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A um mês das eleições, pesquisa AtlasIntel/A Tarde aponta empate técnico entre Jerônimo Rodrigues (PT) e ACM Neto (UB) na disputa pelo Governo da Bahia nas eleições de 2026. Neto aparece com 48,8% das intenções de voto e Jerônimo alcança 47,5%, segundo o levantamento feito no período de 28 de agosto a 2 de setembro.

Ronaldo Mansur (PSOL) atinge 1,1%, Aroldo Félix (UP) alcança 0,1% e Ariel Capistrano (DC) não pontua. O percentual de brancos e nulos chega a 1,6% e o dos que ainda não sabem em quem votar fica em 0,1%. O nome de Maria Bona (PCO) não aparece.

SEGUNDO TURNO

O levantamento também revela empate técnico em um cenário de segundo turno. Nele, a diferença entre os candidatos cai para menos de 1 ponto percentual. ACM Neto atinge 49,2% das intenções de votos e Jerônimo Rodrigues obtém 48,6%. Nos votos válidos, 50,3% a 49,7%.

O levantamento da AtlasIntel está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BA-08891/2026, com 1.804 eleitores respondendo por recrutamento digital aleatório (RDR), no período de 28 de agosto até ontem (2 de setembro). A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (2), por votação simbólica, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que põe fim à jornada de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1). A matéria ainda precisa passar pelo plenário da Casa, em dois turnos de votação.

A PEC 221 de 2019 prevê a obrigatoriedade de descanso remunerado de dois dias por semana, sem redução salarial, e reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição de 14 meses.

Dos 27 senadores presentes na comissão, apenas quatro registraram votos contrários: o líder da oposição Rogério Marinho (PL-RN), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Tereza Cristina (PP-MS) e Jaime Bagattoli (PL-RO).

O relator Omar Aziz (PSD-AM) rejeitou todas as 36 emendas apresentadas à PEC, incluindo propostas para manter a possibilidade de escalas de 6×1 ou jornadas superiores a 40 horas.

“Até porque todas as emendas que foram apresentadas, as 36 emendas, nenhuma pede mais benefício para o trabalhador”, justificou o relator.

A PEC foi criticada pelo líder da oposição Rogério Marinho, que reclamou do pouco tempo para debater o tema e destacou que a proposta traria inflação para a economia.

“Nós vamos gerar, sem dúvida nenhuma, inflação, desemprego e informalidade em nome da perpetuação do projeto de poder”, disse o parlamentar potiguar.

BOLSONARISTA CONTRA

Estudos sobre o fim da 6×1 divergem sobre os impactos para a inflação e o Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país).

Rogério Marinho defendeu uma outra PEC, a que cria um regime trabalhista por hora trabalhada, e defendeu as negociações individuais entre patrões e empregados para definição da escala de trabalho.

“Esse projeto vai na contramão da necessidade de darmos competitividade à população, ao país e à sociedade brasileira”, criticou.

O líder da oposição ainda apresentou um destaque para limitar o descanso remunerado dos trabalhados à apenas um dia na semana. Porém, o destaque foi rejeitado pela CCJ.

SENADORA REBATE BOLSONARISTA

A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) rebateu os argumentos de Rogério Marinho e citou a pressão de empresários contra a PEC por aumentar direitos dos trabalhadores.

“Toda vez que o Congresso Nacional busca assegurar direitos trabalhistas, o discurso é o mesmo, a economia vai quebrar, o desemprego vai imperar, a inflação vai ocorrer. Isso é um discurso simplesmente para atender os grandes empresários deste país”, afirmou.

A senadora defendeu que a PEC assegura mais dignidade à vida dos trabalhadores, “sobretudo às mulheres brasileiras, que têm dupla ou tripla jornada de trabalho, e hoje, com a aprovação do fim da escala 6×1, nós vamos dar dignidade, saúde mental e vamos melhorar a produtividade no Brasil”.

O senador Jaime Bagattoli (PL-RO) reclamou da “falta de mão de obra” no Brasil e defendeu a jornada flexível por hora trabalhada.

“Está difícil a contratação de funcionário. Nós, patrões, queremos que os nossos funcionários estejam com a melhor qualidade de vida”, disse, acrescentando que não tinha como apoiar a PEC.

“Como é que nós vamos reduzir de 44 horas para 40 horas e essa empresa vai ter a mesma produção? Claro que não. Não adianta nós dizermos que não vai aumentar os custos”, completou o senador por Rondônia.

CRÍTICAS

O relator da proposta, senador Omar Aziz, lembrou que mesmo o PL, partido da oposição, votou majoritariamente a favor da PEC na Câmara dos Deputados e rejeitou a tese de que a redução da jornada vai “quebrar” a economia.

“Quando se criou o 13º salário, diziam que o Brasil ia quebrar, ia ter problema. Depois que se reduziu de 48 horas para 44 horas, também [apontaram] os mesmos problemas. O Brasil é muito forte e tem uma massa trabalhadora que nos dá muito orgulho”, disse Aziz.

O relator da PEC do fim da 6×1 ainda criticou os acordos individuais entre patrão e trabalhador, argumentando que não há igualdade de condições nessa relação.

“O assédio ao trabalhador é quando você faz o contato individual. Ou é desse jeito ou ele tá fora. Aí uma pessoa que tá precisando desesperadamente daquele trabalho, vai aceitar. Acordo individual é assédio ao trabalhador, sim! Acordo coletivo, não!”, acrescentou.

O relator também rejeitou a emenda que aumentava a regra de transição da PEC de 14 meses para até quatro anos. Foram rejeitadas ainda as sugestões de parlamentares para adiar a implementação da regra para uma lei complementar posterior e para compensações fiscais às empresas. Com informações d´Agência Brasil.

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O candidato a deputado estadual Magno Lavigne (Rede Sustentabilidade) e o candidato ao Senado Marcelo Carvalho (Rede) promoveram plenária conjunta nesta terça-feira (1º), em Salvador. O encontro ocorreu no Comitê Central de Campanha de Magno, localizado na Avenida Oceânica, nº 3.562, e reuniu centenas de pessoas.

A atividade contou com a participação de lideranças de movimentos de luta pela terra e por moradia, representantes quilombolas e do movimento sindical, além de trabalhadores do transporte alternativo. A plenária também reuniu candidatos a deputado federal da Federação PSOL-Rede que disputam as eleições de 4 de outubro.

Magno Lavigne avaliou positivamente o resultado do encontro e destacou a importância do diálogo com lideranças e apoiadores. Segundo o candidato, a plenária possibilitou a apresentação de propostas, a escuta das demandas dos diferentes segmentos e a reafirmação dos compromissos assumidos durante a campanha.

“Sucesso absoluto nossa plenária, em Salvador: casa cheia, alegria e mobilização. Reafirmamos o apoio à reeleição do nosso presidente Lula e a defesa do Estado Democrático de Direito”, acrescentou o candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia.

Marcelo Carvalho afirmou que sua candidatura ao Senado representa uma alternativa popular construída a partir da organização e da luta dos trabalhadores.

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Durante plenária de trabalhadores da educação do Território Litoral Sul em apoio ao presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, a candidata a deputada federal Adélia Pinheiro (PT) considerou que as eleições deste ano opõem projetos políticos “muito diferentes para o país e a Bahia”. No encontro nesta terça-feira (1º), Adélia ressaltou a defesa da democracia, da justiça social e da educação como instrumento de transformação.

“Estamos em um momento de disputa de projetos políticos, e isso faz muita diferença para nós. Precisamos assegurar a continuidade de um projeto que vem se consolidando com investimentos em todas as regiões da Bahia, cuidando da nossa gente e fortalecendo áreas fundamentais como educação, saúde e infraestrutura”, declarou.

Adélia também fez defesa da educação. “Aqui, reafirmamos um compromisso central para o país que defendemos: o compromisso com a democracia e a justiça social. É por meio da educação que podemos garantir a cada jovem, em todos os lugares, a oportunidade de escolher ser o que quiser”, afirmou.

FAZER A DIFERENÇA

A candidata a deputada federal ainda convocou os trabalhadores da educação e a militância a intensificarem a mobilização até o dia do voto. “Cada um de nós faz a diferença. Temos 32 dias pela frente para militar e garantir, no dia 4 de outubro, Lula e Jerônimo reeleitos, Jaques Wagner reeleito e Rui Costa eleito”, conclamou.

Ao final, reforçou sua candidatura à Câmara dos Deputados. “Como candidata a deputada federal, peço o apoio de vocês”.

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A prefeita de Uruçuca, Magnólia Barreto, divulgou nota pública em que informa a sua desfiliação do União Brasil (UB). A comunicação foi feita nesta tarde de terça-feira (1º).

Segundo Magnólia, a desfiliação se dá por causa do seu alinhamento político e administrativo com o grupo do governador Jerônimo Rodrigues, “visando fortalecer o diálogo institucional e ampliar a busca por investimentos, obras e benefícios para Uruçuca, Serra Grande e Zona Rural”.

“NATURAL REORGANIZAÇÃO POLÍTICA”

A nota trata de forma respeitosa a agremiação política da qual se desfilia e diz que a decisão faz parte de “natural reorganização política e não representa qualquer tipo de confronto ou divergência” com o União Brasil e suas lideranças. Na disputa eleitoral deste ano, o União Brasil tem como candidato a governador o ex-prefeito de Salvador ACM Neto.

Há vários meses, Magnólia havia antecipado que, em retribuição ao que o governo de Jerônimo Rodrigues (PT) vinha fazendo em Uruçuca, apoiaria o petista nas eleições deste ano. E assim agiu. Uma das obras mais importantes foi iniciada em 2026, o asfaltamento da rodovia que liga a sede de Uruçuca ao balneário de Serra Grande.

RELACIONAMENTO E OBRAS

O relacionamento começou a ser construído ainda no período eleitoral de 2024. Já em setembro de 2025, Magnólia teve audiência com Jerônimo em articulação com o líder do Governo na Assembleia Legislativa, Rosemberg Pinto, quando destravou várias demandas do município e começou a deslanchar o projeto de asfaltamento da BA-653 (Uruçuca-Serra Grande). As obras começaram neste ano e têm prazo de execução de 24 meses.

Abaixo, confira a íntegra da nota pública.

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Candidata a deputada federal integra articulação nacional em defesa da PEC da Reparação || Foto Divulgação
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A candidata a deputada federal Bernadete Souza (PSOL-BA) afirma que a Bancada da Macumba é instrumento para ampliar a presença dos povos de terreiro na elaboração de leis, na definição do orçamento público e na formulação de políticas nacionais. Além da campanha de Bernadete, a articulação reúne outras cinco candidaturas do PSOL: Adriano Fiúza, do Distrito Federal; Mãe Su de Nanã, de São Paulo; Renato Fonseca, de Pernambuco; Ariane Magalhães, do Rio de Janeiro; e Wesley Mendes, também baiano.

O grupo admite a participação de aliados comprometidos com a pauta, mesmo que não pertençam às religiões de matriz africana. De acordo com o PSOL, o nome Bancada da Macumba foi adotado como forma de ressignificar uma palavra historicamente usada para perseguir essas tradições.

Para Bernadete, que é ialorixá de terreiro no Banco do Pedro, em Ilhéus, a disputa por cadeiras na Câmara Federal enfrenta os efeitos sociais e políticos de longa duração do regime escravocrata. “Não estamos simplesmente representando religiosos. Representamos povos de matrizes africanas que vieram da diáspora forçada”, afirmou a candidata ao PIMENTA.

Segundo a mãe de santo, a abolição jurídica não foi acompanhada de reparação histórica nem eliminou as formas sistêmicas de violência contra a população negra.

A Constituição garante a liberdade de crença e impede o poder público de estabelecer, subvencionar ou dificultar o funcionamento de cultos religiosos, ressalvada a colaboração de interesse público. Questionada sobre o risco de uma bancada da macumba ser interpretada como proposta contra o laicismo, Bernadete respondeu que a neutralidade formal inscrita na Constituição não se traduz em igualdade no acesso a direitos, recursos e espaços de decisão. “O Estado nunca foi e até hoje não tem sido laico”, acrescentou.

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

Registros do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, reunidos pelo Ibase, mostram alta de 366% nos casos de intolerância religiosa entre 2021 e 2025. No último ano do período, o Disque 100 recebeu 2.723 denúncias, 10% a mais do que em 2024. Entre os registros que identificaram a religião da vítima, 71% envolveram pessoas ligadas à umbanda, ao candomblé ou a outras tradições afro-brasileiras. O levantamento também aponta invasões, ameaças, agressões e depredações.

A própria Mãe Bernadete, como é conhecida, é autora de ação indenizatória contra o Estado da Bahia e a policiais militares que, segundo a acusação, invadiram o assentamento que abriga seu terreiro sem mandado judicial e a prenderam depois que ela questionou a legalidade da operação.

Bernadete conta que, incorporada por Oxóssi, foi algemada, arrastada pelos cabelos e jogada sobre um formigueiro, enquanto os policiais diziam que expulsariam o “demônio” de seu corpo. Ainda conforme o relato da acusação, a mãe de santo foi levada para uma delegacia e mantida em uma cela masculina.

Na primeira decisão judicial do caso, a 5ª Vara da Fazenda Pública de Salvador julgou o pedido improcedente. Bernadete recorreu, argumentando que a sentença havia sido proferida sem que os quatro policiais incluídos na demanda fossem devidamente citados para responder ao processo.

A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia, em dezembro de 2024, anulou a sentença por unanimidade e determinou o retorno da ação à primeira instância. O processo deverá ser refeito com a citação dos policiais Adjaison Moura de Jesus, Carlos Alberto de Jesus Lima, Júlio Guedes de Souza e Vinicyus Martins Oliveira, além da participação do Estado da Bahia.

PEC DA REPARAÇÃO

Nascida em Estância (SE), em 1968, e radicada em Ilhéus desde os 9 anos, Bernadete Souza é agricultora assentada, graduada em Letras pela Uneb, especialista em Educação do Campo e Agroecologia pela USP, educadora e ativista do movimento negro. Na Bancada da Macumba, defende a votação da PEC 27/2024, a PEC da Reparação.

A proposta inclui na Constituição capítulo sobre a promoção da igualdade racial e cria fundo com aporte mínimo de R$ 20 bilhões pela União, dividido em parcelas anuais de R$ 1 bilhão. O texto aguarda votação no plenário da Câmara.

Ao tratar da disputa pelo orçamento e pelas políticas públicas, a ialorixá definiu a articulação como um aquilombamento no Congresso. Na avaliação dela, a presença direta dos povos tradicionais de matriz africana é necessária para alterar as prioridades do Legislativo brasileiro. “A gente precisa mudar a cara desse parlamento”.

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A candidata a deputada federal Adélia Pinheiro (PT) participou, nesta segunda-feira (31), em Ilhéus, da abertura do comitê local do time do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues e dos candidatos ao Senado Jaques Wagner e Rui Costa.

Acompanhada por cerca de 300 apoiadores, Adélia mostrou força na mobilização para o ato e pediu que os membros dos partidos aliados aos governos federal e estadual convoquem a população da Bahia a comparar os investimentos do Executivo baiano em todo o estado com o período de dominação do carlismo:

–Nunca é demais dizer: olhe o tanto que está feito, as entregas importantes que foram feitas e compare, compare com os tempos anteriores, quando nós tínhamos a turma do carlismo presente aqui –- declarou.

A ex-reitora da Uesc e ex-secretária estadual ressaltou que, de 2007 a 2026, a soma dos investimentos do Governo da Bahia em Ilhéus passa de R$ 2 bilhões. O conjunto de obras reúne exemplos como os hospitais Costa do Cacau e Materno-Infantil, construção e requalificação de escolas, Ponte Jorge Amado, duplicação da BA-001, nova rodovia Itabuna-Ilhéus, UPA da Avenida Esperança e unidade básica de saúde no Banco da Vitória.

“E nós queremos e teremos muito mais, porque não abrimos mão de reeleger Lula e Jerônimo, de trazer Rui Costa como senador e reeleger Jaques Wagner”, acrescentou. “Estamos em tempo de nos unirmos para defender um projeto político, um projeto, uma trajetória que coloca o nosso povo no centro de todos os compromissos que nós temos”, concluiu

O ato também contou com a presença de outros candidatos, além de dirigentes e militantes de partidos como PT, PCdoB, PV, PDT, PSD, Avante, MDB e PSB.

Magno Lavigne, ao centro, durante atividade em Camacã nesta sexta-feira (28)
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Ex-secretário Nacional de Qualificação, Emprego e Juventude do governo Lula e candidato a deputado estadual, Magno Lavigne participou das comemorações pelos 65 anos de emancipação política de Camacã, no sul da Bahia. Durante as celebrações, Magno participou de uma caminhada pelas ruas do município, acompanhado por centenas de pessoas.

A atuação de Magno é reconhecida em Camacã. À frente da Secretaria Nacional de Qualificação, Emprego e Juventude, vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego, ele atuou por meio do Projeto Manuel Querino, iniciativa voltada à qualificação profissional, beneficiando milhares de pessoas em diversas regiões do país.

Durante a caminhada, Magno destacou sua relação com o município e agradeceu pelo acolhimento recebido pela população de Camacã. “Em Camacã, eu sou tratado como filho, e quem é tratado como filho tem que retribuir. Vim aqui deixar o meu abraço no aniversário desta cidade maravilhosa. Estou aqui com meu amigo Leandro, nossa turma, que é de luta e de paz. Nós queremos terra, queremos casa”, disse Magno Lavigne.

Adélia diz que é necessário a Lula ter base de apoio fortalecida || Foto Divulgação
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A candidata a deputada federal Adélia Pinheiro (PT) afirmou que eventual reeleição do presidente Lula precisa ser acompanhada pela formação de uma base mais numerosa na Câmara dos Deputados e no Senado. Segundo a ex-reitora da Uesc, essa correlação de forças é decisiva para fazer avançar pautas em defesa dos trabalhadores.

Durante entrevista ao programa O Tabuleiro, da Ilhéus FM, neste final de semana, Adélia defendeu a eleição de parlamentares comprometidos com o mesmo projeto político para “fortalecer a Câmara Federal e o Senado” e dar ao presidente Lula “uma correlação de força política melhor” nas duas Casas.

Para a candidata, o eleitor precisa considerar a composição do Congresso com a mesma atenção dedicada à disputa presidencial. “É preciso ter clareza ao falar com a população a respeito disso”, afirmou, ao defender mais deputadas, deputados, senadoras e senadores “alinhados com o time de Lula”.

Adélia argumentou que propostas “mais cruciais para mudar a vida da população de trabalhadoras e trabalhadores” enfrentam “atraso de tramitação e todo tipo de medida de demora e de postergação” quando o governo não dispõe de força suficiente no Legislativo.

Como exemplo, citou a proposta que acaba com a escala de trabalho 6 por 1. “A alteração da escala 6 por 1 poderia ter sido já aprovada e ainda não foi”, disse. Para Adélia, a pauta “foi engavetada e virou uma moeda de troca política importante”.

TRAMITAÇÃO

A PEC 221/2019 foi aprovada pela Câmara no fim de maio e está na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, onde recebeu relatório favorável do senador Omar Aziz. Após reunião entre Lula e os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta, a proposta passou a integrar a lista de prioridades do Congresso. A expectativa é de votação na CCJ na próxima semana e, depois, no Plenário do Senado.

Ao relacionar sua candidatura a esse esforço, Adélia afirmou que tem trabalhado para mostrar à população “a importância de votarmos em quem faz parte do time” e, assim, ampliar as condições para a aprovação de direitos e políticas públicas voltadas à maioria da população.

Prefeita Magnólia Barreto e Max Passos, do Detran, durante curso de capacitação
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A Prefeitura de Uruçuca iniciou curso de capacitação de agentes de trânsito do município. A aula inaugural foi ministrada pelo diretor-geral do Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA), Max Passos. Segundo a gestão, o curso marca uma nova etapa no processo de estruturação da mobilidade urbana na cidade.

A formação busca preparar os agentes para o exercício das atividades relacionadas ao trânsito, ampliando a qualificação dos profissionais que atuarão no ordenamento e na segurança viária do município.

Além do início da capacitação, a gestão municipal avançou na implantação de uma estrutura própria para administrar o setor. O Poder Executivo encaminhou à Câmara de Vereadores o projeto de lei que institui a Autarquia Municipal de Mobilidade Urbana de Uruçuca (AMMU).

A mensagem com a proposta foi entregue ao presidente da Câmara Municipal, José Pedro, e deverá passar pela análise dos vereadores.

Para a prefeita Magnólia Barreto, as medidas representam um passo importante na organização da mobilidade urbana e na preparação do município para oferecer mais segurança à população.

– Estamos dando um passo importante para organizar ainda mais a mobilidade urbana de Uruçuca. A capacitação dos nossos agentes e a criação da AMMU fazem parte de um trabalho planejado para termos um trânsito mais seguro, organizado e preparado para atender às necessidades da nossa população – afirma a prefeita Magnólia.

MOBILIDADE URBANA

Com a criação da AMMU, Uruçuca pretende estabelecer uma estrutura administrativa específica para tratar das políticas de mobilidade urbana e das atribuições relacionadas ao trânsito municipal, conforme as competências previstas no projeto de lei.

O início da formação dos agentes e o envio da proposta de criação da autarquia ao Legislativo fazem parte do processo de organização do sistema municipal de trânsito. Após a tramitação do projeto, o município poderá avançar na estruturação da AMMU e na implantação das ações previstas para a mobilidade urbana.

ACM e Jerônimo estão tecnicamente empatados || Imagens Redes Sociais
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Pesquisa Quaest/Rede Bahia, divulgada nesta quinta-feira (27), mostra um cenário indefinido na eleição para governador da Bahia. ACM Neto (União) e Jerônimo Rodrigues (PT) estão empatados nos cenários de primeiro e segundo turnos. O levantamento também aponta que o governo de Jerônimo, que busca a reeleição, tem bom índice de aprovação. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais.

Na estimulada, no cenário um, ACM Neto é o preferido de 39%, seguido de Jerônimo Rodrigues, que tem 37%. No pelotão bem atrás estão Aroldo Felix (UP), Maria Bona (PCO), Ariel Capistrano (DC) e Ronaldo Mansur (PSOL). Cada um com 1% de intenções de voto. Neste cenário, 12% disseram que estão indecisos e outros 8% informaram que pretendem anular ou votar em branco.

No cenário dois, com José Estêvão como candidato do Democracia Cristã, que disputa com Ariel, na justiça, a vaga para concorrer pelo partido, ACM Neto aparece com 40%, contra 37% do governador Jerônimo Rodrigues. Em outro pelotão tem Maria Bona (PCO), Aroldo Félix (UP), Ronaldo Mansur (PSOL) e Estêvão (DC). Cada um citado por 1% dos entrevistados. Os que ainda não escolheram somam 13% e os que disseram que votarão em branco ou vão anular representam 7% dos que responderam à pesquisa da Quaest.

ADMITEM TROCAR DE CANDIDATO  

De acordo com a Quaest, 31% dos entrevistados admitiram que ainda podem mudar o voto para governador no primeiro turno. Os que disseram ter feito a escolha definitiva são 68%.

O levantamento traz ainda um cenário para o segundo turno numa disputa entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues, que aparecem empatados com 44% e 41%, respectivamente. Os indecisos somam 9%. Quem informou que votará em branco ou pretende anular são 6%.

A Quaest quis saber a opinião do eleitor baiano com relação à gestão do Jerônimo Rodrigues, que conta com aprovação de 57%. Os que desaprovam somam 34%. Um contingente de 9% não soube ou não quis responder. Com relação ao governo, 38% dizem ser positiva e outros 33% regular. A avaliação negativa é de 25%. Outros 4% não sabem ou não quiseram responder.

MAIORIA PELA REELEIÇÃO

A maioria entende que Jerônimo Rodrigues merece um segundo mandato. São 53% dos entrevistados contra 42% que disseram que não. Não souberam ou preferiram não responder foram 4%.

A Quaest ouviu 900 pessoas de 16 anos ou mais no período de 23 a 26 deste mês e tem margem de erro de três pontos percentuais. Segundo o Instituto, o nível de confiança é de 95%.  Encomendado pela Rede Bahia, o levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BA-06206/2026.

Resolução cita ligações entre Ilhéus, Caetité, Barreiras e Mara Rosa || Foto Infra S.A/Arquivo
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O Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI) da Presidência da República recomendou a inclusão de novos trechos ferroviários no Programa Nacional de Desestatização. A medida consta da Resolução CPPI nº 367, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (27).

No caso da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), a resolução cita três trechos da EF-334: Ilhéus–Caetité (este já sob concessão à iniciativa privada), Caetité–Barreiras e Correntina–Mara Rosa. O texto também altera a Resolução CPPI nº 171, de 2021, para tratar da qualificação, no Programa de Parcerias de Investimentos, dos trechos II, entre Caetité e Barreiras, e III, entre Correntina e Mara Rosa.

A publicação também inclui trechos da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), na EF-354: Mara Rosa–Água Boa, Água Boa–Lucas do Rio Verde e Lucas do Rio Verde–Vilhena. Na prática, a recomendação mira a formação de um corredor ferroviário entre a Bahia, Goiás, Mato Grosso e Rondônia, com impacto direto sobre o projeto logístico que tem Ilhéus e o Porto Sul como pontos estratégicos de escoamento.

Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o Corredor Ferroviário Leste-Oeste tem extensão prevista de 1.708 quilômetros, prazo de concessão de 35 anos e investimento estimado em R$ 28,5 bilhões. A agência informa que a concessão pretende melhorar o escoamento de cargas do oeste baiano, de Mato Grosso e do Matopiba em direção ao Porto Sul, no sul da Bahia.

A resolução ainda precisa ser submetida à deliberação da Presidência da República. O ato é assinado pela ministra-chefe da Casa Civil, Miriam Belchior, como presidente do CPPI, e pelo ministro dos Transportes, George André Palermo Santoro.

Adélia durante reunião da Câmara Técnica, ao lado do titular da SDR, João Carlos Oliveira || Foto Eduardo Andrade
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A candidata a deputada federal Adélia Pinheiro (PT) participou, nesta quarta-feira (26), em Ilhéus, de uma reunião da Câmara Técnica do Cacau, com a presença do secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, João Carlos Oliveira, e do diretor-geral da Ceplac, Thiago Guedes Viana. O grupo, presidido pelo cacauicultor Fausto Pinheiro, discutiu propostas de aperfeiçoamento de políticas públicas para fortalecer a cadeia do cacau e do chocolate no estado.

Um dos principais pontos do encontro foi a organização dos produtores para ampliar o poder de negociação e combater o histórico deságio no preço pago pelo cacau brasileiro em relação à cotação internacional. Os participantes também analisaram os efeitos das importações e a necessidade de mudanças na comercialização da amêndoa.

“O produtor brasileiro não pode continuar recebendo pelo seu cacau um valor inferior ao praticado no mercado internacional. A organização coletiva é fundamental para equilibrar essa relação, ampliar o poder de negociação e garantir uma remuneração justa para quem produz”, afirmou Adélia.

A candidata também defendeu que o chocolate ocupe lugar central nas políticas voltadas à cacauicultura. Segundo ela, a agregação de valor fortalece toda a cadeia, gera trabalho e renda e permite que uma parcela maior da riqueza produzida permaneça no sul da Bahia.

“Não podemos separar o cacau do chocolate. Estamos falando de uma mesma cadeia produtiva, que começa no campo e precisa gerar desenvolvimento para toda a região. Esse debate também deve assegurar espaço às mulheres produtoras e garantir o acesso da agricultura familiar ao crédito, ao mercado e às políticas públicas”, ressaltou.

GARANTIA DE COMPRA

Adélia apontou ainda a necessidade de mecanismos que garantam a compra do cacau fino e protejam produtores de diferentes portes contra distorções do mercado. Ela afirmou que mantém diálogo com o governador Jerônimo Rodrigues (PT) sobre essa agenda e defendeu o reforço das ações conduzidas pelas secretarias estaduais de Desenvolvimento Rural e da Agricultura.

“Quero ser uma voz ativa da cacauicultura e da agricultura familiar na Câmara dos Deputados. Vamos transformar as necessidades de quem produz em políticas públicas e fortalecer o diálogo com os governos de Lula e Jerônimo para assegurar crédito, mercado e preço justo”, declarou.

Também participaram da reunião o economista e cacauicultor Paulo Peixinho; o cacauicultor e ex-vereador Alisson Mendonça; e os produtores de cacau e chocolate Gerson Marques e Henrique Almeida, além de representantes de entidades do setor.

Magno Lavigne faz plenária e revela apoio de ministro Luiz Marinho
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A candidatura de Magno Lavigne a deputado estadual promoveu plenária na noite desta terça-feira (25), na Zona Sul de Ilhéus, em ato que reuniu mais de 350 pessoas, entre moradores, apoiadores e militantes.

Promovida a 40 dias das eleições de 4 de outubro, a atividade foi marcada por manifestações de apoio e entusiasmo dos participantes, que defenderam a eleição do ex-secretário Nacional de Qualificação, Emprego e Juventude do Ministério do Trabalho para a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).

Durante a plenária, foi exibido um vídeo com uma mensagem do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, que convocou os apoiadores a se engajarem na campanha de Magno.

No pronunciamento, o ministro também destacou a atuação do candidato durante sua passagem pelo Ministério do Trabalho, especialmente na criação e implantação do Projeto Manuel Querino, voltado à qualificação profissional.

“Se votasse na Bahia, meu voto seria de Magno”, afirmou Luiz Marinho.

O ministro também defendeu o voto da classe trabalhadora no governador Jerônimo Rodrigues (PT), nos candidatos ao Senado Rui Costa e Jaques Wagner e no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

MAGNO AGRADECE APOIO

Durante seu pronunciamento, Magno Lavigne agradeceu a presença dos participantes e o trabalho desenvolvido pelos apoiadores na campanha. “Minha palavra é de gratidão. Quero agradecer a presença de todos. Vamos trabalhar e, chegando à Alba, poder melhorar a vida das pessoas”, afirmou.

O candidato também reforçou a necessidade de mobilização das bases eleitorais para ampliar a campanha na região. “Quero dizer para vocês que conto com o empenho de vocês na sua base. Estamos juntos”, declarou.

A plenária ocorreu no Studio de Dança Eliana Fonseca, localizado na Avenida Tancredo Neves, na Zona Sul de Ilhéus.

ACM Neto e Azevedo participam de inauguração de comitê em Itabuna || Reprodução
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Candidato a governador da Bahia pelo União Brasil, ACM Neto visita Itabuna nesta quarta-feira (26) para inauguração do comitê de campanha. O evento está programado para o início da noite, na Avenida do Cinquentenário, ao lado da Igreja Universal do Reino de Deus, no Centro.

Será o primeiro ato público em que ACM Neto aparecerá ao lado do ex-prefeito Capitão Azevedo depois do rompimento em 2024, quando o agora candidato a governador preferiu apoiar Fabrício Pancadinha na disputa pela Prefeitura de Itabuna. 

O ato em Itabuna também deverá reunir o candidato a vice-governador, Zenildo Brandão Santana, Zé Cocá, além de Angelo Coronel (REP) e João Roma (PL), que concorrem ao Senado Federal na chapa de Neto. O prefeito de Ilhéus, Valderico Reis (UB), também é aguardado no evento.