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O Hospital Manoel Novaes, da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, programou, em parceria com a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), uma série de atividades para marcar a Semana do Aleitamento Materno e Assistência à Mulher. Será de 13 a 15 deste mês e a agenda inclui palestras, apresentações musicais, mesas-redondas e caminhada.
A abertura será às 19h30min do dia 13, no auditório Paulo Bicalho, da Santa Casa de Misericórdia, com uma conferência sobre “Políticas Públicas de Promoção e Proteção à Saúde Materno-Infantil. A palestrante será a diretora de Gestão do Cuidado da Secretaria da Saúde da Bahia, Débora do Carmo.

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Olha aí os talentos regionais em evidência. A agência Ícaro Comunicação produziu uma campanha para a Unimed Ilhéus e acabou faturando o 16º Prêmio de Marketing da Unimed, na categoria “campanha publicitária”.
A agência desenvolveu a campanha “Com saúde, você ganha mais”. A entrega do prêmio ocorreu durante a 40ª Convenção Nacional da Unimed, realizada em Goiânia (GO). A campanha foi veiculada no rádio, outdoor e busdoor.
Carlos Pacheco e Cida Longo ressaltam que o reconhecimento “representa uma conquista nacional inédita para a Unimed Ilhéus e para o sistema Unimed da Bahia. As peças da Ícaro concorreram com as de agências de outras 188 cooperativas do sistema Unimed de todo o país.

Pacheco e Cida Longo, da Ícaro, exibem troféu (Foto Divulgação).
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Irregularidades foram cometidas na gestão de Marleide Figueiredo, indicada pelo vereador Jailson Nascimento

Uma auditoria realizada pela Secretaria da Saúde da Bahia  aponta irregularidades cometidas na Secretaria da Saúde de Ilhéus, no período de janeiro a dezembro de 2009.
A investigação, realizada em conjunto com a Secretaria Nacional de Auditorias, vinculada ao Ministério da Saúde, constatou fortes indícios de desvios, como gastos exorbitantes com a locação de imóveis, compra de peças para veículos e pagamentos de serviços “extra-SUS”. Tudo sem licitação.
Somente com os referidos serviços extra-SUS, prestados por clínicas particulares, a SMS ilheense gastou em 2009 o valor de R$ 17.450,540,66. Repetindo: “sem licitação”.
Na época em que os desvios foram cometidos, a Secretaria estava sob o comando da enfermeira Marleide Figueiredo, aliada política e indicada pelo presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus, Jailson Nascimento.
(Com informações do Blog do Gusmão)

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Quem teve a doença na década de 90, além de crianças e adolescentes, são os mais vulneráveis

A semana que passou trouxe duas notícias preocupantes para as autoridades em saúde em Itabuna: a) a morte de um homem de 30 anos com quadro clínico confirmado de dengue hemorrágica; e b) a reintrodução do vírus 1 da dengue no município.
Itabuna teve neste ano cerca de mil casos suspeitos da doença transmitida pelo Aedes aegypti e grande parte dos registros está concentrada na Mangabinha, bairro onde residia Jorge Salustiano (reveja aqui).
Não bastasse o registro de morte suspeita de dengue, exames de isolamento viral feitos pelo Laboratório Central (Lacen) confirmam que o vírus tipo 1 da doença voltou a circular em Itabuna. Foi reintroduzido. O vírus não era detectado por aqui desde meados da década de 90.
A sua reintrodução traz uma ameaça para a população infanto-juvenil, que não teve contato com o vírus e, assim, fica mais suscetível à doença que pode ser letal. A forma mais grave, a hemorrágica, também é ameaça para quem foi picado pelo mosquito com o vírus 1, na década de 90.
Na mais grave epidemia de dengue em Itabuna, ano passado, foram detectados os vírus 2 e 3, mas especialistas alertam para o fato de pouco ter sido feito em relação a isolamento viral. O mosquito da dengue tem quatro variações de vírus. A cidade registrou nove mortes e mais de 15 mil casos em 2009.

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Os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna fazem protesto nesta quinta-feira, 16, às 12h30min, contra o atraso de salário. Segundo o coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi), João Evangelista, o setor administrativo da instituição anunciou que o dinheiro só deve sair na próxima semana. A Santa Casa mantém os hospitais Calixto Midlej Filho, Manoel Novaes e São Lucas.

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Projeto de lei de autoria do deputado federal Francisco Rossi (PMDB-SP) concede às trabalhadoras com idade a partir de 30 anos o direito a um dia de folga por ano para submeter-se aos exames preventivos do câncer de mama e do colo do útero. A proposta, que tramita na Câmara, tem também o objetivo de conscientizar o público feminino para a necessidade de se prevenir.
Para funcionárias da iniciativa privada e empregadas domésticas, o benefício ficaria condicionado ao cumprimento do período de experiência.
O Instituto Nacional do Câncer (Inca) prevê para 2010 a ocorrência de 49,4 mil novos casos de câncer de mama no Brasil. Com relação ao câncer do colo do útero, a estimativa para este ano é de 18 casos para cada grupo de 100 mil brasileiras.

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Temporão e Jorge Solla inauguraram o novo hospital

Acompanhado pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, o secretário da pasta congênere no governo baiano, Jorge Solla, inaugurou na manhã desta segunda-feira, 13, o Hospital do Subúrbio de Salvador. A cerimônia de inauguração contou ainda com as presenças dos secretários estaduais da Casa Civil, Eva Chiavon; Segurança, César Nunes; Turismo, Antônio Carlos Tramm; além do chefe de gabinete do governador Jaques Wagner, Fernando Schmidt.
Planejado para atender cerca de 1 milhão de habitantes do Subúrbio, além dos bairros de Valéria, Cajazeiras, Castelo Branco, Pau da Lima e municípios da Região Metropolitana de Salvador, o hospital terá 268 leitos de internação quando estiver com sua plena capacidade. Entre outros serviços, conta com UTI adulto e pediátrica, laboratório, e dispõe de um heliponto para facilitar o recbimento de pacientes de outras regiões.
Os atendimentos começam a partir das 7 horas desta terça-feira, dia 14.

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Livros buscam ampliar o conhecimento sobre o Alzheimer (foto Laíse Galvão)

Propor uma melhor visão sobre o envelhimento, os fatores que o atenuam ou aceleram, bem como estudar as políticas de saúde pública para a terceira idade. Esses são alguns dos objetivos do Núcleo de Estudos do Envelhecimento, grupo que reúne pesquisadores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e acaba de lançar dois livros sobre a Doença de Alzheimer.
Os livros, com selo da Editus, são “Conhecendo a Doença de Alzheimer – uma contribuição para familiares e cuidadores” e “Manual do Cuidador: situações e cuidados práticos do cotidiano”. As publicações resultam de pesquisas das professoras doutoras Joelma Batista Tebaldi Pinto, Evani Pedreira dos Santos e Raimunda Silva d’Alencar.
Lembram as autoras que, enquanto aumenta cada vez mais a expectativa de vida da população brasileira, ainda é pequeno o conhecimento sobre o Mal de Alzheimer, uma das enfermidades que atingem com maior frequência o idoso. As lições contidas nos livros ensinam tanto o cuidado com os portadores como as formas de retardar o aparecimento da doença.

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.Vieira ataca proposta do estado: "safadeza" (Foto Pimenta).

Movimentos sociais já recolheram pelo menos 35 mil assinaturas pela estadualização do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), de Itabuna. A unidade médico-hospitalar foi construída pelo governo federal e é administrada pelo município, mas enfrenta uma grave crise que provoca a morte de, em média, 15 pacientes por semana, de acordo com médicos.
Amanhã, dia 10, às 14h, as 35 mil assinaturas serão entregues ao secretário de Saúde, Jorge Solla, numa audiência que também contará com as presenças do secretário de Saúde de Itabuna, Antônio Vieira, e do prefeito Capitão Azevedo (DEM). Os representantes do governo local rejeitam a ideia da forma como foi posta em audiência realizada em agosto.
O Pimenta conversou com o secretário Antônio Vieira. Ele disse esperar que Solla entregue ao município, durante a audiência, uma “proposta [de estadualização] escrita, e não de boca”.  O secretário, também vice-prefeito de Itabuna, questiona a eficiência do Estado na gestão de hospitais gerais como os de Ilhéus e Jequié. “Funcionam perfeitamente? Não”.
Vieira faz insinuações e “desconfia” de ação influenciada pelo momento eleitoral no estado. “O Hblem não deve a funcionários, não deve a médicos. Por que ele [Solla} não faz isso com instituições que estão devendo aos funcionários?”.
O secretário subiu o tom na entrevista ao repórter Fábio Roberto, do Pimenta. Para ele, o que o estado quer fazer com o Hblem é “safadeza”, pois a solução é injetar mais recursos na unidade de saúde municipal, o maior hospital público do sul do estado. E tome canelada do médico ortopedista:
[A proposta do governo para o ] Hospital de Base é questão de safadeza do Estado, de não “botar” o reforço [financeiro] que tem de ser pra lá.
Estima-se que o hospital precisaria de recursos mensais da ordem de R$ 3 milhões para funcionar adequadamente. Na semana passada, a prefeitura admitiu que apenas o Estado injeta recursos no Hblem: R$ 1,5 milhão, mês.
O município firmou acordos de cooperação técnica para repassar outros R$ 300 mil por mês, mas não respeitou o contrato. Firmou novo convênio, de R$ 200 mil, mas novamente o desrespeita. Azevedo alega falta de dinheiro. A dívida da unidade de saúde é de R$ 30 milhões. Há seis anos, estava em apenas R$ 2,7 milhões.

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É crítica a situação da saúde pública na cidade de Jussari, no sul da Bahia, a 64 quilômetros de Itabuna. Segundo informações confirmadas pelo Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), o atraso nos salários já se aproxima do terceiro mês e a Secretaria Municipal de Saúde só faz pedir paciência.
No limite, profissionais que atuam na área da saúde em Jussari ameaçam cruzar os braços. Uma reunião vai acontecer na próxima quarta-feira, 8, em Itabuna (horário ainda a ser definido), na sede do Sintesi, com a participação de diretores do Sindicato dos Servidores Públicos de Jussari.
Segundo o coordenador do Sintesi, José Raimundo Santana, uma assembléia da categoria vai definir sobre uma paralisação de advertência e, caso a Prefeitura de Jussari não dê uma solução para o atraso salarial, o próximo passo poderá ser a greve.

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A poucos meses do início do verão – que é a estação do ano com maior frequência de casos de dengue – o Ministério da Saúde divulga um dado confirmando o que muita gente já suspeitava: a grande maioria dos óbitos de pacientes afetados pelo Aedes aegypti tem ligação direta com o atendimento ruim.
O Ministério analisou prontuários de 66 pessoas que morreram de dengue este ano e constatou falha em 69% dos diagnósticos. Um dos principais erros apontados no atendimento foi a não-realização da classificação de risco do paciente.
A intenção do Ministério é discutir o problema com autoridades locais para que as falhas sejam evitadas. Segundo o órgão federal, 19 dos 26 estados brasileiros têm risco alto ou muito alto de uma epidemia de dengue no próximo verão.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que as mortes provocadas pela dengue são evitáveis, mas no ano passado a doença matou nove pessoas em Itabuna e o governo local – assim como parte da comunidade – continua negligenciando nas medidas de prevenção.

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A prefeitura de Itabuna enviou release aos veículos de comunicação no qual reconhece as dificuldades de funcionamento do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem).
A assessoria do município ouviu o médico Cristiano Conrado. O profissional questiona a proposta de estadualização do hospital – apresentada pelo secretario estadual Jorge Solla. O boletim informativo da prefeitura diz que lá se sobrevive a duras penas tendo como receita o repasse de R$ 1,5 milhão, do SUS.
O município é apontado como um dos responsáveis pela crise no Hospital de Base. Antes, ‘travava’ a liberação mensal de R$ 300 mil para a unidade. Depois, reduziu o valor para R$ 200 mil, mas o repasse não vem sendo feito.
A situação do hospital é crítica. E o calote foi reconhecido pelo prefeito Capitão Azevedo (DEM). Pior, a dívida saltou de R$ 2,7 milhões em 2005 para R$ 30 milhões em 2010.

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O número, divulgado hoje pelo jornal Follha de São Paulo, parece sob medida para fazer propaganda subliminar da campanha do tucano José Serra, mas é digno de ser comemorado ainda que contenha intenções sub-reptícias (é momento de desconfiar).
Em 1989, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), 33% dos brasileiros com mais de 18 anos eram fumantes. Hoje, apenas 18% dos adultos no País têm o hábito de fumar.
As mulheres são minoria entre os fumantes, mas – de acordo com a pesquisa – começam mais cedo.

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Protesto reuniu dezenas de pessoas (Foto Agnaldo Santos).

Funcionários e médicos da Fundação Hospitalar de Camacan foram às ruas nesta sexta-feira, 27, protestar contra o que chamam de onda denuncismo de supostos erros médicos no município sul-baiano. A manifestação teve como principal alvo o Ministério Público estadual (MP), por “absorver” as queixas, informa o repórter Agnaldo Santos.
A manifestação foi puxada pelo hospital e teve a participação de agentes comunitários de saúde, taxistas, funcionários públicos, artistas e políticos locais, além de representantes dos pataxós hã-hã-hãe.
A direção do hospital de Camacan se queixa de prejuízos provocados pelos custos com honorários advocatícios para se defender da “onda denuncista”. Dirigentes da fundação participaram de audiência em Salvador, na segunda (23), para relatar as ações do MP no município e denunciar o que seria, no entender deles, inaceitável.
O foco do grupo, também integrado pelo secretário municipal de Saúde, Jaquinson de Deus Guimarães, é o trabalho da promotora pública Cleilde Ramos.
O presidente da Fundação Hospitalar de Camacan, Aníbal de Holanda Cavalcante, o vice, Benicio Boida de Andrade, e o diretor clinico, Cosme Barnabé, estiveram na audiência na capital baiana, e disseram que a insatisfação em relação ao MP não se restringe apenas aos médicos.
A comissão, segundo os dirigentes, externou seu descontentamento ao procurador-geral de Justiça, Wellington César Lima, que ficou de analisar o caso. A fundação hospitalar emprega 80 funcionários e 90% da sua clientela é do SUS, originária de municípios como Pau-Brasil, Santa Luzia, Itajú do Colônia, Mascote e Arataca. A reportagem tentou manter contato com a promotora, mas a informação era que ela estava viajando.
Insatisfação contra a promotorai é exibida em faixa (Foto Agnaldo Santos).

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Quem precisou de socorro entre 11 horas e 14 horas desta segunda não pôde contar com os serviços do Samu 192. As atendentes informaram que os carros estavam todos em manutenção, inclusive os veículos reserva.
Mesmo assim, a partir das 14 horas apenas uma ambulância avançada estava liberada para o atendimento. O veículo é para socorro aos casos gravíssimos. As demais ambulâncias continuavam em oficinas.
A alegação oficial é de que há dificuldade em encontrar peças para consertar os carros, mas nas oficinas a informação é de que não estão fazendo questão de trabalhar com a Prefeitura de Itabuna porque o pagamento só é feito com atraso.
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