualidade automotiva, compre “o carro dos seus sonhos”.

Na seção comentários, deixe sua opinião sobre a coluna e sugestões de artigos.

Ícaro Mota é consultor automotivo. A coluna semanal será publicada às sextas-feiras.